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Rondônia garante suporte psicológico a estudantes-atletas durante os Jogos Escolares Brasileiros 2025

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A psicóloga Val Marques, servidora pública com 26 anos de dedicação à rede estadual e 23 anos de experiência na área, participa pela segunda vez dos Jogos Escolares Brasileiros (JEBs) 2025, em Uberlândia (MG). Representando o governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), a profissional presta suporte psicológico e emocional aos estudantes-atletas que competem na principal disputa escolar do país, promovida pela Confederação Brasileira do Desporto Escolar (CBDE).

O governador de Rondônia, Marcos Rocha destacou o compromisso do Estado em valorizar todas as dimensões da formação dos jovens. “Nosso objetivo é garantir que os estudantes tenham condições de desenvolver suas potencialidades de forma plena, unindo educação, esporte e cuidado com a saúde mental, que é fundamental para o sucesso dentro e fora das competições”.

Para Val Marques, o acompanhamento emocional contribui diretamente para o desempenho e equilíbrio dos atletas. “Poder participar e acompanhar os atletas de Rondônia nos Jogos Escolares Brasileiros 2025 é muito importante para mim. É uma grande oportunidade de contribuir para o equilíbrio emocional e o desempenho dos nossos estudantes-atletas. Quem cuida da mente, cuida da vida”, salientou.

A secretária de Estado da Educação, Albaniza Oliveira reforçou a importância da presença de profissionais de psicologia nas ações esportivas estudantis. “A atuação de psicólogos em eventos como os JEBs demonstra a sensibilidade da gestão educacional em compreender que o esporte também é espaço de desenvolvimento emocional, social e humano”, enfatizou.

A integração entre educação, esporte e psicologia é essencial para o crescimento integral dos jovens atletas. Cuidar da mente é parte inseparável da preparação física e técnica.

Fonte: Secom

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Dentista morre durante o parto em Porto Velho

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A dentista Jhenifer Lopes, bastante conhecida em Porto Velho e especialista em Harmonização Facial, morreu durante um parto realizado no Hospital SAMAR, na capital.

A bebê nasceu com vida, mas permanece internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), entubada e sob cuidados médicos intensivos.

O marido, o empresário Arthur Queiroz, prestou uma homenagem nas redes sociais com a frase: “Te amarei daqui à eternidade”, o que gerou grande comoção entre amigos, pacientes e a população em geral.

A morte de Jhenifer causou forte repercussão e abalou a comunidade de Porto Velho.

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Semtran organiza trânsito no percurso do Carnaval 2026

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Durante as ações de organização do Carnaval 2026 em Porto Velho, a Secretaria Municipal de Trânsito, Mobilidade e Transportes (Semtran) realizou a remoção de veículos estacionados em desacordo com a portaria que proíbe parar ou estacionar ao longo do percurso oficial da festa, incluindo ruas paralelas utilizadas para apoio logístico e circulação de serviços de emergência.

A fiscalização foi intensificada para assegurar a fluidez do trânsito, a segurança dos foliões e o acesso de ambulâncias, equipes de segurança e demais estruturas operacionais do evento.

Segundo o secretário da Semtran, Iremar Torres, a medida busca garantir a tranquilidade durante a programação. “Nosso objetivo é manter o trânsito organizado e seguro para todos”.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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Adolescente que apanhou do piloto morre em hospital 

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O adolescente Rodrigo Helbingen Fleury Castanheira, de 16 anos, morreu na UTI do Hospital Brasília, em Águas Claras, neste sábado (7/2). O estudante não resistiu às graves lesões sofridas após uma briga ocorrida em Vicente Pires. O principal envolvido no caso, o ex-piloto da Fórmula Delta Pedro Arthur Turra Basso, foi preso preventivamente em 30/1. O óbito do rapaz foi confirmado pelo advogado da família, Albert Halex.

Rodrigo Castanheira havia sido socorrido em estado crítico, com traumatismo craniano, e permaneceu intubado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital particular em Águas Claras. Apesar dos esforços médicos, o jovem morreu em decorrência das complicações.

Turra foi detido em casa, sob vaias e gritos de moradores, e encaminhado à 38ª Delegacia de Polícia (Vicente Pires). Ele já havia sido preso anteriormente, mas foi liberado após pagamento de fiança de R$ 24 mil.

Como a briga começou

Segundo a investigação, a confusão teve início na noite do dia 22/1. Testemunhas relataram que Turra jogou um chiclete mascado em um amigo da vítima. Após provocações, os dois adolescentes passaram a se agredir fisicamente.

Vídeos gravados no local mostram o momento em que Turra desfere um soco que faz Rodrigo Castanheira bater violentamente a cabeça contra um carro. O impacto o deixou desacordado. Ele chegou a vomitar sangue enquanto era socorrido.

A nova ordem de prisão foi solicitada pelo Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT). Durante coletiva de imprensa, o delegado responsável pelo caso, Pablo Aguiar, apresentou detalhes adicionais da investigação.

Ele afirmou que o investigado já teria se envolvido em outros episódios violentos, incluindo a suposta tortura de uma adolescente com um taser, e classificou o comportamento de Turra como “sociopata”. Emocionado, o delegado comentou a gravidade do caso.

A defesa contestou as declarações. “O delegado não tem competência para definir o comportamento psicológico de ninguém. Isso pode configurar abuso de autoridade”, declarou o advogado Enio Barros.

Histórico de ocorrências

Com a repercussão do caso, surgiram registros de outras passagens policiais envolvendo o ex-piloto:

  • Agressão em praça pública contra um jovem após desentendimento;
  • Briga de trânsito, com agressões físicas a um motorista de 49 anos;
  • Denúncia de coação contra uma adolescente para ingerir bebida alcoólica em festa, possível violação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
  1. Todos os episódios seguem sob investigação.

O que pode acontecer agora

Com a confirmação da morte do adolescente, a tipificação do crime pode ser alterada para lesão corporal com resultado morte, o que aumenta a gravidade da acusação e a possível pena.

A lesão corporal seguida de morte, tipificada no art. 129, §3º do Código Penal brasileiro, ocorre quando o agente tem a intenção de agredir (dolo), mas por culpa (negligência, imprudência ou imperícia), causa a morte da vítima. É um crime preterdoloso, com pena de reclusão de 4 a 12 anos. O resultado morte deve ser previsível, mas não desejado.

A família de Rodrigo Castanheira pede justiça. Amigos e colegas organizaram homenagens nas redes sociais e vigílias em frente à escola do jovem.

A Polícia Civil, por meio da 38ª DP, relatou o inquérito sobre o caso nesta sexta-feira (6/2).

Fonte: Metrópoles

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