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Política

Deputados definem lideranças de comissões permanentes da Assembleia Legislativa

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Uma reunião realizada no gabinete da presidência que contou com a presença da maioria dos deputados estaduais na tarde de terça-feira, 04, definiu a composição das Comissões Temáticas Permanentes para este segundo biênio da atual legislatura.
Com a eleição da nova mesa diretora que tem como presidente o deputado Alex Redano, o deputado Laerte Gomes como 1° vice-presidente, 2° Vice-presidente: Rosângela Donadon (União Brasil), 1º Secretário Alan Queiroz (Podemos), 2° Secretário Cássio Gois (PSD), 3° Secretário: Edevaldo Neves (PRD) e 4° Secretário: Marcelo Cruz (PRTB), regimentalmente há a necessidade de se recompor as comissões que ficaram assim definidas.

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE REDAÇÃO


DEPUTADO DELEGADO LUCAS – PRESIDENTE – PP

DEPUTADO ISMAEL CRISPIN – VICE-PRESIDENTE – MDB

DEPUTADO JEAN MENDONÇA – PL

DEPUTADO LUIZINHO GOEBEL – PODEMOS

DEPUTADO PEDRO FERNANDES – PRD

DEPUTADO DELEGADO CAMARGO – REPUBLICANOS

DEPUTADA DRª TAÍSSA – PODEMOS

DEPUTADO EYDER BRASIL – 1º SUPLENTE PL

DEPUTADO JEAN OLIVEIRA – 2º SUPLENTE MDB

COMISSÃO DE FINANÇAS, ECONOMIA, TRIBUTAÇÃO, ORÇAMENTO E ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA


DEPUTADO EZEQUIEL NEIVA – PRESIDENTE UNIÃO BRASIL

DEPUTADA IEDA CHAVES – VICE-PRESIDENTE UNIÃO BRASIL

DEPUTADO LAERTE GOMES – PSD

DEPUTADO ISMAEL CRISPIN – MDB

DEPUTADO LUIZINHO GOEBEL – PODEMOS

DEPUTADO JEAN OLIVEIRA – MDB

DEPUTADO JEAN MENDONÇA – PL

DEPUTADO CIRONE DEIRÓ – 1º SUPLENTE UNIÃO BRASIL

DEPUTADO EDEVALDO NEVES – 2º SUPLENTE PRD

COMISSÃO DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE


DEPUTADO DELEGADO CAMARGO – PRESIDENTE – REPUBLICANOS

DEPUTADO LUIZINHO GOEBEL – VICE-PRESIDENTE PODEMOS DEPUTADO LAERTE GOMES – PSD DEPUTADO ISMAEL CRISPIN – MDB

DEPUTADO EDEVALDO NEVES – PRD

DEPUTADO NIM BARROSO – PSD

DEPUTADA DRª TAÍSSA – PODEMOS

DEPUTADO EZEQUIEL NEIVA – 1º SUPLENTE – UNIÃO BRASIL

DEPUTADO EYDER BRASIL – 2º SUPLENTE – PL

COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA


DEPUTADA IEDA CHAVES – PRESIDENTE – UNIÃO BRASIL

DEPUTADO LUIZINHO GOEBEL – VICE-PRESIDENTE – PODEMOS

DEPUTADA CLÁUDIA DE JESUS – PT

DEPUTADO ISMAEL CRISPIN – MDB

DEPUTADA GISLAINE LEBRINHA – UNIÃO BRASIL

DEPUTADO CIRONE DEIRÓ – 1º SUPLENTE – UNIÃO BRASIL

DEPUTADO DELEGADO CAMARGO – 2º SUPLENTE – REPUBLICANOS

COMISSÃO DE SAÚDE, PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA SOCIAL


