Geral
Pagamento do IPTU e da TRSD 2026 segue com desconto de 10%
Os moradores de Porto Velho já podem emitir os boletos do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU 2026), da Taxa de Resíduos Sólidos Domiciliares (TRSD 2025) e da Cosip, de forma online pelo site (l21) presencialmente em um posto de atendimento da Secretaria Municipal de Economia (Semec).
O IPTU é uma das principais fontes de arrecadação do município e os recursos são destinados a investimentos em áreas essenciais, como infraestrutura, saúde, educação e serviços urbanos.
Quem pagar o imposto em cota única até 5 de fevereiro de 2026 garante 10% de desconto. Para os contribuintes que prefere maior flexibilidade, há a possibilidade de parcelamento em até dez vezes, sem desconto, com a primeira parcela também vencendo no dia 5 de fevereiro. Em ambos os casos, a Prefeitura, por meio da Semec, reforça que cada parcela deve respeitar o valor mínimo de 1 UPF, atualmente equivalente a R$108,52.
O contribuinte que perder o prazo do desconto máximo ainda poderá pagar em cota única com 5% de desconto entre os dias 6 de fevereiro e 5 de março de 2026.
Já o pagamento integral sem desconto e sem acréscimos poderá ser feito até o dia 6 de abril. Após essa data, passam a contar com juros e encargos legais.
Os Documentos de Arrecadações Municipais (boletos), poderão ser emitidos de forma online, no, no Portal de Serviços da Prefeitura Municipal de Porto Velho, acesse AQUI, ou de forma presencial, de segunda a sexta-feira, em um dos seguintes Postos de Atendimentos:
• Centro – Divisão de Atendimento da SEMFAZ – Av. Sete de Setembro, nº 744, Centro – das 08 às 14 horas;
• Zona Norte – Agência de Rendas da SEFIN – Av. Tiradentes, 3.361 (em frente ao Comando Geral da Polícia Militar/RO) – das 07:30 às 13:30 horas
• Zona Leste – Praça CEU – Rua Antônio Fraga Moreira, 1.706, Bairro JK – das 08 às 14 horas;
• Zona Leste – Tudo Aqui (IG Shopping) – Av. Amazonas, 8338, Bairro Tiradentes – das 10 às 20 horas;
• Zona Sul – Biblioteca Viveiro das Letras – Av. Jatuarana, nº 5068, Bairro Cohab – das 08 às 14 horas.
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
Geral
Porto Velho enfrenta calor de 36°C e sensação de 41°C; veja como proteger a saúde
Porto Velho enfrenta uma quarta-feira (2) de calor intenso, com temperatura de 36°C e sensação térmica chegando aos 41°C. O céu permanece predominantemente ensolarado, com poucas nuvens, enquanto a umidade relativa do ar gira em torno de 43%.
O cenário exige atenção, principalmente durante os períodos mais quentes do dia. De acordo com as informações meteorológicas, a temperatura deve começar a diminuir gradualmente no início da noite, mas o calor continuará presente.
A previsão indica 36°C às 16h, com céu entre sol e nuvens. Às 17h, a temperatura deve ficar em 35°C e cair para 33°C às 18h. Por volta das 19h, os termômetros devem marcar 31°C, chegando a 30°C às 20h e 28°C às 21h. Não há previsão de chuva significativa para o restante do dia.
O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) vem destacando a ocorrência de temperaturas elevadas em diferentes áreas do país neste início de setembro. Em previsão divulgada para esta semana, o instituto apontou calor intenso no Norte e Nordeste, com temperaturas que podem alcançar 41°C em algumas localidades.
Calor pode afetar a saúde
Temperaturas muito elevadas aumentam a necessidade de atenção com a hidratação e com a exposição ao sol. Segundo o Ministério da Saúde, o calor intenso pode provocar desidratação, insolação e agravamento de doenças crônicas, principalmente cardiovasculares e respiratórias.
A desidratação ocorre quando o organismo perde mais líquidos do que consegue repor. Entre os sinais que merecem atenção estão sede intensa, fraqueza, tontura, dor de cabeça, cãibras, náuseas e transpiração excessiva. Em situações mais graves, a exposição ao calor pode levar ao chamado golpe de calor, uma emergência médica que pode causar confusão mental, convulsões e perda de consciência.
O calor também pode aumentar a sobrecarga sobre o coração e os pulmões, tornando períodos de temperaturas extremas especialmente preocupantes para pessoas que já possuem doenças cardiovasculares ou respiratórias.
Quem precisa ter mais cuidado?
Embora qualquer pessoa possa sofrer com os efeitos do calor excessivo, alguns grupos apresentam maior vulnerabilidade. Entre eles estão crianças, idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas, além de pessoas em situação de rua.
Crianças e idosos precisam de atenção especial porque podem ter maior dificuldade para perceber ou comunicar a necessidade de hidratação e de redução da exposição ao calor.
