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Polícia

Homem morre em grave colisão entre carro e carreta na BR-364

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Na manhã deste domingo (18/5), um trágico acidente foi registrado na BR-364, a cerca de 15 quilômetros do município de Ji-Paraná, sentido Presidente Médici. A colisão frontal envolveu uma carreta e um veículo de passeio modelo Fiat Punto.

De acordo com informações preliminares, o caminhão seguia em direção a Ji-Paraná, enquanto o automóvel trafegava no sentido oposto, em direção a Presidente Médici. As causas do acidente ainda estão sendo investigadas pelas autoridades competentes.

Imagens compartilhadas por motoristas que passavam pelo local revelam a gravidade do impacto, que resultou na morte de um dos ocupantes do Fiat Punto. A vítima foi identificada como Tiago Gusmão Lucena, morador de Presidente Médici.

O tráfego na rodovia ficou parcialmente interditado durante a manhã, para os trabalhos de resgate, perícia técnica e remoção dos veículos envolvidos. Equipes da Polícia Rodoviária Federal e do Corpo de Bombeiros atuaram no atendimento à ocorrência.

As circunstâncias que levaram à colisão ainda estão sendo apuradas e um laudo oficial deverá ser emitido nos próximos dias.

Polícia

Defesa de preso por atropelar e arrastar mulher pede sigilo em processo por conta de ameaças

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O advogado Marcos Leal, que defende Douglas Alves da Silva, preso por tentativa de feminicídio acusado de atropelar e arrastar Tainara Souza Santos por cerca de um quilômetro em São Paulo, está pedindo sigilo no processo – isso porque o suspeito, a família dele e o defensor estariam sofrendo ameaças em virtude do caso, disse o próprio advogado ao Estadão.

O pedido ainda está sendo analisado pela Justiça. Conforme Leal, Douglas estaria recebendo ameaças de outros presos e de pessoas que entram em contato com ele via redes sociais. O defensor também estaria sendo alvo de críticas e xingamentos, diz. Em uma mensagem que recebeu e mostrada à reportagem, o remetente o ofende e diz que ele não deveria defender Douglas. “Queria ver se fosse a sua filha, seu merda”, diz o texto.

“A sociedade ficou doente. Sou pai de dois filhos. Estou contratando seguranças”, afirma Leal. Ele também diz que precisou pedir apoio para a Polícia Militar do Ceará para reforçar a segurança dos pais de Douglas, que também estariam sofrendo com repressão popular. “Eles são idosos, com quase 80 anos de idade. A mãe precisou ser hospitalizada com toda a situação”.

No último sábado, 29 de novembro, Tainara foi atropelada na saída de um bar na região da Vila Maria, zona norte de São Paulo. Ela ficou presa embaixo do veículo e foi arrastada por cerca um quilômetro, se desprendendo do automóvel perto de um posto de combustível.

Tainara foi socorrida em estado grave e levada para o Hospital Municipal Vereador José Storopolli. Aos 31 anos e com duas filhas, ela precisou amputar as duas pernas e segue internada na UTI, respirando com a ajuda de aparelhos. Segundo a família, o quadro é estável.

A defesa de Douglas afirma que ele não conhecia a vítima e que teria na verdade tentado acertar o carro em um homem com quem teria brigado no bar e de quem teria ouvido ameaça de morte. Já os advogados da família e parentes da vítima apontam que Silva já teria tido um relacionamento breve com a jovem no passado e que teria cometido o crime por ciúmes ao vê-la no bar acompanhada de outro homem.

Um amigo de Douglas, que estava no carro com ele, afirmou em depoimento aos investigadores que, após atropelar a vítima, ele chegou a acelerar o carro com o freio de mão puxado para aumentar a pressão do veículo com o chão e ferir ainda mais Tainara.

Douglas Santos foi preso um dia após o crime em um hotel na zona leste da capital. De acordo com a polícia, ele reagiu à abordagem, sofreu um tiro no braço e foi detido na sequência. Conforme as investigações, o rapaz tinha planos de fugir para o Ceará, onde vivem os seus pais. Ainda de acordo com Marcos Leal, Douglas relatou em audiência de custódia ter sido torturado por agentes e afirmou que teria permanecido com feridas abertas pelo corpo, sem receber atendimento médico adequado.

Questionada sobre as supostas agressões, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que a abordagem “cumpriu todos os requisitos necessários e foi realizada dentro dos parâmetros de legalidade”. A Justiça manteve a prisão após audiência de custódia e Douglas se encontra detido no 26° DP, Sacomã, na zona sul da capital.

Fonte: Notícias ao Minuto

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Ação da Força Tática prende autor de furto e dois receptadores

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Comunica-se à autoridade policial competente que a guarnição de Força Tática do 1º Batalhão da Polícia Militar foi acionada pelo CIOP para averiguar uma denúncia informando que um indivíduo havia sido detido por populares sob suspeita de furto em um sítio localizado nas proximidades.

Segundo informações apuradas pela Equipe Notícias Urgentes, ao chegar ao local os policiais encontraram um rapaz imobilizado por moradores, identificado posteriormente como Khevellyn, autor do furto. Questionado sobre o paradeiro dos objetos subtraídos — um PlayStation Slim preto com um controle, uma TV TCL de 32 polegadas e uma espingarda com 10 munições — ele relatou que havia vendido tudo ao proprietário de um mercado, identificado como Aldemir.

