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VÍDEO: Ex-amante de Payet revela que lambia chão e lixo a mando do jogador

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Larissa Ferrari, ex-amante do jogador do Vasco, Dimitri Payet, fez novas revelações sobre a denúncia que representou contra o francês.

Após cinco meses de relacionamento, a advogada registrou boletim de ocorrência onde acusa Payet de tê-la agredido fisicamente, sexualmente e psicologicamente.

Ao programa “Domingo Espetacular”, da TV Record, Larissa conta que Payet ordenava que ela provasse seu amor por meio de atitudes pouco convencionais.

“Eu gravava vídeos onde lambia o chão, lambia o lixo. Eu chorava, mas não pedia pra parar. Fizemos um casamento simbólico a pedido dele. Ele queria que eu provasse meu amor por ele, em atitudes. E ele me deu a ideia de me auto minar. Ele puxou meu cabelo, eu fui pro chão, ele usou força, nós tivemos relações sexuais”, relatou

Payet revelou à justiça que os vídeos eram enviados espontaneamente, e que ela nunca comentou que tinha problemas psicológicos ou psiquiátricos. Ele afirma que nunca agrediu Larissa fisicamente ou a obrigou a qualquer prática, uma vez que elas eram feitas em comum acordo. Payet diz que Larissa queria continuar com o relacionamento na França. Mas ele negou.

O ministério público pediu o arquivamento do inquérito.

O advogado de Larissa, Pedro Pontes, diz que o arquivamento não é definitivo e que está preparando recurso.

Larissa x Payet

A advogada Larissa Ferrari, ex-amante do jogador do Vasco Dimitri Payet, fez novas revelações sobre as denúncias que fez contra o francês. Ela o acusa de agressões física, moral, psicológica e sexual.

Em uma série de vídeos publicados em seu Instagram oficial, Larissa Ferrari dá detalhes de situações que, segundo ela, eram brutais e humilhantes.

“Eu me recordo que uma das nossas últimas relações, a brutalidade foi tanta que eu vomitei nele. Eu lembro que ele colocou minha cabeça no vaso sanitário, pediu pra eu lamber, e depois disso me beijava. Eu pensava: ‘Será que vou ter que viver sendo maltratada pra receber carinho?'”, contou a advogada.

Payet nega todos os crimes, admite a relação com Larissa, mas afirma que tudo entre eles era consensual.

O caso

Em depoimento à Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM), no Rio de Janeiro, o jogador do Vasco, Dimitri Payet, negou ter agredido Larissa Ferrari, advogada com quem manteve um relacionamento amoroso até o início deste ano.

Larissa, de 28 anos, registrou um boletim de ocorrência contra o meia vascaíno por violência física e psicológica.

Em entrevista à CNN, Larissa afirmou que manteve uma relação extraconjugal com o atleta entre agosto de 2024 e março deste ano.

Payet confirmou o caso com a amante, afirmou que jamais agrediu Larissa, e revelou que a relação deles era baseada em práticas sadomasoquistas.

Em entrevista à RMC Sport, da França, Larissa Ferrari disse que Payet usava chantagem emocional para obter vantagem sexual. “Estou em tratamento psicológico e psiquiátrico para lidar com essa situação. Minha vida não é mais a mesma”, disse Larissa.

Larissa também juntou à denúncia fotografias com hematomas nas pernas, mas para a defesa de Payet, estas marcas estariam relacionadas a locais onde ocorreram práticas sexuais, com uso cadeiras e outros objetos.

A advogada diz sofrer de transtorno de personalidade Borderline, transtorno de personalidade caracterizado por instabilidade emocional.

Ela relata que o jogador sempre soube desta condição e que, mesmo assim, a submeteu a situações de extremo desconforto, como colocar a cabeça no lixo, no vaso sanitário e tomar a própria urina.

Em seu depoimento, Dimitri Payet admitiu as práticas e afirmou que todas eram consensuais e propostas por Larissa. O atleta afirma que a ex-amante nunca revelou a ele que sofria de qualquer transtorno.

Payet disse em depoimento que Larissa pedia para que ele urinasse nela durante os atos sexuais.

De acordo com informações da jornalista Fábia Oliveira, do portal Metrópoles, Payet contou ainda que, em janeiro deste ano, recebeu da advogada um vídeo em que ela bebia a própria urina e colocava a cabeça dentro do vaso sanitário. Segundo Payet, conteúdo este enviado de forma espontânea por Larissa.

Payet é casado há 18 anos com Ludivine Payet, mãe de seus quatro filhos.

Após apresentar denúncia contra Payet, Larissa entrou com pedido de medida protetiva de urgência contra o jogador.

Vasco se pronuncia

O Vasco, time em que joga Dimitri Payet, emitiu nota sobre o caso.

“O VASCO DA GAMA informa que até o momento não foi notificado por nenhuma autoridade sobre o recente acontecimento envolvendo o atleta Dimitri Payet. O Clube ressalta que o jogador vem colaborando com as investigações e já prestou depoimento à Delegacia de Atendimento à Mulher, como noticiado. O Vasco aguarda o resultado da investigação conduzida pelas autoridades competentes”, diz o comunicado.

