Connect with us

Geral

Porto Velho lança a 1ª Feira Tecnológica de Agroindústria e Agricultura Familiar

Published

on

A Prefeitura de Porto Velho realizou, nesta quinta-feira (16), o lançamento oficial da Agrotec 2025 – 1ª Feira Tecnológica de Agroindústria e Agricultura Familiar, um evento inédito que une inovação, conhecimento e oportunidades para o fortalecimento do setor produtivo rural.

A Agrotec será realizada de 13 a 16 de novembro, no Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, e já é considerada um marco na agenda econômica e tecnológica da capital.

O evento surge como um espaço de integração entre produtores, empresas, instituições e o público em geral, com o objetivo de valorizar a agricultura familiar, promover a adoção de novas tecnologias e estimular o desenvolvimento sustentável do campo.

Após anos sem um evento com essa dimensão e visão moderna para o setor produtivo, a Agrotec 2025 surge como uma iniciativa que resgata e renova o compromisso da capital com o fortalecimento do campo, unindo novas tecnologias, inovação e troca de ideias.

A feira chega para valorizar a indústria, a agricultura familiar, o extrativismo e o artesanato, criando um ambiente que conecta produtores, empreendedores, lojas, fábricas e instituições financeiras, abrindo novas oportunidades e linhas de crédito favoráveis ao crescimento do setor.

O evento reunirá 86 espaços destinados às agroindústrias, que irão apresentar produtos derivados da agricultura familiar, como queijos, doces, cafés, embutidos e outros alimentos processados regionalmente.

A agricultura familiar terá uma presença expressiva, com 35 expositores apresentando produtos frescos e naturais, diretamente das propriedades rurais, fortalecendo a economia local e promovendo o consumo de produtos típicos da região.

A estrutura contará ainda com 15 estandes institucionais de órgãos públicos e entidades de apoio técnico e financeiro, 9 pavilhões temáticos voltados à inovação e sustentabilidade e 29 espaços comerciais para empresas do setor agropecuário, que vão expor máquinas, implementos e soluções inovadoras para o campo.

Valorização do produtor

Durante a solenidade, o prefeito Léo Moraes destacou a importância da feira como instrumento de fortalecimento da economia e valorização dos trabalhadores rurais. “A Agrotec vem para se estabelecer, se consolidar na nossa agenda oficial. Nós estamos falando num seminário, de feira, de simpósio, para a gente discutir todo o trabalho que é feito no campo, o nosso homem e a nossa mulher, que tanto produzem e que precisam ter essa vitrine de apresentação não só para o Estado, mas para toda a região Norte. A gente tem uma vocação natural”, afirmou o prefeito.

Além de promover o desenvolvimento rural, a Agrotec vai estimular a geração de renda e a permanência das famílias no campo, fomentando políticas públicas voltadas à inclusão social e à valorização do trabalho no meio rural.

Inovação e tecnologia

O secretário da Semagric (Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento), Rodrigo Ribeiro, explicou que a feira tem como proposta principal aproximar o homem do campo das inovações tecnológicas e das oportunidades da cidade. “Essa primeira feira tecnológica, a Agrotec, tem o intuito de interligar o homem do campo com a cidade. Queremos fomentar o comércio e divulgar os produtos do município de Porto Velho. A expectativa é grande, a aceitação das empresas e das agroindústrias é muito positiva. Vamos começar com um potencial enorme, e esperamos colher bons frutos nos próximos anos”, disse o secretário.

Durante os quatro dias de evento, o público poderá participar de palestras, oficinas e rodadas de negócios, voltadas à capacitação técnica, à troca de experiências e à geração de novas oportunidades de negócios e parcerias para produtores e empreendedores.

Cooperativismo

O presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) – Rondônia, Salatiel Rodrigues, reforçou a importância da união entre o poder público, as cooperativas e os produtores rurais para o fortalecimento da cadeia produtiva. “Estamos organizando a cadeia produtiva do estado e da capital. Porto Velho produz muito e com qualidade. Precisamos industrializar nossa matéria-prima, gerar valor e renda. A OCB é parceira da Semagric e da Prefeitura, e participar dessa grande feira é essencial para fortalecer o cooperativismo e a produção local”, afirmou.

