Polícia
Técnicos de enfermagem são presos suspeitos de matar pacientes com produto químico em hospital
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) investiga a atuação de técnicos de enfermagem suspeitos de provocar a morte de pacientes dentro do Hospital Anchieta, em Taguatinga, por meio da aplicação de uma substância considerada letal e de difícil detecção em exames iniciais. Os suspeitos foram presos nesta segunda-feira (19/1) pela Polícia Civil do DF.
A substância, quando administrada fora de protocolos médicos, pode causar parada cardíaca em poucos minutos.
Fontes ligadas à investigação afirmam que o uso do composto químico chama atenção dos investigadores por se tratar de um composto que pode levar à morte sem deixar sinais evidentes em um primeiro momento, o que dificulta a identificação da causa real do óbito e pode simular morte natural ou complicações clínicas.
Prisões e buscas
A primeira fase da operação foi deflagrada na manhã de 11 de janeiro, com apoio do Departamento de Polícia Especializada (DPE).
Na ocasião, dois investigados foram presos temporariamente por determinação judicial. Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços em Taguatinga, Brazlândia e Águas Lindas, no Entorno do Distrito Federal.
Durante as diligências, a polícia apreendeu materiais considerados relevantes para a investigação, incluindo documentos e dispositivos eletrônicos. O material passou a ser analisado para reconstruir a dinâmica dos crimes e verificar se houve planejamento ou repetição do método.
Segundo a PCDF, a investigação busca esclarecer se as mortes ocorreram de forma isolada ou se houve um padrão de atuação dentro da unidade hospitalar, além de identificar possíveis comparsas e eventuais falhas nos controles internos do hospital.
Segunda fase amplia apuração
O caso ganhou novo desdobramento na última quinta-feira (15), com a deflagração da segunda fase da Operação Anúbis. Nessa etapa, a Polícia Civil cumpriu mais um mandado de prisão temporária contra uma investigada e realizou novas apreensões de aparelhos eletrônicos em Ceilândia e Samambaia.
De acordo com os investigadores, os equipamentos apreendidos devem ajudar na análise de comunicações, registros de plantão e possíveis vínculos entre os envolvidos, além de contribuir para a confirmação do uso da substância e da motivação dos crimes.
A Polícia Civil informou que as investigações seguem em andamento e que outras medidas não estão descartadas. O objetivo é esclarecer completamente os fatos, responsabilizar todos os envolvidos e apurar se houve falhas institucionais que permitiram a prática dos crimes dentro do hospital.
O que diz o hospital
Confira a nota enviada pelo Hospital Anchieta:
O Hospital Anchieta S.A., referência em cuidados de saúde em Brasília/DF há 30 anos, vem a público esclarecer as providências adotadas diante de fatos graves envolvendo ex-funcionários da instituição.
Ao identificar circunstâncias atípicas relacionadas a três óbitos ocorridos em sua Unidade de Terapia Intensiva, o Hospital instaurou, por iniciativa própria, em cumprimento ao seu dever civil, ético e ao seu compromisso com a transparência, comitê interno de análise e conduziu investigação célere e rigorosa, que em menos de vinte dias resultou na identificação de evidências envolvendo ex-técnicos de enfermagem, as quais foram formalmente encaminhadas às autoridades competentes.
Com base nessas evidências, fruto da investigação interna realizada pela instituição, o próprio Hospital requereu a instauração de inquérito policial, bem como a adoção das medidas cautelares cabíveis, inclusive a prisão cautelar dos envolvidos os quais já haviam sido desligados da Instituição, prisões as quais foram cumpridas pelas autoridades nos dias 12 e 15 de janeiro de 2026.
Pautado pela transparência de seus processos e pela confiança nos protocolos internos que norteiam sua atuação, o Hospital entrou em contato com as famílias envolvidas, prestando todos os esclarecimentos necessários de forma responsável e acolhedora. Reitera, ainda, que o caso tramita em segredo de justiça, o que impossibilita a divulgação de informações adicionais bem como a identificação das partes envolvidas.
O hospital entende que o segredo de justiça é imprescindível à preservação da apuração, à proteção das partes envolvidas e ao regular exercício das atribuições das autoridades competentes, o qual deve ser estritamente observado de acordo com os limites impostos pela decisão judicial.
O Hospital, enquanto também vítima da ação destes ex-funcionários, solidariza-se com os familiares das vítimas, e informa que está colaborando de forma irrestrita e incondicional com as autoridades públicas, reafirmando seu compromisso permanente com a segurança dos pacientes, com a verdade e a justiça.
Fonte/Créditos: Metrópoles
Polícia
Criança de 3 anos e jovem morrem em naufrágio; outras sete pessoas seguem desaparecidas
O naufrágio de uma embarcação com 80 passageiros na tarde de sexta-feira (13/2) perto do Encontro das Águas, em Manaus (AM), resultou em pelo menos duas mortes. As vítimas foram identificadas como Samila de Souza, com 3 anos, e Lara Bianca, com 22. Outras sete pessoas seguem desaparecidas.
A embarcação saiu de Manaus por volta das 12h30 e seguia para Nova Olinda do Norte. Segundo o Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBAM), 80 pessoas estavam na embarcação no momento do naufrágio. Do total, 71 foram resgatadas sem ferimentos graves.