Por isso, familiares e responsáveis devem observar mudanças no comportamento, fraqueza, tontura, náuseas, dor de cabeça, cãibras ou outros sinais associados ao excesso de calor.
Mudança de hábitos ajuda a enfrentar os dias quentes
Em períodos de temperaturas elevadas, pequenas mudanças na rotina podem reduzir os riscos à saúde.
O Ministério da Saúde recomenda beber água regularmente, mesmo sem sentir sede, manter os ambientes frescos e evitar atividades físicas nos horários de maior exposição ao sol. Também são indicadas roupas leves, largas e de cores claras.
Atividades ao ar livre devem ser, sempre que possível, programadas para os horários mais frescos do dia. Durante os períodos de maior calor, a orientação é procurar locais ventilados, utilizar ventiladores ou ar-condicionado quando disponíveis e evitar a exposição prolongada ao sol.
Dentro de casa, outra recomendação é manter cortinas ou persianas fechadas durante os períodos de maior incidência solar e favorecer a circulação de ar nos horários em que a temperatura estiver mais baixa.
Alimentação também merece atenção
A alimentação pode acompanhar essas mudanças na rotina. Em dias muito quentes, o Ministério da Saúde orienta priorizar alimentos frescos e leves, como frutas, verduras e saladas, além de manter uma boa ingestão de líquidos.
Também é recomendável evitar bebidas alcoólicas durante períodos de calor intenso, já que a prioridade deve ser a manutenção da hidratação.
Atenção aos sinais de alerta
Não é preciso esperar que o mal-estar fique intenso para buscar ajuda. Fraqueza, tontura, náuseas, dor de cabeça, cãibras e transpiração excessiva podem indicar que o organismo está sofrendo com o calor.
Em situações mais graves, podem surgir confusão mental, convulsões ou perda de consciência. O golpe de calor é uma emergência médica e exige atendimento imediato.
Com temperaturas elevadas e sensação térmica acima dos 40°C, como ocorre nesta quarta-feira em Porto Velho, a recomendação é adaptar a rotina, reforçar a hidratação e reduzir a exposição ao sol nos horários mais quentes.
O calor não representa apenas desconforto: quando intenso e prolongado, pode provocar problemas de saúde e agravar condições já existentes. Por isso, manter atenção ao próprio corpo e às pessoas mais vulneráveis é fundamental durante os períodos de temperaturas elevadas.
Fonte: Notícias Urgentes
Geral
Sarampo volta a preocupar após período de controle no Brasil
Depois de anos de avanços no controle do sarampo, o Brasil voltou a registrar casos da doença e enfrenta novamente o desafio de manter a população protegida. Embora o país continue oficialmente reconhecido como livre da circulação endêmica do vírus, ocorrências recentes reforçam a importância da vacinação para evitar que casos importados provoquem novas cadeias de transmissão.
O Brasil havia recebido, em 2016, da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), a certificação de eliminação do sarampo. Naquele período, a circulação endêmica do vírus havia sido interrompida e, em 2016 e 2017, não houve casos confirmados no território nacional.
O cenário mudou a partir de 2018, quando o vírus voltou a circular no país, associado principalmente à entrada de casos provenientes de outros locais e à redução das coberturas vacinais. A elevada capacidade de transmissão da doença favoreceu a formação de grandes surtos. Entre 2018 e 2022, foram registrados mais de 39 mil casos de sarampo no Brasil, com concentração significativa em 2019.
Após a interrupção da transmissão endêmica, o Brasil voltou a conquistar a certificação internacional em novembro de 2024. A OPAS reconheceu novamente o país como livre da circulação endêmica do sarampo, destacando o avanço das ações de vacinação e vigilância.
Isso, porém, não significa que o vírus tenha deixado de representar uma ameaça. O Ministério da Saúde ressalta que casos isolados ou importados não caracterizam, por si só, o retorno do sarampo como problema de saúde pública. Ainda assim, eles demonstram a necessidade de manter altas coberturas vacinais para impedir que o vírus volte a se espalhar.
Novos casos acendem alerta
O alerta voltou a ganhar força em 2026 com a identificação de casos em diferentes localidades. Em São Paulo, o número de registros chegou a 28 até esta terça-feira (1º), conforme o balanço informado pela Secretaria de Estado da Saúde. Entre os casos mais recentes estão um bebê e uma mulher de 40 anos.
A capital paulista concentra a maior parte das ocorrências, com 25 casos, enquanto São Bernardo do Campo registra dois e Guarulhos, um. A situação levou o estado a ampliar as estratégias de vacinação, principalmente nos municípios com registros da doença.
Durante agosto, mais de 2,5 milhões de doses de vacinas contra o sarampo foram aplicadas no estado de São Paulo. A maior parte das aplicações ocorreu na capital, em Guarulhos e em São Bernardo do Campo, dentro da estratégia de multivacinação e das ações ampliadas de imunização.
