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Prova do Revalida para médicos ocorre neste final de semana
As provas da 2ª etapa do Revalida de 2024 ocorrem neste sábado (20) e domingo (21). O acesso aos locais de prova do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida) foi liberado a partir das 11h de hoje e será liberado a partir das 15h no domingo.
As provas têm início após o fechamento dos portões, previsto para 12h e 16h, respectivamente. O participante deve, obrigatoriamente, portar jaleco (preferencialmente na cor branca).
O exame é utilizado para a revalidação dos diplomas de médicos, tanto estrangeiros quanto brasileiros, que se formaram no exterior e querem atuar no Brasil.
Composto por duas etapas (teórica e prática), o Revalida aborda as cinco grandes áreas da medicina, de maneira interdisciplinar: clínica médica, cirurgia, ginecologia e obstetrícia, pediatria e medicina da família e comunidade (saúde coletiva).
A participação na segunda etapa depende da aprovação na primeira, que contempla as provas objetiva e discursiva. Para serem aprovados na segunda etapa, os participantes precisam obter, no mínimo, 64,277 pontos de 100.
Os aprovados na segunda etapa passarão ainda pelo exame de habilidades clínicas é estruturada em um conjunto de 10 estações, na qual o participante deverá realizar tarefas específicas das cinco grandes áreas.
O objetivo do Revalida é avaliar habilidades, competências e conhecimentos necessários para o exercício profissional adequado aos princípios e necessidades do SUS.
Para mais informações, o participante deve consultar a página do Inep na internet.
Fonte: Agência Brasil
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Morre cantora Dolly Parton aos 80 anos
A cantora americana Dolly Parton morreu aos 80 anos. A notícia da sua morte foi compartilhada por sua família nas redes sociais.
Parton nunca parou de fazer música depois disso. A irreprimível cantora, compositora e atriz de música country, cujo carisma, letras sinceras e perspicácia nos negócios cativaram a imaginação do público por quase seis décadas, morreu na terça-feira, aos 80 anos, informou sua família em um comunicado. Ela ganhou 11 prêmios Grammy, incluindo um prêmio pelo conjunto da obra.
A publicação, compartilhada em suas redes sociais, teria sido um pedido da própria artista antes da morte. “Este anúncio em vídeo é algo que a Dolly me pediu antes que eu conseguisse realmente assimilar essa realidade futura: assumir como chefe de segurança por mais de duas décadas o cargo que foi ocupado pelo Larry, pai antes de mim”, citou um chefe de segurança da família da artista.
Relembre a carreira da artista
Com canções clássicas como “Coat of Many Colors”, “Jolene” e “I Will Always Love You”, ela se tornou uma das artistas femininas mais vendidas de todos os tempos, com mais de 100 milhões de discos vendidos.
A personalidade cativante de Parton, combinada com seus penteados loiros imponentes, figurinos extravagantes e alegria contagiante ao ocupar o centro do palco, a tornou querida por americanos de todas as origens e ajudou a apresentar a música country ao público internacional.
Ao longo dos anos, Parton apresentou um programa de variedades na TV, estrelou filmes e até criou um parque temático, Dollywood, um ponto turístico popular em seu estado natal, o Tennessee — tudo isso além de seu aclamado trabalho como compositora.
Mas a qualidade que lhe conferiu um estrelato duradouro foi sua capacidade de se conectar com as pessoas. Vinda de uma família que ela mesma descrevia como “extremamente pobre”, Parton frequentemente representava a classe trabalhadora americana e regularmente emprestava seu nome e dinheiro a causas em que acreditava.
Em resposta à pandemia de COVID-19, Parton doou US$ 1 milhão para pesquisas de vacinas na Universidade Vanderbilt em 2020, tornando-se uma das primeiras patrocinadoras do desenvolvimento da vacina da Moderna.
Ela conduziu um programa de alfabetização para crianças em idade pré-escolar nos Estados Unidos, bem como no Canadá, Reino Unido, Austrália e Irlanda, e concedeu bolsas de estudo para alunos do ensino médio no condado do Tennessee, onde nasceu.