Cultura e identidade

A Agrotec 2025 também será um espaço de celebração da cultura e das tradições regionais. A programação contará com apresentações artísticas e musicais, coordenadas pela Fundação Cultural de Porto Velho (Funcultural), que levará ao público o melhor da música e da arte local. “A Agrotec é o primeiro grande movimento que une tecnologia e produção agrícola. É uma ação importante do prefeito Léo Moraes, e nós, da Funcultural, estaremos presentes com nossos artistas, músicos e DJs, levando a parte cultural e artística da cidade de Porto Velho”, informou o presidente da Funcultural, Antônio Ferreira.

Entre os destaques da programação estão o Desafio Rio Madeira Xtreme e a 10ª Corrida de Voadeiras, que acontecerão às margens do Rio Madeira, unindo esporte, tradição e turismo em um só evento.

Porto Velho no centro do agronegócio

Para o presidente da Associação dos Pecuaristas de Rondônia (Apron), Adélio Barofaldi, a realização da feira é uma iniciativa fundamental para consolidar Porto Velho como um polo de referência no agronegócio. “Porto Velho é um grande hub de exportação, com cinco portos de soja e uma vocação natural para o agronegócio. Essa feira vem resgatar a importância da capital no eixo das grandes feiras e convenções. A Prefeitura está de parabéns pela iniciativa, porque a Agrotec vai mostrar o potencial que temos aqui”, afirmou Barofaldi.

Ao final do evento, acontecerá a premiação das 10 melhores agroindústrias participantes, reconhecendo o esforço, a qualidade e a inovação dos empreendedores rurais que se destacam pela excelência na produção e no desenvolvimento sustentável.

Futuro promissor do agro

Encerrando o lançamento, o prefeito Léo Moraes destacou que a feira representa o início de uma nova fase para o agro de Porto Velho e o compromisso da gestão com o setor produtivo. “Porto Velho é um celeiro de produção de grãos e tem um dos maiores rebanhos do país. Precisamos gerar valor agregado e industrializar. Essa política pública é fundamental para manter o dinheiro circulando no município e fortalecer nossos empreendedores. Estamos muito confiantes de que essa feira trará grandes resultados e marcará o início de uma nova fase para o agro de Porto Velho”, concluiu o prefeito.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Geral

Ibama libera abate sem limite de pirarucu no rio Madeira em Porto Velho

Published

on

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) passou a considerar o pirarucu como espécie invasora no trecho do rio Madeira localizado acima da Usina de Santo Antônio, em Porto Velho. Com isso, o órgão autorizou a captura e o abate do peixe sem qualquer limite na região. A medida foi publicada no Diário Oficial da União nesta semana.

A nova norma permite que pescadores, tanto profissionais quanto artesanais, realizem a retirada do animal sem restrições de quantidade, tamanho ou período do ano. Além disso, todo pirarucu capturado nesse trecho não poderá ser devolvido ao rio, sendo obrigatório o abate.

Os produtos provenientes da pesca deverão ser comercializados apenas dentro do estado de origem. Caso sejam levados para outras unidades da federação, poderão ser apreendidos pelas autoridades.

A regulamentação também abre espaço para que estados e municípios promovam ações de controle da espécie. O pescado poderá ser destinado a programas sociais, como merenda escolar, hospitais públicos e iniciativas voltadas ao combate à fome.

Em áreas de conservação ambiental, qualquer ação dependerá de autorização prévia dos gestores e deverá respeitar os planos de manejo vigentes.

A medida será revisada no prazo de três anos, quando será avaliada a eficácia do controle do pirarucu fora de seu habitat natural.

