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Polícia

PF e ICMBio deflagram operação contra caça e pesca ilegal em unidade de conservação federal

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A Polícia Federal e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) deflagraram a Operação Arama, com o objetivo de combater crimes ambientais praticados na Floresta Nacional Mapiá-Inauiní, unidade de conservação federal localizada no Estado do Amazonas.

Durante a ação, seis indivíduos foram presos em flagrante por envolvimento em atividades ilegais de caça e pesca predatória em área protegida. No local foram apreendidos, aproximadamente, 1.200 kg de pescado, 1.000 kg de carne de caça, além de 10 espécimes vivos de tracajá.

Também foram apreendidos diversos materiais utilizados para a prática dos crimes ambientais, como embarcações, motosserras, armadilhas de pesca, armas de fogo, além de mantimentos diversos.

A ação foi realizada em apoio à fiscalização ambiental promovida pelo ICMBio e faz parte de um esforço contínuo para coibir crimes contra a fauna e a flora amazônicas, especialmente em áreas de proteção federal.

Os presos foram conduzidos à Polícia Federal e poderão responder por diversos crimes, tais como pesca e caça ilegais em unidade de conservação, adentrar em unidade de conservação portando apetrechos para caça, transporte de espécies silvestres sem autorização, porte ilegal de arma de fogo, entre outros delitos que poderão ser apurados no decorrer da investigação.

A Operação Arama reforça o compromisso da Polícia Federal com a defesa do meio ambiente e o enfrentamento a práticas criminosas que ameaçam os recursos naturais da região amazônica.

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Polícia

Polícia Militar prende dois foragidos da Justiça em Porto Velho

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A Polícia Militar de Rondônia realizou o cumprimento de dois mandados de prisão em ações distintas desenvolvidas por equipes do 1º Batalhão, reforçando o trabalho permanente de combate à criminalidade e apoio ao Poder Judiciário.

A primeira ocorrência foi registrada durante patrulhamento ostensivo preventivo realizado pela equipe de Patrulhamento Rural na região da Terra Prometida, às margens da BR-319. Durante a abordagem de dois indivíduos em atitude suspeita, os policiais realizaram consulta aos sistemas de segurança pública e constataram a existência de um mandado de prisão em aberto contra um dos abordados. Após a confirmação da ordem judicial, o homem foi detido e apresentado à autoridade competente para as providências legais.

Já em outra ação, o Supervisor do 1º Batalhão prestou apoio ao Centro de Inteligência em uma operação voltada ao cumprimento de mandado judicial na capital. No local indicado pelas equipes de inteligência, os policiais localizaram o alvo da ordem judicial e, após consulta aos sistemas oficiais, confirmaram a existência de mandado de prisão expedido pela Justiça.

O conduzido recebeu voz de prisão, teve seus direitos constitucionais assegurados e foi submetido aos procedimentos legais, sendo posteriormente encaminhado ao sistema prisional para o cumprimento da determinação judicial.

As duas ações demonstram a importância da integração entre o policiamento ostensivo e os setores de inteligência, contribuindo diretamente para a localização e retirada de foragidos de circulação.

O comandante do 1º Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel PM Teixeira, destacou o papel das equipes na efetivação das decisões judiciais:

“O cumprimento de mandados de prisão é uma das formas mais eficazes de fortalecer a segurança pública e garantir que as decisões da Justiça sejam efetivamente cumpridas. Nossas equipes permanecem atentas e atuando diariamente para proteger a sociedade e manter a ordem pública.”

A Polícia Militar de Rondônia segue intensificando as ações de patrulhamento, fiscalização e apoio às operações de inteligência, reafirmando seu compromisso com a segurança da população rondoniense.

Fonte: Polícia Militar

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Polícia

Policiais militares perdem cargos após condenação por esquema de empréstimos ilegais e violência em RO

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Três policiais militares foram condenados e perderam os cargos por participação em um esquema de empréstimos ilegais e cobrança de dívidas com uso de ameaças e violência em Rondônia. Além deles, outros integrantes de uma organização criminosa também foram condenados.