DEPUTADO LUIS DO HOSPITAL – PRESIDENTE – MDB

DEPUTADA CLÁUDIA DE JESUS – VICE-PRESIDENTE – PT

DEPUTADO JEAN DE OLIVEIRA – MDB

DEPUTADO EYDER BRASIL PL

DEPUTADA DRª TAÍSSA PODEMOS

DEPUTADO PEDRO FERNANDES – 1º SUPLENTE – PRD

DEPUTADA GISLAINE LEBRINHA – 2º SUPLENTE – UNIÃO BRASIL

COMISSÃO DE ESPORTE, TURISMO E LAZER


DEPUTADO NIM BARROSO – PRESIDENTE – PSD

DEPUTADO RIBEIRO DO SINPOL – VICE-PRESIDENTE – PRD

DEPUTADO ALAN QUEIROZ – PODEMOS

DEPUTADO CIRONE DEIRÓ – UNIÃO BRASIL

DEPUTADO EYDER BRASIL – PL

DEPUTADO EDEVALDO NEVES – 1º SUPLENTE PRD DEPUTADA

DRª TAÍSSA – 2º SUPLENTE – PODEMOS

COMISSÃO DE AGROPECUÁRIA E POLÍTICA RURAL


DEPUTADA CLÁUDIA DE JESUS – PRESIDENTE PT

DEPUTADO LUIS DO HOSPITAL – VICE-PRESIDENTE MDB

DEPUTADO LUIZINHO GOEBEL – PODEMOS

DEPUTADO EZEQUIEL NEIVA – UNIÃO BRASIL

DEPUTADO JEAN OLIVEIRA – MDB

DEPUTADO CÁSSIO GOIS – 1º SUPLENTE – PSB

DEPUTADA ROSÂNGELA DONADON – 2º SUPLENTE – UNIÃO BRASIL

COMISSÃO DE INDÚSTRIA, COMÉRCIO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA


DEPUTADO PEDRO FERNANDES – PRESIDENTE – PRD

DEPUTADO RIBEIRO DO SINPOL – VICE-PRESIDENTE – PRD

DEPUTADO EDEVALDO NEVES – PRD

DEPUTADO LUIS DO HOSPITAL – MDB

DEPUTADA GISLAINE LEBRINHA – UNIÃO BRASIL

DEPUTADO EYDER BRASIL – 1º SUPLENTE – PL

DEPUTADA DRª TAÍSSA – 2º SUPLENTE – PODEMOS

COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL EFETIVOS DEPUTADO ISMAEL CRISPIN – PRESIDENTE – MDB


DEPUTADA DRª TAÍSSA – VICE-PRESIDENTE – PODEMOS

DEPUTADO JEAN OLIVEIRA – MDB

DEPUTADO LUIZINHO GOEBEL – PODEMOS

DEPUTADO EYDER BRASIL – PL

DEPUTADO LAERTE GOMES – 1º SUPLENTE – PSD

DEPUTADO DELEGADO LUCAS – 2º SUPLENTE – PP

COMISSÃO DE TRANSPORTES E OBRAS PÚBLICAS – PARTIDO


DEPUTADO LUIZINHO GOEBEL – PRESIDENTE – PODEMOS

DEPUTADO EYDER BRASIL – VICE-PRESIDENTE – PL

DEPUTADA DRª TAÍSSA – PODEMOS

DEPUTADO DELEGADO CAMARGO – REPUBLICANOS

DEPUTADO DELEGADO LUCAS – PP

DEPUTADA IEDA CHAVES – 1º SUPLENTE – UNIÃO BRASIL

DEPUTADA ROSÂNGELA DONADON – 2º SUPLENTE – UNIÃO BRASIL

COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR


DEPUTADO CIRONE DEIRÓ – PRESIDENTE – UNIAO BRASIL

DEPUTADO DELEGADO CAMARGO – VICE-PRESIDENTE – REPUBLICANOS

DEPUTADO MARCELO CRUZ – PRTB

DEPUTADO EYDER BRASIL – PL

DEPUTADO JEAN MENDONÇA – PL

DEPUTADO EDEVALDO NEVES – 1º SUPLENTE – PSD

DEPUTADO CÁSSIO GOIS – 2º SUPLENTE – PSD

COMISSÃO DE DEFESA DOS DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA PARTIDO


