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Polícia

Empresas acusadas de enganar consumidores em Cacoal são alvo de Ação Civil Pública

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O Ministério Público de Rondônia (MPRO) impetrou uma Ação Civil Pública contra empresas de Cacoal acusadas de enganar consumidores ao vender consórcios como se fossem financiamentos. A ação foi movida pelo promotor de Justiça Diogo Boghossian Soares da Rocha e teve origem em denúncias feitas pelo Procon e pela Delegacia de Polícia Civil.

Conforme as investigações, os consumidores procuravam as empresas para obter financiamentos para a compra de imóveis ou veículos. Durante a negociação, os vendedores prometiam a liberação imediata do valor do financiamento após o pagamento de uma entrada. No entanto, o que era efetivamente contratado era um consórcio, que exige sorteio para contemplação, sem previsão para liberação do valor.

Além disso, os vendedores orientavam os clientes a como responder às perguntas de uma central de atendimento. Essa estratégia era usada para validar o contrato fraudulento, fazendo com que os consumidores acreditassem que estivessem contratando um financiamento legítimo.

Propaganda enganosa

O Procon identificou também irregularidades em materiais publicitários das empresas, que não explicavam o tipo de operação de crédito oferecida. Isso, somado às promessas dos vendedores, induzia os consumidores ao erro. Depoimentos apontam que as vítimas, muitas vezes em situação de vulnerabilidade financeira, transferiam altos valores na expectativa de obter o financiamento.

Os relatos incluem casos graves, como o de uma pessoa que vendeu sua casa para dar entrada em outra e acabou ficando sem nenhum imóvel. O prejuízo total apurado pelo MPRO até agora é de R$ 308.102,50, valor referente às vítimas identificadas.

Ressarcimento

A ação movida pelo MPRO busca a devolução dos valores pagos pelos consumidores, além da responsabilização das empresas e dos vendedores envolvidos. Também foi instaurado inquérito policial para apurar o crime de estelionato.

Consumidor

O direito a relações de consumo adequadas está previsto na Constituição Federal. O MPRO reforça que é direito dos consumidores receber informações claras sobre os produtos ou serviços contratados. O cidadão pode denunciar práticas comerciais ilegais por meio da Ouvidoria do MPRO, pelo número 127, pelo WhatsApp (69) 99977-0180 ou, ainda, pelo Balcão Virtual.

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Polícia

Rondônia e Espírito Santo apreendem 41,5 kg de cocaína em caminhão

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A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Espírito Santo (FICCO/ES) e a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia (FICCO/RO) prenderam, nesta sexta-feira (9/10), em flagrante dois homens por tráfico interestadual de drogas. A ação contou com apoio do Grupo de Operações com Cães da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE/ES)

Durante diligências, as equipes identificaram os suspeitos em posse de 41,5 kg de cocaína ocultados no interior de um motor de caminhão. No local, também foram apreendidos três aparelhos celulares.

A FICCO/ES é composta pela Polícia Federal, pela Polícia Militar, pela Secretaria Nacional de Políticas Penais e pelas Guardas Municipais de Vila Velha, Serra, Cariacica e Viana.

Fonte: Polícia Federal

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Polícia

Jovem desaparece durante pescaria e é encontrado morto no rio Machado

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As buscas por um jovem identificado como Marcos terminaram com a localização de seu corpo na manhã deste sábado (10), nas águas do rio Machado.

Segundo informações do Corpo de Bombeiros, ele havia desaparecido na sexta-feira (9), quando equipes de resgate iniciaram as buscas na região.

Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre as circunstâncias do desaparecimento e da morte.

A notícia causou comoção entre familiares e amigos, que enfrentam a perda do jovem.

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Sitiante morre ao tentar conter incêndio em pasto em Rondônia

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Rosimiro Ramos de Oliveira morreu na tarde de sexta-feira (9) enquanto tentava impedir que um incêndio se espalhasse por uma área de pastagem de sua propriedade, na zona rural de Nova União, em Rondônia.

Conforme os primeiros relatos, o sitiante saiu de casa para combater o fogo, que atingia o pasto e apresentava risco de avançar para uma área próxima. A demora em retornar chamou a atenção de pessoas que foram procurá-lo e o encontraram caído, ainda com sinais de vida.

Ele foi afastado das chamas enquanto os envolvidos tentavam conseguir transporte para levá-lo a uma unidade de saúde. Apesar das tentativas de socorro, Rosimiro morreu antes de chegar ao atendimento médico.

A ocorrência mobilizou a Polícia Militar e uma equipe da Polícia Técnico-Científica (Politec) de Ouro Preto do Oeste, responsável pelos procedimentos periciais. Após os trabalhos no local, o corpo foi liberado para uma funerária.

As informações iniciais deverão ser encaminhadas à Polícia Civil, que ficará responsável por investigar as circunstâncias da morte.

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