Polícia
Influencer é torturada por horas e tem rosto desfigurado em assalto
A influenciadora francesa Soraya Riffy, de 30 anos, foi vítima de um ataque brutal dentro de casa, em Marselha, no sul da França. Com mais de 1 milhão de seguidores no Instagram, ela teve o rosto desfigurado após ser amarrada, espancada e, segundo a polícia local, possivelmente estuprada por criminosos que invadiram sua residência na sexta-feira (4/7).
O ataque ocorreu por volta das 21h, quando um homem tocou a campainha e se apresentou como vizinho que teria esquecido as chaves. Ao abrir a porta, Soraya foi surpreendida por ele e outro suspeito, que iniciaram as agressões. O ataque durou cerca de 1h30.
De acordo com uma nota divulgada no perfil oficial de Soraya, os criminosos “a espancaram por horas, amarraram, ameaçaram e roubaram com o uso de armas de fogo e estiletes, antes de jogarem água sanitária sobre ela”. O líquido químico teria sido usado para apagar vestígios de DNA.
“Os médicos de emergência que a atenderam constataram dezenas de ferimentos graves, incluindo fraturas e múltiplos cortes por todo o corpo”, diz a publicação.
A influenciadora perdeu a consciência durante o ataque e não se lembra de parte do que aconteceu. Ainda assim, a polícia trabalha com a hipótese de abuso sexual, com base nos ferimentos encontrados em suas partes íntimas.
Após a violência, os agressores fugiram levando pertences de alto valor, como uma pulseira Cartier, duas bolsas de grife, um relógio Rolex e as chaves da casa e do carro da vítima.
“Tentaram me desfigurar”
Em entrevista à imprensa francesa, Soraya relatou que suspeita ter sido perseguida. Ela acredita que os criminosos monitoraram seus passos após verem fotos que publicou durante o dia em um passeio de barco com amigos.
Ainda segundo seu porta-voz, Soraya já havia recebido e-mails com ameaças e tentativas de extorsão duas semanas antes da invasão. As mensagens foram reportadas à polícia, mas, até o momento, ninguém foi preso.
“Eles não queriam me matar, mas me torturar. Eu estava amarrada e amordaçada com muita força, por isso perdi a consciência, não conseguia respirar e tive convulsões. Pensei que fosse morrer”, acrescentou.
Soraya Riffy ficou conhecida em 2016, após participar de um talk show francês. Desde então, passou a compartilhar conteúdos sobre moda, beleza e estilo de vida saudável em suas redes sociais.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Polícia Civil deflagra operação contra esquema criminoso que envolvia servidores do IPAM na gestão Hildon Chaves
A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da 2ª Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO-II), deflagrou, no início da manhã desta sexta-feira (16), a Operação Sutura, com o objetivo de cumprir medidas cautelares de busca e apreensão, afastamento de função pública, sequestro e indisponibilidade de bens, entre outras providências judiciais, no âmbito de investigações que apuram fraudes no Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Município de Porto Velho – IPAM.
As investigações indicam que uma empresa do ramo de Fonoaudiologia, credenciada exclusivamente para a prestação de serviços básicos de saúde, passou a faturar procedimentos cirúrgicos de alta complexidade, em desacordo com os termos contratuais, além de praticar superfaturamento de valores. O esquema criminoso envolvia servidores públicos do IPAM e particulares, mediante manipulação de sistemas informatizados, duplicação de guias médicas e realização de pagamentos irregulares, ocasionando prejuízos aos cofres públicos.
Ao todo, estão sendo cumpridos 14 mandados de busca e apreensão nos municípios de Porto Velho e Guajará-Mirim, além de medidas judiciais de afastamento de agentes públicos de suas funções, bem como sequestro e indisponibilidade de bens, visando assegurar a reparação do dano e a efetividade da persecução penal.
A operação conta com o apoio do Departamento de Combate à Corrupção (DECCO), do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRO), da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE/PCRO), bem como de diversas delegacias de polícia.

Fonte: Assessoria da Polícia Civil
Polícia
Mulher está desaparecida desde dezembro de 2025 após descer ao subsolo de prédio
A corretora de imóveis, Daiane Alves Souza, 43 anos, está desaparecida desde dezembro de 2025, após descer até o subsolo do prédio em que mora em Caldas Novas, interior de Goiás. O caso chamou a atenção e ganhou repercussão nas redes sociais pela maneira repentina e inexplicável como ela sumiu.