DEPUTADO RIBEIRO DO SINPOL – PRESIDENTE – PRD

DEPUTADA ROSÂNGELA DONADON – VICE-PRESIDENTE – UNIÃO BRASIL

DEPUTADO DELEGADO CAMARGO – REPUBLICANOS

DEPUTADO ALAN QUEIROZ – PODEMOS

DEPUTADA GISLAINE LEBRINHA – UNIÃO BRASIL

DEPUTADO DELEGADO LUCAS – 1º SUPLENTE – PP

DEPUTADA DRª TAÍSSA – 2º SUPLENTE – PODEMOS

COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA


DEPUTADO EYDER BRASIL – PRESIDENTE – PL

DEPUTADO DELEGADO LUCAS – VICE-PRESIDENTE – PP

DEPUTADO DELEGADO CAMARGO – REPUBLICANOS

DEPUTADO RIBEIRO DO SINPOL – PRD

DEPUTADO EDEVALDO NEVES – PRD

 DEPUTADO EZEQUIEL NEIVA – 1º SUPLENTE – UNIÃO BRASIL

DEPUTADO CIRONE DEIRÓ – 2º SUPLENTE – UNIÃO BRASIL

COMISSÃO DE DEFESA DOS DIREITOS DA CRIANÇA, ADOLESCENTE, DA MULHER E DO IDOSO DEPUTADA GISLAINE LEBRINHA – PRESIDENTE – UNIÃO BRASIL


DEPUTADA DRª TAÍSSA – VICE-PRESIDENTE – PODEMOS

DEPUTADA ROSÂNGELA DONADON – UNIÃO BRASIL

DEPUTADO ISMAEL CRISPIN – MDB

DEPUTADA IEDA CHAVES – UNIÃO BRASIL

DEPUTADA CLÁUDIA DE JESUS – 1º SUPLENTE PT

DEPUTADO CÁSSIO GOIS – 2º SUPLENTE PSD

COMISSÃO DE HABITAÇÃO E ASSUNTOS MUNICIPAIS


DEPUTADA DRª TAÍSSA – PRESIDENTE – PODEMOS

DEPUTADA GISLAINE LEBRINHA – VICE-PRESIDENTE – UNIÃO BRASIL

DEPUTADO PEDRO FERNANDES – PRD

DEPUTADO LAERTE GOMES – PSD

DEPUTADO CÁSSIO GOIS – PSD

DEPUTADO MARCELO CRUZ – 1º SUPLENTE – PRTB

DEPUTADO EYDER BRASIL – 2º SUPLENTE-  PL

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Política

Saiba quando começa a valer o fim da escala 6×1

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Em sessão solene do Congresso Nacional, foi promulgada nesta sexta-feira (16) a Emenda Constitucional nº 141 de 2026, que põe fim à escala de seis dias de trabalho e apenas um de descanso (6×1) e prevê a escala 5×2, com duas folgas por semana. Com isso, a partir de 15 de dezembro de 2026, a nova jornada entra em vigor em todo país, considerando o período de transição de 60 dias estabelecido na lei. 

A emenda também incluiu uma redução gradual da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial, dentro de um período de transição de 14 meses. Após 60 dias, a redução já deverá ser de duas horas semanais. Confira os prazos:

  • escala de 5 dias de trabalho com 2 dias de descanso (após 60 dias); 
  • redução da jornada de 44 horas para 42 horas semanais (após 60 dias);
  • jornada de 42 horas para 40 horas semanais, mantida a escala 5×2 (em 14 meses).  

Horas trabalhadas

No intervalo entre o segundo e o 14º mês após a promulgação, o empregador deverá distribuir, ao longo da semana, as duas horas acima das oito normais de serviço. Se repartidas igualmente, o empregado terá que trabalhar 8 horas e 24 minutos nos cinco dias na semana. 

Finalizada a fase de transição, todos os empregados devem trabalhar, no máximo, oito horas diárias e 40 horas semanais em cinco dias na semana. Para trabalhar mais horas, apenas mediante pagamento de hora-extra. 