A decisão faz parte da Operação Soldados da Usura, conduzida pelo Ministério Público de Rondônia (MP-RO). Os réus foram condenados por crimes como organização criminosa, usura, extorsão, falsidade ideológica e coação no curso do processo.

As penas variam de acordo com a participação de cada um e chegam a mais de 21 anos de prisão em regime fechado. Há ainda condenações superiores a 17, 15 e 14 anos de reclusão.

A Justiça também determinou o pagamento de indenizações às vítimas e fixou uma indenização por dano moral coletivo de R$ 100 mil, valor que será destinado ao Fundo de Reconstituição de Bens Lesados (FRBL).

A Operação Soldados da Usura foi deflagrada em fevereiro de 2025 e teve como alvo uma organização criminosa suspeita de praticar empréstimos ilegais, cobrar juros abusivos e usar violência para forçar o pagamento das dívidas.

Na primeira fase da operação, três policiais militares e outras seis pessoas foram presas preventivamente, suspeitas de liderar e lucrar com o esquema. Segundo o MP, mesmo após as prisões, parte do grupo que permaneceu em liberdade continuou atuando.

A segunda etapa da ação aconteceu em Porto Velho e Buritis. Ao todo, o objetivo é cumprir sete mandados de prisão preventiva e 13 mandados de busca e apreensão. Também foram bloqueados bens, veículos e valores que somam mais de R$ 2,7 milhões.

As investigações apontam que os suspeitos agiam de forma extremamente agressiva, utilizando armas de fogo, ameaças e violência física para forçar as vítimas a pagar empréstimos com juros abusivos.

Na primeira fase da operação, três policiais militares e outras seis pessoas foram presas preventivamente, suspeitas de liderar e lucrar com o esquema. Segundo o MP, mesmo após as prisões, parte do grupo que permaneceu em liberdade continuou atuando.

A segunda etapa da ação aconteceu em Porto Velho e Buritis. Ao todo, o objetivo é cumprir sete mandados de prisão preventiva e 13 mandados de busca e apreensão. Também foram bloqueados bens, veículos e valores que somam mais de R$ 2,7 milhões.

As investigações começaram após uma denúncia feita à Corregedoria-Geral da Polícia Militar de Rondônia contra policiais militares, apontando indícios de crimes de usura (cobrança de juros excessivos) e extorsão.

Operação Soldados da Usura — Foto: MPRO

De acordo com o Ministério Público, o grupo é suspeito de cometer crimes como lavagem de dinheiro, estelionato, falsidade ideológica, entre outros, que ainda estão em apuração.

G1

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Polícia

Equipe da Atividade Delegada impede furto de motocicleta no centro de Porto Velho

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Durante o patrulhamento preventivo realizado pela Atividade Delegada, na região central de Porto Velho, a equipe foi acionada por um cidadão que transitava pelo local com sua família. A presença ostensiva dos agentes na área permitiu uma resposta rápida logo após uma tentativa de furto ser interrompida por um popular.

O munícipe relatou ter avistado dois indivíduos em atitude suspeita, um deles portando uma mochila de entregas (“beg”), mexendo em uma motocicleta. Ao perceber a movimentação, o cidadão decidiu dar a volta com seu carro e, no momento em que os suspeitos ligaram o veículo, ele gritou anunciando uma abordagem, o que causou o pânico dos criminosos.

Assustados, os indivíduos abandonaram a motocicleta e fugiram em outro veículo que utilizavam para apoio. A equipe da Atividade Delegada chegou ao local no exato momento da fuga, prestando assistência imediata à testemunha e garantindo a segurança do perímetro onde o veículo foi deixado.

A motocicleta foi recuperada e encaminhada pelos agentes para as dependências da Prefeitura, onde permanece à disposição para os trâmites legais. Os agentes destacaram que, embora não tenha havido um confronto direto no momento da chegada, a ação foi fundamental para evitar a consumação do crime e recuperar o bem.

Após o registro da ocorrência e a guarda do veículo, a equipe informou que retornaria ao local do incidente para manter o monitoramento. A estratégia da Atividade Delegada visa coibir novas tentativas, uma vez que existe a possibilidade de os suspeitos retornarem à região para tentar reaver o veículo abandonado ou realizar novas infrações.

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