Polícia
Homem é morto a tiros em bar após esfaquear jovem em Porto Velho
Um homem ainda não identificado foi morto a tiros na noite deste domingo (23) em um bar localizado na Linha 17, BR-319, após a ponte sobre o Rio Madeira, em Porto Velho.
De acordo com as primeiras informações, o suspeito teria esfaqueado a filha do caseiro de um sargento da Polícia Militar. Diante da agressão, o sargento reagiu e atirou contra o suspeito, que não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
A Polícia Militar foi acionada, assim como uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que constatou o óbito. A Polícia Civil vai investigar o caso.
Mais informações em breve.
Polícia
Alero exonera secretário-geral preso em operação da PF
A Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero) publicou, no Diário Oficial de quarta-feira (15), uma série de mudanças na estrutura administrativa da Casa, incluindo a exoneração do secretário-geral Rogério Gago da Silva, que foi preso preventivamente durante a Operação Reduto, deflagrada pela Polícia Federal.
Além do secretário-geral, outros servidores também deixaram os cargos. Os atos administrativos foram assinados pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Alex Redano (Republicanos). O Diário Oficial também registrou novas nomeações e outras exonerações.
A Alero informou que as alterações fazem parte de mudanças administrativas, mas não confirmou se as exonerações possuem relação direta com a Operação Reduto.
A operação da Polícia Federal investiga suspeitas de fraude em licitações, desvio de recursos públicos e prática conhecida como “rachadinha”. Durante a ação, 11 servidores da Assembleia foram afastados e dois investigados foram presos. A Justiça também determinou o bloqueio de bens, valores e ativos dos envolvidos, com limite de até R$ 9 milhões.
Entre os alvos da investigação está o presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia, deputado Alex Redano. A Polícia Federal cumpriu mandados de busca no gabinete do parlamentar, na Secretaria-Geral da Presidência da Casa, além de imóveis ligados a ele em Porto Velho e Ariquemes.
Ao todo, a Operação Reduto cumpriu 19 mandados de busca e apreensão, sendo nove em Ariquemes, oito em Porto Velho e dois em Manaus (AM). Durante as diligências, os policiais apreenderam documentos, equipamentos eletrônicos e outros materiais que serão analisados no decorrer das investigações.
Segundo a Polícia Federal, o caso começou a ser apurado em 2024 após relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontarem movimentações financeiras consideradas suspeitas envolvendo uma empresa de Manaus com contratos públicos em Rondônia.
Com o avanço das investigações, a PF identificou movimentações superiores a R$ 9 milhões que, segundo os investigadores, seriam incompatíveis com a capacidade financeira declarada pelos envolvidos.
A apuração aponta duas linhas principais de investigação: uma relacionada a possíveis fraudes em processos licitatórios e direcionamento de contratos públicos em Ariquemes; e outra envolvendo suposto desvio de recursos por meio de servidores comissionados da Assembleia, em um esquema caracterizado pela polícia como “rachadinha”.
A Justiça determinou ainda o bloqueio de bens, valores em contas bancárias e criptoativos dos investigados. Durante a operação, também houve apreensão de dinheiro em espécie.
As investigações continuam com análise do material recolhido e busca por novos elementos que possam esclarecer a participação de cada suspeito.
Em nota, a Prefeitura de Ariquemes afirmou que está colaborando com as autoridades e fornecendo as informações solicitadas. A administração municipal declarou que, até o momento, não há conclusão sobre irregularidades envolvendo o município.
A Assembleia Legislativa de Rondônia informou que acompanha o andamento da operação e permanece à disposição dos órgãos responsáveis pela investigação, reforçando que segue princípios de transparência e legalidade.