Fonte: Notícias Urgentes com informações do G1RO

Continue Reading

Geral

MEC pune mais de 50 cursos de medicina por desempenho insuficiente

Published

on

O Ministério da Educação (MEC) aplicou sanções a mais de 50 cursos de medicina que apresentaram desempenho insatisfatório no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) de 2025. Publicadas nesta semana no Diário Oficial da União (DOU), as medidas determinam desde a suspensão do ingresso de novos alunos até restrições ao Programa Universidade para Todos (Prouni) e ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

A decisão foi baseada na avaliação de 351 cursos. As instituições punidas obtiveram notas 1 e 2, em uma escala que vai até 5, e o rigor das sanções variou conforme o percentual de alunos proficientes em cada unidade.

Divisão das sanções

O MEC separou as instituições em grupos, aplicando punições proporcionais à gravidade dos resultados:

  • Grupo 1 – instituições com nota 1 e menos de 30% de estudantes com proficiência: punição mais severa, com suspensão imediata de novos alunos, proibição de novas vagas e abertura de processo de supervisão.. Além disso, fica suspensa da possibilidade de celebrar contratos de Fies e com outros programas federais de acesso ao ensino.

A medida foi aplicada contra a Universidade Estácio Angra dos Reis, União das Faculdades dos Grandes Lagos, Centro Universitário de Adamantina, Faculdade de Dracena, Centro Universitário Alfredo Nasser, Faculdade Metropolitana e Centro Universitário Uninorte.

  • Grupo 2 – instituições com nota 1 e proficiência entre 30% e 40%:dos estudantes: redução de 50% das vagas autorizadas e impedimento de expansão, além de proibição de contrato do Fies e e restrição à participação em programas federais.

Centro Universitário Presidente Antônio Carlos; Universidade Brasil; Universidade do Contestado; Universidade de Mogi das Cruzes; Universidade Nilton Lins; Centro Universitário de Goiatuba; Centro Universitário das Américas; Faculdade da Saúde e Ecologia Humana; Centro Universitário CEUNI (Fametro); Faculdade São Leopoldo Mandic de Araras; Faculdade Estácio de Jaraguá do Sul e Faculdade Zarns (Itumbiara).

  • Grupo 3 – instituições com nota 2 e proficiência entre 40% e 50%: redução de 25% das vagas e restrições a programas federais de financiamento.

As instituições penalizadas foram: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis; Universidade de Ribeirão Preto; Universidade Iguaçu; Universidade Santo Amaro; Universidade de Marília; Universidade Paranaense; Afya Universidade Unigranrio; Centro Universitário Serra dos Órgãos; Universidade de Cuiabá; Centro Universitário Maurício de Nassau de Barreiras; Centro Universitário Estácio de Ribeirão Preto; Afya Centro Universitário de Porto Velho. Centro Universitário Ingá; Faculdade de Medicina Nova Esperança; Afya Faculdade de Ciências Médicas da Paraíba; Faculdade Atitus Educação Passo Fundo; Afya Centro Universitário de Itaperuna; Centro Universitário Maurício de Nassau; Faculdade Morgana Potrich; Afya Faculdade de Porto Nacional; Faculdade Uninassau Vilhena; Centro Universitário Famesc. Faculdade de Medicina de Olinda; Faculdade Estácio de Alagoinhas; Faculdade Atenas Passos; Faculdade Estácio de Juazeiro; Afya Faculdade de Ciências Médicas de Jaboatão dos Guararapes; Faculdade Unicesumar de Corumbá; Faculdade Estácio de Canindé e Afya Faculdade de Ciências Médicas de Santa Inês.

  • Além dessas, outras 40 graduações de medicina com nota 2, mas proficiência acima de 50%, entraram em processo de supervisão e monitoramento, sem punições imediatas, garantindo o direito de defesa.

Universidades Federais

O ministério também incluiu instituições públicas na lista. As universidades federais do Pará (UFPA), do Maranhão (UFMA), da Integração Latino-Americana (Unila) e do Sul da Bahia (UFSB) responderão a processos de supervisão. A UFPA foi a única pública a sofrer sanção imediata, com corte de 50% das vagas.

Segundo o MEC, as cautelares podem ser revistas, prorrogadas ou agravadas com base nos resultados do Enamed 2026.