No dia 17 de dezembro, ela desceu pelo elevador até o subsolo do prédio para verificar um problema de corte de energia no apartamento dela. O circuito da câmera de segurança do prédio e um vídeo enviado para uma amiga mostram a última vez em que foi vista. Veja:
Segundo a mãe de Daiane, Nilse Alves Pontes, de 61 anos, a mulher não parecia ter pretensão de sair do prédio por alguns motivos: a roupa simples do corpo e a porta destrancada do apartamento.
As imagens enviadas à amiga revelaram que a corretora mostrou o apartamento sem energia elétrica, filmou o trajeto até o elevador, desceu até a portaria e questionou o porteiro sobre a queda de energia. Durante o percurso no elevador, Daiane falou com outro morador sobre o assunto.
Já as câmeras de segurança mostraram Daiane retornando ao elevador e descendo até o subsolo do prédio, onde iria religar o relógio de energia. Ela seguiu gravando um novo vídeo com o seu celular, mas esse último vídeo, nunca foi enviado à amiga.
“E mais nada”, disse a mãe de Daiane sobre o desaparecimento.
Família e Amigos
A família da corretora, que reside em Uberlândia, na região metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais, possui seis apartamentos em Caldas Novas, cuja administração das locações era de responsabilidade dela.
Daiane deveria viajar para Uberlândia durante o Natal e retornaria posteriormente para atender à alta demanda do período de Ano Novo. Nesse intervalo, a mãe, Nilse, assumiria temporariamente a gestão dos imóveis.
No dia 18 de dezembro, Nilse e a neta tentaram contato telefônico com Daiane, sem sucesso. A última troca de mensagens entre elas havia ocorrido na manhã do dia anterior. Após a abertura do imóvel, constatou-se a ausência de Daiane. Buscas em outros apartamentos da família não tiveram êxito, levando os familiares a registrar um boletim de ocorrência e a procurar informações em hospitais, unidades de pronto atendimento e com conhecidos, sem que nenhuma pista fosse localizada.
Os familiares questionam o desaparecimento e seu contexto. Para Nilse, além da falta de preparo para sair de casa, as câmeras de segurança não chegam ou não existem onde ela passou, além de que o segundo vídeo gravado no caminho, nunca chegou até sua amiga.
“Por que exatamente nos lugares onde a Daiane poderia ser vista saindo do prédio não existem filmagens? Trata-se de um prédio enorme, com 165 apartamentos. Ela desce para religar a energia elétrica e, a partir desse momento, não há nenhuma imagem dela, nem retornando pelo elevador ao apartamento, nem saindo para a rua. Então, essa é a questão: onde estão essas imagens? Por que elas não existem?”, questionou à reportagem.

Investigação
A Delegacia de Caldas Novas investiga o caso de desaparecimento de Daiane.
Conforme a Polícia Civil do Goiás, algumas testemunhas já foram ouvidas durante as diligências do caso.
“As investigações estão em andamento com o intuito de localizar o maior número de informações e identificar a causa/motivo do desaparecimento.”
Ainda segundo a PC, maiores detalhes do caso não serão divulgados para não atrapalhar o andamento da ocorrência.
CNN Brasil
Polícia
Delegada é presa suspeita de ligação com PCC
O Ministério Público de São Paulo deflagrou, na manhã desta sexta-feira (16), a Operação Serpens para apurar o suposto envolvimento de uma delegada de polícia com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). A investigada, identificada como Layla Lima Ayub, tomou posse no cargo em dezembro do ano passado e foi presa durante a operação.
A ação cumpriu sete mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e do Pará, incluindo a cidade de Marabá, além de dois mandados de prisão temporária expedidos pela Justiça.
De acordo com informações divulgadas pelo próprio MPSP, a delegada mantinha vínculos pessoais e profissionais com integrantes do PCC. As investigações apontam que ela teria utilizado o cargo de forma irregular, especialmente durante audiências de custódia envolvendo presos ligados à facção criminosa.
A Operação Serpens conta com a atuação conjunta do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), da Corregedoria-Geral da Polícia Civil de São Paulo e do Gaeco do Ministério Público do Estado do Pará.
O material apreendido durante as diligências será analisado e deve subsidiar o avanço das investigações, que seguem em andamento sob sigilo parcial.
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