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Polícia

Suspeito de ataque hacker milionário a prestadora de serviços financeiros é preso

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A PCSP (Polícia Civil de São Paulo) prendeu na noite desta quinta-feira (3) um suspeito de envolvimento no ataque hacker milionário realizado nesta semana contra a empresa C&M Software, que presta serviços a instituições financeiras.

A polícia de São Paulo tem um inquérito paralelo à Polícia Federal, pois também foi acionada porque um dos bancos atingidos é do estado paulista. A prisão foi feita pela Divisão de Combate a Crimes Cibernéticos, no bairro de Taipas, Zona Norte da capital.

O suspeito se chama João Nazareno Roque e tem 48 anos. Na casa dele, a polícia apreendeu equipamentos eletrônicos que devem ajudar na investigação.

Além da prisão, a Justiça também determinou o bloqueio de R$ 270 milhões de uma conta utilizada para recepcionar os valores milionários desviados.

Segundo a polícia paulista, a principal atacada foi a empresa BMP Instituição de Pagamento S/A, resultando em um prejuízo no valor de aproximadamente R$ 541 milhões.

O inquérito diz que as investigações apontam que “foi possível identificar que um funcionário da empresa C&M, estaria envolvido neste esquema, facilitando que demais indivíduos realizassem transferências eletrônicas em massa, no importe de R$ 541 milhões para outras instituições financeiras”. A C&M custodia transações via PIX entre a empresa vítima BMP e o Banco Central.

A empresa se manifestou por nota. Veja na íntegra:

“A C&M Software informa que segue colaborando de forma proativa com as autoridades competentes nas investigações sobre o incidente ocorrido em julho de 2025.

Desde o primeiro momento, foram adotadas todas as medidas técnicas e legais cabíveis, mantendo os sistemas da empresa sob rigoroso monitoramento e controle de segurança.

A estrutura robusta de proteção da CMSW foi decisiva para identificar a origem do acesso indevido e contribuir com o avanço das apurações em curso.

Até o momento, as evidências apontam que o incidente decorreu do uso de técnicas de engenharia social para o compartilhamento indevido de credenciais de acesso, e não de falhas nos sistemas ou na tecnologia da CMSW.

Reforçamos que a CMSW não foi a origem do incidente e permanece plenamente operacional, com todos os seus produtos e serviços funcionando normalmente.

Em respeito ao trabalho das autoridades e ao sigilo necessário às investigações, a empresa manterá discrição e não se pronunciará publicamente enquanto os procedimentos estiverem em andamento.

A CMSW reafirma seu compromisso com a integridade, a transparência e a segurança de todo o ecossistema financeiro do qual faz parte princípios que norteiam sua atuação ética e responsável ao longo de 25 anos de história.”

Em nota, o Banco Central esclareceu que nem a C&M, nem os seus representantes e empregados atuam como seus terceirizados ou com ele mantêm vínculo contratual de qualquer espécie. “A empresa é uma prestadora de serviços para instituições provedoras de contas transacionais”, afirmou o BC.

Entenda o caso

Ao menos R$ 100 milhões foram levados no ataque hacker contra a C&M Software, prestadora de serviços de tecnologia para instituições provedoras de contas transacionais que não têm meios de conexão próprios.

Técnicos do BC (Banco Central) e da PF (Polícia Federal) trabalham para levantar o total do prejuízo desde a noite de terça-feira (1º).

A C&M Software é uma empresa autorizada e supervisionada pelo Banco Central do Brasil responsável pela mensageria que interliga instituições financeiras ao Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), incluindo o ambiente de liquidação do Pix.

À instituição BMP, uma das mais afetadas, informou que o ataque permitiu acesso indevido a contas reserva de seis instituições financeiras, entre elas a própria BMP, provedora de serviços de “banking as a service”.

A empresa explica que as contas reserva são mantidas diretamente no Banco Central e utilizadas exclusivamente para liquidação interbancária — sem qualquer relação com as contas de clientes finais ou com os saldos mantidos dentro da BMP.

