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Polícia Militar e Civil prendem quatro acusados com armas e drogas

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Na manhã desta segunda-feira (30), a Polícia Civil de Rondônia, por meio da Delegacia de Cerejeiras, com o apoio das Delegacias de Vilhena e Colorado do Oeste, bem como da Polícia Militar, deflagrou a Operação Asfixia, cumprindo 10 mandados de busca e apreensão. Com a participação de cerca de 35 policiais, a operação teve como objetivo desmantelar uma rede criminosa de tráfico de drogas na região.

Durante a operação, quatro pessoas foram presas em flagrante, e as equipes apreenderam duas armas de fogo, várias munições, aproximadamente 600g de pasta base de cocaína e cerca de R$ 5.000,00 em dinheiro.

A operação, denominada “Asfixia”, refere-se à interrupção do fornecimento de drogas na cidade, sufocando a organização criminosa responsável pela distribuição de entorpecentes. A investigação durou cerca de 90 dias e foi planejada para desarticular o tráfico de drogas e sua rede de apoio.

A Polícia Civil de Rondônia destaca que a cooperação entre as unidades de segurança pública reitera o compromisso com a proteção da população e com a luta constante contra o crime organizado.

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Homem é preso após invadir casa e agredir ex-companheira na zona Leste

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Um homem identificado como Dheimerson foi preso na noite de segunda-feira (2), suspeito de agredir a ex-companheira na zona Leste de Porto Velho. A identidade da vítima não foi revelada.

De acordo com a Polícia Militar, o homem teria ido até a casa da mulher sob efeito de álcool e tentado retomar o relacionamento. Após a recusa, a vítima se trancou dentro do imóvel.

Conforme relato policial, o suspeito passou a danificar uma das janelas até conseguir entrar na residência. Já no interior do imóvel, ele teria desferido socos na cabeça da ex-companheira. A mulher reagiu, entrou em confronto corporal com o agressor e conseguiu contê-lo até a chegada da guarnição.

Dheimerson foi encaminhado ao Departamento de Flagrantes. Segundo os policiais, ele apresentava escoriações pelo corpo e, durante o registro da ocorrência, questionou se não existia a “Lei José da Pena”, dizendo que a ex-companheira seria “braba demais”.

O suspeito permanece detido e está à disposição da Justiça. O momento da chegada dele ao Departamento de Flagrantes foi registrado.

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Homem é morto a tiros dentro de residência

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Na noite dessa segunda-feira (02), um homem identificado apenas como Jhony foi morto a tiros dentro de uma casa no distrito de São Domingos do Guaporé. O crime gerou apreensão entre os moradores da localidade.

Conforme informações, a vítima não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local, antes da chegada do socorro. A Polícia Militar compareceu à residência, isolou a área e solicitou a presença da perícia técnica para os procedimentos necessários.

Até o momento, não há informações sobre a autoria, motivação ou dinâmica do crime. O caso será investigado pela Polícia Civil, que dará continuidade às apurações após a conclusão dos laudos periciais.

Fonte: Notícias Urgentes com informações do Correio do Vale

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Adolescente foi torturada até a morte; pai e madrasta responderão por feminicídio

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Três familiares da adolescente Marta Isabelly, de 16 anos, foram presos na última terça-feira (24), em Porto Velho (RO), suspeitos de envolvimento na morte da jovem. O caso aconteceu no bairro Jardim Santana. Foram detidos o pai, a madrasta e a avó.

Inicialmente, o pai apresentou uma versão de desaparecimento, mas a investigação apontou que a adolescente estava em cárcere privado havia cerca de dois meses e sofria agressões constantes. A perícia identificou múltiplas lesões graves pelo corpo, além de sinais de negligência e ausência de atendimento médico.

Na manhã desta terça-feira (03), a Polícia Civil de Rondônia realizou uma coletiva de imprensa para apresentar os principais avanços da investigação.

A delegada responsável afirmou que a morte não foi resultado de um fato isolado, mas de um ciclo contínuo de violência. Segundo ela, houve uma sucessão de torturas, castigos físicos, humilhações e sofrimento prolongado, tanto físico quanto psicológico. A autoridade destacou que Marta teve uma morte lenta, progressiva e dolorosa.

As investigações revelaram que a adolescente nasceu na Paraíba e veio morar com o pai em Rondônia por volta dos 9 ou 10 anos. Com o tempo, passou a sofrer agressões constantes. Ela foi retirada da escola sob a falsa alegação de que seria transferida para o Nordeste, mas permaneceu isolada dentro de casa, sem contato com o meio social.

De acordo com a Polícia Civil, há cerca de dois meses e meio Marta passou a permanecer em cárcere privado. Nesse período, as agressões teriam se intensificado. Ela dormia no chão, sem coberta, se alimentava de restos de comida e era mantida amarrada à cama para impedir que saísse. A imobilização prolongada causou feridas graves e lesões antigas.

O laudo tanatoscópico, já adiantado pela equipe médica à polícia, aponta um quadro rico em elementos técnicos que evidenciam lesões antigas decorrentes de imobilização contínua e falta total de tratamento. As feridas evoluíram para infecções generalizadas. Segundo a polícia, ela não recebeu qualquer tipo de atendimento médico, nem mesmo mínimo, o que eliminou qualquer chance de recuperação.

Durante a coletiva, foi informado que existia um registro anterior de maus-tratos na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, feito após denúncia da própria filha da madrasta. À época, as lesões eram consideradas leves e o caso seguiu os trâmites legais, com procedimento encaminhado ao Judiciário e audiência marcada para maio. No entanto, antes da conclusão do processo, a adolescente morreu.

A polícia também revelou que, após o óbito, os investigados tentaram eliminar vestígios, queimando roupas na propriedade.

O pai e a madrasta foram indiciados por feminicídio, em razão do contexto de violência doméstica e familiar, além de tortura e cárcere privado. A avó foi indiciada por cárcere privado e tortura, por ter conhecimento das agressões e não agir para impedir os crimes. A Polícia Civil informou ainda que apura a possível prática de violência sexual por parte do pai.

Testemunhas foram ouvidas, inclusive a mãe da adolescente, que reside no Rio Grande do Norte. Segundo a polícia, a mãe relatou dificuldades de contato com a filha e afirmou que recebia informações falsas de que Marta estaria frequentando a escola normalmente.

A investigação reúne provas técnicas, laudos periciais, oitivas de testemunhas e relatórios do setor de investigação. O inquérito está em fase final e deve ser concluído dentro do prazo legal de dez dias, por se tratar de réus presos. A Polícia Civil afirmou que qualquer pessoa que tenha participação direta ou indireta no caso poderá ser responsabilizada.

Fonte: Notícias Urgentes

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