Polícia
Viatura policial capota e cai em igarapé na BR-364, deixando duas policiais feridas
Uma viatura da Polícia Militar (PM) saiu da pista e caiu em um igarapé no Km 952 da BR-364, em Porto Velho, deixando duas policiais feridas. O acidente ocorreu enquanto as agentes faziam o trajeto entre a capital e o distrito de Extrema, ainda sem motivo esclarecido.
Segundo informações, a viatura saiu da pista, colidiu com uma mureta de proteção e capotou, caindo dentro do igarapé. O veículo ficou completamente destruído, com as policiais dentro da água, em meio aos destroços. Uma das agentes sofreu fraturas na perna, enquanto a outra foi encontrada em estado de choque.
Equipes da Polícia Militar e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) chegaram rapidamente ao local e prestaram o socorro necessário. As duas policiais foram encaminhadas a um hospital para atendimento médico. O estado de saúde delas não foi divulgado, mas ambas estão fora de perigo.
A PRF está investigando as causas do acidente, que ainda não foram esclarecidas. O veículo acidentado foi retirado do local, e as autoridades seguem acompanhando a situação.
Polícia
Três traficantes são presos com drogas em residencial popular
Três homens foram presos por suspeita de tráfico de drogas durante uma ação da Polícia Militar na tarde desta sexta-feira (31), no Residencial Popular Porto Belo, localizado no bairro Socialista, zona Leste de Porto Velho.
As prisões ocorreram durante a Operação Caçador, que mobiliza equipes do 5º Batalhão em ações de combate ao crime organizado e ao tráfico de entorpecentes na capital. Enquanto realizavam patrulhamento ostensivo na região, os policiais identificaram três indivíduos em atitude suspeita e decidiram realizar a abordagem.
Segundo a Polícia Militar, durante a revista foram encontradas porções de drogas com os suspeitos. Ao perceberem a presença da equipe, eles ainda tentaram fugir, mas foram alcançados e detidos logo em seguida.
Após a prisão, os três homens foram conduzidos à Central de Flagrantes de Porto Velho, juntamente com os entorpecentes apreendidos. O caso foi apresentado ao delegado de plantão, que adotará as medidas cabíveis.
A Operação Caçador faz parte das estratégias da Polícia Militar para intensificar o combate ao tráfico de drogas e enfraquecer a atuação de facções criminosas em residenciais populares da capital, reforçando a segurança e ampliando a presença policial em áreas consideradas estratégicas.
Polícia
TCE investiga contrato de R$ 450 mil para show de Juliana Bonde em Rondônia
O Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE-RO) instaurou uma fiscalização para apurar possíveis irregularidades na contratação das atrações que se apresentaram durante as comemorações pelos 97 anos de Guajará-Mirim. Entre os artistas contratados estão a banda Bonde do Forró, a cantora Juliana Bonde e o chamado “DJ Maluco”.
De acordo com o órgão de controle, há indícios de que o contrato, firmado por inexigibilidade de licitação no valor de R$ 450 mil, possa ter apresentado sobrepreço. A investigação foi aberta após uma análise técnica apontar divergências entre a proposta inicial e o valor final contratado.
Segundo o relatório, a primeira proposta apresentada pela empresa previa R$ 235 mil para os shows do Bonde do Forró e de Juliana Bonde. Posteriormente, o contrato foi reajustado para R$ 450 mil com a inclusão do “DJ Maluco”, representando um acréscimo de R$ 215 mil.
Para verificar a compatibilidade do valor com o mercado, o TCE comparou a contratação com apresentações semelhantes realizadas em outros estados. A análise apontou que municípios de Mato Grosso e Minas Gerais contrataram o Bonde do Forró por valores significativamente menores durante 2026. Além disso, os técnicos encontraram uma proposta da própria empresa, datada de dezembro de 2025, mantendo o valor de R$ 235 mil para as apresentações da banda e da cantora, sem a participação do “DJ Maluco”.
Outro ponto que será investigado diz respeito ao papel desempenhado pelo “DJ Maluco”. Conforme o relatório, não foram localizados parâmetros de mercado que justificassem o valor atribuído à sua contratação como atração independente. Os técnicos também identificaram informações de que ele atua como produtor musical e integrante da equipe responsável pelo Bonde do Forró, o que levanta dúvidas sobre a necessidade de um contrato separado.
A equipe técnica ainda destacou que todas as apresentações ocorreram no mesmo dia, utilizando a mesma estrutura de palco, som e iluminação, circunstância que reforça a necessidade de esclarecer se o aumento de R$ 215 mil teve justificativa compatível com os serviços efetivamente prestados.
Além da suspeita de sobrepreço, a fiscalização também irá analisar possíveis alterações no objeto do contrato após a proposta inicial, a fundamentação utilizada para a contratação sem licitação e informações de que a formação principal do Bonde do Forró poderia ter outro compromisso na data do evento, realizado em 11 de abril deste ano.
Com a decisão, a apuração preliminar foi convertida em fiscalização formal. A Secretaria-Geral de Controle Externo do TCE-RO ficará responsável por aprofundar as investigações e verificar se houve irregularidades na contratação das atrações artísticas.
Fonte: Notícias Urgentes com informações do G1RO
Polícia
Homem que atacou cachorro com roçadeira é condenado
A Justiça de Rondônia condenou o homem acusado de agredir um cachorro da raça Blue Heeler com uma roçadeira em Colorado do Oeste. A sentença foi proferida na quarta-feira (29) e estabelece pena de 4 anos, 1 mês e 22 dias de reclusão, além do pagamento de indenizações que ultrapassam R$ 14 mil.
O caso ocorreu em março deste ano e teve grande repercussão após o animal sobreviver aos graves ferimentos causados pela agressão. Na decisão, o magistrado reconheceu a prática do crime de maus-tratos contra animal doméstico.
Embora tenha sido condenado, o réu cumprirá a pena inicialmente em regime aberto e poderá recorrer da sentença em liberdade. A decisão também prevê o pagamento de multa fixada em 17 dias-multa.
Na esfera cível, o condenado deverá ressarcir R$ 4.234 referentes às despesas com atendimento veterinário e tratamento do cão. Além disso, foi determinado o pagamento de R$ 10 mil por danos morais coletivos.
A sentença ainda retirou de forma definitiva a posse do animal do antigo tutor. O cachorro permanecerá sob os cuidados da moradora de Cabixi que o acolheu após o episódio, ficando proibido qualquer retorno ao condenado.
A decisão reforça a responsabilização criminal e financeira em casos de maus-tratos contra animais e garante a permanência do cão em um ambiente considerado seguro.
