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Polícia

Trabalhador morre eletrocutado enquanto realizava serviço de pintura em prédio

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Um trágico acidente de trabalho foi registrado na manhã desta quarta-feira (23), em Guajará-Mirim (RO). O pintor Márcio Souza da Silva, de 41 anos, morreu após sofrer uma descarga elétrica enquanto executava a pintura de um prédio localizado na Avenida Dr. Mendonça Lima, no bairro Caetano.

VEJA TAMBÉM: Trabalhador morre eletrocutado enquanto realizava serviço em prédio

Segundo relatos de testemunhas, o acidente ocorreu quando o cabo do rolo de pintura manuseado por Márcio tocou, acidentalmente, em um fio de alta tensão. A descarga elétrica foi imediata, causando sua morte ainda no local.

Equipes da Polícia Militar foram rapidamente acionadas e isolaram a área para a realização da perícia, conduzida por profissionais da Politec (Perícia Criminal). O Corpo de Bombeiros também esteve presente, mas infelizmente, nada pôde ser feito. O óbito foi constatado ainda no local da ocorrência.

Após os procedimentos periciais, o corpo da vítima foi removido pelo Rabecão da Polícia Civil e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).

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Polícia

Homem apontado como integrante de facção é preso em operação

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Após troca de informações entre forças de inteligência da A.I.A. 4ª CIME, Delegacia de Homicídios de Altamira/PA, Polícia Federal e BOPE/RO, foi cumprido um mandado de prisão contra AZIMILDO CARDOSO DE CARVALHO, conhecido como “Fúria”, apontado como integrante de facção criminosa.

O suspeito foi localizado em Porto Velho durante ação do BOPE de Rondônia.

De acordo com as investigações, ele exerceria função de destaque dentro da organização criminosa Comando Classe A (CCA), com atuação interestadual e possível ligação internacional, além de envolvimento em repasses de ordens e coordenação de ações criminosas.

O indivíduo também é citado em investigações que apuram uma tentativa de roubo de duas aeronaves na região de Itaituba, no Pará.

Após a localização, ele foi preso em cumprimento ao mandado judicial e encaminhado para os procedimentos legais cabíveis.

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BPFron atua na fronteira de Rondônia no combate ao crime transfronteiriço

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A fronteira de Rondônia é uma das regiões mais desafiadoras da Amazônia brasileira, com uma extensa faixa de 1.342 quilômetros com a Bolívia, compreendendo municípios, distritos, comunidades rurais e regiões ribeirinhas cortadas pelos rios Guaporé, Mamoré e Madeira. E é nesse cenário que, desde novembro de 2019, entrou em operação o Batalhão de Polícia de Fronteira e Divisas (BPFron), unidade especializada da Polícia Militar do Estado de Rondônia (PMRO), criado pelo governo do estado.

A sede da unidade está instalada em Nova Mutum Paraná, distrito de Porto Velho, ponto considerado estratégico para o deslocamento rápido de equipes e coordenação das operações. Por lá é feito o policiamento direto na linha internacional Brasil-Bolívia e ações contra o tráfico transfronteiriço.

BPFron em alerta para manter a segurança e combate ao tráfico

Para garantir maior cobertura territorial e rapidez nas respostas, o governo de Rondônia ampliou a estrutura do batalhão com mais uma base operacional em ponto estratégico. A unidade de Nova Brasilândia d’Oeste, implantada em 2023, fortalece o controle de corredores logísticos do crime na Zona da Mata e amplia a interiorização das ações do BPFron. Juntas, as duas bases, garantem apoio logístico, mobilidade das equipes e maior capacidade de reação em áreas sensíveis.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, a presença do BPFron na zona fronteiriça amplia a capacidade de resposta contra crimes ambientais, tráfico internacional e organizações criminosas, promovendo mais proteção às famílias rondonienses.

TECNOLOGIA MODERNA

O BPFron emprega drones com sensores térmicos, equipamentos de visão noturna, sistemas de georreferenciamento, armamentos de menor potencial ofensivo, como armas de choque modelo X2, e modernos sistemas de comunicação tática. Esses recursos elevam a eficiência das equipes em operações noturnas, patrulhamento rural, monitoramento de áreas de mata e incursões em regiões de difícil acesso.