Fonte: CNN Brasil

Polícia

Tragédia em Itumbiara: cartas falsas de mãe circulam nas redes sociais

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Em meio à repercussão do caso que chocou Itumbiara, em Goiás, cartas falsas atribuídas a Sarah Tinoco Araújo começaram a circular nas redes sociais. A mulher é mãe das crianças mortas pelo pai, o secretário Thales Machado. As mensagens, escritas em tom emocional, não foram divulgadas oficialmente pela família.

Os textos falsos são apresentados como desabafo da mãe das crianças, relatando dor e saudade. No entanto, fontes na prefeitura da cidade confirmaram que os relatos não foram escritos por Sarah, que até o momento não se manifestou publicamente.

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As cartas foram publicadas em perfis falsos atribuídos a Sarah criados nas redes sociais.

O caso

O secretário de Governo da Prefeitura de Itumbiara, Thales Naves Alves Machado, de 40 anos, atirou contra os dois filhos e se matou em seguida. O caso aconteceu na quarta-feira (11/2).

O filho mais velho, Miguel Araújo Machado, de 12 anos, chegou a ser socorrido e levado para o Hospital Municipal Modesto de Cravalho (HMMC), mas não resistiu. Já Benício Araújo, de 8 anos, estava internado em estado gravíssimo, mas não resistiu e morreu na tarde dessa sexta-feira (13/2).

Em carta de despedida, publicada numa rede social, Thales pediu desculpas a familiares e amigos pelo crime, afirmou que enfrentava dificuldades no casamento e relatou ter descoberto uma suposta traição da esposa. A mãe dos garotos estava em viagem a São Paulo no momento da tragédia familiar.

Horas antes de atirar contra os filhos e tirar a própria vida, Thales fez publicação com declarações de amor. “Que Deus abençoe sempre meus filhos. Papai ama muito”, escreveu.

O caso é investigado pela Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO).

Fonte: Metrópoles

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Polícia

Influenciadora é morta a facadas; ex-companheiro é o principal suspeito

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Uma mulher de 31 anos, identificada como Ana Karolina Sousa foi encontrada morta na noite desse sábado (14/2), no bairro Nova Aldeota, em Itapipoca, no Ceará (CE).

A vítima apresentava lesões provocadas por objeto perfurocortante em diversas partes do corpo. Informações preliminares apontam que o principal suspeito do crime é um ex-companheiro da mulher. Ele está foragido e não teve a identidade divulgada.

Ana Karolina era estudante de biomedicina, influenciadora digital e proprietária de uma empresa de estética especializada em extensão de cílios. No Instagram, acumulava mais de 12 mil seguidores, compartilhava a rotina, fazia homenagens à filha e divulgava o dia a dia profissional.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), o caso é investigado pela Polícia Civil, por meio da 1ª Delegacia de Polícia Civil de Itapipoca.

Ana Karolina Sousa
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Incêndio de madrugada destrói veículo e atinge residência

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Um incêndio registrado por volta das 3h30 da madrugada deste domingo (15) mobilizou equipes de emergência em uma residência localizada na Rua Campos Sales, esquina com a Avenida Paraná, no município de São Francisco do Guaporé (RO).

Conforme informações apuradas, a guarnição foi acionada pela Central de Operações e, ao chegar ao endereço, encontrou moradores da região tentando conter as chamas. Com o início da chuva, o fogo foi controlado, evitando que se alastrasse para imóveis vizinhos.

Durante a averiguação, foi constatado que o incêndio possivelmente começou em um veículo Volkswagen SpaceFox, de cor preta, que ficou completamente destruído pelas chamas. Parte da residência também foi atingida.

A moradora do imóvel, de 31 anos, não estava no local no momento do incêndio, pois se encontrava na cidade de Costa Marques. Após o controle da situação, ela foi localizada e informada sobre o ocorrido. A mulher relatou ser inquilina do imóvel, cujo proprietário reside em Porto Velho.

A Polícia Técnico-Científica (Politec) esteve no local para realizar os procedimentos periciais e apurar as causas do incêndio. A ocorrência foi registrada na Delegacia de Polícia Civil.

Apesar dos danos materiais, não houve registro de feridos. As circunstâncias do caso seguem sob investigação.

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