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Polícia

Operação “Protetor dos Biomas” reforça ações integradas de combate ao desmatamento em Rondônia

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O governo de Rondônia, em uma iniciativa conjunta entre o Batalhão de Polícia Ambiental (BPA), Polícia Militar do Estado de Rondônia (PMRO), Polícia Civil do Estado de Rondônia (PCRO) e a Gerência de Aviação de Estado (GAVE), com apoio do Ministério da Justiça, lançou nesta quinta-feira (16) a Operação “Protetor dos Biomas”, com apresentação das atividades e planejamentos da operação com os profissionais da área.  A ação tem como objetivo principal intensificar a fiscalização ambiental e combater o desmatamento ilegal em todo o território estadual.

O objetivo da operação é o combate a crimes ambientais mais especificamente o desmatamento. Porém, as equipes estarão à disposição de outras ocorrências ambientais que poderão ser atendidas pela tropa. A Operação marca um avanço significativo nas políticas ambientais do estado, promovendo a integração entre órgãos de segurança pública e o uso de tecnologias avançadas para monitoramento e repressão de crimes ambientais. A ação reflete o compromisso com a preservação dos biomas regionais e o desenvolvimento sustentável. A operação conta com 10 patrulhas distribuídas em todo o território rondoniense.

Aliando o planejamento da operação

O governador de Rondônia, Marcos Rocha ressalta que ao identificar os crimes ambientais o governo do estado pode direcionar os esforços das equipes no combate aos crimes ambientais. “Com esses reforços, conseguimos direcionar as equipes para os pontos mais críticos, evitando que situações de crimes, como desmatamento, comprometam a biodiversidade e a saúde da população”.

ESTRUTURA DA OPERAÇÃO

Coordenada pelo Batalhão de Polícia Ambiental, a operação conta com o apoio de diversos batalhões da Polícia Militar, além do suporte técnico e logístico do Ministério da Justiça. A utilização de imagens de satélite para o monitoramento do uso do solo, alertas ambientais diários, drones e inteligência operacional são fundamentais para a identificação e rápida resposta a infrações ambientais. O planejamento e a execução das ações são de total autonomia do Batalhão de Polícia Ambiental.

O comandante do Batalhão de Polícia Ambiental da Polícia Militar de Rondônia, tenente coronel Railinson Baumann Lopes, salienta que a Operação Protetor do Biomas representa um marco muito importante para a fiscalização e o policiamento ambiental no estado de Rondônia. “As operações são direcionadas com base em tecnologia de ponta, utilizando imagens de satélite, como as fornecidas pela Plataforma Brasil MAIS, o que permite uma atuação mais precisa e estratégica. Embora o foco principal esteja no combate ao desmatamento, as ações não se restringem apenas a essa modalidade de crime ambiental. Todo o trabalho é desenvolvido de forma integrada e planejada, com base em dados geoespaciais, o que torna o policiamento muito mais efetivo e garante uma manutenção mais eficiente do meio ambiente e, principalmente, do bioma amazônico”.

O chefe da Seção Operacional, major PM Mozer Oliveira Rodrigues, responsável por coordenar as ações da operação destaca a atuação integrada entre os órgãos de segurança na operação, com o propósito de combater de forma eficaz o desmatamento ilegal e outros crimes ambientais, garantindo a proteção do meio ambiente no estado. “Trabalhamos com inteligência operacional e contamos com uma sala de situação dedicada ao geoprocessamento. Por meio da Plataforma Brasil, do Ministério da Justiça recebemos alertas ambientais que orientam a atuação das equipes em campo, possibilitando maior eficiência na prevenção e repressão de crimes”.

O sargento José Benito de Oliveira Junior, comandante de uma das guarnições que atua junto à comunidade destaca a importância da interação da comunidade na proteção do meio ambiente. “A comunidade é o nosso principal aliado, pois tem um papel fundamental na verificação e denúncia dos crimes ambientais”.

A população também pode contribuir com as ações de fiscalização e combate aos crimes ambientais por meio do Disque-Denúncia pelo número (69) 99995-6874, com garantia de sigilo e anonimato. As informações repassadas auxiliam diretamente as equipes de segurança na identificação de áreas de desmatamento e outras práticas ilegais, fortalecendo o trabalho de proteção ambiental em Rondônia.

Fonte: Secom

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Homem é morto a tiros dentro de residência

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Na noite dessa segunda-feira (02), um homem identificado apenas como Jhony foi morto a tiros dentro de uma casa no distrito de São Domingos do Guaporé. O crime gerou apreensão entre os moradores da localidade.

Conforme informações, a vítima não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local, antes da chegada do socorro. A Polícia Militar compareceu à residência, isolou a área e solicitou a presença da perícia técnica para os procedimentos necessários.

Até o momento, não há informações sobre a autoria, motivação ou dinâmica do crime. O caso será investigado pela Polícia Civil, que dará continuidade às apurações após a conclusão dos laudos periciais.

