Polícia
Animais silvestres são apreendidos em casa da capital durante operação do BPA e Ibama
Após denúncia anônima ao Ministério Público, uma operação do Batalhão Ambiental de Rondônia (BPA), com o apoio do Ibama, apreendeu vários animais silvestres que estavam em uma residência do bairro Embratel, em Porto Velho.
A denúncia indicava a existência de um galinheiro utilizado para comércio, gerando fortes odores na vizinhança.
Ao chegarem ao endereço, os policiais foram recebidos pela moradora, que autorizou a entrada. Já na varanda da residência, a equipe percebeu forte odor de dejetos de aves. No quintal dos fundos, os agentes identificaram uma grande criação de aves de diversas espécies, mantidas em gaiolas chumbadas ao piso de alvenaria, sem estrutura adequada para manejo e bem-estar.
Além das aves domésticas, a fiscalização constatou a presença de animais silvestres mantidos ilegalmente em cativeiro, sem autorização ambiental. Foram encontrados um macaco, um jabuti, uma arara, um papagaio e um Juriti.
Os animais foram apreendidos e encaminhados ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas, para reabilitação e possível reintegração à natureza.
No local também foram identificadas mais de 60 aves domésticas, incluindo galinhas, calopsitas, filhotes de pavão, codornas, entre outros.
A moradora negou qualquer atividade comercial com os animais e afirmou que a criação era exclusivamente para consumo próprio. Durante a fiscalização, nenhuma máquina de cartão, comprovante de pagamento ou outro indício de comércio foi encontrado, e nenhum vizinho compareceu ao local para confirmar a denúncia.
Sobre os animais silvestres, a moradora demonstrou grande apego emocional, relatando que os mantinha há décadas. Disse que teria trazido todos do sítio onde morava anteriormente. Segundo ela, a propriedade foi perdida por determinação judicial, e agora tenta reaver o imóvel para devolver os animais ao ambiente original.
Os policiais esclareceram à moradora que os animais silvestres seriam encaminhados ao Cetas, e que ela poderia buscar, via judicial, o reconhecimento do vínculo afetivo, caso desejasse contestar a apreensão.
Polícia
Técnica em enfermagem sofre parada cardíaca após grave acidente
Uma mulher ficou gravemente ferida após um acidente envolvendo uma motocicleta de aplicativo e um carro de passeio na noite de sexta-feira (5), em Porto Velho. A colisão ocorreu no cruzamento das avenidas Jorge Teixeira e Amazonas.
Segundo informações apuradas pela a equipe do Notícias Urgentes, o motociclista transportava uma passageira quando houve a batida com o automóvel. As circunstâncias do acidente ainda serão apuradas, mas a suspeita é de que a motocicleta tenha avançado o sinal vermelho no momento em que atravessava o cruzamento.
Com o forte impacto, a passageira, que atua como técnica em enfermagem, sofreu ferimentos graves. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas e prestaram os primeiros socorros no local. Durante o atendimento, a vítima apresentou uma parada cardiorrespiratória e precisou ser submetida a manobras de reanimação.
Após vários ciclos de procedimentos realizados pelos socorristas, a mulher recuperou os sinais vitais, foi entubada e encaminhada em estado grave ao Hospital e Pronto-Socorro João Paulo II.
O motociclista sofreu apenas escoriações e não precisou de atendimento de maior complexidade. As causas do acidente deverão ser investigadas pelas autoridades competentes.

Polícia
Investigação revela que mãe guardava bebê no freezer e dormia com o corpo
Um caso que causou grande repercussão em Pernambuco veio à tona após o avanço das investigações sobre a morte de uma bebê de apenas 10 meses de idade. O episódio foi registrado em maio de 2024, no município de Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife.
De acordo com as apurações, a criança, identificada como Sofia Rayane, já estava sem vida há várias semanas quando seu corpo foi encontrado dentro da residência onde morava com a mãe, uma mulher de 27 anos.
As suspeitas começaram a surgir quando familiares perceberam que a menina havia deixado de ser vista com frequência. Segundo relatos, a bebê costumava estar sempre acompanhada da mãe, mas sua ausência prolongada despertou preocupação entre parentes e pessoas próximas.
Ao ser questionada sobre o paradeiro da filha, a mulher apresentou versões diferentes. Em uma das ocasiões, afirmou que a criança estaria sob os cuidados de familiares do pai. Em outro momento, mensagens enviadas a parentes tentavam sustentar a mesma narrativa, levantando ainda mais dúvidas sobre o caso.
Com o passar das semanas e diante da falta de explicações convincentes, familiares decidiram procurar as autoridades para comunicar o desaparecimento da bebê e solicitar uma investigação. A partir daí, os órgãos de segurança iniciaram diligências que levaram à descoberta dos fatos.
As circunstâncias da morte da criança e a conduta dos envolvidos passaram a ser apuradas pelas autoridades competentes. O caso gerou forte comoção e segue sendo acompanhado pelos órgãos responsáveis, que buscam esclarecer todos os detalhes relacionados à ocorrência.

Polícia
Jovem incendeia casa com bebê de 26 dias após briga por maconha
Um jovem de 18 anos foi preso em flagrante na tarde dessa quinta-feira (4/6) após incendiar a própria residência no bairro Jardim Novo Estado, em Sinop (MT), enquanto uma bebê de apenas 26 dias estava dentro do imóvel.
Segundo o boletim de ocorrência obtido pela coluna, o incêndio aconteceu por volta das 13h50. Equipes do Corpo de Bombeiros acionaram a Polícia Militar após controlarem as chamas.
Ao chegar à residência, os policiais encontraram o imóvel já destruído pelo fogo. De acordo com o relato do próprio suspeito aos militares, ele utilizou uma lata de thinner e um isqueiro para iniciar o incêndio no quarto dos pais e, em seguida, espalhou as chamas pelos demais cômodos da casa.
O jovem contou que havia se desentendido com o pai pouco antes do crime, por suspeitar de que ele havia colocado “óleo” em seu cigarro de maconha.
Ainda segundo o documento, o suspeito disse que não sabia que a sobrinha recém-nascida estava dentro da residência no momento em que ateou fogo. Ele contou que imaginava que a criança estivesse no quintal acompanhada da mãe, que é irmã do acusado.
A mulher contou aos policiais que estava na área externa da casa quando viu o irmão sair carregando um isqueiro e uma lata de thinner. Em seguida, percebeu uma grande quantidade de fumaça saindo do imóvel e correu para o quarto onde a filha estava.
Ela conseguiu retirar a recém-nascida em segurança e buscou ajuda dos vizinhos. Apesar da gravidade, ninguém ficou ferido.
Após o incêndio, o jovem ainda tentou apagar as chamas com uma bacia de água, mas não conseguiu controlar o fogo e deixou a residência.
Ele foi localizado pouco depois nas proximidades do imóvel e recebeu voz de prisão. O caso foi encaminhado à Central de Flagrantes e será investigado pela Polícia Civil.
Ele poderá responder por tentativa de homicídio, dano qualificado e incêndio.
Fonte: Metrópoles
