Polícia
URGENTE: Homem é executado a tiros em residência na Avenida Mamoré
A Policia Militar foi acionada para atender mais uma ocorrência de homicídio na capital rondoniense. Desta vez, um homem ainda não identificado, foi morto a tiros na noite desta terça-feira (02/06). O crime aconteceu na avenida Mamoré, bairro Aponiã, zona leste de Porto Velho (RO).
De acordo com informações preliminares, criminosos invadiram uma residência e executaram o homem com vários tiros.
Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), constatou o óbito da vítima. Os militares isolaram a área e solicitaram a presença da perícia, juntamente com o rabecão do IML.
Matéria em atualização.
Polícia
Oito são presos por treinamento armado de facção criminosa
Oito pessoas foram presas nesta quinta-feira (15) durante uma operação da Polícia Civil contra uma célula de facção criminosa suspeita de promover treinamentos armados em Mato Grosso e atuar no tráfico de drogas.
As ações ocorrem em Rondonópolis, Mirassol d’Oeste, Querência, Tangará da Serra, Jaciara, Colniza e Arenápolis. Os investigados são suspeitos de tráfico de drogas, associação para o tráfico e participação em organização criminosa.
Ao todo, são cumpridas 28 ordens judiciais, sendo oito mandados de prisão preventiva, 11 de busca e apreensão e nove medidas cautelares.
Segundo a Polícia Civil, as investigações começaram em setembro de 2025, após uma abordagem na BR-364, em Jaciara. Na ocasião, ocupantes de um veículo disseram que estavam a caminho de Rondonópolis para participar de um treinamento promovido pela facção, voltado à atuação violenta contra grupos rivais.
A partir dessas informações, a Justiça autorizou o compartilhamento de provas e a análise de dados extraídos de celulares apreendidos. Com isso, os investigadores identificaram integrantes com funções distintas e atuação em diferentes municípios do estado.
De acordo com a polícia, Rondonópolis era utilizado como base de apoio às atividades do grupo, inclusive para a realização dos treinamentos. Os investigados também mantinham conexões com uma organização criminosa que atua na região de Mirassol d’Oeste.
As investigações apontaram indícios de comercialização e distribuição de drogas, controle territorial de pontos de venda, divisão dos valores arrecadados e cobrança de contribuições vinculadas à facção.
Segundo a Polícia Civil, a operação tem como objetivo interromper as atividades do grupo, reduzir a capacidade de distribuição de drogas e mobilização de integrantes, além de reunir novas provas para dar continuidade às investigações.
Fonte: G1 Mato Grosso
Polícia
Namorada de líder do PCC, delegada é presa suspeita de favorecer facção
A delegada Maria Virgínia Grimwood Pinto, da Polícia Civil do Pará, e Renato Henrique do Carmo, conhecido como “Gordão” e apontado como liderança do Primeiro Comando da Capital (PCC), foram presos nesta quinta-feira (15/10). A delegada é suspeita de receber R$ 50 mil para fornecer informações sigilosas e proteção institucional a integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC).
A delegada foi presa em um hotel localizado no Setor Hoteleiro Norte, em Brasília (DF), enquanto Renato Henrique foi preso em um resort de luxo em Porto de Galinhas (PE).
A suspeita surgiu durante a Operação Sinalagma, conduzida pela Polícia Civil de Pernambuco, que investiga um esquema interestadual de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio que movimentou mais de R$ 14 milhões.
A investigação policial apontou que a delegada mantém um relacionamento amoroso com Renato Henrique do Carmo, apontado como líder na região de Muro Alto, em Ipojuca (PE). O suspeito já havia sido preso em janeiro de 2025 durante a Operação Sinalagma e foi solto.
Após a prisão de Renato, o celular dele foi apreendido e os policiais obtiveram autorização judicial para extrair os dados do aparelho. A análise das conversas permitiu identificar outros possíveis integrantes e colaboradores da organização criminosa, além de levantar suspeitas sobre a relação entre o investigado e a delegada.
Segundo a apuração, Maria Virgínia teria recebido vantagens financeiras indevidas em troca de proteção institucional, fornecimento de informações sigilosas e acesso a sistemas restritos de segurança pública
Movimentação financeira
Além das suspeitas de envolvimento de agentes públicos, a Operação Sinalagma identificou indícios de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.
De acordo com as investigações, os suspeitos teriam utilizado documentos falsos, empresas formalmente constituídas e contas bancárias de terceiros para movimentar recursos e esconder a origem do dinheiro.
A análise financeira também identificou operações bancárias incompatíveis com a capacidade econômica declarada dos investigados. Para rastrear os recursos, os policiais analisaram dados telemáticos, informações de inteligência e Relatórios de Inteligência Financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Os fatos relacionados à delegada podem configurar, em tese, crimes como corrupção ativa e passiva, violação de sigilo funcional e colaboração com organização criminosa.
O nome da operação faz referência ao conceito jurídico de reciprocidade de obrigações e simboliza a suposta troca de vantagens ilícitas entre integrantes da organização criminosa e agentes públicos, com pagamentos em contrapartida ao fornecimento de informações sigilosas e à proteção das atividades ilegais.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Professora é condenada a 16 anos por estupro de aluno
Uma professora foi condenada a 16 anos, 2 meses e 29 dias de reclusão em regime inicial fechado pelo crime de estupro contra aluno de 11 anos, no município de Itacoatiara (a 176 quilômetros a leste de Manaus).
De acordo com os autos do processo, a ré atuava como professora na instituição de ensino onde a vítima estudava e se aproveitava da autoridade pedagógica para cometer os abusos. Os crimes ocorreram entre março de 2023 e maio de 2024, período em que o garoto tinha entre 11 e 12 anos de idade. A sentença foi proferida pelo juiz André Luiz Muquy, da 1.ª Vara da Comarca de Itacoatiara.
Investigação e denúncia
As investigações policiais apontaram que o primeiro ato ocorreu dentro de uma sala de aula, após a professora dispensar os demais estudantes. Posteriormente, os encontros passaram a ser registrados na residência da acusada, onde foram constatados atos libidinosos e conjunção carnal repetidos em pelo menos quatro ocasiões.
O caso veio à tona no final de maio de 2024, quando a mãe do menino percebeu mudanças drásticas no comportamento do filho, como isolamento social, tristeza profunda e queda no rendimento escolar. O Conselho Tutelar e a rede de proteção à infância de Itacoatiara foram acionados para acompanhar a família.
Ao fundamentar a decisão, o magistrado destacou a relevância da palavra da vítima em crimes contra a dignidade sexual, que costumam ser cometidos na clandestinidade. Os relatos do menor foram confirmados por depoimentos de testemunhas e por provas digitais anexadas ao processo. A ré poderá recorrer da decisão em instâncias superiores.
Fonte: D24am
