Polícia
Homem pega 25 anos de prisão por matar companheira com golpe no pescoço
O Ministério Público de Rondônia (MPRO) obteve, nessa sexta-feira(16/5), a condenação de um homem acusado de matar sua companheira em Espigão D’Oeste. O crime ocorreu em contexto de violência doméstica e familiar, após uma série de ações que evidenciaram planejamento e intenção de dificultar as investigações. O réu foi sentenciado a 25 anos, 10 meses e 15 dias de reclusão pelos crimes de feminicídio qualificado, incêndio e fraude processual.
Uma semana antes do assassinato, o homem provocou um incêndio no imóvel onde a vítima morava. Após o crime, fingiu preocupação e ofereceu abrigo em sua casa até que ela conseguisse um novo local para morar. A suposta ajuda, no entanto, foi uma forma de manipulação. Conforme os autos do processo, o objetivo era facilitar a execução do feminicídio, aproveitando-se da situação de vulnerabilidade da mulher e da confiança depositada nele.
O feminicídio aconteceu às vésperas da vítima ir morar na nova casa. Dentro do imóvel onde ambos passaram a residir provisoriamente, o réu matou a companheira por esgorjamento. A forma como o crime foi cometido foi considerada especialmente cruel e causadora de intenso sofrimento. O assassinato aconteceu dentro do lar, ambiente que deveria oferecer proteção e segurança.
Após o homicídio, o réu foi a uma casa noturna e permaneceu no local até a madrugada, em uma tentativa de manter aparência de normalidade. Em seguida, procurou os familiares da vítima, comunicando sua morte e atribuindo falsamente a autoria do crime a outra pessoa. O MPRO apontou essa conduta como uma tentativa de manipular os entes queridos da vítima e interferir nas investigações criminais.
O caso foi julgado pelo Tribunal do Júri da Comarca de Espigão D’Oeste. Durante o julgamento, o Conselho de Sentença reconheceu a autoria e a materialidade do crime, rejeitando as teses apresentadas pela defesa. Foram mantidas as qualificadoras de motivo torpe, uso de crueldade, recurso que dificultou a defesa da vítima e o contexto de violência doméstica. O réu também foi condenado pelos crimes de incêndio e fraude processual.
A vítima tinha 40 anos, era mãe de quatro filhos — três deles ainda crianças — e havia se tornado avó pouco antes do crime. Estava em fase produtiva da vida, com planos de crescimento pessoal e familiar. A perda violenta causou profundo impacto emocional nos familiares.
Fonte: Assessoria do MP/RO
Polícia
Polícia Civil prende quatro suspeitos de envolvimento na morte de cirurgião-dentista
A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da Delegacia de Repressão a Crimes Contra a Vida de Vilhena (DERCCV), deflagrou nesta terça-feira (01/09) a Operação Radix. A ação cumpriu quatro mandados de prisão preventiva e dois de busca e apreensão contra investigados pela morte de um cirurgião-dentista, crime ocorrido em julho de 2024.
As ordens judiciais foram cumpridas de forma simultânea nos municípios de Vilhena e Cacoal, com duas prisões efetuadas em cada localidade. Os envolvidos respondem por homicídio qualificado, integração em organização criminosa armada e obstrução de justiça. As diligências alcançam o braço operacional do grupo, com a definição individualizada da função desempenhada por cada suspeito na preparação e execução do delito.
O nome da operação vem do latim radix (raiz), refletindo a estratégia investigativa de não focar apenas nos executores do crime, mas em desarticular toda a estrutura que sustenta o grupo para erradicar sua atuação de forma definitiva. O material recolhido durante as buscas domiciliares será submetido à perícia técnica para instruir os autos do processo.
Os presos foram conduzidos às respectivas unidades policiais para as providências de praxe e permanecem à disposição do Poder Judiciário.
A Polícia Civil prossegue com as apurações para identificar a totalidade dos envolvidos no crime, reafirmando o compromisso da instituição na elucidação de homicídios e na desarticulação de organizações criminosas em Rondônia.
Fonte: Polícia Civil
Polícia
Motociclista fica gravemente ferida após carro avançar preferencial
Uma motociclista ficou gravemente ferida após se envolver em um acidente de trânsito na manhã desta terça-feira (1º), no cruzamento das ruas Elias Gorayeb e Padre Ângelo Cerri, no bairro Liberdade, em Porto Velho.
Segundo testemunhas, a mulher trafegava pela Rua Elias Gorayeb quando um carro teria avançado a via preferencial e atingido a motocicleta.
A força da batida fez com que a moto ficasse presa ao veículo. A motociclista sofreu ferimentos graves e precisou ser socorrida rapidamente por uma equipe de resgate, sendo encaminhada para uma unidade hospitalar.
A Polícia Militar foi acionada e esteve no local para registrar a ocorrência e apurar as circunstâncias da colisão.

Polícia
Dupla é presa tentando invadir joalheria pelo forro de shopping
Dois homens foram presos pela Polícia Militar na noite desta segunda-feira (31), suspeitos de tentar furtar uma joalheria localizada em um shopping na Avenida Rio Madeira, em Porto Velho.
A ocorrência começou após a equipe de segurança identificar dois homens em atitude suspeita por meio das câmeras. Um deles foi visto na área externa do shopping, enquanto o outro teria entrado no estabelecimento e acessado o forro.
Durante as buscas, um dos suspeitos foi localizado tentando deixar o shopping em um veículo de transporte por aplicativo. O segundo foi encontrado dentro do forro de uma joalheria, onde teria começado a romper a estrutura para conseguir entrar na loja.
Com ele, os policiais encontraram uma mochila contendo diversas ferramentas, como pé de cabra, serras, alicate, chaves, lanterna, marreta, corda e luvas, entre outros objetos.
Segundo o boletim, o suspeito que estava no forro mantinha contato pelo celular com outra pessoa enquanto tentava abrir passagem para a loja. Os aparelhos dos dois foram apreendidos e deverão ser analisados durante a investigação.
A dupla foi presa e encaminhada à Central de Flagrantes. Conforme registrado na ocorrência, os suspeitos são de Brasília e estavam em Porto Velho havia cerca de dois dias.
A Polícia Civil deverá investigar se os envolvidos têm relação com outros furtos e se fazem parte de um grupo especializado em invasões de estabelecimentos comerciais.
