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Últimos dias: Seleção do IFRO tem mais de 4 mil vagas disponíveis para cursos

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Terminam dia 24 de janeiro as inscrições do Processo Seletivo Unificado (PSU/IFRO 2025/1) do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia. No total, são ofertadas 4.144 vagas em cursos integrados, subsequentes e de graduação, para os Campi Ariquemes, Cacoal, Colorado do Oeste, Guajará-Mirim, Jaru, Ji-Paraná, Porto Velho Calama, Porto Velho Zona Norte, São Miguel do Guaporé e Vilhena. 

No caso do Campus Porto Velho Zona Norte, há vagas que incluem os polos de Educação a Distância (EaD) para os cursos superiores em polos vinculados ao Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB). O IFRO oferta ensino público, inclusivo, de excelência e gratuito. Não há cobrança de taxa de expediente/manutenção, taxa de inscrição, taxa de matrícula e/ou mensalidade. Mais informações e acesso aos editais neste link: https://selecao.ifro.edu.br/unificado

O Processo Seletivo, conforme campus, curso, turno, modalidade de ensino, possui distribuição de vagas entre ampla concorrência e ações afirmativas, observando a legislação e documentação legal oficial. Há reserva para quem tenha cursado integralmente o ensino fundamental ou médio em escola pública (conforme o nível de ensino almejado), tenha renda familiar conforme especificado em edital, bem como destinado à população preta, parda, indígena, quilombola e para pessoa com deficiência (PcD), como política de inclusão.

As inscrições podem ser feitas até, precisamente, as 23h59 do dia 24/01/2025 (inclusive durante o final de semana e feriados compreendidos nesse período). Para quem necessitar realizar correção de dados cadastrais e confirmação da inscrição (tudo pelo site oficial do IFRO), terá também até o dia 24 de janeiro.

Conforme o cronograma, dia 29/01/25 será publicada a lista dos candidatos inscritos e o Resultado Preliminar. Quem desejar realizar interposição de recursos contra o resultado preliminar, poderá fazê-lo nos dias 30 e 31/01. No dia 06/02/2025, após as 18 horas, será feita a divulgação do resultado dos recursos impetrados, divulgado o Resultado Final e feita a convocação para matrícula em primeira chamada.

A classificação do Processo Seletivo Unificado obedecerá ao número de vagas ofertadas, conforme os quadros de cursos e vagas de cada edital, não havendo nota de corte. Será usada para efeito de classificação, as notas/conceitos constantes no histórico escolar do ensino fundamental (ou do ensino médio para seleção dos cursos superiores ou subsequentes), boletim escolar oficial (ou documento oficial equivalente, que no caso de graduação ou subsequente podem ser, por exemplo, certificações como Provão, ENCCEJA e Enem) serão convertidas para peso 100, com duas casas decimais.

PSU 2025/1

As inscrições para o Processo Seletivo Unificado para ingresso no 1º semestre de 2025 são para vagas em cursos técnicos integrados ao ensino médio, cursos de graduação e cursos técnicos subsequentes ao ensino médio.

Cursos de graduação

Para o nível de graduação, há três diferentes possibilidades (todas para quem já concluiu o ensino médio): a primeira são os cursos superiores de tecnologia, que ofertam formação específica em determinada profissão; a segunda são as licenciaturas, que são cursos para formação de professores; e uma terceira opção são os cursos de bacharelado, com formação de profissionais generalistas.

Há vagas para:

  • Ariquemes (Bacharelado em Agronomia, Licenciatura em Ciências Biológicas e Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas)
  • Cacoal (Bacharelado em Engenharia Agronômica, Bacharelado em Zootecnia, Licenciatura em Geografia, Licenciatura em Matemática, Superior de Tecnologia em Agronegócio, Superior de Tecnologia em Gestão Comercial EaD e Superior de Tecnologia em Gestão Pública EaD)
  • Colorado do Oeste (Bacharelado em Engenharia Agronômica, Bacharelado em Medicina Veterinária, Bacharelado em Zootecnia, Licenciatura em Ciências Biológicas, Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental e Superior de Tecnologia em Gestão Pública EaD)
  • Guajará-Mirim (Licenciatura em Ciências Biológicas)
  • Jaru (Bacharelado em Medicina Veterinária, Superior de Tecnologia em Gestão Comercial e Superior de Tecnologia em Gestão Pública)
  • Ji-Paraná (Bacharelado em Engenharia Florestal, Licenciatura em Química, Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Superior de Tecnologia em Gestão Comercial EaD e Superior de Tecnologia em Gestão Pública EaD)
  • Porto Velho Calama (Bacharelado em Engenharia Civil, Bacharelado em Engenharia de Controle e Automação, Bacharelado em Engenharia Química, Licenciatura em Física e Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas)
  • Porto Velho Zona Norte (Licenciatura em Pedagogia EaD, Superior de Tecnologia em Gestão Comercial, Superior de Tecnologia em Gestão Pública,
  • Polo Ariquemes/RO: Superior de Tecnologia em Gestão Comercial/UAB,
  • Polo Buritis/RO: Superior de Tecnologia em Gestão Comercial/UAB,
  • Polo Chupinguaia/RO: Superior de Tecnologia em Gestão Comercial/UAB,
  • Polo Guajará-Mirim/RO: Superior de Tecnologia em Gestão Comercial/UAB,
  • Polo Nova Mamoré/RO: Superior de Tecnologia em Gestão Comercial/UAB,
  • Polo Porto Velho/RO: Superior de Tecnologia em Gestão Comercial/UAB,
  • Polo Ariquemes/RO: Superior de Tecnologia em Gestão Pública/UAB,
  • Polo Buritis/RO: Superior de Tecnologia em Gestão Pública/UAB,
  • Polo Chupinguaia/RO: Superior de Tecnologia em Gestão Pública/UAB,
  • Polo Guajará-Mirim/RO: Superior de Tecnologia em Gestão Pública/UAB,
  • Polo Nova Mamoré/RO: Superior de Tecnologia em Gestão Pública/UAB,
  • Polo Porto Velho/RO: Superior de Tecnologia em Gestão Pública/UAB,
  • Superior de Tecnologia em Redes de Computadores e Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet),
  • São Miguel do Guaporé (Superior de Tecnologia em Agrocomputação, Superior de Tecnologia em Gestão Comercial EaD e Superior de Tecnologia em Gestão Pública EaD)
  • Vilhena (Bacharelado em Arquitetura e Urbanismo, Licenciatura em Matemática e Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas).

Para os cursos ofertados na modalidade Educação a Distância (EaD) há requisito de realização de atividades presenciais obrigatórias, que ocorrerão no campus/polo em que o aluno estiver matriculado, conforme Calendário Acadêmico da Unidade. O candidato inscrito nesta modalidade de Ensino a Distância (EaD) deverá residir no município da oferta, na zona urbana ou rural. Caso não resida no munícipio da oferta do curso, deverá apresentar o “Termo de compromisso para participar das aulas presenciais”.

Para ler o Edital 88/2024/REIT-CEA/IFRO completo, clique aqui.

Cursos subsequentes

Os cursos subsequentes ao ensino médio oferecem habilitação profissional técnica de nível médio a quem já tenha concluído o ensino médio. Portanto, para ingresso na modalidade presencial ou a distância, é requisito imprescindível que o candidato tenha sido aprovado, sem dependências, no ensino médio, comprovado por meio do Histórico Escolar do Ensino Médio, Boletim Escolar oficial ou documento oficial equivalente.

Ofertam vagas nesta modalidade de ensino:

  • Guajará-Mirim (Técnico em Enfermagem),
  • Jaru (Técnico em Zootecnia),
  • Porto Velho Calama (Técnico em Edificações e em Eletrotécnica),
  • Porto Velho Zona Norte (Técnico em Finanças)
  • Vilhena (Técnico em Eletromecânica).

Para ler o Edital 87/2024/REIT-CEA/IFRO completo, clique aqui

Fonte: IFRO

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Investigação expõe trituração de pintinhos na indústria de ovos

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Uma investigação da organização Mercy For Animals (MFA) documentou a trituração de pintinhos machos recém-nascidos em um incubatório de grande porte da indústria de ovos na Região Sul do país. Segundo a organização, aproximadamente 35 mil animais foram mortos em um dia na unidade investigada. O nome da empresa foi mantido em sigilo.

Os pintinhos tinham menos de 24 horas de vida e eram colocados em máquinas com lâminas rotativas de alta velocidade. A prática ocorre porque os machos não põem ovos e, segundo a investigação, não apresentam características genéticas consideradas adequadas para a produção de carne. Na cadeia produtiva, eles são separados das fêmeas logo após o nascimento e destinados ao descarte.

A vice-presidente de Investigações da MFA, Luiza Schneider, esclareceu que o objetivo não era investigar uma denúncia específica, mas documentar uma prática representativa de quase toda a indústria. Segundo ela, a questão central é o bem-estar dos animais.

“Os pintinhos recém-nascidos têm plena capacidade de senciência, o que significa capacidade de sentir medo ou dor física. Eles têm o sistema nervoso completamente formado”, disse Luiza.