Samila, que estava em Manaus pela primeira vez, chegou a ser recebida no Pronto Socorro da Criança da Zona Leste, unidade que integra o Complexo Hospitalar Leste (CHL), mas já chegou sem vida ao hospital. Sua família é da comunidade Urucurituba, no Rio Madeira.
Lara Bianca era natural de Nova Olinda do Norte e cursava odontologia em Manaus. A morte da jovem gerou comoção entre amigos e colegas de faculdade, que lamentaram profundamente a perda.
Segundo o relatório do Instituto Médico Legal (IML), o corpo de Lara Bianca foi localizado e levado ao pelotão fluvial do Corpo de Bombeiros, localizado no Porto de Manaus. Depois, ele foi encaminhado ao IML para os procedimentos necessários.
Lista de passageiros é divulgada
Uma lista com os nomes dos passageiros que estavam a bordo da lancha passou a círcular após o acidente. Segundo o documento, a embarcação tinha 67 passageiros e 4 tripulantes.
Dono de embarcação foi solto após pagar fiança
- O comandante da lancha, identificado como Pedro José da Silva Gama, de 42 anos, foi solto neste sábado (14/2) após pagar fiança.
- Ele havia sido detido no início da noite no Porto da capital amazonense, e responderá pelo crime de homicídio culposo — quando não há intenção de matar.
- Inicialmente ele foi encaminhado ao 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP).
- Após a confirmação das mortes no naufrágio, o homem foi levado à Delegacia Especializada em Homicídio e Sequestros (DEHS).
- Neste sábado (14/2), a Polícia Civil do Amazonas (PCAM) informou que Pedro José poderá responder em liberdade após pagar a fiança. A DEHS dará continuidade à investigação.
Causas do naufrágio ainda não foram divulgadas oficialmente
Após o acidente, outras embarcações que navegavam pelo local ajudaram a resgatar as vítimas. No entanto, uma operação foi montada para a conclusão do trabalho.
Conforme as autoridades, 25 bombeiros participaram da ação, com três lanchas e outras viaturas da corporação. Além disso, foi usada uma lancha da Polícia Militar, uma ambulância do SAMU, além do apoio da Marinha, incluindo uma aeronave de busca.
Circula nas redes sociais um vídeo em que uma passageira relata ter alertado o condutor da embarcação para diminuir a velocidade devido ao banzeiro (ondas turbulentas características da região). No registro, gravado enquanto ela estava à deriva, a mulher afirma: “Falei para ir devagar”.
A empresa responsável pela embarcação, Lima de Abreu Navegações, lamentou o ocorrido, afirmou que o barco estava regularizado e com os documentos em dia e que coopera com as investigações.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Três funcionários da Nova 364 ficam feridos em grave acidente na BR-364
Uma colisão frontal entre dois automóveis foi registrada na manhã deste sábado no km 300 da BR-364, no município de Presidente Médici (RO). A informação foi confirmada por meio de nota oficial da concessionária Nova 364.
Segundo a empresa, as equipes operacionais foram acionadas imediatamente e realizaram a sinalização da via, controle do tráfego e atendimento às vítimas, a fim de garantir a segurança dos demais usuários da rodovia.
Quatro pessoas receberam atendimento pré-hospitalar no local e foram encaminhadas para unidades de saúde da região.
Ainda conforme a concessionária, três dos ocupantes de um dos veículos envolvidos são colaboradores da empresa. A Nova 364 informou que está prestando todo o suporte e acompanhamento necessários aos funcionários.
As circunstâncias do acidente deverão ser apuradas pelas autoridades competentes.
Polícia
Naufrágio no Amazonas deixa dois mortos e sete pessoas desaparecidas
Uma lancha naufragou na tarde dessa sexta-feira (13) próximo a Manaus, no Amazonas, deixando dois mortos e sete pessoas desaparecidas. O governo do Amazonas montou uma força-tarefa para o resgate das vítimas e a busca pelos desaparecidos segue neste sábado (14).

Os passageiros viajavam na lancha rápida Lima de Abreu XV, que saiu de Manaus com destino ao município de Nova Olinda do Norte. O naufrágio ocorreu na região do encontro dos rios Negro e Solimões e 71 pessoas foram resgatadas por outra embarcação que passava pelo local.
O Corpo de Bombeiros, a Defesa Civil, a Marinha e equipes de assistência social e segurança foram mobilizados nas buscas, no resgate e no apoio às vítimas. Mergulhadores iniciaram imediatamente as buscas na área do acidente.
Os dois mortos são uma mulher de 22 anos e uma criança do sexo feminino de aproximadamente três anos. A criança chegou a ser resgatada pelas equipes de salvamento e encaminhada para o Hospital e Pronto-Socorro da Criança, da zona leste de Manaus, mas deu entrada na unidade já sem vida. Os dois corpos foram encaminhados para o Instituto Médico-Legal (IML), para identificação e liberação às famílias.
As 71 pessoas resgatadas com vida também foram levadas para Manaus. Quatro adultos deram entrada em unidades da rede estadual de saúde. Dois pacientes fizeram exames e permanecem sob acompanhamento da equipe multidisciplinar, com quadros estáveis. Mais dois adultos receberam atendimento, passaram por avaliação clínica, exames e receberam alta hospitalar com orientações médicas.
O condutor da embarcação foi detido no início da noite e as investigações estão sendo feitas para apurar as causas do naufrágio.
Fonte: Agência Brasil
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