O condado ergueu uma estátua em tamanho real dela em frente ao tribunal em agradecimento, embora ela tenha recusado outra estátua proposta em Nashville em 2021, dizendo: “Considerando tudo o que está acontecendo no mundo, não acho que me colocar em um pedestal seja apropriado neste momento.”
Foi essa capacidade de se manter fiel às suas raízes, aliada à sua determinação em trabalhar arduamente e à sua postura apartidária, que alimentou seu apelo entre conservadores e liberais em uma América politicamente polarizada.
Sua música conquistou fãs não apenas do público em geral, mas também de outros cantores que fizeram inúmeras versões de suas canções — talvez a mais famosa seja a interpretação de Whitney Houston de “I Will Always Love You”. Algumas das versões e duetos mais queridos de Parton foram com sua afilhada, a estrela pop americana Miley Cyrus, e com o pai de Cyrus, o astro da música country Billy Ray Cyrus.
“Jolene” foi regravada por artistas tão diversos quanto Beyoncé e The White Stripes.
Embora Parton fosse uma força no palco e uma vocalista talentosa, o que a diferenciava de seus contemporâneos era seu dom para as palavras. Parton escreveu todas as suas canções de sucesso. Ao todo, estima-se que ela tenha escrito 3.000 letras ao longo de sua vida, embora tenha gravado apenas cerca de 450 delas.
“Adoro escrever canções poéticas e cantar palavras floridas”, escreveu ela em ” Dolly Parton , Contadora de Canções”. “Gosto de fazer você visualizar algo, então quero pintar um quadro. E adoro criar versos inteligentes, não apenas como uma compositora, mas como uma poetisa.”
Dolly Parton estreou no cinema em 1980 com o filme “9 to 5”, ao lado de Jane Fonda e Lily Tomlin, cuja música-tema lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Composição. Ela recebeu outra indicação ao Oscar de Melhor Composição em 2006 por “Travelin’ Thru”, escrita para o filme “Transamerica”. Entre seus outros papéis no cinema, destacam-se “The Best Little Whorehouse in Texas”, “Steel Magnolias”, “Rhinestone” e “Straight Talk”.
Vinte e cinco de suas canções alcançaram o primeiro lugar nas paradas country da Billboard, e ela foi membro do Hall da Fama dos Compositores, recebendo sua maior honraria, o Prêmio Johnny Mercer, em 2007. Ela foi incluída no Hall da Fama do Rock and Roll em 2022.
Parton recebeu seu primeiro prêmio Grammy em 1978 por sua canção “Here You Come Again”. Em 1988, ela ganhou o People’s Choice Award de artista feminina favorita em todas as áreas.
Mas, apesar de todos os seus prêmios e conquistas, Parton encontrou o maior significado em sua arte.
“Sinto que estou mais perto de Deus quando escrevo”, escreveu ela em “Dolly Parton, Contadora de Canções”. “Uma ótima frase simplesmente me vem à mente, e eu penso: ‘Ei, obrigada, Senhor. Eu sei que não pensei nisso.'” “No fim das contas, espero ser lembrado como um bom compositor. As canções são o meu legado.”
Fonte: CNN Brasil
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“Canetas do Paraguai” têm conteúdo incerto e podem causar doenças
No ramo dos remédios emagrecedores ilegais vindos do Paraguai, a saúde está em último lugar. A única preocupação é o lucro que, segundo as autoridades brasileiras de segurança e fiscalização, abastece os cofres do crime organizado.
Especialistas garantem que o uso indiscriminado dos remédios não regulamentados para emagrecer pode gerar pancreatite, hepatites, hipoglicemia severa, alergias, complicações digestivas e desidratação. Fora outras doenças à longo prazo ou até morte, segundo alerta da Sociedade Brasileira de Endocrinologia.
Sem garantia de qualidade ou procedência, as ampolas são enviadas ao Brasil sem qualquer tipo de refrigeração (necessária para a manutenção da qualidade do remédio). Em grupos de WhatsApp e perfis de redes sociais há informações equivocadas sobre a manipulação e conservação de medicamentos à base de GLP-1 enquanto usuários comemoram emagrecimento e até um “vício em canetas”.
