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Jovem que nasceu sem cérebro completa 20 anos, contrariando previsão médica

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Uma mulher que nasceu com hidranencefalia, uma condição neurológica rara em que os hemisférios cerebrais não são formados, comemorou seu 20º aniversário no início deste mês. O marco contrariou expectativas médicas de que ela não viveria para além de quatro anos. As informações são do jornal americano The Mirror US.

Alex Simpson nasceu em Omaha, no Nebraska, e foi diagnosticada com a condição rara aos dois meses de idade. Segundo o relato da família ao jornal, Alex tinha apenas “metade do tamanho de um dedo mindinho” de tecido cerebelar na parte posterior do cérebro.

Conforme relata S.J., o irmão de 14 anos de Alex, a jovem precisa de cuidados 24 horas por dia e supervisão constante. Além do apoio dos pais e do irmão, outros membros da família ajustam suas rotinas diárias para atender às necessidades dela, estabelecendo conexões por meio do contato físico.

A família diz ao The Mirror US que acreditam que Alex sobreviveu para além da expectativa médica graças ao ambiente acolhedor que criaram para ela.

O que é hidranencefalia?

A hidranencefalia é uma anomalia congênita (ou seja, que acontece desde o nascimento) que afeta o sistema nervoso central. Segundo a Cleveland Clinic, um bebê que nasce com essa condição não possui os hemisférios cerebrais, que são as duas metades do cérebro, a parte frontal e maior do encéfalo.

Apesar dos termos semelhantes, a hidranencefalia é uma condição diferente da hidrocefalia, caracterizada pelo acúmulo de líquido no cérebro e aumento da pressão intracraniana. A doença pode ser causada por uma anomalia congênita ou ser um sintoma de lesão ou doença, podendo estar, inclusive, associada à hidranencefalia.

No entanto, no caso da hidranencefalia, o próprio cérebro se forma de maneira anormal durante o desenvolvimento fetal.

Os cientistas ainda não sabem quais são as causas da hidranencefalia, mas acreditam que pode estar relacionada a questões genéticas ou à exposição a toxinas durante a gravidez. A condição pode ser diagnosticada pelo ultrassom pré-natal ou ressonância magnética.

Além da ausência de partes do cérebro, a condição leva a sintomas como: falta de desenvolvimento, aumento ou diminuição do tônus muscular, aumento do tamanho da cabeça, problemas de visão e audição, braços e pernas rígidos e dificuldade para respirar.

A hidranencefalia não tem cura. Segundo a Cleveland Clinic, os tratamentos incluem cirurgia para implantação de uma válvula de derivação (tubo) para drenar o líquido do cérebro e reduzir a pressão intracraniana e o uso de medicamentos como anticonvulsionantes, além de fisioterapia e suporte nutricional.

Geralmente, o prognóstico para crianças com hidranencefalia é ruim: a maioria dos bebês morre antes de nascer ou antes de completar um ano de idade, ainda de acordo com a Cleveland Clinic.

CNN Brasil

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“Foi fatalidade”, diz instrutor preso por morte de jovem em rope jump

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Luis Felipe Feliciano Egoroff, 32 anos, um dos três instrutores presos por homicídio doloso após a morte da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, em um salto de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira, interior de São Paulo, classificou o caso, ocorrido no último sábado (13/6), como uma “fatalidade”. 

O depoimento de Egoroff à delegada Andrea Dantas Levy, responsável pelo registro da prisão em flagrante dos três instrutores, durou 7 minutos e 30 segundos. Ao ser perguntado sobre desejo de se defender da acusação de homicídio, o instrutor falou: “Então, a gente está nessa prática há um tempo e, tipo (sic), hoje, foi uma fatalidade. A gente não consegue entender o que aconteceu”.

A Justiça de São Paulo (TJSP) decidiu manter presos Egoroff, Maicon Fernandes Cintra, de 42 anos, e Vitor de Freitas Gonçalves, de 27. Os três são os homens filmados levantando a vítima e, depois, a jogando do alto da Ponte do Esqueleto, de uma altura de cerca de 30 metros do solo.

Em audiência de custódia, o juiz Paulo Henrique Stahlberg Natal afirmou que os três atuavam em conjunto na atividade em um local de alto risco, “sem observância dos protocolos elementares de segurança”. Para o magistrado, a filmagem anexada aos autos mostra, “de forma inequívoca”, que Maria Eduarda foi lançada “sem qualquer proteção”.

Rapel

Ao longo do depoimento, Egoroff fala que, após perceber a queda de Maria Eduarda, desceu de rapel para iniciar os primeiros socorros à vítima. “Eu desci, desci de rapel”. Depois, o instrutor completa: “Tipo (sic) assim, eu estava na ponte, desci lá embaixo e tinha uma enfermeira fazendo RCP [manobra de emergência realizada quando alguém sofre Parada Cardiorrespiratória]. Aí o resgate chegou e eu subi [para o alto da ponte]”.

A delegada questiona o instrutor preso sobre a realização de fiscalização em saltos anteriores ao da jovem Maria Eduarda, que perdeu a vida após politraumatismo devido à queda livre. “Sim, fez [inspeção e fiscalização nos pulos anteriores]. No dela estamos sem entender até agora”, finaliza Egoroff.

