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Porto Velho sedia reunião para fortalecer cadeia produtiva do mel em Rondônia

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A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric), participou nesta semana de uma reunião estratégica, com governo de Rondônia e entidade parceiras, com o objetivo de alinhar pautas e iniciativas para potencializar a atividade apícola em Porto Velho e nos municípios do interior.

Entre as propostas discutidas estão a participação da comitiva rondoniense no Congresso Brasileiro de Apicultura e Meliponicultura, que acontecerá em maio de 2026 em Florianópolis, a aquisição de unidade modular de beneficiamento de mel para atender a capital e o interior, além de tratativas para instalação de um curso tecnólogo em apicultura e meliponicultura no Instituto Federal de Rondônia (Ifro).

Outro ponto em destaque foi a possibilidade de destinação de área no Distrito Industrial de Porto Velho para a construção de uma agroindústria de mel, fortalecendo ainda mais a cadeia produtiva no estado.

Presente na reunião, o governador Marcos Rocha destacou o compromisso do Estado em apoiar os apicultores e meliponicultores. “Eu sou meliponicultor, crio abelhas em casa e sei da importância dessa atividade. Nosso governo está de portas abertas para estimular os apicultores e meliponicultores, apoiando iniciativas que gerem renda, empregos e que fortaleçam o setor no campo e na cidade”, afirmou.

O secretário da Semagric, Rodrigo Ribeiro, reforçou que a Prefeitura está preparada para orientar os interessados. “Temos uma legislação municipal, a Lei 990/2024, que regulamenta a criação de abelhas em Porto Velho. Qualquer cidadão pode procurar a Semagric para receber as orientações iniciais. Nosso papel é dar suporte técnico e aproximar os produtores das políticas públicas”, disse.

Já o titular da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), Luiz Paulo, salientou o trabalho integrado do Estado com as entidades do setor. “A apicultura e a meliponicultura são atividades sustentáveis que contribuem com o meio ambiente e geram renda às famílias. O governo de Rondônia, junto com a Seagri e a Sedec, vai buscar os meios necessários para garantir a estrutura que os produtores precisam”, ressaltou.

O gerente de assistência técnica da Semagric e membro da Câmara Setorial Nacional da Cadeia Produtiva do Mel, Roseval Guzo, destacou a importância da união de esforços. “Essa reunião foi extremamente produtiva. Com apoio do governo estadual, do município e das entidades, temos a chance de levar a produção de mel de Rondônia a um novo patamar, com agregação de valor e reconhecimento nacional”, avaliou.

O presidente da Federação Rondoniense de Apicultura e Meliponicultura (Feram) e da Associação de Apicultores e Meliponicultores da Amazônia (Apama), Vilson dos Santos Souza, enfatizou que o setor sai fortalecido com os encaminhamentos. “Vamos agora reunir a documentação necessária e dar os próximos passos. Essa parceria institucional mostra que Rondônia tem condições de se tornar referência na produção de mel e derivados na Amazônia”.

AVANÇOS PARA O SETOR

O encontro marcou um avanço importante para os apicultores e meliponicultores, que poderão contar maior apoio técnico e possibilidade de formação profissional por meio do Instituto Federal de Rondônia (Ifro).

A Prefeitura de Porto Velho segue como parceira estratégica, incentivando a produção sustentável e valorizando os trabalhadores do campo.

O encontro também contou com a presença da Confederação Brasileira de Apicultura e Meliponicultura, representada por Sérgio Farias.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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Prefeitura oferece calçados e palmilhas gratuitos para pessoas com diabetes

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A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), realiza o acompanhamento de rotina para pessoas com diabetes nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). O atendimento na Atenção Primária atua na identificação precoce de riscos no pé diabético e viabiliza o acesso a serviços do Sistema Único de Saúde (SUS), como a confecção gratuita de calçados e palmilhas terapêuticas.

Esse acompanhamento é realizado principalmente através do Hiperdia, programa do SUS voltado para o monitoramento, cadastramento e prevenção de complicações em pacientes com hipertensão e diabetes na Atenção Primária. 

A coordenadora do programa na Semusa, Soraya Dalboni, explica a importância da avaliação constante. “O diabetes não controlado pode provocar neuropatia e a perda progressiva da percepção tátil e térmica nos membros inferiores. Sem o monitoramento preventivo, pequenas feridas podem evoluir para complicações graves. O uso de calçados e palmilhas adequados reduz o atrito e distribui a pressão dos pés durante a caminhada, prevenindo lesões”.

O prefeito Léo Moraes destacou o fortalecimento da Atenção Primária como estratégia de saúde pública. “O cuidado nas nossas unidades de saúde salva vidas. Fortalecer a prevenção na ponta e garantir o acompanhamento das pessoas com diabetes é o caminho para evitar complicações e oferecer atendimento ao cidadão”.

Nas UBS, médicos e enfermeiros avaliam a sensibilidade e a circulação dos membros inferiores. Ao identificar a necessidade de adaptações ou proteção ortopédica, a equipe realiza o encaminhamento do paciente via Sistema de Regulação do SUS para o recebimento dos calçados e palmilhas.

A secretária municipal de Saúde, Sandra Cardoso, reforçou a importância da rotina de exames na Atenção Primária. “A rotina nas unidades básicas é o que garante a eficiência da rede. Com o acompanhamento regular dos pés diabéticos, estruturamos o fluxo para encaminhar o paciente ao equipamento adequado no tempo certo”.

A confecção das peças é realizada na oficina ortopédica do Centro de Reabilitação Santa Marcelina, a partir do encaminhamento e diagnóstico da rede municipal. No local, o paciente passa por triagem e moldagem personalizada para a produção de sapatos e palmilhas adaptados à sua anatomia.