E enquanto os remédios paraguaios não são aprovados pela Anvisa, o Mounjaro é o único autorizado. Mas, assim que surgem novas marcas por lá, há um hiato legal na importação de pequenas quantidades para uso pessoal, o que tem levado usuários à busca do T36, uma das mais novas tirzepatidas paraguaias, para uma cadeia de compra que começa com uma consulta médica no Brasil e expedição de laudos ou receitas, compra à distância ou pessoalmente no Paraguai, passagem pela alfândega e até processos judiciais em busca de uma autorização temporária para o consumo dos medicamentos que ainda não foram liberados pela Anvisa.
De acordo com a Receita Federal sobre as fronteiras brasileiras, há uma explosão de apreensões de emagrecedores. Entre janeiro e maio de 2025, foram captados mais de R$2,3 milhões em medicamentos. Em 2026, no mesmo período, o valor ultrapassa os R$47,3 milhões em contrabando, uma diferença 20 vezes maior num intervalo de apenas um ano.
O contrabando de emagrecedores é considerado um crime contra a saúde pública e pode render de 10 a 15 anos de prisão.
“Pode vir quente que eu estou fervendo”
A única tirzepatida regularizada no Brasil é comercializada sempre sob refrigeração. Seja na farmácia ou no transporte, o remédio deve estar entre 2° a 8°. A baixa temperatura é fundamental para a conservação da molécula que vai agir sobre o emagrecimento ou no tratamento de diabetes tipo 2.
Temperaturas abaixo ou acima do recomendado, podem prejudicar o conteúdo do medicamento. Na prática, é desperdício. Há estudos sobre mudanças no PH do remédio sem o controle da temperatura que se dá durante o processo fabril.
Indícios da perda de qualidade do fármaco é o líquido com cor turva e partículas visíveis em suspensão. Apesar da orientação sobre a manutenção do frio, especialistas afirmaram à reportagem que a tirzepatida pode ser mantida fora da refrigeração durante o uso por, no máximo, 21 dias consecutivos em temperatura de, no máximo, 30°. Seria o caso de deslocamento para uma viagem, por exemplo.
Nos grupos WhatsApp que garantem a entrega do medicamento do Brasil circula uma orientação perigosa: os remédios poderiam ser ativados com uma onda de frio. Os contrabandistas afirmam que os fármacos podem ser transportados sob qualquer temperatura a fim de expedição.
“Isso faz parte do processo padrão e não compromete a qualidade do produto”, afirmam. Ainda dizem que é preciso fazer uma ativação do medicamento colocando-o por quatro horas na geladeira e que depois o fármaco deve ficar refrigerado até o consumo.
O mesmo vale para os remédios apreendidos na fronteira. A Receita Federal registrou flagrantes de ampolas escondidas em sola de tênis a motores e pneus de veículos. O clima quente faz parte do delivery do contrabando. Já os medicamentos entregues no Brasil via transportadoras podem cruzar a fronteira via terrestre ou aérea, aumentando a chance de enfrentar uma alta amplitude térmica ao longo do trajeto entre o contrabandista e o consumidor final.
Porém, fontes ouvidas pela reportagem garantem que a molécula base do medicamento é destruída ou anulada sob altas temperaturas e que não há garantia sobre o que pode acontecer após o consumo de tirzepatida submetida à altas temperaturas. O consumo da substância má conservada a longo prazo pode gerar uma reação imunogênica, ou seja, o corpo cria resistência ao fármaco que, com o passar do tempo, gera resistência à ação da molécula, podendo até não fazer mais efeito.
Por exemplo, se o remédio for utilizado para o tratamento da diabetes tipo 2, o corpo do paciente pode ter tamanha resistência que pode voltar à sofrer com complicações da doença mesmo sob tratamento. Fontes também confirmaram que há chances do desenvolvimento de doenças autoimunes.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia, a medicação é formada por “uma molécula peptídica extremamente sensível a variações térmicas”.