Fonte: Agência Brasil

Continue Reading

Geral

Patente do Ozempic expira e deve baratear remédios para emagrecer

Published

on

A patente da semaglutida no Brasil expira nesta sexta-feira (20). A substância é o princípio ativo de alguns medicamentos agonistas do receptor GLP‑1 – como o Ozempic – e popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras.

A queda da patente abre caminho para versões mais baratas do remédio. Dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) indicam que há, atualmente, oito processos em análise para novos medicamentos com o mesmo princípio ativo.

Em nota, a agência informou que, neste momento, dois pedidos de registro de semaglutida sintética estão em exigência, ou seja, dependem da apresentação de dados da empresa para que a análise possa seguir em frente.

“Nos dois casos, o prazo para resposta das empresas é até o final de junho e, por isso, não é possível definir prazos para conclusão do processo. Na área de biológicos, um produto está em análise e outro aguarda início de avaliação”, informou.

Já os demais pedidos em avaliação, segundo a Anvisa, devem receber um posicionamento das áreas técnicas até o final de abril. “Esta posição pode ser pela aprovação, reprovação ou apresentação de exigência técnica”.

Desafio técnico e segurança

Ainda de acordo com a agência, os medicamentos à base de semaglutida registrados atualmente no país são classificados como produtos biológicos.

Já os pedidos de registro em avaliação neste momento são de dois tipos: biossimilar, quando é obtido por via biológica; ou sintéticos, quando são obtidos por síntese química, sendo que esses últimos são chamados de análogos sintéticos de peptídeos biológicos. 

“No caso de medicamentos biológicos, não existe a opção de registro como genéricos, por isso, o produto deve se enquadrar em uma das duas categorias citadas acima. Esses produtos podem ser avaliados a partir de diversos ensaios de comparação com o produto biológico, mas não são genéricos nem similares – são análogos sintéticos de produtos biológicos.” 

Já a avaliação dos análogos sintéticos de semaglutida tem sido tratada, segundo a própria Anvisa, como um desafio técnico para as agências reguladoras em todo o mundo. “Até o momento, nenhuma das principais agências de medicamentos do mundo, como as do Japão, Europa e Estados Unidos, registrou análogos sintéticos da semaglutida”. 

“Um dos motivos é a necessidade de avaliar estes produtos utilizando parâmetros tanto de fármacos sintéticos como de biológicos. Isso ocorre porque esses produtos compartilham preocupações típicas de medicamentos sintéticos (ex. resíduos de solventes no processo, resíduos de catalisadores metálicos, impurezas com estrutura química semelhante) quanto as de produtos biológicos (ex. Risco de imunogenicidade, formação de agregados, entre outros).” 

Principais pontos de avaliação 

Entre os pontos citados pela Anvisa como foco de maior atenção técnica estão os ensaios de impurezas, a formação de agregados, a garantia de esterilidade e a imunogenicidade.

“A avaliação busca garantir, por exemplo, que o medicamento não provoque reações imunes indesejadas, como a criação de anticorpos anti-fármaco, que podem levar à ineficácia de qualquer semaglutida para o paciente, ou mesmo reações de imunidade mais graves.”

Justiça

Em janeiro, a Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu não admitir a prorrogação do prazo de vigência das patentes do Ozempic e do Rybelsus, outro medicamento que tem a semaglutida como princípio ativo, mas no formato oral.

A ação foi ajuizada pela empresa dinamarquesa Novo Nordisk e pela Novo Nordisk Farmacêutica do Brasil Ltda., detentoras das patentes do Ozempic e do Rybelsus, contra o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), requerendo o reconhecimento da mora administrativa na tramitação das referidas patentes.

As instâncias ordinárias negaram os pedidos por considerarem que, a partir do julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade 5.529 pelo Supremo Tribunal Federal (STF), consolidou-se o entendimento de que o prazo de vigência da patente de invenção é de 20 anos, a contar do depósito do pedido no Inpi, vedada a sua prorrogação judicial em razão de eventual demora na análise administrativa.

Fonte: Agência Brasil

Continue Reading

Trending