Polícia
Homem é executado a tiros no distrito de Vista Alegre do Abunã em Porto Velho
Francisco Pereira Silva, de 44 anos, foi executado a tiros na noite de domingo (21), em uma prorpiedade localizada no ramal do Posto Progresso, no distrito de Vista Alegre do Abunã, em Porto Velho (RO).
De acordo com testemunhas, moradores da região ouviram disparos de arma de fogo e, ao saírem de casa, encontraram Francisco morto nos fundos da residência. O homem não resisitu ao ferimeentos e morreu no local.
Segundo informações da esposa, Francisco havia recebido um áudio pelo WhatsApp com ameaças de morte. Após os trabalhos periciais, o corpo da vítima foi removido ao Instituto Médico Legal (IML).
Agentes da Delegacia de Homicídios já iniciarm as investigações para identificar e prender o autor de mais um crime na capital rondoniense.
Polícia
Jovem morre em grave acidente na zona Leste
Um grave acidente de trânsito com vítima fatal foi registrado na tarde desta segunda-feira (11), na rua Lumiere, bairro Marcos Freire, na zona Leste de Porto Velho.
A vítima foi identificada como Wesley Rafael, de 21 anos, que não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local. A colisão envolveu veículos e mobilizou equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Polícia Militar e perícia técnica. A área foi isolada para os trabalhos periciais e controle do trânsito.
As circunstâncias do acidente ainda serão investigadas pelas autoridades competentes.
Mais informações a qualquer momento.
Polícia
Jovem morre em grave colisão registrada na zona leste da capital
Um grave acidente de trânsito com vítima fatal foi registrado na tarde desta segunda-feira (11), na rua Lumiere, bairro Marcos Freire, na zona leste de Porto Velho.
De acordo com as primeiras informações apuradas pela equipe do Notícias Urgentes, a colisão envolveu veículos e mobilizou equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Polícia Militar e perícia técnica.
A vítima não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local antes de receber atendimento médico. A área foi isolada pelas autoridades para os trabalhos periciais e controle do trânsito.
As circunstâncias do acidente ainda serão investigadas pelas autoridades competentes. A identidade da vítima não havia sido divulgada até a última atualização desta matéria.
Mais informações a qualquer momento.
Polícia
Líder de facção condenado por tortura tem pena mantida pelo TJRO
Um réu condenado pelos crimes de tortura e organização criminosa não conseguiu a absolvição solicitada em recurso de apelação criminal no Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia (TJRO). O réu havia sido condenado pelo juízo de 1º grau sob a acusação de pertencer a um grupo criminoso, no qual atuava como líder e “disciplinador”, chegando a retirar pessoas de dentro de suas casas para submetê-las a julgamentos com tortura. Ele agia causando pânico aos moradores dos bairros da zona leste de Porto Velho, capital do estado.
Durante o julgamento do recurso de apelação, este foi parcialmente concedido apenas para aplicar a atenuante da confissão quanto ao crime de organização criminosa. Devido a essa revisão, a pena foi reduzida em cerca de 2 anos, sendo fixada em 10 anos e 10 meses, a serem cumpridos inicialmente em regime fechado.
A decisão colegiada sobre a apelação foi proferida pelos desembargadores da 1ª Câmara Criminal do TJRO, tendo como relator do caso o desembargador Francisco Borges.
Papel do réu
O papel do réu era estratégico e de liderança local, atuando como uma espécie de julgador e executor. De acordo com os autos, ele coordenava sessões de espancamento e utilizava meios cruéis para manter o domínio territorial. No dia 26 de agosto de 2023, por exemplo, o réu teria sido o responsável por conduzir uma vítima de sua residência e realizar um espancamento público sob sua liderança.
Constam também, na decisão da 1ª Câmara Criminal, outros episódios registrados em vídeo no mesmo ano. O condenado foi filmado desferindo golpes com um instrumento de madeira contra vítimas, agindo com tamanha violência que o objeto chegou a quebrar no corpo dos agredidos. Além disso, ele gravava as torturas e realizava patrulhamentos ostensivos nas ruas para prestar contas a uma espécie de “conselho superior” do grupo criminoso.
Para o relator, desembargador Francisco Borges, “a robustez do conjunto de provas (registros audiovisuais, identificação das vítimas, testemunhos e até mesmo pela confissão do próprio acusado) não deixa qualquer dúvida quanto à autoria das condutas de tortura praticadas, impondo-se a confirmação de sua condenação”. Em relação ao crime de organização criminosa, o magistrado reiterou que as provas também são contundentes
O julgamento do caso ocorreu durante a sessão eletrônica, realizada entre os dias 27 de abril e 4 de maio de 2026, com a participação dos desembargadores Osny Claro (Presidente da Câmara), Francisco Borges, relator da apelação, e Aldemir de Oliveira.
Apelação Criminal n. 7012761-15.2024.8.22.0001
Fonte: TJRO