CAPACITAÇÃO ESPECIALIZADA

Os policiais participam constantemente de cursos especializados voltados ao policiamento de fronteira, patrulhamento fluvial, operações em selva, abordagem rural, inteligência policial e enfrentamento ao crime organizado. Entre os avanços recentes, destaca-se a realização do Curso de Operador de Máquinas Pesadas, permitindo apoio em ações de desobstrução de vias clandestinas em operações contra crimes ambientais.

O comandante do BPFron, major PM Felipe Santos das Chagas, explicou que a tropa adentra terrenos difíceis com tecnologia de ponta e ações integradas, fazendo do batalhão uma força estratégica no enfrentamento ao crime organizado e defesa da fronteira. ‘‘Há um patrulhamento constante nas matas e nos rios, com uma tropa especializada na atuação em cenários difíceis. E, se a geografia é um desafio, os treinamentos e as tecnologias nivelam o jogo. Entramos em cena e desarticulamos a logística do crime organizado”, enfatizou.

RESULTADOS EXPRESSIVOS

Nos últimos anos, o BPfron contabilizou um prejuízo superior a R$ 286,5 milhões referente ao crime, resultado de ações ostensivas e repressivas em toda a faixa de fronteira.

Também foram registrados:

  • 437 veículos recuperados;
  • 108 armas de fogo apreendidas;
  • 580 prisões efetuadas;
  • Mais de 12,6 toneladas de entorpecentes retirados de circulação.

INTEGRAÇÃO ENTRE FORÇAS

Outro diferencial do BPFron é a atuação integrada com instituições estaduais e federais. A unidade participa de grandes operações, como: Protetor das Divisas e Fronteiras, Hórus, Guardiões, Iara, Protetor dos Biomas e Dominus.

As ações conjuntas envolvem parcerias com a Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Exército Brasileiro, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), ampliando a capacidade de resposta contra crimes ambientais, tráfico internacional e organizações criminosas.

Fonte: Governo de RO/Policia Militar RO

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Operação Mute reforça segurança em presídio de Porto Velho

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O governo de Rondônia participou, na quarta-feira (20), da 11ª fase da Operação “Mute”, que contou com ações simultâneas em unidades prisionais de todo o país. Em Porto Velho, a operação ocorreu na Penitenciária de Médio Porte – Pandinha, com objetivo de reforçar o controle nas unidades, impedir comunicações ilícitas e enfraquecer organizações criminosas, tanto dentro quanto fora do sistema prisional.

A operação, coordenada pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), contou com a participação da Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) e do Grupo de Ações Penitenciárias Especiais (Gape), que conduziram revistas detalhadas nas celas, com o apoio de cães farejadores treinados para identificar entorpecentes, celulares e outros materiais ilícitos.

A Operação “Mute” faz parte do programa Brasil Contra o Crime Organizado. Em Rondônia, a Sejus segue as diretrizes nacionais para ampliar a segurança, reforçar a inteligência e fortalecer o sistema prisional. A mobilização envolveu 30 policiais penais.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, os investimentos em segurança pública têm fortalecido o trabalho das forças penais e ampliado a capacidade operacional do estado. “Temos investido em tecnologia, capacitação e estrutura para fortalecer o sistema prisional e garantir mais segurança à população. Operações como essa demonstram o comprometimento das forças de segurança no combate ao crime organizado e na preservação da ordem dentro das unidades”, ressaltou.

O policial penal federal, Carlos Vieira, destacou a importância nacional da operação e o trabalho conjunto entre os estados. “A Operação Mute acontece, de 18 a 22 de maio, e entra agora em sua 11ª fase. A Senappen coordena a ação nacional com as polícias penais dos estados e do Distrito Federal. O objetivo é combater comunicações ilícitas no sistema prisional, dificultar o trabalho de organizações criminosas e reforçar a segurança pública.”

ATUAÇÃO INTEGRADA 

As ações desenvolvidas durante a Operação “Mute” seguem protocolos operacionais especializados e utilizam estratégias de inteligência para ampliar o controle estatal nas unidades prisionais. A retirada de celulares e de materiais ilícitos contribui diretamente para a redução de crimes, fortalecendo a segurança dentro e fora das unidades.

O secretário da Sejus, Marcus Rito, afirmou que a atuação integrada fortalece o sistema prisional de Rondônia e torna mais eficientes as ações de segurança. “A integração entre as forças penais e os investimentos do estado é essencial para garantir operações mais eficazes. O trabalho dos policiais penais mostra compromisso com a ordem, a disciplina e a segurança da sociedade.”

Fonte: Secom – Governo de Rondônia

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