Polícia
Mega operação é deflagrada contra facção criminosa que tentou matar Policial Penal Federal
A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Rondônia (FICCO/RO), com apoio da PM, deflagrou nesta quarta-feira (3/7), Operação Determinatio contra uma facção criminosa cujos integrantes tentaram matar um policial penal federal em Porto Velho, em maio deste ano. Na ação, foram cumpridos quatro mandados de prisão e cinco mandados de busca e apreensão contra suspeitos da tentava de homicídio.
Na ocasião, também foi realizada a verificação de foragidos e de veículos com restrição de furto e roubo no conjunto habitacional onde a operação foi deflagrada.
Ao todo, 110 policiais de diversas forças de segurança, participaram da ação, incluindo a Polícia Federal, a Secretaria Nacional de Políticas Penais, a Polícia Militar (BPTAR e CHOQUE), a Polícia Civil(CORE), Departamento penitenciário federal e a Polícia Rodoviária Federal (NOE).
A FICCO/RO é composta pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil, Polícia Penal e Secretaria Nacional de Políticas Penais, tendo como objetivo a atuação conjunta e integrada no combate ao crime organizado em Rondônia.




Fonte: PFRO
Polícia
Jovem fica em estado grave após capotamento provocado por bombinhas na BR-429
Duas pessoas ficaram feridas após um grave capotamento registrado, no km 22 da BR-429, na área rural de Costa Marques. Uma das vítimas sofreu ferimentos graves e precisou ser socorrida em estado crítico.
Conforme as informações apuradas, policiais militares foram acionados para atender a ocorrência e encontraram uma caminhonete VW Saveiro Cross fora da pista, completamente danificada após capotar.
O passageiro, João Tiago Tisha Djalma, foi localizado a aproximadamente 50 metros do veículo. Ele estava inconsciente e apresentava diversas lesões pelo corpo. Após os primeiros atendimentos prestados pela equipe de resgate, a vítima foi encaminhada ao Hospital Municipal, onde recebeu cuidados médicos.
Já o condutor da caminhonete, Marcos Daniel, sofreu um corte profundo na região da clavícula, além de escoriações, dores na lombar e sangramento pelo nariz. Ele também foi levado ao hospital e permaneceu internado para avaliação e tratamento.
Em depoimento aos policiais, o motorista contou que seguia pela rodovia atrás de um Fiat Siena quando os ocupantes do carro teriam arremessado bombinhas em direção à pista. Segundo ele, ao tentar evitar um dos artefatos, acabou perdendo o controle da direção. A caminhonete saiu da rodovia e capotou várias vezes antes de parar às margens da BR-429.
O caso foi registrado e será investigado pela Polícia Civil, que irá apurar tanto as causas do acidente quanto a denúncia envolvendo o suposto lançamento de bombinhas na rodovia.

Fonte: Notícias Urgentes com informações do Correio do Vale
Polícia
PM acusado de matar cabo Elder a tiros vai a julgamento
Mais de três anos após a morte do cabo da Polícia Militar Elder Neves de Oliveira, o caso será analisado pelo Tribunal do Júri. O policial militar Thiago Gabriel Levino Amaral, apontado pelo Ministério Público como autor dos disparos, será julgado nesta quarta-feira (8), pela 1ª Vara do Tribunal do Júri de Porto Velho. O acusado permanece preso preventivamente e deverá acompanhar a sessão.
De acordo com a denúncia, Elder foi atingido por dois tiros na cabeça. As investigações apontam que o homicídio teria sido motivado por um desentendimento ocorrido entre os dois policiais durante uma confraternização realizada semanas antes do crime. Testemunhas ouvidas durante a apuração afirmaram que, após ser repreendido pelo cabo, o acusado teria feito ameaças de morte contra a vítima.
Em seu depoimento, Thiago Gabriel declarou que havia ingerido bebida alcoólica e medicamentos na noite do crime. Segundo ele, não se recorda do que aconteceu e afirmou ter tomado conhecimento da morte do colega apenas quando já estava na Corregedoria da Polícia Militar.
Ao analisar o processo, o juiz responsável entendeu que existem provas da materialidade do crime e indícios suficientes de autoria para que o caso seja submetido ao julgamento popular. A defesa tentou instaurar um incidente de insanidade mental e também pediu a exclusão das qualificadoras apresentadas na denúncia, porém ambos os pedidos foram rejeitados pela Justiça.
Dessa forma, o policial responderá perante os jurados por homicídio qualificado por motivo fútil, meio cruel e por utilizar recurso que teria dificultado a defesa da vítima. A decisão sobre a condenação ou absolvição ficará a cargo dos sete jurados que compõem o Conselho de Sentença.
O crime ocorreu na madrugada de 18 de janeiro de 2023. Conforme a investigação, os dois policiais estavam em um estabelecimento quando foram ouvidos disparos de arma de fogo. Mesmo gravemente ferido, Elder ainda conseguiu conduzir sua caminhonete por alguns metros, mas perdeu o controle da direção, colidiu contra um veículo estacionado e parou sobre a calçada. Equipes da Polícia Militar foram acionadas, mas o cabo não resistiu aos ferimentos.
Desde então, familiares, amigos e colegas de farda acompanham o andamento do processo. O julgamento é aguardado como um dos momentos mais importantes na busca por uma resposta da Justiça sobre a morte do policial militar.
Polícia
Acusados de matar perito da Politec são condenados a mais de 60 anos de prisão
O Ministério Público de Rondônia (MPRO) obteve, junto ao Tribunal do Júri, a condenação de dois réus às penas de 29 e 33 anos de prisão, em regime inicialmente fechado, pela morte de um perito da Polícia Técnico-Científica (Politec), em Porto Velho. O julgamento ocorreu na última sexta-feira, na Capital, e teve mais de 15 horas de duração.
De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público, em 2022, o perito Sebastião Tenani foi morto pelos réus quando chegava à propriedade que mantinha na área rural de Porto Velho. O crime foi praticado a mando do gerente da fazenda.
Conforme consta nas investigações, à época dos fatos, o servidor público havia descoberto o furto de gado praticado pelo funcionário que, temendo ser preso, contratou os serviços da dupla.
Julgamento e pena
Os jurados acataram os pedidos do Ministério Público e decidiram condenar os réus pelos crimes de homicídio qualificado pela paga e pelo recurso que dificultou a defesa da vítima, além dos crimes de ocultação de cadáver, furto do carro da vítima e porte de arma de fogo.
O Promotor de Justiça Marcus Alexandre participou do julgamento e esclareceu que a sessão foi marcada pela dor da família e dos amigos da vítima, peritos da Politec, que compareceram em número expressivo à sessão do Tribunal do Júri.
Fonte: MPRO
