Polícia
URGENTE: Homem é executado a tiros em residência na Avenida Mamoré
A Policia Militar foi acionada para atender mais uma ocorrência de homicídio na capital rondoniense. Desta vez, um homem ainda não identificado, foi morto a tiros na noite desta terça-feira (02/06). O crime aconteceu na avenida Mamoré, bairro Aponiã, zona leste de Porto Velho (RO).
De acordo com informações preliminares, criminosos invadiram uma residência e executaram o homem com vários tiros.
Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), constatou o óbito da vítima. Os militares isolaram a área e solicitaram a presença da perícia, juntamente com o rabecão do IML.
Matéria em atualização.
Polícia
Viatura da Polícia Federal avança preferencial e causa acidente
Uma viatura da Polícia Federal e um carro de passeio bateram na tarde desta sexta-feira (14), no cruzamento das avenidas Brasília e Duque de Caxias, na região central de Porto Velho.
Conforme informações apuradas pela a equipe do Notícias Urgentes, a viatura seguia pela Avenida Brasília quando teria avançado a preferencial e atingido o outro veículo que trafegava pela Duque de Caxias.
Apesar da força da batida, ninguém ficou gravemente ferido. Os envolvidos tiveram apenas escoriações e foram avaliados após o acidente.
Equipes foram chamadas para atender a ocorrência e registrar as informações sobre a colisão. Os dois veículos precisaram ser retirados do local por guinchos do Departamento Estadual de Trânsito de Rondônia (Detran-RO).
As causas e as circunstâncias do acidente ainda deverão ser apuradas.

Polícia
Vigilantes são investigados por sequestrar, torturar e matar moradores de rua
Um grupo de vigilantes é investigado por sequestrar, torturar e matar moradores em situação de rua na Grande Vitória, no Espírito Santo. Segundo a Polícia Civil, os suspeitos gravavam as agressões e compartilhavam os vídeos em grupos de aplicativos de mensagens.
As imagens encontradas durante a investigação mostram homens usando uniformes de vigilância e agredindo vítimas com cassetetes, bastões metálicos, simulacros, socos e chutes.
Um dos casos investigados envolve Marcos Vinícius Lopes Rodrigues, morto em março deste ano. Segundo a polícia, ele foi sequestrado, levado para uma área de mata na Serra e torturado antes de ser assassinado. Durante uma das agressões, os suspeitos teriam usado um alicate para arrancar os dentes da vítima.
A investigação aponta que o grupo atuava nos bairros Enseada do Suá e Praia do Suá, em Vitória, onde prestava serviços de segurança para condomínios. Os alvos seriam pessoas em situação de rua que circulavam nas proximidades dos locais monitorados pelos vigilantes.
Vídeos ajudaram nas investigações
A polícia encontrou os vídeos e mensagens nos celulares dos investigados durante a apuração da morte de Marcos Vinícius. Além das imagens relacionadas ao homicídio, foram identificados registros de agressões contra outras pessoas.
Até o momento, três casos de tortura foram confirmados, mas a Polícia Civil acredita que o grupo possa estar envolvido em dezenas de ataques.
“Lamentavelmente, inacreditavelmente, são dezenas de pessoas que passaram por tortura praticada por esses indivíduos”, afirmou o delegado-geral da Polícia Civil do Espírito Santo, Jordano Bruno.
Segundo a corporação, os vídeos também eram utilizados para compartilhar as agressões e combinar novas ações contra as vítimas. A polícia agora tenta identificar as pessoas que aparecem nas gravações e esclarecer outros possíveis crimes.
A corporação orientou que familiares de pessoas em situação de rua desaparecidas procurem a polícia para registrar ocorrências que possam ajudar na investigação.
Nove pessoas foram denunciadas
Ao todo, nove pessoas foram denunciadas à Justiça por participação nos crimes. Oito estão presas e uma permanece foragida.
Entre os denunciados estão oito vigilantes e um coordenador de videomonitoramento. A defesa dos réus não foi localizada até a última atualização da reportagem.
A empresa onde os suspeitos trabalhavam foi ouvida pela polícia e negou participação nos crimes, afirmando desconhecer a conduta dos funcionários.
A Polícia Civil reforçou que empresas de segurança não têm autorização para retirar ou expulsar pessoas em situação de rua.
“Não é função de rondista, não é função de empresa de vigilância encostar ou fazer qualquer tipo de atitude em relação a ninguém”, afirmou o delegado Jordano Bruno.
As investigações continuam para identificar outras possíveis vítimas e esclarecer a extensão da atuação do grupo.
Fonte: G1 Espiríto Santo
Polícia
Foragido por homicídio é localizado e preso em pousada
A Polícia Militar de Rondônia, por meio da guarnição de Nova Mutum Paraná, recebeu uma ligação telefônica de número desconhecido informando que um indivíduo apontado como autor de um homicídio ocorrido em Porto Velho estaria foragido e teria sido visto entrando na Pousada da Loura, localizada no distrito de Jaci-Paraná.
Diante das informações, os policiais realizaram consulta ao mandado de prisão e constataram que o indivíduo procurado era N. G. B. De imediato, a guarnição deslocou-se até a pousada e, ao chegar ao apartamento indicado, bateu à porta e determinou que o ocupante a abrisse.
Após a abertura da porta, o homem foi abordado e informado de que estava preso em razão da existência de um mandado de prisão em seu desfavor, relacionado à prática de homicídio.
Durante a abordagem, os policiais perguntaram há quanto tempo ele estava hospedado na pousada. O conduzido informou que somente prestaria declarações na presença de seu advogado, exercendo seu direito constitucional de permanecer em silêncio.
O homem não ofereceu resistência à prisão. Entretanto, considerando as circunstâncias da ocorrência e visando à segurança do próprio conduzido, à preservação de sua integridade física e à segurança da guarnição, foram utilizadas algemas durante a condução, observados os critérios de necessidade e segurança.
Em seguida, o acusado foi colocado no compartimento destinado aos passageiros da viatura policial e conduzido à Delegacia Especializada em Homicídios, em Porto Velho, onde foi apresentado ao comissário de plantão e ficou à disposição da autoridade policial para a adoção das providências legais cabíveis.
A prisão foi realizada em cumprimento ao mandado judicial, sendo o conduzido apresentado à autoridade competente para os procedimentos decorrentes do caso.
Fonte: Polícia Militar