Outro instrutor que chamou o caso de “fatalidade” foi Vitor de Freitas Gonçalves. Segundo ele, o grupo não esperava que um dos pulos saísse do planejado.

“Foi realmente uma fatalidade. Ninguém sai de casa para cometer um negócio desse [matar uma pessoa]. Todo mundo lá [instrutores presos] é tarado por esporte. É uma rapaziada que gosta, e se juntou para fazer isso”, declarou.

O evento em que Maria Eduarda perdeu a vida, no último sábado, após 0s instrutores não encaixarem a corda para a prática de rope jump, reuniu entre 80 a 90 pessoas. A jovem foi a 17ª pessoa a saltar naquele dia. Cada participante pagava R$ 180 pelo pulo, além de mais R$ 110 para filmagem com câmera 360, a GoPro.

Fonte: Metrópoles

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Itaú é condenado a indenizar milhares de funcionários por fraude

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O Banco Itaú foi condenado por fraude e deve indenizar milhares de funcionários lesados. O ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Ives Gandra Martins negou recurso da Financeira Itaú, em decisão publicada nesta segunda-feira (15/6), e declarou o trânsito em julgado do acórdão que a condenou a ressarcir os empregados e a pagar R$ 1 milhão por dano moral coletivo.

Braço do Banco Itaú responsável pela gestão dos cartões de crédito e financiamentos, a Financeira Itaú foi condenada pela 13ª Vara do Trabalho de Brasília, em fevereiro de 2016, por terceirização ilegal.

O Banco Itaú utilizava milhares de empregados da FIC Promotora para trabalhos bancários sem que eles recebessem os direitos previstos para a categoria, como a jornada de seis horas diárias. O Ministério Público do Trabalho (MPT) apontou que a situação tem especial gravidade porque a FIC foi criada dentro do mesmo grupo econômico do Itaú “com único propósito de fraudar a legislação trabalhista”.

Segundo o processo, os empregados realizavam concessão de empréstimos pessoais, financiamento, cartão de crédito, além do recebimento de pagamentos e realização de cobranças.

Embora os empregados fossem vinculados oficialmente a outra empresa, os contracheques vinham em nome da Financeira Itaú e todas as questões de recursos humanos (RH) eram resolvidos pelo Banco Itaú, de acordo com a ação.

Em 2018, o Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT-10) manteve a sentença. Os desembargadores afirmaram que “os trabalhadores sofreram prejuízo ao não serem enquadrados em categoria com maiores benefícios e carga horária menor, apesar de desenvolverem atividades típicas da financeira”.

O MPT classificou a conduta do Banco Itaú como “postura intolerável e absolutamente censurável, na medida em que optou pelas terceirizações ilícitas em total desrespeito aos direitos dos trabalhadores”.

O MPT pediu que a multa fosse ampliada para R$ 30 milhões e afirmou o valor de R$ 1 milhão era “extremamente módico, se considerarmos a quantidade de ilícitos praticados pelo recorrente, o tempo em que ele vinha praticando tais irregularidades, a gravidade e a extensão da sua conduta”.

Ao analisar o caso, o TRT-10 determinou que a decisão tenha alcance em todo o território nacional e manteve em R$ 1 milhão o valor que o Banco Itaú deverá pagar por dano moral coletivo. As parcelas devidas aos funcionários, anteriores a setembro de 2008, foram prescritas.

A Financeira Itaú recorreu contra o acórdão, mas a então presidente do TRT-10, desembargadora Maria Regina Machado Guimarães, apontou que o recurso foi apresentado após o prazo permitido e negou seguimento.

Trânsito em julgado

O banco, então, recorreu ao TST. O processo chegou na Corte em novembro de 2019 e foi distribuído ao ministro Ives Gandra Martins, em dezembro do mesmo ano.

O Metrópoles questionou a Corte, no dia 27 de maio de 2026, sobre o processo parado há 7 anos. Dois dias depois, em 29 de maio, o magistrado negou recurso da Financeira Itaú, reafirmando que o pedido foi apresentado fora do prazo. “Do contrário, a segurança jurídica estaria comprometida, diante da possibilidade de se rediscutir as decisões judiciais a qualquer tempo”, pontuou o magistrado. Esta decisão é a que foi publicada nesta segunda-feira (15/6).

O ministro do TST ainda declarou o trânsito em julgado da decisão do TRT-10 que manteve a condenação do banco.

O que diz o Itaú

O Itaú Unibanco informou, em nota enviada à reportagem, que “está avaliando a decisão e analisando as medidas judiciais cabíveis”.

“O banco esclarece que o processo discute fatos anteriores a 2013 e se baseia em uma prática já validada pela lei de terceirização em 2017 . Em junho de 2025, o próprio Plenário do TST mudou sua diretriz sobre a terceirização, alinhando-se à jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF) que valida a prática. O Itaú reafirma seu compromisso e respeito integral à legislação trabalhista e às decisões do Poder Judiciário”, declarou.

Fonte: Metrópoles

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Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 16 milhões nesta terça-feira

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As seis dezenas do concurso 3.019 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.

O prêmio da faixa principal está acumulado e estimado em R$ 16 milhões.

As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília), nas lotéricas e pela internet, no portal das Loterias Caixa

O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.

O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.

Fonte: Agência Brasil

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