Polícia
Suspeitos de torturar vítima em assalto rural são presos pela PM
Uma operação conjunta das equipes da Rádio Patrulha 02 e 03, com apoio da Supervisão de Área, nessa quarta-feira (07), resultou na prisão de dois homens suspeitos de envolvimento em um roubo brutal ocorrido no dia 5 de maio, em um sítio localizado na linha Santa Rita, zona rural de Ji-Paraná. O crime foi cometido com extrema violência, incluindo grave ameaça, tortura e espancamento da vítima, que permanece internada em estado grave na UTI.
De acordo com informações apuradas pelas autoridades, os criminosos, armados, invadiram a propriedade rural, subtraíram diversos pertences e agrediram violentamente o morador do local.
Durante diligências realizadas no bairro União 02, os policiais localizaram o principal suspeito. Ele foi abordado no momento em que tentava sair de sua residência, mas, ao perceber a aproximação das viaturas, retornou rapidamente ao interior do imóvel, sendo detido em seguida.
Na revista domiciliar, os policiais encontraram duas munições calibre .38 e uma pequena porção de pasta base de cocaína escondidas dentro de uma máquina de lavar. Após a descoberta, o suspeito confessou participação no crime e levou a equipe até o quintal da casa, onde estavam escondidas, sob pedaços de cerâmica, cinco armas de fogo — entre elas, revólveres, armas de fabricação artesanal e uma pistola calibre 6.35 — além de 12 munições calibre .22, quatro relógios e uma garrucha reconhecida por uma das vítimas.
O detido revelou ainda a identidade de seu comparsa, apontado como o mentor do crime. Os policiais seguiram até o bairro Jardim das Serengueiras, onde localizaram o segundo suspeito. Na residência, foi encontrada uma pequena porção de maconha. Após ser confrontado, o homem também confessou envolvimento, alegando que apenas escondeu dois celulares da vítima. Os aparelhos foram localizados posteriormente, enrolados em papel alumínio, sobre uma árvore próxima à sua residência.
Ambos receberam voz de prisão e foram conduzidos à UNISP para os procedimentos de praxe. A motocicleta utilizada na ação criminosa também foi apreendida.
A Polícia Militar reforça seu compromisso com a segurança pública e segue atuando com rigor para prevenir e reprimir crimes dessa natureza.

Fonte: Assessoria da Polícia Militar
Polícia
Em Rondônia: PRF apreende aproximadamente 25 kg de droga
A Polícia Rodoviária Federal em Rondônia, nesta noite de domingo (1º), apreendeu 24,74 kg de entorpecente, durante comando estático no km 1 da BR-364, em Vilhena. A droga era transportada em um veículo de aplicativo.
Durante a verificação dos equipamentos obrigatórios, os agentes sentiram um forte odor característico de maconha. Ao vistoriarem o compartimento de carga, localizaram diversos tabletes de “skunk” escondidos em malas e caixas. Após diligências, a equipe localizou outro condutor envolvido na mesma empreitada criminosa, que realizava a escolta da carga ilícita.
Os homens e o material apreendido foram encaminhados à Delegacia de Polícia Federal no município, sob o enquadramento nos crimes de tráfico de drogas e associação ao tráfico, para os procedimentos legais cabíveis.
Fonte: Assessoria da Polícia Rodoviária Federal
Polícia
Criança de 4 anos morre e pai fica ferido após máquina derrubar muro de residência
Uma criança, de 4 anos, morreu e o pai ficou ferido, após uma máquina derrubar o muro da casa nesta segunda-feira (2), na Itapevi, na Grande São Paulo.
De acordo com a Prefeitura, equipes estiveram no local e constataram que o acidente ocorreu após o maquinário, de uma empresa de fabricação de blocos instalada no local, colidir e derrubar a estrutura.
O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) chegou a ser acionado para prestar atendimento. Pai e filho foram socorridos e encaminhados ao Pronto-Socorro Central.
A criança não resistiu aos ferimentos e teve o óbito constatado na unidade de saúde. O homem ferido já recebeu alta médica.
Em nota, a Prefeitura diz que lamenta profundamente a perda e que se solidariza com a família.
Fonte: CNN Brasil
Polícia
Polícia frustra atentado terrorista com bombas e prende grupo
A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) deflagrou, nesta segunda-feira (02/02), uma operação que impediu a realização de ataques com uso de explosivos improvisados no Centro da capital fluminense.
A ação, batizada de Operação Break Chain, foi conduzida pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) e resultou, até o momento, na prisão de três pessoas
Segundo a polícia, os investigados planejavam manifestações antidemocráticas com emprego de bombas caseiras e coquetéis molotov.
No Rio de Janeiro, o alvo seria a área em frente à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), no Centro da cidade. Os atos estavam previstos para ocorrer às 14h desta segunda-feira.
A investigação começou após a DRCI identificar grupos de mensagens e perfis em redes sociais criados para organizar protestos simultâneos em diferentes estados do país.

Embora se apresentassem como movimentos apartidários e anticorrupção, os integrantes promoviam discursos de radicalização e incentivavam ações violentas.
Inicialmente, a operação previa o cumprimento de medidas cautelares contra quatro pessoas.
No entanto, novas informações obtidas ao longo da manhã levaram à identificação de outros 13 envolvidos, o que motivou a representação por mais mandados de busca e apreensão, posteriormente autorizados pela Justiça.
Durante a apuração, os investigadores constataram que o grupo, que se autodenominava “Geração Z”, compartilhava instruções para a fabricação de artefatos incendiários improvisados.
Entre os materiais identificados, estavam orientações para montagem de coquetéis molotov e de bombas caseiras contendo objetos como pregos e bolas de gude.
De acordo com a Polícia Civil, o conteúdo analisado apontava estímulo direto a ataques contra estruturas de telecomunicações, prédios públicos, autoridades estatais e centros políticos.
A avaliação dos investigadores é de que as ações planejadas tinham potencial para causar pânico, desordem e risco à população.
Os alvos da operação são investigados por incitação ao crime, associação criminosa e posse, fabricação ou preparo de artefatos explosivos ou incendiários.
Segundo a polícia, todos tinham atuação ativa nos grupos monitorados e participavam do direcionamento das ações, incluindo a escolha de locais considerados sensíveis do ponto de vista institucional.
A operação cumpriu dezenas de mandados de busca e apreensão em endereços localizados na capital, na região metropolitana e no interior do estado. As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos no esquema.
Fonte: Metrópoles
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