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Mais de 1.400 cestas básicas foram entregues pelo governo de Rondônia a famílias atingidas por enchentes
Um total de 1.471 cestas básicas e 25.639 litros de água mineral foram enviados pelo governo do estado, por meio da Secretaria de Estado da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), para 7 municípios, entre eles Porto Velho, em atendimento às prefeituras que solicitaram apoio devido à situação de emergência provocada pelas enchentes de rios em Rondônia. Depois de entregar 60 cestas básicas na terça-feira (15), para famílias do município de Nova Mamoré, o governo voltou a atender, nesta quarta-feira (16), ao município de Porto Velho, com a remessa de 100 cestas básicas para serem entregues às famílias de São Miguel e Silveira, no Médio Madeira.
O primeiro município a solicitar apoio foi Ji-Paraná, que recebeu do governo estadual, por meio da Seas, 150 cestas básicas e 3.600 litros de água potável; para Machadinho d’Oeste foram entregues 83; Pimenta Bueno, 17; Porto Velho 967 cestas em sete remessas e 22.039 litros de água; Costa Marques 158 cestas básicas; Ouro Preto do Oeste, 35; e Nova Mamoré, 60.
O governador de Rondônia, Marcos Rocha, salientou a preocupação do governo do estado com as famílias atingidas pela enchente, considerando que são vários os impactos causados, como alagamento, perda da lavoura e em casos mais extremos até da moradia. “A Defesa Civil segue monitorando os rios para evitar maiores consequências, enquanto outras instituições, como a Seas e Secretaria da Saúde prestam assistência necessária às famílias atingidas.”
A secretária Luana Rocha, ressaltou que todas as medidas foram adotadas para que as famílias em situação vulnerável sejam atendidas no que é mais essencial, a alimentação diária e água potável. “O governo se solidariza com os municípios, em especial com as famílias que sofrem as consequências de mais uma enchente no estado, e estamos empenhados em fazer com que todos se sintam protegidos, com seus direitos preservados”, ponderou.
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Virginia reage a xingamentos no Maracanã: “Humilhação pública”
Após ser alvo de xingamentos no Maracanã durante a partida entre Brasil e Panamá, no último domingo (31/5), Virginia Fonseca se manifestou pela primeira vez sobre o episódio. Sem comentar diretamente as ofensas recebidas, a influenciadora compartilhou uma reflexão sobre violência de gênero em seus stories do Instagram.
A publicação, originalmente feita por um fã-clube e repostada por Virgínia, afirma que a violência contra mulheres pode se manifestar de diferentes formas, para além das agressões físicas.
“Violência não é apenas física, ela também aparece na humilhação pública, no ataque coletivo e no constrangimento transformado em espetáculo”, diz um trecho do texto compartilhado pela influenciadora.
O posicionamento acontece um dia após Virgínia ser hostilizada por parte do público presente no Maracanã. Horas antes, o ex-namorado de Virginia, o jogador Vini Jr., também fez uma publicação no Instagram em defesa da influencer.
Fonte: Metrópoles
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Motociclista cai de cara no asfalto após tentativa de grau – VEJA VÍDEO
Um vídeo que ganhou grande repercussão nas redes sociais mostra o momento em que um motociclista sofre uma queda ao tentar realizar uma manobra conhecida como “grau” em uma via pública.
Nas imagens, o jovem aparece conduzindo a motocicleta com a roda dianteira suspensa, mantendo o equilíbrio por alguns metros. No entanto, ao tentar finalizar a manobra e retornar a moto à posição normal, ele perde o controle da direção e acaba caindo bruscamente no asfalto.
A cena foi registrada por outro motociclista que acompanhava a ação e filmava o percurso. O vídeo rapidamente se espalhou pelas redes sociais, gerando diversos comentários entre os internautas.
Conhecido por compartilhar conteúdos relacionados a manobras com motocicletas, o influenciador envolvido no incidente não sofreu ferimentos graves e passa bem, apesar do susto registrado durante a gravação; veja vídeo
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Correios registram prejuízo de R$ 3,1 bilhões no primeiro trimestre de 2026
Os Correios registraram um prejuízo líquido de R$ 3,158 bilhões no primeiro trimestre de 2026, um aumento significativo em relação ao prejuízo de R$ 1,725 bilhão apurado no mesmo período do ano anterior. O resultado foi divulgado pela estatal neste fim de semana.
Apesar do resultado final negativo, a estatal conseguiu apresentar um lucro bruto de R$ 153,4 milhões, revertendo o prejuízo bruto registrado no início de 2025, o que indica uma melhora na margem operacional direta antes do impacto de despesas administrativas e financeiras.
O relatório contábil da instituição atribui esse desempenho a fatores estruturais e de mercado. A empresa vem enfrentando uma redução persistente nas receitas de serviços postais tradicionais, somada ao acirramento da concorrência em segmentos logísticos mais rentáveis, como o e-commerce.
Além disso, os Correios destacam o custo de manutenção da elevada capilaridade de sua rede, necessária para cumprir a obrigação legal de universalização dos serviços postais, que exige presença em localidades remotas com baixa rentabilidade.
Outro fator que pesou no balanço do trimestre foi o salto nas despesas gerais e administrativas, que passaram de R$ 1,22 bilhões para R$ 2,27 bilhões na comparação anual. Segundo os Correios, esse aumento foi impulsionado por reajustes salariais, pressões inflacionárias e, de forma acentuada, pela revisão de provisões relacionadas a processos judiciais trabalhistas, cíveis e fiscais.
O resultado financeiro também contribuiu para a perda líquida, apresentando um saldo negativo de R$ 636,9 milhões, impactado pelo custo de encargos e comissões de dívidas contraídas para garantir a liquidez da operação.
Para mitigar esses efeitos, a administração dos Correios aposta em um Plano de Reestruturação estruturado em eixos de eficiência operacional, diversificação de receitas e recuperação da previsibilidade financeira.
Com implementação no fim do ano passado, durante a vigência do Plano, a estatal realizou a quitação antecipada de empréstimos com custos elevados e substituiu essas dívidas por uma nova operação de longo prazo com garantia da União, visando aliviar a pressão sobre o caixa no curto prazo.
A consolidação desses resultados positivos, entretanto, permanece sujeita ao cumprimento das metas de modernização e à estabilidade do ambiente econômico.
Fonte: CNN Brasil
