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Polícia

Mega operação é deflagrada contra facção criminosa que tentou matar Policial Penal Federal

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A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Rondônia (FICCO/RO), com apoio da PM, deflagrou nesta quarta-feira (3/7), Operação Determinatio contra uma facção criminosa cujos integrantes tentaram matar um policial penal federal em Porto Velho, em maio deste ano. Na ação, foram cumpridos quatro mandados de prisão e cinco mandados de busca e apreensão contra suspeitos da tentava de homicídio.

Na ocasião, também foi realizada a verificação de foragidos e de veículos com restrição de furto e roubo no conjunto habitacional onde a operação foi deflagrada.

Ao todo, 110 policiais de diversas forças de segurança, participaram da ação, incluindo a Polícia Federal, a Secretaria Nacional de Políticas Penais, a Polícia Militar (BPTAR e CHOQUE), a Polícia Civil(CORE), Departamento penitenciário federal e a Polícia Rodoviária Federal (NOE).

A FICCO/RO é composta pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil, Polícia Penal e Secretaria Nacional de Políticas Penais, tendo como objetivo a atuação conjunta e integrada no combate ao crime organizado em Rondônia.

Fonte: PFRO

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Polícia

Homem é executado a tiros por dupla de moto

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Josivaldo de Mota Silva foi assassinado a tiros na noite de segunda-feira (19), no bairro Cai N’água, região central de Porto Velho (RO).

Conforme relatos de testemunhas, dois homens em uma motocicleta chegaram ao local e atiraram diversas vezes contra Josivaldo, utilizando uma pistola. Depois dos disparos, a dupla deixou a área e não foi localizada.

A Polícia Militar esteve no local, isolou a região e aguardou a realização dos procedimentos periciais. Após os trabalhos, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).

A investigação está a cargo do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que trabalha para esclarecer as circunstâncias do assassinato e identificar os autores.

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Polícia

Soldado do Exército desaparece de quartel com fuzil e 20 munições

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O soldado do Exército Pedro Gabriel Bezerra, de 20 anos, desapareceu do quartel em que presta serviços no sábado (17/10), no bairro do Cabanga, região central do Recife (PE). Conforme o Comando Militar do Nordeste (CMNE), ele levou o armamento individual do 7º Depósito de Suprimento, com um fuzil e 20 munições.

Segundo o advogado Jairo Santos, que representa a família do soldado, não há imagens de câmeras de segurança que o mostrem saindo do quartel. Em razão disso, os familiares continuam sem a informação se Pedro deixou ou não o local.

A família acionou a Polícia Militar e Civil de Pernambuco (PMPE e PCPE) para auxiliar o CMNE nas buscas pelo jovem.

Segundo o CMNE, no sábado (17/10), Pedro se ausentou durante o serviço de sentinela com armamentos do exército: um fuzil modelo 7,62 mm e 20 munições. O Comando informou que, diante do desaparecimento e fuga da unidade, um inquérito foi instaurado para encontrá-lo.C

“Diante da ocorrência foram adotadas as providências administrativas e legais cabíveis, incluindo a instauração de um Inquérito Policial Militar (IPM), destinado à apuração das circunstâncias do fato e de eventuais responsabilidades penais”, informou o CMNE.

A cúpula militar do Nordeste comunicou que, no último domingo (18/10), foi iniciado uma operação conjunta com a Secretaria de Defesa Social de Pernambuco para “realização de diligências”.

Caso algum cidadão tenha informações sobre a localização de Pedro, é necessário comunicar o seguinte canal de denúncia: (Whatsapp): (81) 99157-3839 ou 0800 358 0008.

Apelo da família

Os parentes de Pedro fizeram um apelo nas redes sociais para encontrá-lo. No vídeo, a mãe e o irmão de Pedro aparecem acompanhados do advogado Jairo, que descreve a angústia da família com o sumiço do soldado.

“Se alguém tem alguma informação que leva ao paradeiro dele, que entre em contato com a família através do Instagram mesmo, a família está angustiada, preocupada, sem nenhuma informação”, afirmou.

O advogado contou que até o momento só existem “especulações” sobre o desaparecimento e declarou que, se o vídeo chegar até Pedro, ele tenha consciência de que seus direitos vão ser garantidos.

Fonte: Metrópoles

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Homens gravam e divulgam estupro coletivo contra indígena de 15 anos

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Uma adolescente indígena de 15 anos foi vítima de estupro coletivo praticado por um grupo de cinco homens, com idades entre 22 e 50 anos, na comunidade Catitu, situada na área rural do município de Itamarati, no interior do Amazonas. O crime, ocorrido em setembro, foi gravado e divulgado em grupos do WhatsApp.