O material da investigação aponta ainda que os maceradores mecânicos nem sempre provocam a morte imediatamente, o que, segundo a organização, pode prolongar o sofrimento.

A investigação também registrou o descarte de fêmeas. Segundo a MFA, elas eram eliminadas em menor número quando apresentavam anomalias, deformidades, sangramentos ou nascimento prematuro, ou quando excediam a demanda dos criadores.

Alternativas

Uma das alternativas apresentadas pela organização é a chamada sexagem in ovo, tecnologia que identifica o sexo do embrião durante a incubação. Os ovos com embriões machos podem ser retirados antes da eclosão, evitando que os pintinhos nasçam e sejam posteriormente descartados.

A tecnologia já é utilizada em outros países. 

Segundo a organização Innovate Animal Ag, na União Europeia cerca de 130 milhões de um total aproximado de 340 milhões de poedeiras eram provenientes do método em junho deste ano. 

A Alemanha, França, Áustria e Itália adotaram legislações que proíbem a trituração, enquanto a Noruega e a Suíça avançam para eliminação da prática por decisão de mercado.

No Brasil, a primeira máquina de sexagem in ovo foi instalada em julho de 2025 no incubatório da Hy-Line do Brasil, em Nova Granada, no interior de São Paulo. 

A iniciativa teve como cliente-âncora a Raiar Orgânicos, que possui cerca de 400 mil aves e se comprometeu a converter todo o plantel. Os primeiros ovos produzidos com a tecnologia chegaram ao mercado em dezembro daquele ano.

Custos 

A adoção da tecnologia, entretanto, ainda é pequena. De acordo com o panorama elaborado pela Innovate Animal Ag, a máquina instalada no Brasil opera abaixo da capacidade. O documento aponta que o principal obstáculo ainda é financeiro. A estimativa é de que o método convencional custe cerca de R$ 7 por ave no Brasil, enquanto o adicional da tecnologia fique entre R$ 5 e R$ 10 por ave. O que corresponde a um acréscimo de aproximadamente 80% a 150% sobre o preço da ave.

O custo, porém, pode ser diluído ao longo da produção. Segundo o estudo, uma poedeira produz cerca de 350 ovos durante o ciclo, fazendo com que o valor adicional por ave corresponda a poucos centavos de real por dúzia para o consumidor.

Vanessa Garbini, vice-presidente de Relações Institucionais e Governamentais da MFA, avalia que o fato de outros países estarem adotando novas formas de produção é uma prova de que os custos finais não inviabilizam os ganhos da indústria.

“O fato de Suíça e Noruega, por exemplo, implantaram a sexagem in ovo sem nem ter legislação, simplesmente por verem os benefícios que isso traz para os consumidores, mostra que o custo da mudança não é tão grande. Se fosse inviável, não estaria acontecendo na Europa”, argumenta Vanessa.

Há sinais de interesse do setor industrial. As organizações de defesa dos animais citam compromissos públicos de empresas como Planalto Ovos, Grupo Mantiqueira e Korin de suspender a trituração, condicionados à existência de uma tecnologia considerada economicamente acessível e operacionalmente viável.

Em agosto, um encontro nacional sobre sexagem in ovo reuniu representantes de empresas de tecnologia, produtores de ovos, instituições financeiras e órgãos públicos, entre eles o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

Congresso Nacional

No Brasil, ainda não existe uma norma federal específica que proíba ou restrinja o descarte de pintinhos machos. O tema, entretanto, já chegou ao Congresso Nacional, por meio dos projetos de Lei 783/2024 e o 3034/2026

O PL 783/2024, de autoria da deputada Luciene Cavalcante (PSOL-SP), já passou pela Comissão de Meio Ambiente e pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados. 

Segundo a organização, o PL recebeu parecer contrário na Comissão de Agricultura por questões econômicas e deverá seguir para o plenário.

O PL 3034/2026, apresentado pela deputada Helói­s­a Helena (Rede-RJ) em junho, ainda está no início da tramitação.

A Constituição Federal proíbe práticas que submetam animais à crueldade, sem estabelecer distinção entre espécies. A legislação ambiental também trata de maus-tratos. 

Para a MFA, esses dispositivos podem ser utilizados na discussão sobre a prática, embora a avaliação jurídica sobre cada caso caiba às autoridades competentes.

A MFA informou ainda que pretende encaminhar uma denúncia ao Ministério Público para que os órgãos responsáveis avaliem as práticas registradas na investigação.

Consumidor

A mudança também encontra respaldo em pesquisas sobre o comportamento dos consumidores. Levantamento realizado pela Innovate Animal Ag com 1.553 compradores de ovos no Brasil mostrou que 73% se sentem desconfortáveis com o abate de pintinhos machos e 76% concordam que a indústria deveria encontrar uma alternativa.