A guarnição então se deslocou até a residência de Aldemir, que informou ter entregado a espingarda ao senhor Tiago, pedindo que ele a escondesse após saber que a casa de Khevellyn já havia sido vasculhada.

Em continuidade às diligências, a equipe foi até a residência de Tiago, que indicou o local onde havia escondido a arma: sob uma árvore nos fundos do imóvel. A espingarda foi localizada e apreendida.

Ao ser novamente questionado sobre os demais objetos furtados, Aldemir afirmou não estar de posse de nenhum outro item além da arma encontrada.

Diante dos fatos, foi dada voz de prisão ao autor do furto e aos receptadores. Todos receberam seus direitos constitucionais e foram apresentados à autoridade policial competente, juntamente com a arma e as munições apreendidas, para as devidas providências.

O uso de algemas foi necessário devido ao número de conduzidos e aos ânimos exaltados no local. O conduzido Khevellyn apresentava lesões pelo corpo e rosto, resultado de agressões sofridas antes da chegada da guarnição. Os agressores não foram identificados.

Fonte: Notícias Urgentes

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Polícia

Funcionário que matou patrão esfaqueado em confraternização de fim de ano é absolvido

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O Tribunal de Justiça de Minas Gerais absolveu Eliandro Bastos, de 36 anos, acusado de matar o empresário Kerli Fabrício durante uma confraternização de fim de ano em dezembro de 2024, em Cláudio. A decisão é de setembro, mas o conteúdo da sentença não foi divulgado porque o processo tramita em segredo de justiça.

Eliandro está em liberdade desde janeiro deste ano, quando deixou o Presídio Floramar, em Divinópolis, após receber o alvará de soltura.

Ao g1, a defesa de Eliandro afirma que a absolvição ocorreu após a análise das provas e depoimentos reunidos ao longo da investigação. Segundo o advogado Pedro Henrique Oliveira Bispo dos Santos, tanto o Ministério Público quanto a defesa se manifestaram pela absolvição, e o juiz entendeu que Eliandro agiu em legítima defesa.

Ele reforçou que, por causa do sigilo, não pode explicar o teor da sentença, mas disse acreditar que o entendimento será mantido na 2ª instância.

“O processo ainda tramita sob o pálio do segredo de justiça, aguardando os trâmites recursais. A defesa acredita em sua inocência e na verdade dos fatos expostos no processo, bem como acredita que a justiça da absolvição pelo reconhecimento da legítima defesa será mantida em 2ª Instância”, concluiu.

Já a família de Kerli recebeu a decisão com outra expectativa. O advogado Gabriel Melo Vieira, que representa os parentes do empresário, afirmou confiar que o TJMG “fará justiça, como lhe é de costume”.

Vieira reforçou que, por causa do segredo de justiça e da seriedade do caso, eventuais manifestações serão feitas somente nos autos e em notas oficiais.

Relembre o caso

O crime aconteceu em um sábado, no dia 21 de dezembro de 2024, quando Eliandro e Kerli discutiram durante a confraternização da empresa, segundo a Polícia Militar (PM).

Kerli teria dito ao funcionário que ele seria demitido da Metal Polo Aramados e Montagem por ser considerado um “funcionário muito caro”. Eliandro era o empregado mais antigo da empresa.

Ainda segundo a PM, já do lado de fora, na portaria social da empresa, Eliandro atingiu o empresário com três facadas. Kerli foi socorrido, mas morreu no Pronto Atendimento Municipal.

Na época, a empresa afirmou que não havia “explicação lógica” para o crime, já que patrão e funcionário eram amigos e Eliandro trabalhava havia muitos anos no local.

“O caso ocorreu após a confraternização e do lado de fora da empresa, na portaria social. Não há uma explicação lógica para o ocorrido, pois infrator e vítima eram amigos e o infrator era o funcionário mais velho da empresa, que está evoluindo significativamente, inclusive, mudou de galpão há pouco mais de um mês”, informou a empresa.

Após esfaquear o patrão, Eliandro fugiu e pediu ao irmão que acionasse a polícia porque queria se entregar. Ele foi encontrado pelos militares e preso. A Polícia Civil registrou o caso como homicídio qualificado por motivo fútil — quando o motivo do crime é considerado desproporcional ou banal.

Como a defesa explicou a legítima defesa

Em janeiro deste ano, o advogado Pedro Bispo já havia explicado ao g1 a tese da defesa. Na época, ele informou que Eliandro havia sido indiciado pela Polícia Civil por homicídio qualificado por motivo fútil, mas que a defesa sustentava a versão de legítima defesa.

Segundo Bispo, após a confraternização, Eliandro teria sido trancado dentro da empresa pelo patrão e fugiu correndo. Ele afirmou que Kerli o alcançou do lado de fora e o arrastou até a portaria social, onde ocorreram as facadas.

“A faca usada no crime estava no local, e ele teria pegado e escondido o objeto para se proteger. Não existem provas de que ele tenha planejado ou desejado matar o patrão. A conduta foi uma reação ao que ele enfrentava naquele momento”, disse o advogado.

Bispo também explicou que a soltura de Eliandro ocorreu após pedido da defesa, que recebeu parecer favorável do Ministério Público.

“O inquérito foi concluído, e, em seguida, entrei com o pedido de revogação da prisão preventiva. No mesmo dia, o Ministério Público se manifestou favoravelmente, considerando a ausência de motivos para que ele continuasse preso. O juiz então decidiu pela soltura e expediu o alvará”, afirmou.

Fonte: G1

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