As imagens circularam, inclusive, em outros lugares do país, entre eles Rio de Janeiro e Brasília. Após ter acesso aos vídeos, uma mulher que não conhece a adolescente fez a denúncia às autoridades.

Dois homens foram presos e três estão foragidos.

Nos registros, os envolvido dizem que praticavam a violência sexual como uma espécie de “cobrança” contra a adolescente. Apesar da afirmativa, até o momento, as investigações não esclareceram a que a expressão se referia nem se há uma motivação específica por trás do crime.

Em uma das gravações, um homem aparece sobre a jovem, que está nua e deitada no chão da mata, praticando o crime enquanto uma terceira pessoa filma a cena. No segundo registro, três homens aparecem juntos fazendo consumo de bebida alcoólica. Um deles segura os braços da adolescente para trás enquanto os demais a tocam. 

O material foi inicialmente compartilhado em dois grupos de indígenas. Os investigados, entretanto, afirmam não saber quem foi responsável por disseminar as gravações para além desses canais de mensagem.

O caso foi enquadrado pelo Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas (TJAM) nos artigos 213 e 348 do Código Penal, que tratam, respectivamente, de estupro e favorecimento pessoal, e nos artigos 240 e 241-A do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que criminalizam a produção e a divulgação de imagens de sexo explícito envolvendo crianças ou adolescentes.

Os investigados

Os cinco suspeitos foram identificados. Com ordem de prisão ativa desde o fim de setembro, três suspeitos são considerados foragidos da Justiça: Kodo Isaias Kanamari, de 22 anos; e Tucuwi Carlinhos dos Santos Kanamari, de 25 anos. Até o fechamento desta reportagem, o nome do terceiro suspeito não havia sido divulgado.

Conhecido como “Zeca Bomba”, um dos investigados, de aproximadamente 50 anos, está preso desde 9 de outubro. Ele é o único homem não indígena do grupo.

Já Awano Rafael Kanamari, de 33 anos, apontado como responsável por filmar as cenas do crime, foi preso nesta segunda-feira (19/10), após se entregar à polícia do município.

Segundo as autoridades locais, a adolescente, pertencente ao povo Kanamari, está recebendo tratamento médico e psicológico especializado. Ela também foi matriculada em uma escola.

Invisibilidade de mulheres indígenas

Para a advogada indígena Inory Kanamari, que acompanha o caso, o episódio evidencia a invisibilidade e a negligência enfrentadas por mulheres indígenas vítimas de violência.

Ela aponta diferenças na repercussão de casos envolvendo vítimas indígenas e não indígenas e argumenta que fatores como origem étnica e condição socioeconômica influenciam a mobilização da sociedade e a resposta das instituições.

“Os corpos das mulheres indígenas parecem continuar ocupando um lugar de menor importância na atenção pública. É impossível não refletir sobre como a origem étnica e a condição socioeconômica influenciam a visibilidade de uma vítima, a mobilização da sociedade e a resposta das instituições”, afirma.

Inory, entretanto, reconhece os esforços empregados pela Polícia Civil de Itamarati, especialmente diante das limitações estruturais e de efetivo enfrentadas pela delegacia local.

“Enxergamos as prisões como um avanço importante para o andamento das investigações. É preciso reconhecer o trabalho desses profissionais, que atuam em um cenário de precariedade estrutural e ausência de recursos adequados do Estado, chegando, inclusive, a custear com recursos próprios despesas necessárias à realização de diligências, investigações e captura dos envolvidos”, destaca.

O delegado usou recursos próprios para abastecer a embarcação cedida pela prefeitura durante as diligências para prender Zeca Bomba. Na ocasião, a região enfrentava um período de estiagem, que dificultava o deslocamento fluvial e a chegada de combustível ao município.

A advogada Amanda Pinheiro, do Instituto as Manas, que também atua no processo, ressalta ainda dificuldades de acesso às políticas públicas de proteção em casos de violência sexual contra mulheres indígenas.

“É crime hediondo, violação de direitos humanos, invisibilizado por se tratar de adolescente indígena, oprimida pela cultura da responsabilização e desvalor da vítima. Essa conduta violadora ainda é naturalizada quando se trata de corpos indígenas, calados pelo medo e pela falta de acesso às políticas públicas que os alcancem na sua localidade e realidade”, lamenta Amanda.

Fonte: Metrópoles

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