O mesmo estudo apontou que 79% demonstraram interesse em comprar ovos produzidos com sexagem in ovo. Entre os entrevistados, 76% disseram estar dispostos a pagar mais pelo produto, com uma disposição média de R$ 3,87 por dúzia.

Para Luiza Schneider, a falta de informação ajuda a explicar por que a questão ainda provoca pouca pressão social.

“Há um desconhecimento da população em relação a algumas práticas dessa indústria. Então, há pouca mobilização para que elas não aconteçam”, disse.

Para Vanessa Garbini, quanto mais as pessoas estiverem expostas à realidade, mais fácil será avançar com uma legislação para proibir os maus-tratos contra animais.

“Depois que você sabe o que acontece, não consegue esquecer. Um monte de animais, bebezinhos recém-nascidos rolando em esteiras para serem triturados ainda conscientes. É praticamente impossível uma pessoa não se impressionar com essa atividade”, avalia.

Fonte: Agência Brasil

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Receita barra tentativa bilionária de fraude no salário-maternidade

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A Receita Federal informou nesta terça-feira (8/9) que interceptou uma tentativa bilionária de fraude envolvendo o pagamento de salário-maternidade e evitou um prejuízo superior a R$ 1 bilhão aos cofres públicos.

O esquema, identificado a partir de cruzamento de dados fiscais, envolvia pedidos suspeitos de reembolso do benefício por empresas e microempreendedores individuais (MEIs).

De acordo com o órgão, a análise revelou padrões incompatíveis com as regras do salário-maternidade, como empresas com faturamento muito baixo ou inexistente, ausência de escrituração fiscal e solicitação de valores considerados atípicos.

Também foram identificados casos de pessoas vinculadas a múltiplos pedidos em curto intervalo de tempo e até beneficiárias sem registro de filhos.

Entre as irregularidades, o Fisco destaca um pedido de R$ 500 mil feito por um MEI do setor de entregas, que não tem direito a esse tipo de compensação pela legislação.

Em outros casos, empresas inativas apresentavam solicitações elevadas de reembolso, indicando possível uso de estruturas fictícias para obtenção indevida de recursos.

A RF também apontou a atuação de intermediários que ofereciam soluções para gerar créditos ou restituições de forma rápida, o que acendeu alerta para golpes. O órgão reforça que o acesso ao benefício é gratuito e deve ser feito diretamente pelos canais oficiais.

O salário-maternidade é pago a segurados do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) em casos de nascimento, adoção ou outras situações previstas em lei, com duração de até 120 dias.

Nos últimos anos, o benefício passou a registrar aumento significativo de concessões, o que ampliou a pressão sobre as contas públicas e exigiu maior monitoramento por parte do Fisco.

A Receita informou que seguirá intensificando o cruzamento de informações para identificar irregularidades e coibir o uso indevido de benefícios previdenciários.

“A Receita Federal tem ampliado sua capacidade de detectar fraudes por meio do cruzamento de dados fiscais, previdenciários e cadastrais. Empresas de fachada, vínculos simulados, declarações falsas e tentativas de obtenção indevida de benefícios deixam rastros que podem ser identificados com elevado grau de precisão”, afirmou em nota.

Fonte: Metrópoles

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Anvisa aprova novo medicamento para tratamento de enxaqueca

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Um novo medicamento para o tratamento da enxaqueca foi aprovado nesta terça-feira (8) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O Aquipta (atogepanto) é indicado para adultos que têm pelo menos quatro episódios mensais de enxaqueca. 

De acordo com a agência, a substância atua no bloqueio de uma via envolvida na transmissão da dor. Além disso, é capaz de prevenir o aparecimento das crises. O laboratório que solicitou o registro foi a ABBVIE Farmacêutica, conforme resolução publicada no Diário Oficial da União (DOU). 

Os estudos apontam que o atogepanto é capaz de reduzir “significativamente” o número de dias mensais de enxaqueca.  

Segundo a Anvisa, apesar de existirem opções terapêuticas para prevenção da enxaqueca, “muitas delas não atuam especificamente nos mecanismos fisiopatológicos da doença”. Por essa razão, o Aquipta representa uma nova opção de tratamento oral para prevenção da doença. 

Sobre a doença 

A enxaqueca é caracterizada por crises recorrentes de dor de cabeça de intensidade moderada a grave, frequentemente acompanhadas de náuseas, vômitos e sensibilidade à luz e ao som. 

A doença atinge cerca de 15% da população mundial, com impacto significativo na qualidade de vida.   

Fonte: Agência Brasil

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