Política
Dra. Taíssa defende valorização salarial dos servidores da Emater na Comissão de Agricultura
Reconhecida como um dos pilares do desenvolvimento rural em Rondônia, a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) desempenha um papel fundamental no apoio aos pequenos e médios agricultores. Por meio de seus extensionistas, a instituição promove tecnologias, capacitações e orientações que transformam a produção agrícola e fortalecem a economia do estado. No entanto, desafios como a defasagem salarial têm comprometido a capacidade de atuação desse importante órgão.
Ciente dessa realidade, a deputada estadual Dra. Taíssa Sousa (Podemos), integrante da Comissão de Agricultura da Assembleia Legislativa de Rondônia, tem fortalecido a luta pela valorização dos servidores da Emater. Durante reunião com parlamentares e representantes da instituição, a deputada destacou a importância de investir nos profissionais que estão na linha de frente do desenvolvimento rural.
“A Emater não é apenas uma instituição, é a ponte que conecta o conhecimento técnico ao campo. A valorização deve ser para todos os profissionais, tanto os externos quanto os internos, desde o técnico até o agente de limpeza. São esses servidores que fazem a diferença, garantindo o futuro do agronegócio e da agricultura familiar em Rondônia”, afirmou Dra. Taíssa.
A deputada também cobrou enfaticamente a realização do estudo de impacto orçamentário para que seja possível estabelecer uma data e uma perspectiva realista para a proposta apresentada pelo chefe da Emater. “É importante garantir que não haja ilusão nem a venda de promessas aos servidores”, disse a deputada.
Entre as propostas debatidas na reunião, destaca-se a implementação de uma verba indenizatória de produtividade, que pode representar um avanço significativo na remuneração dos servidores. Essa medida, apresentada pelo diretor-presidente da Emater, Luciano Brandão, prevê reajustes de 70% a 90% de acordo com a formação dos profissionais.
Apesar de avanços importantes na infraestrutura da instituição, como a aquisição de veículos e equipamentos, a falta de reajuste salarial nos últimos 15 anos tem levado à migração de profissionais qualificados para outros órgãos. Atualmente, a Emater conta com 801 servidores, mas enfrenta uma defasagem de 345 profissionais, o que impacta diretamente na capacidade de atendimento aos agricultores.
Como resultado da reunião, a Comissão de Agricultura se comprometeu a intensificar o diálogo com o Governo do Estado, buscando soluções imediatas para a valorização dos servidores. Entre as ações prioritárias estão a aprovação da verba indenizatória e o fortalecimento do quadro de profissionais.
“Investir na Emater é investir em Rondônia. Não podemos deixar que a desmotivação causada pela falta de valorização salarial enfraqueça uma instituição tão essencial. Vamos trabalhar para mudar essa realidade e garantir que nossos técnicos e extensionistas recebam o reconhecimento que merecem”, concluiu Dra. Taíssa.
Assessoria parlamentar
Política
Saiba quem os candidatos à Presidência vão apoiar no 2° turno
Além do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL), o primeiro turno das eleições gerais de 2026 teve outros 11 candidatos à Presidência. Para o 2º turno, a maioria dos postulantes ao Planalto já se manifestaram em que vão apoiar.
Flávio Bolsonaro é quem conseguiu angariar mais aliados. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro obteve apoio público demonstrado por Augusto Cury (Avante), Clariana Barão (DC), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD).
Já Lula recebeu apoio de Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU) e Samara Martins (UP).
Renan Santos (Missão) liberou os apoiadores para votarem em quem preferirem. Rui Costa Pimenta (PCO) pregou voto nulo no 2º turno.
Wilson Grassi (Democrata) ainda não anunciou posicionamento.
Fonte: Metrópoles
Política
Cristiane Lopes critica declaração de Fátima Cleide sobre a Polícia Militar
A deputada federal Cristiane Lopes manifesta repúdio às declarações da deputada estadual eleita Fátima Cleide (PT) sobre o medo da população em relação à Polícia Militar de Rondônia. É lamentável assistir a falas que, na avaliação da parlamentar, podem contribuir para colocar em dúvida a relação da sociedade com as forças de segurança pública.
