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Filho do cantor Zé Vaqueiro morre aos 11 meses
O pequeno Arthur, terceiro filho do cantor Zé Vaqueiro, morreu na noite desta segunda-feira (9), aos 11 meses. O cantor lamentou a partida do bebê, fruto do casamento com Ingra Soares. Arthur Siqueira Duarte faria 1 ano no próximo dia 24. O bebê morreu de disfunção múltipla dos órgãos.
O comunicado foi feito nesta madrugada nas redes sociais do cantor:
“Deus sabe de todas as coisas, e decidiu que era hora do nosso Arthur se juntar a Ele e descansar. Agradecemos do fundo de nossos corações o amor e as orações que nosso menino recebeu enquanto esteve entre nós. Ingra e José Jacson”, diz o comunicado do cantor.
Criança nasceu em julho de 2023, com uma malformação congênita decorrente da síndrome da trissomia do cromossomo 13. A morte foi confirmada pelo casal por meio de uma publicação nas redes sociais.
Fonte: Último Segundo
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Abono Salarial a nascidos em novembro e dezembro começa a ser pago nesta segunda (17)
O crédito do benefício é realizado conforme o mês de nascimento do trabalhador, e o valor a receber varia de acordo com a quantidade de meses trabalhados com carteira assinada durante o ano-base de 2024.
Confira o calendário de pagamento completo:
Como receber:
O pagamento será feito na conta da CAIXA que o trabalhador já possui, facilitando o acesso ao benefício. Para quem não possui conta no banco, a CAIXA abrirá automaticamente uma Poupança Social Digital em nome do beneficiário, que poderá ser acessada pelo aplicativo CAIXA Tem digitalmente, sem necessidade de comparecer a uma agência.
Com o aplicativo CAIXA Tem, o trabalhador pode pagar contas, efetuar transferências, pagar na maquininha nos comércios e realizar compras com cartão de débito virtual.
Caso não seja possível a abertura da conta no CAIXA Tem, o saque poderá ser realizado com o cartão social e senha nos terminais de autoatendimento, unidades lotéricas e correspondentes CAIXA Aqui. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada e nas agências da CAIXA, mediante apresentação de documento de identificação.
O que é o Abono Salarial:
Instituído pela Lei n° 7.998/90, o Abono Salarial equivale ao valor de, no máximo, um salário-mínimo, de acordo com a quantidade de meses trabalhados no ano-base. Ele é pago, conforme calendário anual estabelecido pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (CODEFAT), aos trabalhadores que satisfaçam os requisitos previstos em lei. A origem dos recursos para pagamento é o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).
A CAIXA atua como agente pagador do Abono Salarial, cabendo ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) a habilitação dos trabalhadores que têm direito ao benefício.
Quem tem direito ao Abono Salarial:
Tem direito ao benefício o trabalhador inscrito no PIS/PASEP há pelo menos cinco anos e que tenha trabalhado formalmente por pelo menos trinta dias em 2024, com remuneração mensal média de até R$ 2.766,00. Também é necessário que os dados tenham sido informados corretamente pelo empregador no Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas – eSocial.
Recebem o Abono Salarial na CAIXA os trabalhadores vinculados a entidades e empresas privadas. As pessoas que trabalham no setor público possuem inscrição PASEP e recebem o benefício no Banco do Brasil.
Canais de Atendimento:
Dúvidas sobre o processamento das informações sociais do trabalhador (eSocial), calendário de pagamentos, identificação, concessão, valor e situação do benefício podem ser sanadas nos canais de atendimento do MTE:
- Aplicativo Carteira de Trabalho Digital;
- Portal Gov.br;
- Canal Telefônico 158.
A CAIXA disponibiliza a consulta às informações do pagamento pelos seguintes canais:
- App CAIXA Tem;
- App Benefícios Sociais CAIXA;
- Portal Cidadão;
- Atendimento CAIXA Cidadão, 0800 726 0207.
Fonte: Agência Gov
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Cruzamento da Afonso Pena com João Goulart terá mudança na preferência de trânsito
O cruzamento das ruas João Goulart e Afonso Pena passa por uma mudança na organização do trânsito. A rua João Goulart passa a ser a via preferencial no local, substituindo a configuração anterior, em que a prioridade era dos veículos que trafegavam pela Afonso Pena.