Polícia
Babá é presa suspeita de produzir e vender imagens de crianças a empresário
A cuidadora de crianças Tafnes Cavalheiro de Souza, de 19 anos, teria usado o acesso que tinha às vítimas para produzir e repassar conteúdos ao empresário Fábio Serafim de Oliveira, de 42 anos, segundo a Polícia Civil. Presa desde junho, ela confessou participação nos crimes e, a partir do depoimento e dos dados extraídos do celular dela, os investigadores chegaram ao empresário, alvo da Operação Puer Defensus em Sorriso (MT), nesta quarta-feira (15).
Além deles, a esposa do empresário foi alvo da operação, mas não foi presa, somente alvo de busca e apreensão. O Primeira Página busca contato da defesa dos investigados para obter a versão deles.
Conforme apuração, as investigações iniciaram após uma parente de uma das crianças vítimas dos supostos abusos presenciar uma situação em que a criança praticou um ato sexual com outra, por acreditar que seria normal.
Ao questionar a vítima, foi informada que teria sido ensinada a praticar aquele ato na presença da babá e de um homem. O caso levou a denúncia na Polícia Civil de Sorriso, que iniciou as investigações.
Ao ser presa em junho, a babá confessou as práticas em depoimento. O empresário foi encontrado como contato do celular da babá com conversas em que trocavam conteúdos. Eles teriam se conhecido quando a jovem trabalhou para o empresário.
Posteriormente continuaram mantendo contato. A jovem vendia fotos e conteúdos de si mesma ao homem, por valores de R$ 150. Contudo, com o tempo, o investigado passou a pedir também imagens de crianças as quais ela tinha acesso.
Segundo as investigações da Polícia Civil, foram vítimas dos dois suspeitos ao menos cinco crianças, incluindo o filho da babá, de 1 ano e 8 meses. Outras quatro crianças ficavam sob os cuidados da mulher, sendo duas parentes dela e outras duas filhos de amigas com idades entre 4 e 8 anos.
Os supostos abusos teriam ocorrido ao longo de 7 meses, entre agosto de 2025 a março de 2026. É dito ainda que o homem oferecia balas e moedas às crianças para tentar atrai-las para os abusos. A mulher teria praticado os abusos também.
Foi constatado que os investigados apagaram de seus telefones celulares diversos conteúdos e conversas, que serão recuperados pela perícia. Partes deles já foi obtido no celular da mulher, já o do homem ainda passará pela extração de dados.
Eles devem responder por ao menos 10 crimes praticados por diversas vezes, entre eles: estupro de vulnerável, produção de pornografia infantil, compra, favorecimento a prostituição, corrupção de menores, e outros.
O filho da investigada está sob os cuidados de parentes. Ela permanece presa.
Durante o cumprimento das ordens judiciais nessa quarta-feira (15), os policiais apreenderam diversas armas de fogo e munições, aparelhos celulares, computadores, mídias de armazenamento, chip de sistema de câmeras de segurança, fitas VHS e outros objetos na casa do empresário que serão submetidos à perícia.

Fonte: Primeira Página
Polícia
Vereador é alvo da Polícia Civil por suspeita de ameaçar esposa com arma
Um vereador do município de Campo Novo de Rondônia foi alvo de mandados de busca e apreensão cumpridos pela Polícia Civil na quarta-feira (15), durante uma investigação que apura um caso de violência doméstica. O parlamentar é suspeito de ameaçar a própria esposa com uma arma de fogo.
Para preservar a identidade da vítima, o nome do investigado não foi divulgado pelas autoridades.
A operação foi realizada por equipes da 1ª Delegacia de Polícia Civil de Buritis. De acordo com as investigações, a suposta ameaça teria ocorrido no início de junho deste ano.
Por determinação da Justiça, os policiais realizaram buscas na residência do vereador e também em uma propriedade rural pertencente a ele, com o objetivo de localizar a arma que teria sido utilizada na ocorrência. No entanto, conforme informou a Polícia Civil, o armamento não foi encontrado durante as diligências.
O caso segue sob investigação, e a Polícia Civil informou que novas informações poderão ser divulgadas à medida que o andamento do inquérito permitir, sem comprometer as apurações.
