Polícia
Animais silvestres são apreendidos em casa da capital durante operação do BPA e Ibama
Após denúncia anônima ao Ministério Público, uma operação do Batalhão Ambiental de Rondônia (BPA), com o apoio do Ibama, apreendeu vários animais silvestres que estavam em uma residência do bairro Embratel, em Porto Velho.
A denúncia indicava a existência de um galinheiro utilizado para comércio, gerando fortes odores na vizinhança.
Ao chegarem ao endereço, os policiais foram recebidos pela moradora, que autorizou a entrada. Já na varanda da residência, a equipe percebeu forte odor de dejetos de aves. No quintal dos fundos, os agentes identificaram uma grande criação de aves de diversas espécies, mantidas em gaiolas chumbadas ao piso de alvenaria, sem estrutura adequada para manejo e bem-estar.
Além das aves domésticas, a fiscalização constatou a presença de animais silvestres mantidos ilegalmente em cativeiro, sem autorização ambiental. Foram encontrados um macaco, um jabuti, uma arara, um papagaio e um Juriti.
Os animais foram apreendidos e encaminhados ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas, para reabilitação e possível reintegração à natureza.
No local também foram identificadas mais de 60 aves domésticas, incluindo galinhas, calopsitas, filhotes de pavão, codornas, entre outros.
A moradora negou qualquer atividade comercial com os animais e afirmou que a criação era exclusivamente para consumo próprio. Durante a fiscalização, nenhuma máquina de cartão, comprovante de pagamento ou outro indício de comércio foi encontrado, e nenhum vizinho compareceu ao local para confirmar a denúncia.
Sobre os animais silvestres, a moradora demonstrou grande apego emocional, relatando que os mantinha há décadas. Disse que teria trazido todos do sítio onde morava anteriormente. Segundo ela, a propriedade foi perdida por determinação judicial, e agora tenta reaver o imóvel para devolver os animais ao ambiente original.
Os policiais esclareceram à moradora que os animais silvestres seriam encaminhados ao Cetas, e que ela poderia buscar, via judicial, o reconhecimento do vínculo afetivo, caso desejasse contestar a apreensão.
Polícia
Homem mata freira de 82 anos e diz que “ouviu vozes” antes do crime
O homem que invadiu um convento no município de Ivaí (PR) e matou uma freira de 82 anos afirmou, neste domingo (22/2), que cometeu o crime porque “ouviu vozes” que diziam que deveria matar alguém.
A vítima se chamava Nadia Gavanski, era da Congregação das Irmãs Servas de Maria Imaculada e tinha 55 anos de vida religiosa.
Em depoimento à Polícia Civil do Paraná, o homem, que não teve a identidade divulgada, afirmou que fez uso de crack e álcool durante a madrugada e que, depois disso, passou a ouvir as vozes.
Ele pulou o muro e invadiu o convento, onde foi surpreendido por Nadia. A freira questionou sua presença no local, e ele respondeu que estaria trabalhando em um evento.
Segundo a versão apresentada pelo suspeito, Nadia não acreditou na explicação. Nesse momento, ele a empurrou. A idosa caiu e começou a pedir ajuda.
O homem afirmou que, em seguida, a atacou e a asfixiou. Disse não ter desferido golpes diretos na cabeça da vítima, mas admitiu que ela pode ter se ferido na queda. O suspeito também negou ter cometido violência sexual ou ter tido a intenção de furtar objetos.
Segundo a Polícia Militar do Paraná, o corpo de Nadia apresentava sinais de agressão. De acordo com o boletim de ocorrência, o homem foi detido em flagrante enquanto tentava fugir e estava com sangue nas mãos e nas roupas.
Quem era a freira assassinada no Paraná
Nascida em 18 de maio de 1943, filha de José e Ana Gavanski, Nadia tinha sete irmãos.
Ingressou na vida religiosa em 12 de fevereiro de 1971, realizou o noviciado em 8 de dezembro do mesmo ano, professou os primeiros votos em 8 de dezembro de 1973 e fez os votos perpétuos em 2 de fevereiro de 1979.
Ao longo de sua vida, atuou em diversas comunidades do Paraná, incluindo Dorizon, Irati, Linha B, Ivaí, São Pedro, Esperança, Itapará, Marcondes, Marcelinho, Ponte Alta e Prudentópolis.

Uma amiga da freira, a irmã Deonisia Diadio, relatou ao Metrópoles que Nadia sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) no passado e não se comunicava pela fala.
Fonte: Metrópoles
Polícia
BPTAR prende dupla com arma dentro de carro no interior de Rondônia
Uma ação da Polícia Militar resultou na prisão de suspeitos durante a Operação Dominus, realizada por equipes do Batalhão de Policiamento Tático de Ação e Reação (BPTAR) na RO-133, no município de Machadinho do Oeste (RO).
De acordo com as informações apuradas, os policiais realizavam patrulhamento ostensivo na região quando abordaram um veículo com indivíduos em atitude considerada suspeita. Durante a revista, os militares localizaram uma arma de fogo e outros materiais que seriam utilizados em atividades ilícitas.
Os envolvidos receberam voz de prisão e foram conduzidos à unidade policial, onde ficaram à disposição da Justiça. A ocorrência foi registrada e o armamento apreendido.
A Polícia Militar destacou que a Operação Dominus tem como objetivo intensificar o combate à criminalidade, ampliar a presença policial nas rodovias estaduais e reforçar a sensação de segurança na região do Vale do Jamari.
Polícia
Tragédia no Rio Grande: seis mortos, entre eles uma criança, após lancha bater em píer
Seis pessoas morreram e outras nove ficaram feridas em um grave acidente envolvendo uma lancha na noite deste sábado (21), por volta das 23h30, às margens do Rio Grande, na divisa entre Minas Gerais e São Paulo.
De acordo com o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, a embarcação partiu de Franca, no interior paulista, e transportava 15 ocupantes quando colidiu violentamente contra a estrutura de um píer. O acidente ocorreu na margem mineira do rio, no município de Sacramento.
Com o impacto, seis pessoas morreram no local. Entre as vítimas estão três mulheres, dois homens e uma criança de apenas 4 anos. As identidades ainda não haviam sido divulgadas até a última atualização.
Os nove sobreviventes foram inicialmente socorridos por equipes da Defesa Civil. Três deles precisaram ser hospitalizados na cidade de Rifaina (SP), enquanto os demais apresentaram ferimentos leves e não correm risco de morte.
Ainda segundo o Corpo de Bombeiros, o piloto da lancha, que também morreu no acidente, não possuía habilitação na categoria Arrais-Amador, exigida para condução desse tipo de embarcação.
As circunstâncias da colisão serão apuradas pelas autoridades competentes. A tragédia gerou grande comoção na região e reacende o alerta sobre a importância da habilitação e do cumprimento das normas de segurança na navegação.
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