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Polícia

PF e ICMBio deflagram operação contra caça e pesca ilegal em unidade de conservação federal

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A Polícia Federal e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) deflagraram a Operação Arama, com o objetivo de combater crimes ambientais praticados na Floresta Nacional Mapiá-Inauiní, unidade de conservação federal localizada no Estado do Amazonas.

Durante a ação, seis indivíduos foram presos em flagrante por envolvimento em atividades ilegais de caça e pesca predatória em área protegida. No local foram apreendidos, aproximadamente, 1.200 kg de pescado, 1.000 kg de carne de caça, além de 10 espécimes vivos de tracajá.

Também foram apreendidos diversos materiais utilizados para a prática dos crimes ambientais, como embarcações, motosserras, armadilhas de pesca, armas de fogo, além de mantimentos diversos.

A ação foi realizada em apoio à fiscalização ambiental promovida pelo ICMBio e faz parte de um esforço contínuo para coibir crimes contra a fauna e a flora amazônicas, especialmente em áreas de proteção federal.

Os presos foram conduzidos à Polícia Federal e poderão responder por diversos crimes, tais como pesca e caça ilegais em unidade de conservação, adentrar em unidade de conservação portando apetrechos para caça, transporte de espécies silvestres sem autorização, porte ilegal de arma de fogo, entre outros delitos que poderão ser apurados no decorrer da investigação.

A Operação Arama reforça o compromisso da Polícia Federal com a defesa do meio ambiente e o enfrentamento a práticas criminosas que ameaçam os recursos naturais da região amazônica.

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Polícia

Acusado de matar professora terá prisão preventiva e deverá ser levado ainda hoje ao presídio

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Durante audiência de custódia realizada em regime de plantão na manhã deste sábado (7), a Justiça decidiu converter a prisão em flagrante em prisão preventiva do acusado de matar a professora e escrivã de polícia Juliana Santiago. O investigado deverá ser encaminhado ainda hoje ao sistema prisional.

O crime ocorreu na sexta-feira (6), dentro de uma sala de aula de uma faculdade particular de Porto Velho, e causou grande comoção entre a comunidade acadêmica e a sociedade.

Fonte: TJRO

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Polícia

Após morte de professora, Faculdade Fimca emite nota e decreta luto de três dias

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Após a morte da professora Dra. Juliana Mattos Lima Santiago, vítima de um crime brutal ocorrido na sexta-feira (06), a Faculdade Fimca, por meio da Direção do Grupo Aparício Carvalho, emitiu nota oficial manifestando profundo pesar pela perda, que abalou familiares, amigos e toda a comunidade acadêmica.

Na nota, a instituição destacou a trajetória da professora, ressaltando seu compromisso com a formação jurídica, a excelência acadêmica, a ética e a dignidade. O comunicado também reforça que, embora a violência tenha silenciado sua voz, seu legado permanecerá vivo por meio do exemplo e da dedicação deixados ao longo de sua carreira.

Em solidariedade aos que sofrem com a perda, o Grupo Aparício Carvalho decretou luto institucional de três dias, no período de 07 a 09 de fevereiro de 2026, com a suspensão das atividades acadêmicas em suas unidades. A instituição reafirmou ainda que a educação jamais será vencida pela violência.

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Polícia

Polícia Civil lamenta morte de professora após ataque em faculdade

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A Polícia Civil de Rondônia manifesta profundo pesar pelo falecimento da Escrivã de Polícia Juliana Mattos de Lima Santiago, também professora de Direito Penal.

Profissional dedicada, construiu uma trajetória marcada pelo compromisso com a segurança pública, com a Justiça e com a formação de novos profissionais.

Neste momento de dor, a instituição se solidariza com familiares, amigos e colegas de trabalho.

RELEMBRE O CASO:

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