“A conservação desse remédio quando não adequada deve diminuir a reação desse remédio. Quando uma medicação é submetida a altas temperaturas quando não poderia, essa composição pode perder totalmente a ação”, diz Clarissa Rios, médica do esporte que atua na área de nutrologia.
A Anvisa recomenda que medicamentos GLP-1 devem permanecer em baixas temperaturas antes e depois do início do tratamento.
Magros e doentes
A Sociedade Brasileira de Endocrinologia faz alertas sobre os remédios. Para eles, não há comprovação científica da eficácia, estabilidade ou segurança dos alternativos importados ilegalmente. A SBE não garante a pureza ou origem do princípio ativo, aponta os problemas com a conservação, estima a chances altas de efeitos adversos graves e até fatais.
De acordo com a médica Clarissa Rios, o usuário pode ser acometido por um grupo de doenças.
“Se a gente não tem controle que está no frasco, faz com que o paciente esteja sempre em risco. A gente pode ter alteração da quantidade de produto que tem ali dentro. Na hora que a pessoa acha que está usando uma dose de 2mg, ela pode estar usando uma dose de 10mg. A gente pode estar diante de possíveis casos de pancreatite, hepatites, desidratação grave, alteração de pressão arterial, na diabetes, alterações glicêmicas importantes que podem levar a uma tontura, desmaio. Outra coisa é o veículo, o líquido que se coloca a tirzepatida. A gente pode estar diante de sais que causem reação ou inflamação no local da aplicação, abscesso ou coisas mais graves. Para quem usou este tipo de medicamento, qualquer alteração ou reação grave local, procure atendimento médico”, comenta.
O que tem dentro?
O Centro de Informações e Assistência Toxicológicas da Unicamp (CIATox) realizou testes de presença, concentração e estrutura da molécula de tirzepatidas trazidas do Paraguai à título de curiosidade. A finalidade do estudo não foi gerar dados para uma suposta aprovação de remédios em território nacional. Fontes explicaram à CNN Brasil que a molécula paraguaia não é idêntica à vendida no Brasil.
Nos frascos observados, havia a presença do princípio ativo do emagrecedor, porém o estudo não pode avaliar equivalência entre os remédios proibidos e o liberado, pois não foram feitas análises de impurezas, contaminantes, degradação do produto, esterilidade, presença de materiais pesados, etc.
A Anvisa, porém, explica que para garantir a equivalência entre remédios, são necessárias diversas provas. “Os testes precisam avaliar se o medicamento funciona da mesma forma quando é aplicado em uma pessoa. Para isso, é necessário avaliar como o produto é absorvido pelo corpo, qual a concentração que atinge na corrente sanguínea e quanto tempo leva para ser eliminado”, diz nota.
“Para se comprovar a equivalência, é necessário que o estudo seja feito em um centro de bioequivalência credenciado, que tem a responsabilidade de avaliar as etapas clínicas, analíticas e estatísticas do estudo”, complementam. O teste de biodisponibilidade não foi feito no experimento da Unicamp. A agência também explica que o estudo não foi feito em um centro de bioequivalência credenciado e nem que, por exemplo, a linha de produção dos produtos paraguaios foi submetida à uma inspeção da Anvisa.
Um especialista ouvido pela reportagem comentou que as ampolas podem conter água, insulina (remédio usado para diabetes) ou quaisquer outros elementos, como a semaglutida (também usada para emagrecimento), metformina (para o tratamento de diabetes tipo 2), topiramato (para enxaqueca e convulsão), bupropiona (antidepressivo) e lisdexanfetamina (para TDHA). “Como não se sabe e nem as quantidades, as ampolas podem conter uma bomba química que, no começo, podem até fazer emagrecer, mas sem qualquer controle de qualidade e garantia de saúde à longo prazo”.
Segundo o INPI, o Instituto Nacional de Propriedade Intelectual, a patente do Mounjaro cairá somente em janeiro de 2026. O produto pertence à farmacêutica Eli Lilly.
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Pé-de-Meia 2026: nascidos em março e abril recebem parcela nesta terça
Os beneficiários do programa Pé-de-Meia de 2026 nascidos em março e abril recebem nesta terça-feira (25) a quinta parcela do incentivo à frequência escolar. 

