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Polícia

Cabo da PM é preso após agredir travesti e se recusar a pagar R$ 3 mil por programa sexual

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Um cabo aposentado da PM, de 55 anos foi preso na manhã deste domingo (09), acusado de não pagar após fazer um programa sexual com uma travesti na Rua Jaci-Paraná, bairro Nova Porto Velho.

De acordo com o boletim de ocorrência registrado pelo 1º Batalhão da Polícia Militar, a equipe formada pela sargento A. Martins, sargento Elisvan e cabo R. Dias foi acionada para atender uma denúncia de agressão.

No local, a mulher identificada pelas iniciais D.S.D. relatou que trabalha como garota de programa e havia sido contratada pelo policial reformado para prestar serviços. Segundo ela, o valor acertado foi de R$ 3 mil.

A vítima contou que, ao final do encontro, o homem afirmou não ter o dinheiro para efetuar o pagamento. Diante disso, ela reteve o relógio dele e disse que ele não sairia do local até quitar o valor combinado. A discussão teria evoluído para agressões físicas.

A mulher afirmou que foi agredida com socos e tapas no rosto, além de sofrer arranhões no pescoço. O policial, por sua vez, relatou que teve o celular iPhone 16 Pro Max quebrado e também foi atingido pela mulher durante a briga.

Durante o atendimento, ainda na presença da guarnição, o policial reformado ficou alterado, sendo necessário o uso moderado da força e de algemas para contê-lo. Ele informou aos militares que é reformado da PM por problemas psiquiátricos.

A vítima foi socorrida inicialmente à Policlínica Ana Adelaide e, após avaliação médica, encaminhada ao Hospital João Paulo II para exames mais detalhados.

Foram apreendidos e apresentados na Central de Flagrantes:

  • 1 relógio Invicta prata com pulseira preta;
  • 1 iPhone 16 Pro Max cinza, danificado;
  • 1 carteira preta contendo documentos pessoais e funcionais da Polícia Militar.

O caso foi comunicado ao oficial de plantão da PM, aspirante Saito, e o suspeito recebeu voz de prisão, sendo informado de seus direitos constitucionais.

A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Polícia e também à Corregedoria da Polícia Militar, que deverá adotar as medidas cabíveis.