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Governo Marcos Rocha inicia reforma histórica e reestruturação no Pronto-Socorro João Paulo II

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Unidade que por décadas simbolizou o abandono da saúde pública, agora recebe investimentos, melhorias estruturais e reorganização no fluxo de atendimento para garantir mais dignidade à população

Após anos sendo sinônimo de descaso e superlotação, o Pronto-Socorro João Paulo II, em Porto Velho, começa a viver um novo capítulo. Sob a liderança do governador Marcos Rocha, o Governo de Rondônia deu início a uma ampla reforma estrutural e reestruturação no modelo de atendimento da unidade, com ações que já refletem diretamente na qualidade dos serviços oferecidos à população.

A unidade, que é referência em casos de urgência e emergência de média e alta complexidade em Rondônia, passou a contar com um novo fluxo de trabalho que já resultou em um aumento de 30% nas altas hospitalares. Só nos últimos 15 dias de junho, foram registrados 1.413 atendimentos e 548 internações, números que reforçam o impacto positivo das medidas implantadas.

Para o governador Marcos Rocha, o investimento na saúde é prioridade absoluta. “Durante muitos anos, o João Paulo II foi deixado de lado pelas antigas gestões. Hoje, a realidade está mudando. Estamos fazendo reformas, otimizando os serviços e organizando o atendimento. Nosso objetivo é cuidar das pessoas com dignidade, responsabilidade e eficiência”, afirmou.

Reforma da estrutura e mais conforto aos pacientes

Entre as melhorias já realizadas estão a reforma completa da recepção, que recebeu novo layout, climatização, piso, rede elétrica e mobiliário moderno. O objetivo é oferecer mais conforto e agilidade no acolhimento aos pacientes e seus acompanhantes.

Uma das áreas críticas da unidade, a Sala Vermelha, onde são internados os pacientes em estado mais grave, também está sendo reformada. A obra inclui a substituição total da parte elétrica com instalação de quadro exclusivo, reorganização do espaço para ampliar em três o número de leitos, novos balcões de mármore, revitalização dos banheiros, criação de uma sala para prescrição médica e um novo posto de enfermagem com área de diluição integrada. A rede de esgoto também foi substituída.

Organização do atendimento salva vidas

Além das melhorias físicas, uma das principais mudanças foi a otimização do fluxo de atendimentos, com base no Protocolo de Manchester, que classifica os pacientes por nível de gravidade, e não por ordem de chegada. A medida segue as diretrizes da Política Nacional de Humanização (PNH), garantindo prioridade aos casos mais urgentes e reduzindo o tempo de espera para pacientes em risco.

Segundo a diretora da unidade, Rafaela Dancini, seguir o fluxo correto de encaminhamento, que começa pelas UPAs, é essencial para o bom funcionamento do sistema. “Quando o João Paulo II recebe pacientes que deveriam ser atendidos nas UPAs, a estrutura que foi pensada para atendimentos graves acaba sendo sobrecarregada. Isso compromete o cuidado especializado que oferecemos”, explicou.

Compromisso com a vida

O secretário de Estado da Saúde, Jefferson Rocha, reforça que a reestruturação do João Paulo II é uma ação planejada, responsável e com foco no que realmente importa: salvar vidas. “Reformar essa unidade é mais do que uma obra física. É uma reparação histórica. É garantir que os rondonienses tenham acesso a um serviço de saúde seguro, moderno e eficiente. Estamos trabalhando para entregar isso”, declarou.

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Prefeitura de Porto Velho conclui entrega de kits escolares em todas as escolas da rede municipal

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A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), concluiu a entrega de kits pedagógicos para estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e de apoio para professores em todas as escolas da rede municipal, tanto na zona urbana quanto rural. A ação reforça o compromisso da gestão com a educação inclusiva, a valorização dos profissionais e a melhoria do ensino. As unidades que registraram aumento no número de alunos receberão, na próxima semana, kits complementares para atender à nova demanda.

Ao todo, foram contempladas 84 escolas da zona urbana e 55 da zona rural, garantindo que 100% das unidades de ensino municipais recebessem os materiais. A ação foi realizada com apoio logístico dos Correios nas áreas urbanas, enquanto equipes da Semed atenderam diretamente as escolas da zona rural.

A medida assegura que mais de 43 mil alunos e 2.984 professores tenham acesso aos recursos pedagógicos, fortalecendo o processo de ensino-aprendizagem em toda a rede. “Nosso objetivo foi garantir que todas as escolas fossem atendidas, sem exceção. Já estamos organizando a entrega de kits complementares para unidades que tiveram aumento no número de alunos”, destacou o secretário da Semed, Giordani Lima.