A Prefeitura de Porto Velho orienta os munícipes diagnosticados com diabetes a agendarem consultas na Unidade Básica de Saúde mais próxima de sua residência para manter a avaliação preventiva em dia.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom) 

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Nova Pneumo 20 ganha adesão em Porto Velho com mais de 4,8 mil doses aplicadas

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Em transição no calendário oficial do Ministério da Saúde desde julho deste ano, a nova vacina Pneumo 20 (VPC20) registra ampla procura na rede municipal de saúde de Porto Velho. Desde a implementação do novo imunizante, a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) contabiliza 4.806 doses aplicadas contra infecções graves causadas pela bactéria pneumococo.

Os dados consolidados pela Semusa apontam que a maior parte das aplicações concentrou-se no acompanhamento da rotina infantil. Bebês e crianças com menos de 2 anos de idade foram responsáveis por 3.917 doses (81,5% do acumulado no período), demonstrando o compromisso de pais e responsáveis em manter a caderneta de vacinação atualizada.

Para a gerente da Divisão de Imunização da Semusa, Elizeth Gomes, os números dos últimos meses reforçam o avanço na proteção da população. “A Pneumo 20 oferece uma cobertura mais abrangente contra os sorotipos da bactéria. Ver as famílias procurando as unidades para iniciar ou completar o esquema vacinal dos bebês confirma a importância dessa atualização para a saúde pública municipal”, destacou Elizeth Gomes.

Esquema infantil e grupos prioritários

No calendário oficial de rotina, a vacina Pneumo 20 é administrada na primeira dose aos 2 meses de vida e na dose de reforço aos 12 meses, intercalada com a Pneumo 10 aos 4 meses. As crianças que iniciaram o esquema vacinal com o imunizante anterior também recebem o reforço com a nova versão de forma segura.

Além dos bebês, a vacina é voltada a públicos de faixas etárias com condições clínicas especiais (como diabetes, asma moderada ou grave, cardiopatias, doenças renais, hepáticas, pacientes oncológicos e pessoas vivendo com HIV), além de idosos sob indicação médica. No balanço acumulado em Porto Velho, idosos a partir de 60 anos somam 268 doses aplicadas, e adultos de 18 a 59 anos respondem por 325 doses.

A secretária municipal de Saúde, Sandra Cardoso, reforça que a vacinação contínua é essencial para prevenir complicações e hospitalizações. “A chegada da Pneumo 20 ampliou a capacidade de prevenção da nossa rede. Quem faz parte dos grupos prioritários ou está com doses pendentes no cartão de vacina deve procurar um dos nossos pontos de atendimento”.

Onde vacinar

As doses continuam disponíveis em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) das zonas urbana e rural de Porto Velho, no Centro Intermediário de Imunobiológicos Especiais (CIIE), instalado na Policlínica Rafael Vaz e Silva, e no ponto de vacinação do Porto Velho Shopping.

Para a aplicação, é necessário apresentar documento oficial com foto e o Cartão Nacional do SUS ou Caderneta de Vacinação. No caso de pacientes dos grupos de risco e condições especiais, também deve ser apresentado laudo, receita ou comprovante médico.

O prefeito Léo Moraes destacou que a atualização do calendário vacinal fortalece as ações de saúde preventiva no município. “Garantir o acesso às vacinas é proteger o futuro das nossas crianças e oferecer mais cuidado a quem precisa de atenção especial. Nosso compromisso é seguir trabalhando para que a população encontre atendimento de qualidade e imunização em dia nas nossas unidades de saúde.”

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom) 

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Situação de emergência é decretada em distritos do Alto, Médio e Baixo Madeira

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O prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (PODE), assinou nesta última quinta-feira (1º) o Decreto Municipal nº 22.515, que declara Situação de Emergência (Nível II) no município de Porto Velho em virtude da estiagem que atinge a região.

Vale destacar que essa estiagem é um impacto direto do fenômeno natural chamado Super El Niño, que altera o clima em várias regiões do Brasil, levando a períodos de seca e enchentes.

Em Porto Velho, as regiões onde o decreto passa a valer ficam localizadas no Alto, Médio e Baixo Madeira. O levantamento oficial apontou 7.442 famílias afetadas, distribuídas em 85 localidades rurais, ribeirinhas e indígenas, incluindo 517 pessoas em cinco aldeias.

“É o momento de mitigar impactos e mostrar que a união entre os poderes é capaz de fazer com que o nosso povo consiga passar por essa estiagem sem precisar sofrer com falta de água, entre outros problemas. É questão de humanidade proteger quem mais precisa”, disse Léo Moraes.

Com a Situação de Emergência decretada, é possível contar com o auxílio das esferas estadual e federal para fornecimento de água potável por meio de caminhões-pipa e embarcações, entrega de reservatórios, além da dispensa de licitação para compras em situação de emergência.

Uma equipe multissetorial da Prefeitura de Porto Velho já está realizando o trabalho dentro das comunidades. Além da água e alimentação, essas ações envolvem cadastros sociais e medidas de apoio aos moradores mais afetados. O decreto tem validade de 180 dias.

Confira os distritos em Situação de Emergência:

Baixo Madeira: Distritos de Calama, Demarcação, Nazaré, São Carlos e suas respectivas comunidades/ilhas.

Médio Madeira: Zona rural do Distrito-Sede (margens do Rio Madeira, ramais e assentamentos) e distritos de Abunã, Nova Mutum-Paraná, Jaci-Paraná, União Bandeirantes e Rio Pardo.

Alto Madeira: Distritos de Extrema, Fortaleza do Abunã, Nova Califórnia e aldeias indígenas da região (Marmelinho, Nova Esperança, Paxiuba, Pedreira e Txakuby).

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom) 

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