Polícia
PRF detém dois homem flagrados transportando ouro ilegalmente na BR-364
A Polícia Rodoviária Federal em Rondônia (PRF-RO) realizou na BR-364, KM 759 (próximo ao Presídio Federal), a apreensão de ouro bruto, sendo transportado sem documentação legal.
Durante o procedimento de fiscalização de trânsito, uma equipe de policiais do Núcleo de Comando de Operações Especiais (NOE-RO), flagrou uma caminhonete Toyota Hillux SW4 realizando manobra de ultrapassagem em local proibido, colocando em risco a vida da equipe e de terceiros.
Ao realizar a abordagem, os servidores notaram certa pressa dos ocupantes do veículo (condutor de 30 anos e passageiro de 29 anos), que vinham da região de fronteira (Guajará-Mirim), sendo que um deles já possuía condenação pela prática do crime de tráfico de drogas.
Ao realizar conferência dos equipamentos obrigatórios (Art. 105 do CTB) dentro do veículo, os agentes identificaram uma porção de ouro “bruto”. Como ambos (motorista e carona) divergiam sobre a propriedade do bem – mas que em nenhuma hipótese teria documentação – foram encaminhados à autoridade policial judicial federal para apuração.
Transportar bem ou matéria-prima da União em desacordo com a Lei pode significar a prática do crime do Art. 2º da Lei 8.176/91 (crime contra a ordem econômica), passível de pena de detenção de (1) um a (5) cinco anos.
Em Rondônia, diversas apreensões de minérios são realizadas todos os anos pelos agentes de polícia que trabalham nas atividades de fiscalização e combate ao crime da regional. Além disso, em 2024¹, durante a primeira etapa da Operação Arco Verde II (abril), a PRF realizou a maior apreensão de minérios já registrados no estado.
Atuando no combate aos crimes ambientais na região amazônica, a PRF mostra-se crucial na preservação dos recursos naturais, bem como no combate ao crime organizado, que explora desenfreadamente as áreas de preservação em grande parte do território nacional. Nesse sentido, as ações específicas de fiscalização de trânsito (Operações), vêm ganhando destaque na regional, principalmente por qualificarem os profissionais de segurança pública, tornando-os especialistas na matéria (o que reflete um melhor aproveitamento do recuso público).
Para saber mais desse trabalho, recomendamos a leitura do artigo “As dinâmicas irregulares e ilegais da cassiterita na amazônia ocidental a partir dos dados de apreensões da Polícia Rodoviária Federal², que traz como um dos autores o Inspetor PRF Gibson (Chefe da Delegacia de Ariquemes).
Polícia
Adolescente é apreendido com arma dentro de escola em Porto Velho
A manhã desta quinta-feira (7) foi marcada por tensão na Escola Estadual Carmela Dutra, em Porto Velho, após um adolescente de 17 anos ser apreendido dentro da unidade escolar com uma faca e uma substância semelhante à maconha.
Segundo informações, a ocorrência teve início após um desentendimento entre estudantes, o que levou à intervenção de policiais militares que atuam no reforço da segurança escolar. Durante a abordagem, o material ilícito e a arma branca foram encontrados com um dos envolvidos.
A situação gerou correria e preocupação entre alunos, professores e servidores. Por medida de segurança, a direção decidiu suspender as aulas e liberar os estudantes mais cedo, evitando que o clima de tensão se agravasse.
O adolescente foi apreendido e encaminhado às autoridades competentes para os procedimentos legais. A substância encontrada deverá passar por análise para confirmação.
O caso repercutiu nas redes sociais e levou o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, a se pronunciar. Em nota, ele destacou a atuação da segurança no local:
Polícia
Foragido por violência doméstica em RO é preso ao ser deportado dos EUA
A Polícia Federal prendeu, nessa quarta-feira (6/5), no Aeroporto Internacional de Confins, em Belo Horizonte/MG, um foragido da Justiça de Rondônia que foi deportado pelas autoridades dos Estados Unidos.
O homem possuía mandado de prisão preventiva expedido pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Vilhena/RO, vinculada ao Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO). Ele responde pelos crimes de ameaça qualificada no contexto de violência doméstica e familiar, injúria qualificada e descumprimento de medidas protetivas de urgência.
Segundo as investigações, mesmo residindo no exterior, o acusado continuava a proferir ameaças e ofensas contra sua ex-companheira, descumprindo determinações judiciais impostas para sua proteção. Em razão da situação, o nome do foragido foi inserido na Difusão Vermelha da Interpol, mecanismo de cooperação internacional voltado à localização e captura de foragidos da Justiça.
Fonte: PF
Polícia
Vendedor de carros é procurado por suspeita de envolvimento em homicídios
A imagem de um vendedor de veículos de Vilhena passou a circular amplamente em grupos de WhatsApp e redes sociais após a Polícia Civil de Rondônia divulgar a foto do investigado, considerado foragido da Justiça.
Lucas Henrique Resende da Silva é alvo de investigação por suposto envolvimento em crimes graves registrados recentemente no município de Ji-Paraná. Contra ele, há um mandado de prisão expedido pela 1ª Vara Criminal da comarca, após pedido apresentado pela Polícia Civil e parecer favorável do Ministério Público.
Segundo informações, Lucas é investigado por participação em uma tentativa de homicídio e também em um homicídio consumado. As vítimas foram identificadas como Fernando dos Reis Souza e Adriyan Geovane Sales Pitangui.
As investigações indicam que os crimes podem ter ligação com disputas entre organizações criminosas rivais pelo controle de áreas de atuação na cidade. Relatórios produzidos pelos setores de inteligência apontam que integrantes de uma facção teriam sido enviados para Ji-Paraná com a finalidade de atacar membros do grupo adversário e retomar territórios dominados pelo tráfico.
Durante o avanço das apurações, os policiais identificaram um veículo Peugeot 207 preto que teria sido utilizado nas ações criminosas. Além disso, registros levantados pela investigação indicam que o suspeito esteve hospedado em um hotel no município.
Mandados de busca e apreensão também resultaram na localização de munições calibre .40 e entorpecentes, elementos que reforçam os indícios reunidos pela investigação.
Na decisão judicial, o magistrado destacou a gravidade dos fatos investigados e a necessidade da prisão temporária para garantir o andamento das diligências. A medida tem prazo inicial de 30 dias, podendo ser prorrogada conforme o andamento do inquérito.
A Polícia Civil continua realizando buscas para localizar o investigado. Informações que possam auxiliar na captura podem ser repassadas anonimamente às autoridades policiais.