Compensação 

O texto permite, excepcionalmente, e mediante convenção ou acordo coletivo de trabalho, que seja estabelecido regime compensatório que permita escala diferente da 5×2. 

Nesses casos, os trabalhadores precisam ser compensados no mesmo “mês-calendário”, garantindo “o gozo de pelo menos um dos dias dentro do período máximo de uma semana de trabalho”. 

Ou seja, um trabalhador pode fazer ainda a escala 6×1, desde que prevista em acordo coletivo. Nesse caso, o dia trabalhado a mais terá que ser compensado com uma folga dentro do mesmo mês.

Ao final desse mês, ele terá que ter gozado, na média, o equivalente a duas folgas remuneradas por semana. 

Terceirizados da administração pública

A regra de transição para os trabalhadores terceirizados do poder público é diferente, sob o argumento de “evitar riscos de descontinuidade na prestação de serviços públicos essenciais executados mediante terceirização”. 

As empresas que prestam serviços para o Estado terão prazo de 12 meses após a promulgação da emenda, e não 60 dias como as demais, para acabar com a escala 6×1 dos empregados. 

Salários acima de 21 mil 

A legislação ainda que a redução da jornada diária não se aplicará aos empregados com diploma de nível superior com remuneração mensal igual ou superior a 2,5 vezes o limite máximo dos benefícios do INSS. Atualmente, essa conta dá R$ 21.188,87. 

Nesses casos, a redução da jornada só ocorrerá por liberalidade do empregador (quando é concedido sem obrigação legal) ou se estiver prevista em acordo ou convenção coletiva de trabalho. O texto, contudo, determina a realização da escala 5×2 nestes casos.  

Fonte: Agência Brasil

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Política

TCE-RO fiscaliza contrato da frota de Guajará-Mirim após aumento de 25%

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Um contrato de gestão e manutenção de veículos públicos teve seu valor ampliado em 25% em Guajará-Mirim, mas a documentação disponível ainda não demonstra suficientemente as necessidades que justificaram o aumento.

Para proteger os recursos municipais e verificar se os preços são vantajosos, o Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE-RO) determinou aprofundar a fiscalização da contratação.

O ajuste passou de R$ 3,46 milhões para R$ 4,33 milhões e foi prorrogado por mais 12 meses, mantendo os quantitativos ampliados. O Tribunal vai examinar os preços, a demanda pelos serviços e as justificativas dos aditivos. Os elementos reunidos ainda não permitem concluir pela ocorrência das irregularidades noticiadas.

A medida foi determinada pelo conselheiro Paulo Curi Neto, por meio da Decisão Monocrática nº 0368/2026-GCPCN, no processo nº 02377/26. A decisão autoriza diligências para esclarecer o planejamento e a execução do Contrato nº 19/2025.

AUMENTO DA DESPESA PRECISA SER JUSTIFICADO

A contratação abrange gestão e manutenção da frota municipal, com fornecimento de peças, rastreamento, monitoramento e telemetria. O município aderiu a uma ata de registro de preços de um consórcio intermunicipal de Minas Gerais.

O valor inicial de R$ 3.461.880,00 recebeu um acréscimo de R$ 865.470,00, passando para R$ 4.327.350,00. Segundo a decisão, considerados o período inicial após o aumento e o período prorrogado, a contratação alcança R$ 8.654.700,00. Esse montante corresponde ao alcance contratual descrito no processo, sem representar prejuízo apurado ou total comprovadamente pago.

Embora exista justificativa formal para o acréscimo, faltam elementos suficientes para demonstrar o dimensionamento inicial, o consumo dos serviços, a frota efetivamente atendida e as demandas que sustentariam o aumento de 25%.

Também será necessário verificar se permanece a necessidade que justificou a ampliação e se sua manutenção é vantajosa no período prorrogado.