Fonte: Notícias Urgentes com informações do Correio do Vale

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Polícia

Adolescente foi torturada até a morte; pai e madrasta responderão por feminicídio

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Três familiares da adolescente Marta Isabelly, de 16 anos, foram presos na última terça-feira (24), em Porto Velho (RO), suspeitos de envolvimento na morte da jovem. O caso aconteceu no bairro Jardim Santana. Foram detidos o pai, a madrasta e a avó.

Inicialmente, o pai apresentou uma versão de desaparecimento, mas a investigação apontou que a adolescente estava em cárcere privado havia cerca de dois meses e sofria agressões constantes. A perícia identificou múltiplas lesões graves pelo corpo, além de sinais de negligência e ausência de atendimento médico.

Na manhã desta terça-feira (03), a Polícia Civil de Rondônia realizou uma coletiva de imprensa para apresentar os principais avanços da investigação.

A delegada responsável afirmou que a morte não foi resultado de um fato isolado, mas de um ciclo contínuo de violência. Segundo ela, houve uma sucessão de torturas, castigos físicos, humilhações e sofrimento prolongado, tanto físico quanto psicológico. A autoridade destacou que Marta teve uma morte lenta, progressiva e dolorosa.

As investigações revelaram que a adolescente nasceu na Paraíba e veio morar com o pai em Rondônia por volta dos 9 ou 10 anos. Com o tempo, passou a sofrer agressões constantes. Ela foi retirada da escola sob a falsa alegação de que seria transferida para o Nordeste, mas permaneceu isolada dentro de casa, sem contato com o meio social.

De acordo com a Polícia Civil, há cerca de dois meses e meio Marta passou a permanecer em cárcere privado. Nesse período, as agressões teriam se intensificado. Ela dormia no chão, sem coberta, se alimentava de restos de comida e era mantida amarrada à cama para impedir que saísse. A imobilização prolongada causou feridas graves e lesões antigas.

O laudo tanatoscópico, já adiantado pela equipe médica à polícia, aponta um quadro rico em elementos técnicos que evidenciam lesões antigas decorrentes de imobilização contínua e falta total de tratamento. As feridas evoluíram para infecções generalizadas. Segundo a polícia, ela não recebeu qualquer tipo de atendimento médico, nem mesmo mínimo, o que eliminou qualquer chance de recuperação.

Durante a coletiva, foi informado que existia um registro anterior de maus-tratos na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, feito após denúncia da própria filha da madrasta. À época, as lesões eram consideradas leves e o caso seguiu os trâmites legais, com procedimento encaminhado ao Judiciário e audiência marcada para maio. No entanto, antes da conclusão do processo, a adolescente morreu.

A polícia também revelou que, após o óbito, os investigados tentaram eliminar vestígios, queimando roupas na propriedade.

O pai e a madrasta foram indiciados por feminicídio, em razão do contexto de violência doméstica e familiar, além de tortura e cárcere privado. A avó foi indiciada por cárcere privado e tortura, por ter conhecimento das agressões e não agir para impedir os crimes. A Polícia Civil informou ainda que apura a possível prática de violência sexual por parte do pai.

Testemunhas foram ouvidas, inclusive a mãe da adolescente, que reside no Rio Grande do Norte. Segundo a polícia, a mãe relatou dificuldades de contato com a filha e afirmou que recebia informações falsas de que Marta estaria frequentando a escola normalmente.

A investigação reúne provas técnicas, laudos periciais, oitivas de testemunhas e relatórios do setor de investigação. O inquérito está em fase final e deve ser concluído dentro do prazo legal de dez dias, por se tratar de réus presos. A Polícia Civil afirmou que qualquer pessoa que tenha participação direta ou indireta no caso poderá ser responsabilizada.

Fonte: Notícias Urgentes

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Polícia

Mãe de bebê morto em explosão também não resiste e morre no hospital

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A tragédia que abalou moradores do bairro Valparaíso, na região da T-19, em Ji-Paraná, fez mais uma vítima fatal na madrugada desta terça-feira (03/03). Kyara, mãe do pequeno Benício Nathanael de Paulo Souza, não resistiu às complicações provocadas pela explosão registrada no último domingo (01/03).

O filho do casal, de apenas 1 ano e 7 meses, já havia falecido horas após o acidente.

De acordo com informações apuradas, a explosão ocorreu na manhã de domingo após um vazamento de gás dentro da residência da família. No momento em que uma lâmpada foi acionada, houve a ignição do gás acumulado no ambiente, causando uma forte explosão no imóvel.

O bebê e os pais foram socorridos por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levados ao hospital. A criança não resistiu ainda no mesmo dia. Kyara permaneceu internada sob cuidados intensivos desde o ocorrido, mas teve o óbito confirmado na madrugada desta terça-feira.

O pai da criança continua hospitalizado e segue recebendo atendimento médico.

O caso está sendo investigado pela Polícia Civil, que apura as circunstâncias do acidente.

Fonte: Notícias Urgentes

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