A alteração é realizada pela Secretaria Municipal de Segurança, Trânsito e Mobilidade (Semtran) após estudo técnico sobre a dinâmica do cruzamento. A análise considera o histórico de sinistros, o fluxo de veículos, as dimensões das vias e a forma como os condutores interpretam a circulação naquele ponto.
De acordo com o levantamento, a rua João Goulart apresenta maior volume de veículos e possui uma estrutura viária mais ampla que a Afonso Pena. Apesar disso, até então funcionava como via secundária no cruzamento.
O secretário municipal da Semtran, Iremar Torres, explica que a mudança aproxima a sinalização da realidade encontrada diariamente no local.
“A João Goulart tem uma estrutura maior e concentra um fluxo de veículos mais intenso. O estudo mostra que manter essa avenida como secundária não corresponde à dinâmica atual do cruzamento. Com a inversão da preferência, buscamos deixar a circulação mais clara para o condutor e, principalmente, reduzir os riscos de sinistros”.
Com a nova configuração, a hierarquia das duas vias fica mais compatível com suas características e com o fluxo registrado pela Semtran.
Para o prefeito Léo Moraes, a revisão de pontos críticos faz parte do trabalho permanente para melhorar a mobilidade e ampliar a segurança viária na capital.
“O trânsito da cidade muda e o poder público precisa acompanhar essa realidade. Quando os estudos mostram que uma alteração pode tornar um cruzamento mais seguro e melhorar a circulação, é nosso dever fazer essa adequação. Estamos trabalhando com planejamento e prevenção, porque segurança no trânsito também significa cuidar das pessoas”.
A Semtran também realiza as adequações na sinalização para indicar a nova preferência. A orientação aos condutores é redobrar a atenção ao passar pelo cruzamento, principalmente durante o período de adaptação.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
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Justiça concede habeas corpus e Buzeira deixará cadeia após 10 meses
A defesa de Bruno Alexssander Souza Silva, mais conhecido como Buzeira, afirmou que ele vai deixar a cadeia após ter um pedido de habeas corpus aprovado pela Justiça. Ele foi detido em outubro de 2025 durante a Operação Narco Bet, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro vinculado ao tráfico internacional de drogas do Primeiro Comando da Capital (PCC).
“A defesa de Buzeira vem a público informar a concessão de duas ordens de habeas corpus impetradas por este que vos fala e pelo meu sócio, Lucas Ruivo, para restabelecimento da liberdade do Buzeira”, afirma o advogado Eugênio Malavasi, em vídeo postado no Instagram.
A esposa de Buzeira, Hillary Yamashiro, comemorou em seu Instagram. “Liberdadeeee! Obrigada, Jesus”, postou ela.
Em junho, Buzeira teve um pedido de habeas corpus negado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). No pedido, a defesa contesta a legalidade da prisão, diz que não há indícios de envolvimento do influenciador no esquema e alega que a liberdade não representa risco.
Prisão de Buzeira
Segundo a Polícia Federal, Buzeira recebeu R$ 19,7 milhões de Rodrigo Morgado, que é investigado por enviar três toneladas de cocaína para a Europa e apontado como líder da organização criminosa. O dinheiro foi depositado em uma conta da empresa do influenciador, a Buzeira Digital.
O influenciador é considerado um dos rostos “legítimos” usados para lavar o dinheiro da facção em apostas e rifas on-line, disfarçadas de promoções e sorteios.
Durante buscas na casa de Buzeira, localizada em um condomínio de alto padrão em Igaratá, no interior de São Paulo, os agentes encontraram o que classificaram como um “arsenal de guerra”. Entre o material apreendido, havia fuzis, pistolas, revólveres, munições, carregadores, radiocomunicadores e roupas de uso tático, todos armazenados de forma organizada em compartimentos da residência.
A PF também encontrou duas pedras brutas na casa do influenciador. A suspeita é de que as pedras sejam esmeraldas de R$ 1,7 bilhão que o influencer comprou para ocultar crimes.
Fonte: Metrópoles