Os estudantes do ensino médio da educação de jovens e adultos (EJA) também recebem a parcela pela aprovação de ciclos de formação e conclusão do ensino médio.
Na modalidade da EJA, os pagamentos do incentivo ocorrem de forma diferenciada da dos estudantes do ensino médio regular.
Enquanto no ensino médio EJA o estudante recebe até quatro parcelas do incentivo frequência no valor de R$ 225 cada, totalizando até oito parcelas de frequência por ano, no ensino médio regular os estudantes recebem até nove parcelas de frequência por ano, cada uma no valor de R$ 200.
Nas duas situações, é preciso atingir, pelo menos, 80% de frequência nas aulas.
O Pé-de-Meia funciona como uma poupança para incentivar a permanência de jovens nos estudos até a conclusão do ensino médio.
Calendário
De acordo com o calendário de pagamentos do Pé-de-Meia de 2026, a parcela será depositada conforme o mês de nascimento dos estudantes de 14 a 24 anos de idade, que cumprem os requisitos do programa.
Confira o calendário de pagamentos que seguem até 31 de agosto:
- nascidos em janeiro e fevereiro: receberam em 24 de agosto;
- nascidos em março e abril: recebem em 25 de agosto;
- nascidos em maio e junho: receberão em 26 de agosto;
- nascidos em julho e agosto: receberão em 27 de agosto;
- nascidos em setembro e outubro: receberão em 28 de agosto;
- nascidos em novembro e dezembro: receberão em 31 de agosto.
No período, também poderão ser liberadas para os estudantes uma ou mais parcelas de matrícula de 2026 e do incentivo-frequência de meses anteriores, caso as redes de ensino corrijam dados que impediam o recebimento das parcelas.
Quem tem direito
A participação no Pé-de-Meia ocorre de forma automática para os estudantes que cumprem os requisitos estabelecidos pelo programa. Entre eles, estar matriculado na rede pública de educação e com inscrições ativas no Cadastro Único de Programas Sociais do governo federal (CadÚnico).
É preciso que as famílias dos estudantes tenham cadastro ativo no CadÚnico até a data-base de 7 de agosto. A atualização do CadÚnico tem validade de 24 meses. Também é preciso que a renda familiar seja de até meio salário mínimo por pessoa.
Além disso, os estudantes do ensino médio precisam ter entre 14 e 24 anos ou entre 19 e 24 anos se matriculados na educação de jovens e adultos (EJA).
O Ministério da Educação (MEC) é o responsável por verificar se o jovem pode participar do programa federal a partir dos dados do CadÚnico.
O estudante deve ter o número do Cadastro de Pessoa Física (CPF) regular e manter frequência em pelo menos 80% nas aulas.
Os beneficiados pela iniciativa federal podem consultar os dados sobre os pagamentos na página eletrônica dedicada ao estudante no site do programa Pé-de-Meia. É necessário fazer com login na conta da plataforma Gov.br.
Pé-de-Meia
O Ministério da Educação estima que, desde 2024, o programa alcançou 6 milhões de estudantes em todo o Brasil.
Ao considerar todas as parcelas de incentivo, os depósitos anuais e o adicional de R$ 200 pela participação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), os valores do Pé-de-Meia podem chegar a R$ 9,2 mil por aluno.
O estudante pode consultar os status de pagamentos, se rejeitados ou aprovados, informações escolares e regras do programa na página eletrônica do Pé-de-Meia, com login da plataforma digital Gov.br. É preciso digitar a senha da conta do estudante.
Dúvidas
Estudantes, responsáveis e gestores escolares podem tirar dúvidas sobre o programa por meio do link do Pé-de-Meia de Perguntas Frequentes, que reúne orientações detalhadas sobre o funcionamento do programa, incluindo critérios para participar, formas de consultar o benefício, calendário de pagamentos, perguntas frequentes e passo a passo sobre a liberação de movimentação da conta para menores de idade.
Se precisar de ajuda, o estudante ainda conta com outros canais de atendimento, como o Fale Conosco do MEC, no telefone 0800-616161.
Fonte: Agência Brasil