A Secretaria também informou que equipes retornarão às escolas que atualizaram seus dados recentemente, assegurando que nenhum estudante ou profissional fique sem o material necessário.

Os kits destinados aos alunos com TEA incluem materiais adaptados que contribuem para o desenvolvimento cognitivo, sensorial e da comunicação, promovendo um ambiente mais acessível e acolhedor. Já os kits dos professores oferecem recursos pedagógicos que auxiliam na prática em sala de aula e no atendimento às diferentes necessidades dos estudantes.

Para o secretário Giordani Lima, o investimento reforça o compromisso com a inclusão.

“Garantir que todas as escolas recebam esses kits significa oferecer mais equidade e respeito às individualidades dos nossos alunos. Estamos trabalhando para uma educação cada vez mais acessível e de qualidade.”

O prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, também destacou a importância da ação. “Chegar a todas as escolas é uma demonstração clara da nossa prioridade com a educação.

Estamos investindo no presente e no futuro da nossa cidade, cuidando dos alunos e valorizando os professores.”

A iniciativa integra um conjunto de políticas públicas voltadas à inclusão, à formação continuada dos educadores e ao fortalecimento da rede municipal de ensino.

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Casa do Patrão: novo reality da Record terá participante de Rondônia

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A Casa do Patrão chega como a nova aposta da Record para conquistar o público com um formato diferente e dinâmico. O reality estreia nesta segunda-feira, dia 27, às 22h30, reunindo 18 participantes em uma competição que promete estratégia, convivência intensa e muitas reviravoltas.

Entre os nomes confirmados, um destaque especial para Rondônia. A participante Luiza Parlote, que cresceu em Ouro Preto do Oeste, representa o estado no programa e já chama atenção pela trajetória de vida simples e batalhadora. Natural do Espírito Santo, ela se mudou ainda criança para Rondônia, onde construiu sua história. Hoje, atua como revendedora de cosméticos e bijuterias, além de fazer trabalhos como secretária e vendedora.

Com estreia marcada para o dia 27 de abril, às 22h30, a Casa do Patrão chega com a promessa de inovar no gênero e conquistar audiência com uma proposta ousada, misturando estratégia, convivência e competição em um cenário de alta pressão.

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Ônibus quebra durante viagem e mecânico cobra R$ 10 mil para consertar alternador

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O que seria apenas mais uma viagem interestadual terminou em transtorno para motorista e passageiros após um ônibus fretado apresentar falha mecânica durante o trajeto entre as cidades de Cascavel e Campo Grande. O veículo precisou interromper a viagem no meio da estrada, deixando todos sem previsão imediata de continuidade.

De acordo com informações repassadas pelo motorista, o ônibus havia passado recentemente por manutenção preventiva antes da saída, com a garantia de que estava apto para percorrer o trajeto. No entanto, poucos quilômetros depois de uma parada para almoço, o sistema de ar-condicionado deixou de funcionar completamente, comprometendo o conforto dos passageiros e obrigando a interrupção da viagem.

O problema ocorreu na região de São Gabriel do Oeste. Diante da situação, o condutor seguiu até um posto localizado em Rio Verde, onde buscou apoio técnico. A partir desse momento, começou uma série de dificuldades que prolongaram a permanência do grupo no local.

Um mecânico foi acionado após contato com responsáveis pela empresa contratante do transporte. Durante a avaliação inicial, a suspeita apontou para falha no alternador, peça essencial para o funcionamento elétrico do veículo, incluindo o ar-condicionado. Com autorização inicial, o profissional iniciou o reparo, desmontando parte do sistema para substituição do componente.

Entretanto, quando o serviço já estava em andamento, surgiram novas orientações por telefone solicitando a interrupção do conserto. A mudança repentina gerou um impasse sobre a continuidade do trabalho e, principalmente, sobre quem arcaria com os custos do reparo. Enquanto as decisões eram discutidas à distância, o ônibus permaneceu parado e os passageiros aguardavam sem informações concretas sobre o horário de retomada da viagem.

O motorista relatou ter ficado no centro da situação, tentando administrar a ansiedade dos passageiros ao mesmo tempo em que buscava uma solução com a empresa responsável pelo fretamento. Após negociações, foi acordado o envio de um pagamento parcial via transferência eletrônica, no valor aproximado de R$ 5 mil, com a promessa de quitação do restante no dia seguinte.

O custo total do serviço ultrapassou R$ 10 mil. Com o pagamento inicial confirmado, a expectativa passou a ser a finalização do reparo e a liberação do ônibus para seguir viagem até o destino final, encerrando horas de espera e incerteza enfrentadas pelos passageiros ao longo do trajeto.

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