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Nova 364 intensifica campanha para orientar motoristas sobre pedágio eletrônico na BR-364

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A Nova 364, primeira concessionária a administrar uma rodovia concedida em Rondônia, está reforçando uma força-tarefa de comunicação para orientar os usuários sobre o funcionamento do pedágio eletrônico na BR-364, no trecho entre Porto Velho e Vilhena. A iniciativa antecede o início da cobrança, previsto para os primeiros meses do próximo ano, e tem como objetivo esclarecer dúvidas e apresentar, de forma antecipada, todas as opções de cadastro e pagamento disponíveis.

As campanhas informativas tiveram início há cerca de três meses em todo o estado e, agora, entram em uma nova fase. Equipes da concessionária passaram a atuar diretamente em pontos públicos estratégicos, como parques, supermercados e locais de grande circulação, realizando panfletagem e orientações presenciais sobre o sistema de pedágio eletrônico.

Aplicativo e site facilitam acesso às informações

Um dos principais canais divulgados é o aplicativo Nova 364, gratuito e já em funcionamento, que conta com mais de 15 mil usuários cadastrados. Por meio do aplicativo, os motoristas têm acesso direto aos serviços operacionais da rodovia, podendo solicitar informações sobre condições de tráfego, acionar guincho, atendimento pré-hospitalar ou comunicar ocorrências.

Além disso, o aplicativo permite o cadastro do veículo no sistema de pedágio eletrônico e, futuramente, também será utilizado para o pagamento das tarifas. O usuário ainda receberá alertas sobre passagens registradas nos pórticos.

Outra alternativa disponibilizada é o site pedagioeletronico.nova364.com, onde é possível cadastrar veículos, consultar valores por categoria, verificar passagens e obter informações detalhadas sobre o funcionamento do sistema.

Totens e TAG ampliam opções de pagamento

A concessionária também orienta os usuários sobre as facilidades disponíveis nos Serviços de Atendimento ao Usuário (SAUs). Nesses pontos, serão instalados totens de autoatendimento, que permitirão realizar pagamentos e acionar o serviço de teleatendimento para esclarecimento de dúvidas.

Outra opção é o uso da TAG de pagamento automático, que permite a cobrança direta e elimina a necessidade de pagamento manual dentro do prazo de até 30 dias após a passagem pelos pórticos.

Transparência e adaptação dos usuários

Segundo a Nova 364, a estratégia visa preparar os motoristas para a mudança no modelo de uso da rodovia.
“Transparência é o nosso maior compromisso neste momento. Sabemos que se trata de uma mudança cultural em uma rodovia histórica para Rondônia, que agora inicia um novo ciclo de concessão. Por isso, ampliamos ao máximo as opções de pagamento e os canais de informação”, destacou Wagner Martins, diretor-presidente da concessionária.

A gestão da BR-364 pela Nova 364 teve início em junho e integra o programa de concessões rodoviárias, que prevê melhorias na infraestrutura, ampliação da segurança e modernização dos serviços oferecidos aos usuários.

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Nubank passa a cobrar por proteção que era oferecida gratuitamente

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Clientes do cartão Ultravioleta, modalidade premium do Nubank, passaram a ter uma nova opção de proteção contra fraudes e roubos. O serviço, chamado Ultravioleta Protegido, custa R$ 19,99 por mês, o que representa R$ 239,88 ao ano.

A mudança ocorre após o fim de uma proteção que era disponibilizada sem cobrança adicional aos clientes da categoria. O seguro para compras não reconhecidas deixou de ser gratuito e foi substituído pelo novo pacote, que oferece coberturas mais amplas.

Entre as situações previstas estão golpes digitais, roubo de pertences pessoais e problemas relacionados a transações. De acordo com as condições do produto, a indenização pode chegar a R$ 30 mil em casos de golpes digitais e a R$ 7,5 mil para roubo de itens pessoais.

A alteração faz parte de uma reformulação dos benefícios oferecidos aos clientes Ultravioleta. Em 2026, o Nubank também modificou as condições de acesso à HBO Max para usuários da categoria.

Contratação é opcional

O Ultravioleta Protegido não é obrigatório. Os clientes que optarem por não contratar o serviço não terão a mensalidade de R$ 19,99, mas também não contarão com as coberturas oferecidas pelo novo pacote.

A mudança gerou manifestações de clientes nas redes sociais, principalmente pela substituição de uma proteção que era gratuita por uma alternativa com cobrança mensal. Para quem mantiver o seguro durante um ano inteiro, o custo será de R$ 239,88.

Fonte: DOL

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Conta de luz volta à bandeira verde em outubro e fica sem cobrança extra

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A conta de energia elétrica terá uma redução no custo adicional a partir de outubro. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (25) que a bandeira tarifária voltará a ser verde, o que significa que não haverá cobrança extra sobre o consumo.

A mudança ocorre após cinco meses de bandeira amarela, que acrescentava R$ 1,885 a cada 100 kWh utilizados. Segundo a Aneel, a melhora está relacionada ao aumento das chuvas, principalmente nas regiões Sul e Sudeste, contribuindo para a recuperação dos níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas.

Com melhores condições de armazenamento de água, a necessidade de utilizar usinas termelétricas, que possuem custos de geração mais elevados, tende a diminuir.

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado pela Aneel em 2015 para sinalizar aos consumidores as condições e os custos de geração de energia no Sistema Interligado Nacional (SIN). As cores definidas para cada mês indicam se haverá ou não cobrança adicional na fatura.

Na bandeira verde, não há valor adicional. Já a bandeira amarela representa uma cobrança extra de R$ 1,88 para cada 100 kWh consumidos. No caso da bandeira vermelha, o acréscimo é de R$ 4,46 por 100 kWh no Patamar 1 e de R$ 7,87 no Patamar 2.

A definição da bandeira considera a previsão dos custos variáveis para a geração de energia elétrica durante cada período.

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Após onda de calor, Brasil deve ter 10 dias de chuva

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A chuva voltará a se espalhar por diversas áreas do Brasil nos próximos dez dias, chegando após uma onda de calor excessivo que atinge vários estados. Na Região Sul, a instabilidade tem início já neste fim de semana, com destaque para o Rio Grande do Sul, onde os acumulados podem ultrapassar 200 mm entre domingo e terça-feira. 

No Norte do país, o cenário atual corresponde ao verão amazônico, marcado pelo período de pouca chuva, o oposto do inverno amazônico, que ocorre entre dezembro e meados de maio e responde por 60% a 70% do volume anual. Apesar disso, haverá tempo atípico para a estação nos próximos dez dias, com pancadas de chuva na maior parte do território, atingindo até áreas normalmente muito secas nessa época, como Tocantins, e com maiores acumulados previstos para o Amazonas. 

No Centro-Oeste, a estiagem terminará com pancadas de chuva isoladas, porém intensas, como em Brasília, concentradas no último dia de setembro e ao longo da primeira semana de outubro. No Sudeste, o pico de chuva ocorre no mesmo período, com foco em São Paulo, Rio de Janeiro e leste de Minas Gerais. Já no Nordeste, as chuvas permanecem fracas e restritas ao litoral e ao oeste baiano.

Fonte: Ultimo segundo

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