CNN

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Richarlison sofre ataques racistas de argentinos após final da Copa

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Amanda Araújo, esposa de Richarlison, usou as redes sociais nesta segunda-feira (20/7) para denunciar os ataques que o jogador e a família receberam após a derrota da Argentina na Copa do Mundo 2026. A influenciadora relatou que ela e o marido receberam ofensas racistas dos torcedores argentinos por mensagens nas redes sociais.

“Depois que eu postei os stories do Richarlison comemorando o gol da Espanha, eu recebi mais de 200 mensagens de argentinos sendo racistas na cara dura. Me mandando emoji de macaco, chamando o Rick [filho do casal] de macaco, me chamando de macaco”, denunciou Amanda Araújo.

As ofensas abertamente racistas da torcida argentina chocou a influenciadora. “Eu fico de cara com o quão abertamente racistas eles foram. Xingaram ele [Richarlison], me xingaram, xingaram meu filho. Sinceramente, se eu pudesse, falaria tudo o que eu penso”, desabafou Amanda.

Em seguida, a influenciadora compartilhou um texto em espanhol para responder aos ataques que a família sofreu. “Se você é argentino e veio no meu direct xingar nosso filho, esse texto é para você”, completou.

Fonte: Metrópoles

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França e Inglaterra disputam o 3º lugar em confronto que pode coroar o artilheiro

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França e Inglaterra entram em campo neste sábado (18), às 18h (horário de Brasília), no Hard Rock Stadium, em Miami, para disputar o terceiro lugar da Copa do Mundo de 2026. Além da medalha de bronze e da premiação milionária, o confronto pode ser decisivo na corrida pela Chuteira de Ouro e por um recorde histórico no Mundial.

O grande destaque da partida é Kylian Mbappé. Com oito gols marcados, o atacante francês divide a artilharia da competição com Lionel Messi e terá a oportunidade de assumir a liderança antes da grande decisão entre Argentina e Espanha, marcada para domingo (19), às 16h, em Nova Jersey.

Apesar da igualdade no número de gols, Messi aparece à frente na disputa pela Chuteira de Ouro por ter distribuído quatro assistências, contra três de Mbappé. Caso o francês balance as redes diante da Inglaterra, poderá ultrapassar o argentino e chegar à final do torneio como artilheiro isolado.

Se ambos terminarem empatados em gols e assistências, o regulamento estabelece como critério de desempate o menor tempo em campo. Nesse cenário, Mbappé leva vantagem por ter atuado menos minutos, o que representa maior eficiência ofensiva.

Além da disputa individual nesta edição da Copa, Mbappé também está muito próximo de alcançar um feito histórico. O francês soma 20 gols em Mundiais e pode igualar ou até superar Lionel Messi, que acumula 21 gols e ocupa uma das primeiras posições entre os maiores artilheiros da história da competição.

Do lado inglês, Harry Kane e Jude Bellingham também seguem vivos na disputa pela artilharia. Ambos marcaram seis gols no Mundial e precisam de uma atuação inspirada para alcançar Messi e Mbappé na tabela de goleadores.

Além do prestígio esportivo, a partida vale uma diferença significativa na premiação. A seleção vencedora receberá 29 milhões de dólares (cerca de R$ 148 milhões), enquanto a derrotada ficará com 27 milhões de dólares (aproximadamente R$ 138 milhões).

Com estrelas em busca de marcas históricas e milhões em jogo, França e Inglaterra prometem um confronto de alto nível na disputa pelo terceiro lugar da Copa do Mundo.

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Árbitro da final da Copa já foi preso em festa com armas e drogas

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A Fifa anunciou, na quinta-feira (16/7), que o esloveno Slavko Vincic será o árbitro responsável por conduzir a partida entre Espanha x Argentina pela final da Copa do Mundo. Apesar do histórico em grandes eventos, como Champions League e Liga Europa, o juiz já foi detido em operação policial.

Em 2020, Vincic foi preso com outros 26 homens e nove mulheres. A acusação contra o grupo era de envolvimento com prostituição, tráfico de drogas e armas. No momento da prisão, o árbitro estava em propriedade rural na Bósnia e Herzegovina.

Na ocasião, autoridades locais informaram que a polícia apreendeu 10 pistolas, medicamentos, cocaína e 10 mil euros em dinheiro (cerca de R$ 60 mil euros na cotação atual). O árbitro foi conduzido à delegacia, prestou depoimento e acabou liberado em seguida.

Vincic foi inocentado das acusações após as investigações. Segundo Slavko Vincic, em entrevista para a imprensa da Eslovênia, ele estava na Bósnia para o que acreditava ser um simples almoço para tratar de negócios.

“Acabei neste rancho por acaso. Tenho minha própria empresa e estava na Bósnia e Herzegovina para uma reunião de negócios. Aceitei um convite para almoçar, o que acabou sendo meu maior erro. Me arrependo disso”, contou Vincic.

Arbitragem em Brasil x Marrocos

Vincic estreou no empate do Brasil com Marrocos por 1 x 1. Deu cartões amarelos para Ibañez e Casemiro. Ele também comandou os jogos Jordânia 1 x 2 Argélia e México 2 x 0 Equador.

Fonte: Metrópoles

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