DOCUMENTOS VÃO PERMITIR CONFERIR PREÇOS E NECESSIDADES

O TCE-RO determinou que a demanda seja processada como Fiscalização de Atos e Contratos. A equipe técnica poderá requisitar o processo administrativo completo, pesquisas de preços e documentos relacionados à execução dos serviços, ao acréscimo e à prorrogação.

O Tribunal adiou a análise do pedido de medida de urgência por insuficiência documental. A decisão considerou que uma restrição imediata à execução ou aos pagamentos, antes do exame dos documentos, poderia comprometer a continuidade dos serviços relacionados à frota.

Também foi determinado o levantamento do sigilo dos autos, preservados os dados pessoais e as informações protegidas por lei.

Ao conferir os preços e as justificativas para o aumento do contrato, o TCE-RO busca proteger o dinheiro da população e contribuir para sua correta aplicação. Esse trabalho ajuda a verificar se as despesas correspondem às necessidades do município e se as condições contratadas são vantajosas.

Para o cidadão, o valor da fiscalização está nessa relação: cuidar dos recursos públicos é cuidar da capacidade do município de atender às pessoas.

Fonte: TCE-RO

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Política

Senado aprova aumento de limite e perdão de dívida para MEIs

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O Senado Federal aprovou nesta quinta-feira (15) o projeto que aumenta o teto da receita bruta anual do microempreendedor individual (MEI) e o perdão de dívidas inscritas na dívida ativa da União até 13 de outubro de 2026. De forma unânime, a proposta foi aprovada por 78 votos favoráveis e nenhum contrário.

Com a aprovação, o limite vai subir progressivamente dos atuais R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028. Esta é a primeira vez desde 2018 que o teto é reajustado. A matéria já havia passado pela Câmara dos Deputados e agora seguirá para sanção presidencial.

O projeto de Lei Complementar (PLP) 186/26, de autoria do Poder Executivo, estabelece ainda que um MEI possa contratar até dois empregados que recebam exclusivamente um salário mínimo ou o piso salarial da categoria profissional. A legislação atualmente permite a contratação de apenas um empregado.

O texto foi apresentado sob o regime de urgência constitucional. O governo argumentou que a mudança atende a uma demanda recorrente dos microempreendedores, impulsionada pelas discussões sobre a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1, aprovados no Congresso Nacional.

Segundo o relator do projeto no Senado, Carlos Fávaro (PSD-MT), a proposta corrige uma distorção histórica com os microempreendedores brasileiros e com as pessoas que sonham em tocar o próprio negócio.

“O microempreendedor individual representa uma das mais relevantes de políticas públicas de inclusão produtiva implementadas no país. A exposição de motivos informa a existência de aproximadamente 17 milhões de MEIs que serão beneficiados pelo projeto”, destacou na tribuna.

A ampliação do teto de receita bruta, segundo o governo, não representa expansão real do regime, mas recomposição monetária do mesmo patamar fixado em 2018. Desde então, a inflação acumulada supera os 54%, fator que justificaria o reajuste. O impacto orçamentário da expansão será de R$ 1,57 bilhão em 2027, R$ 3,15 bilhões em 2028 e R$ 3,38 bilhões em 2029.

Perdão de dívidas

O projeto também concede anistia integral de dívidas de MEIs, inscritos na Dívida Ativa da União até 13 de outubro de 2026. Cerca de 3,6 milhões de microempreendedores podem ser beneficiados por este perdão e o volume estimado de débitos chega a R$ 12,6 bilhões.

Para ter direito ao benefício, o MEI deverá ficar adimplente no recolhimento dos tributos nos seis meses subsequentes à data de entrada em vigor da lei complementar, sob pena de cancelamento da remissão.

Além disso, o MEI terá que desistir de ações judiciais em curso na data de entrada em vigor da lei complementar. Não haverá pagamento de honorários advocatícios por causa da extinção do processo judicial.

A proposta aprovada também aumenta para R$ 100 mil o limite do valor para realização de licitações destinadas exclusivamente à participação de microempresas e empresas de pequeno porte, atualmente fixado em R$ 80 mil.

Fonte: Agência Brasil

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