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Polícia

Polícia prende quadrilha que fez família refém para roubar caminhonete no interior de RO

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Na manhã desta quinta-feira (28), uma operação conjunta entre o 10º Batalhão de Polícia Militar, 11º Batalhão de Polícia Militar,  Batalhão de Polícia de Fronteira e Divisas com apoio da Polícia Roddoviária Federal, realizaram um cerco logrando êxito em recuperar uma caminhonete roubada em Santa Luzia do Oeste e prender a quadrilha envolvida.

O roubo da caminhonete aconteceu no início da manhã, quando cinco meliantes invadiram a residência, mantiveram a família refém por algum tempo, levando consigo a caminhonete, dinheiro, cartões e celulares.

Guarnições do 10º BPM  por meio da Patrulha Tático Móvel – PATAMO de Rolim de Moura, Guarnições de serviço de Nova Brasilândia do Oeste e de Santa Luzia D`Oeste, Guarnições de do 11º BPM por meio de guarnições de São Miguel do Guaporé e Santana do Guaporé, Guarnições do BPFRON e apoio da Polícia Roviária Federal, iniciaram o cerco, logrando êxito em localizar o veículo com dois indivíduos próximo a Santana do Guaporé.

Outros cinco envolvidos no roubo da caminhonete, estavam escondidos em uma residência em Nova Brasilândia D’Oeste, sendo que um dos indivíduos é suspeito de envolvimento com outro roubo em Rolim de Moura quando agrediu uma criança de 3 anos. Todos os conduzidos possuem envolvimento com organização criminosa e um longo histórico criminal.

Até o momento, sete meliantes foram presos, sendo que cinco deles apresentados na Unidade Integrada de Segurança Pública – UNISP e Nova Brasilândia D’Oeste e dois deles juntamente com a caminhonete apresentados na Unidade Integrada de Segurança Pública – UNISP em São Miguel do Guaporé.

A ação reforça o compromisso das forças policiais em garantir a tranquilidade e a proteção de toda a sociedade.

Fonte: Assessoria da Polícia Militar

Polícia

Goleiro Bruno é considerado foragido pela Justiça do Rio

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A Justiça do Rio de Janeiro considera foragido o ex-goleiro Bruno Fernandes, condenado pelo homicídio de Eliza Samudio.

O mandado foi expedido em 5 de março após a Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro entender que o ex-jogador do Flamengo descumpriu uma das condições do livramento condicional

“O goleiro Bruno passou a ser considerado foragido, já que não se apresentou à Justiça, depois da revogação do livramento condicional e expedido o mandado de prisão, para o seu retorno ao regime semiaberto”, disse o Tribunal de Justiça, em nota.

De acordo com a decisão, no dia 15 de fevereiro — poucos dias depois de obter a condicional — Bruno teria viajado para o Acre sem autorização judicial. Pelas regras impostas pela Justiça, ele estava proibido de deixar o estado do Rio de Janeiro.

Diante disso, a Vara de Execuções Penais revogou o benefício e determinou o retorno do ex-atleta ao regime semiaberto.

Defesa contesta decisão

A defesa afirmou que orientou Bruno a não se apresentar neste momento e diz que vai recorrer da decisão judicial. Segundo a advogada Mariana Migliorini, a orientação é aguardar a análise do recurso antes de qualquer apresentação à Justiça.

“Se ele se apresentar agora, pode acabar ficando em regime fechado como se fosse semiaberto, o que entendemos ser uma medida irregular”, afirmou.

A defesa afirma que Bruno vinha cumprindo regularmente as condições impostas desde a concessão do benefício.

Segundo a advogada, durante cerca de três anos ele compareceu ao patronato sempre que solicitado, assinou regularmente, manteve o endereço atualizado e seguiu as exigências estabelecidas pela Justiça.

Fonte: G1

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Polícia

Laudo do IML aponta lesões na face e pescoço de policial baleada em SP

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Laudo necroscópico realizado pelo Instituto Médico Legal (IML) após exumação do corpo da policial militar Gisele Alves Santana apontou lesões contundentes na face e na região cervical da vítima.

Tais lesões são resultado de pressão digital e escoriação compatível com estigma ungueal, ou seja, causado por unha. O laudo tem data do último sábado (7), um dia depois da exumação do corpo da PM.

No laudo necroscópico do dia 19 de fevereiro, no dia seguinte à morte de Gisele, já havia menção a lesões na face e no pescoço, na lateral direita.

Na ocasião, o médico legista havia descrito “estigmas digitais”, ou seja, lesões equimóticas, formato arredondado e compatíveis com pressão digital. Já em relação ao “estigma ungueal”, causado por unha, a descrição indicava lesão superficial em formato meia-lua.

Ambos os laudos apontam que a morte decorreu de traumatismo cranioencefálico grave por disparo de projétil de arma de fogo.

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que “a autoridade policial aguarda os laudos referentes à reconstituição e exumação do corpo da vítima”. A pasta acrescentou que detalhes serão preservados, devido ao sigilo judicial imposto.

A policial militar foi encontrada com um tiro na cabeça, em 18 de fevereiro, no apartamento em que morava com o marido, o tenente-coronel Geraldo Leite. Ele estava no local e reportou o caso às autoridades como suicídio.

Fonte: Agência Brasil

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Polícia

Pai suspeito de estuprar a própria filha por dois anos é preso

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Em uma ação de combate à violência sexual no interior do Amazonas, a Polícia Civil, através da 49ª Delegacia Interativa de Polícia de Amaturá, efetuou a prisão preventiva de um homem de 59 anos nesta terça-feira, dia 10. O indivíduo é acusado de estupro de vulnerável praticado contra a própria filha, crime que teria ocorrido de forma sistemática entre os anos de 2018 e 2020. Na época em que os abusos começaram, a vítima tinha apenas 12 anos de idade, e a captura do agressor ocorreu em uma comunidade na zona urbana do município, localizado a mais de 900 quilômetros da capital, Manaus.

De acordo com as investigações conduzidas pelo delegado Felipe Carvalho, o agressor aproveitava os momentos em que transportava a filha para a escola em uma embarcação para cometer os atos libidinosos. O silêncio da vítima foi mantido durante anos sob forte coerção psicológica, uma vez que o pai a ameaçava de morte, afirmando que assassinaria seus irmãos caso ela relatasse os fatos a terceiros. A decisão de denunciar o crime só ocorreu recentemente, motivada pelo medo da jovem de que seus sobrinhos, crianças de 8 e 9 anos e netos do autor, pudessem se tornar as próximas vítimas da conduta do avô.

Diante da gravidade dos relatos e do risco iminente, a autoridade policial representou pelo mandado de prisão, que foi prontamente deferido pelo Poder Judiciário. Com o cumprimento da ordem judicial, o homem agora responderá formalmente pelo crime de estupro de vulnerável. Ele será submetido a uma audiência de custódia e permanecerá encarcerado à disposição da Justiça para o seguimento do processo penal.

Fonte: Notícias Urgentes com informações D24AM

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