O Ministério da Saúde também vem reforçando a necessidade de manter a vacinação atualizada. Em 2025, por exemplo, o Brasil confirmou 38 casos de sarampo, sendo que 36 deles ocorreram em pessoas sem histórico de vacinação, segundo dados oficiais.
Por que o sarampo preocupa?
O sarampo é uma das doenças infecciosas mais contagiosas conhecidas. A transmissão acontece de pessoa para pessoa principalmente pelas vias respiratórias, quando alguém infectado tosse, espirra, fala ou respira. Uma pessoa doente pode transmitir o vírus para até 90% das pessoas próximas que não possuem imunidade.
Outro fator que dificulta o controle é o período em que uma pessoa infectada pode transmitir o vírus. Segundo o Ministério da Saúde, a transmissão pode ocorrer desde seis dias antes até quatro dias depois do surgimento das manchas vermelhas características da doença.
Por isso, a presença de casos em locais com baixa cobertura vacinal pode favorecer a disseminação rápida do vírus, principalmente entre pessoas que não foram imunizadas ou que estão com o esquema vacinal incompleto.
Sintomas exigem atenção
Os principais sinais do sarampo incluem febre alta, geralmente acima de 38,5°C, acompanhada de sintomas como tosse, coriza ou conjuntivite. As manchas avermelhadas costumam surgir inicialmente no rosto e atrás das orelhas e depois se espalham pelo corpo.
A doença não possui tratamento específico. Nos casos sem complicações, são indicados cuidados de suporte, como hidratação e acompanhamento médico. O sarampo, entretanto, pode evoluir para quadros graves, deixar sequelas e até provocar morte, principalmente entre crianças pequenas.
Diante de sintomas compatíveis, a recomendação é procurar um serviço de saúde para avaliação. A vigilância também é fundamental para identificar rapidamente casos suspeitos e interromper possíveis cadeias de transmissão.
Vacinação continua sendo a principal proteção
A principal forma de prevenir o sarampo é a vacinação. De acordo com o Ministério da Saúde, a rotina de imunização contempla pessoas de 12 meses a 59 anos, conforme o Calendário Nacional de Vacinação e a situação vacinal de cada indivíduo. As vacinas tríplice viral e tetraviral protegem contra o sarampo, além de outras doenças.
Em situações epidemiológicas específicas, estratégias adicionais podem ser adotadas pelas autoridades de saúde. É o caso da chamada “dose zero”, que pode ser indicada para bebês de 6 meses a menores de 1 ano em determinadas localidades com circulação da doença. Essa dose não substitui as doses previstas no calendário regular.
Mesmo após a reconquista da certificação internacional, a manutenção de uma alta cobertura vacinal continua essencial. A entrada do vírus por meio de pessoas infectadas em outros países pode ocorrer, mas a população protegida reduz significativamente a possibilidade de o vírus encontrar condições para se espalhar.
O cenário atual, portanto, funciona como um alerta: o Brasil não voltou a ter circulação endêmica do sarampo, mas o surgimento de novos casos mostra que a doença continua sendo uma ameaça quando existem pessoas sem proteção vacinal.
Fonte: Notícias Urgentes
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Prouni: candidatos já podem consultar selecionados em lista de espera
Os participantes do processo seletivo do Programa Universidade para Todos (Prouni) para o segundo semestre de 2026 já podem consultar o resultado da lista de espera. Para saber se foi selecionado, o estudante que manifestou interesse nesta fase do programa deve acessar o site do Prouni, por meio da conta Gov.br. 

A lista de espera é a última etapa no preenchimento das vagas não ocupadas ao longo da primeira e da segunda chamadas do programa. Os selecionados têm até 14 de setembro para entregar a documentação comprobatória junto às instituições de ensino superior.
A comprovação dos dados deve ser realizada diretamente na instituição privada para a qual o estudante foi pré-selecionado. Cada faculdade define o formato de recebimento dos documentos, que pode ser presencial ou por meio de plataforma online.
Confira a lista de documentos necessários:
- Comprovante de residência atualizado;
- Comprovantes de rendimento bruto mensal de todos os integrantes do grupo familiar;
- Comprovante de conclusão do ensino médio em escola da rede pública ou em instituição privada, conforme declarado na inscrição.
Sobre o ProUni
Criado em 2005, o programa oferece bolsas de estudo, parciais e integrais, a estudantes de baixa renda que tenham concluído o ensino médio preferencialmente em instituições públicas, ou em colégios privados na condição de bolsista.
Os processos seletivos ocorrem duas vezes ao ano, com oportunidades para ingresso no primeiro e no segundo semestre letivos.
A classificação para a seleção das bolsas do Prouni considera as notas obtidas pelos candidatos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Fonte: Agência Brasil