Rondônia não pode ser tratada com generalizações e discursos que desvalorizem aqueles que diariamente colocam a própria vida em risco para proteger a sociedade.
A Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros e as demais forças de segurança são formadas, em sua grande maioria, por homens e mulheres que trabalham diariamente para garantir a segurança da população, muitas vezes enfrentando condições difíceis e colocando suas próprias vidas em segundo plano.
É legítimo questionar, cobrar e fiscalizar a atuação do Estado. O que não podemos aceitar é transformar toda uma instituição e seus profissionais em alvo de discursos generalizantes. Os desafios da segurança pública precisam ser debatidos com responsabilidade, respeito e disposição para construir soluções concretas.
Quem ocupa um mandato público tem ainda mais responsabilidade com aquilo que fala. Rondônia merece representantes que conheçam sua realidade, respeitem seus profissionais e contribuam para construir soluções, e não discursos que alimentem medo, desconfiança ou divisão.
Manifesto meu total respeito e reconhecimento aos profissionais da segurança pública de Rondônia, homens e mulheres que saem de casa todos os dias sem a certeza de que voltarão, mas seguem cumprindo a missão de proteger a população.
Críticas são legítimas. Desrespeito e generalizações, não.
Rondônia merece respeito. A nossa segurança pública também.
Cristiane Lopes
Deputada Federal por Rondônia
Política
Senado marca votação da PEC que acaba com escala 6×1 para quarta-feira
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, marcou para a próxima quarta-feira (14) a votação em primeiro turno da proposta de emenda à Constituição que põe fim à jornada de trabalho 6×1. Antes de ir a voto, matéria precisa passar por duas sessões de discussão, agendadas para terça (13) e quarta.
Em nota divulgada na noite de sexta-feira (9), Davi reforçou o compromisso de colocar a proposta em votação “com responsabilidade, diálogo e respeito ao rito regimental” (leia a íntegra abaixo). “Caberá a cada senador e a cada senadora decidir com liberdade, consciência e convicção. O Senado segue trabalhando pelos brasileiros”, destacou.
A PEC 221/2019 está em discussão no Plenário após ser aprovada pela Câmara dos Deputados. O texto, que reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais sem corte de salários, foi debatida pelos senadores nesta semana por três sessões seguidas.
De acordo com o Regimento do Senado, depois do primeiro turno, a proposta precisa ser debatida em outras três sessões de discussão. Só então pode ser votada em segundo turno. Por esse rito, a votação da PEC do fim da 6×1 ainda poderia ser concluída em outubro.
A proposta já recebeu 36 emendas, todas rejeitadas pelo relator, o senador Omar Aziz (PSD-AM). Senadores ainda podem apresentar outras emendas em Plenário, entretanto.
Calendário especial
Na quarta-feira (7), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, disse que a votação poderia ocorrer antes disso, caso senadores apresentem requerimento de calendário especial para a PEC.
De acordo com Davi, não há requerimento com essa finalidade apresentado à Mesa. Ele garantiu que, caso seja apresentado, o requerimento será incluído na pauta para deliberação, como ocorre com proposições semelhantes.
— Se o requerimento aparecer, eu vou colocar para deliberação, e o Plenário é soberano, a vontade da maioria vai prevalecer — disse Davi à imprensa.
Para ser aprovada, uma proposta de emenda à Constituição precisa passar por cinco sessões de discussão antes da votação em primeiro turno, e por mais três sessões de discussão para votação em segundo turno, tudo no Plenário.
A primeira sessão de discussão da proposta foi na terça-feira (6) e a segunda, na quarta-feira (7). A terceira sessão de discussão da PEC aconteceu na quinta-feira (8).
Durante a semana, a líder do governo no Senado, senadora Teresa Leitão (PT-PE), disse que está coletando assinaturas para um requerimento de calendário especial, para acelerar a tramitação da proposta. Com isso, haveria a possibilidade de a PEC do fim da 6×1 ter sua votação concluída na penúltima semana de outubro.
Fonte: Agência Senado
