Polícia
DENARC: Operação localiza drogas em casa de Policial Militar aposentado
Agentes do Departamento de Narcóticos (DENARC) prenderam um homem acusado de tráfico de drogas na noite desta sexta-feira (28). O fato aconteceu em um condomínio localizado no bairro Novo Horizonte, zona sul de Porto Velho (RO).
De acordo com informações, a polícia vinha monitorando os passos de uma quadrilha responsável pelo transporte de entorpecentes de Guajará-Mirim para a capital rondoniense. Durante a operação de flagrante, foram encontrados com um dos integrantes 81 kg de drogas, sendo 76 kg de cocaína e 5 kg de maconha.
Segundo a polícia, as drogas estavam armazenadas na residência de um policial militar aposentado, que era responsável por guardar os entorpecentes. O PM aposentado não estava presente no imóvel no momento da apreensão. As investigações continuam para localizar os demais membros da organização criminosa.
Polícia
Preso por decapitar mãe diz que “voz” ordenou crime e revela detalhes
O crime que chocou a população da capital mineira, principalmente familiares e amigos da vítima Jussara Maria Rodrigues, de 54 anos, decapitada pelo próprio filho, aos poucos ganha novas revelações. Em depoimento às autoridades policiais, o suspeito alegou que ouviu uma “voz” ordenando que ele matasse a própria mãe e que, após cometer o crime, resolveu tomar banho e dormir.
A descrição do crime é chocante e brutal, motivos que reforçaram a decisão da Justiça de converter a prisão em flagrante de Ritchie Glaycon Rodrigues Viana, de 27 anos, em preventiva. De acordo com o documento de sentença, “houve brutalidade no ataque que incluiu estrangulamento e decapitação, motivado por um suposto sentimento de vingança e vozes alucinatórias”.
O réu deu detalhes sobre o crime e sobre o seu histórico pessoal durante o interrogatório policial e em conversas preliminares com as autoridades.
Ele contou que a mãe estava dormindo quando foi ao quarto e a estrangulou. Em seguida, se dirigiu à cozinha e pegou uma faca, com a qual desferiu vários golpes na própria mãe, e depois decapitou o corpo. Tudo teria ocorrido por volta das 4h da madrugada de segunda-feira (22/6) e que teve uma duração de cinco minutos.
Uma vizinha relatou ao sargento Gleidson Wellys, que atendeu a ocorrência, ter ouvido Jussara Maria implorando ao filho para que ele não cometesse o crime. “Não faça isso, meu filho. Eu te amo”, teria dito Jussara antes de morrer.
Suspeito foi dormir após o crime
Após o crime, o filho cogitou acionar a polícia, mas depois desistiu e então foi tomar banho e dormir. Ele contou que permaneceu deitado até a chegada dos militares, que precisaram arrombar a porta para entrar, pois ele não abriu a porta.
O suspeito também afirmou aos policiais ter matado a mãe e não resistiu à voz de prisão. Ele indicou aos policiais o quarto onde se encontrava o corpo e disse que a faca estava no mesmo local.
Por fim, afirmou que agiu por vontade própria, sem auxílio de ninguém, e disse estar arrependido, ressaltando que o arrependimento decorre mais do ato de ter matado a mãe do que da possibilidade de ser preso.
O próprio réu disse que tem diagnóstico de esquizofrenia realizado em Portugal. Relatou que já teve surtos psicóticos, mas que não tomava os remédios como recomendado e afirmou, também, que não fazia tratamentos psiquiátricos. Ele também relatou que usava drogas quando morava fora do Brasil, mas disse que não havia consumido entorpecentes nas semanas anteriores ao crime.
Relacionamento conturbado
O réu afirmou que mantinha um relacionamento “difícil” com a mãe e que ele decidiu matá-la por um sentimento de vingança atribuído a uma suposta negligência materna, mas reconheceu que ela arcava com todas as despesas da casa e nunca deixou faltar nada para ele.
Vizinhos relataram aos policiais que havia brigas entre filho e mãe por causa do apartamento. Ele não queria que ela morasse lá e já tinha deixado a mãe para fora do apartamento.
Detalhes da investigação
A perícia técnica, ao realizar os trabalhos de praxe no local do crime, constatou as seguintes evidências e lesões no corpo da vítima: diversas feridas compatíveis com o uso de faca na face, tórax, abdômen e membros.
Além dessas constatações sobre a vítima, a perícia observou que o réu apresentava escoriações nos membros superiores, o que levou ao seu encaminhamento para atendimento médico antes de ser liberado para os procedimentos policiais.
Audiência de custódia
Durante audiência de custódia, realizada nesta quarta-feira (24/6), o juiz Antônio Francisco Gonçalves, da Secretaria de Audiências de Custódia de Belo Horizonte, ordenou a expedição de ofício urgente à unidade prisional para que forneça ao autuado atendimento médico e medicamentoso, com suporte psiquiátrico, devido ao relato de esquizofrenia e à necessidade de uso de medicação contínua.
O juiz também determinou que o Programa de Atenção Integral ao Paciente Judiciário (PAI-PJ) que faça o acompanhamento do caso. Outra decisão foi deixar o custodiado em ala separada, pois ele se identificou como homossexual.
Além disso, pediu o encaminhado do suspeito ao Centro de Apoio Médico e Pericial (Camp) de Ribeirão das Neves até que seja realizada uma nova análise sobre a sua saúde mental.
Na decisão, o juiz determinou que o mandado de prisão preventiva fosse registrado com um prazo prescricional de 20 anos.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Pai é preso suspeito de abusar da própria filha por três anos
Um homem de 49 anos foi detido pela Polícia Civil do Amazonas nesta quarta-feira (24), sob a acusação de estupro de vulnerável praticado contra a sua própria filha. A ação policial, conduzida pela Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), ocorreu na avenida Dona Otília, localizada no bairro Tarumã, na zona oeste da capital.
As investigações sobre o caso começaram no dia 17 de junho, quando a adolescente, hoje com 14 anos, compareceu à unidade policial acompanhada de sua mãe para denunciar os abusos. De acordo com as informações fornecidas pela delegada Brenda Viana, as agressões sexuais começaram quando a vítima tinha apenas 10 anos e se estenderam até os 13 anos de idade.
A situação foi descoberta após a jovem buscar atendimento médico no dia 15 de junho, motivada por fortes dores na região pélvica, ocasião em que recebeu o diagnóstico de uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST). Diante disso, a estudante decidiu relatar o ocorrido no ambiente escolar, o que levou a equipe pedagógica da instituição a acolher a aluna e acionar imediatamente a mãe da jovem para reportar a gravidade dos fatos.
Conforme os depoimentos colhidos pelas autoridades, as violências costumavam acontecer durante os finais de semana em que a menina visitava a residência do pai, situada no bairro Jorge Teixeira, na zona leste da capital. Após o cumprimento do mandado de prisão, o homem foi encaminhado para permanecer à disposição do Poder Judiciário, onde responderá legalmente pelo crime.
Polícia
Foragido por violência doméstica é localizado e preso durante operação
A Polícia Civil de Rondônia, por meio da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) de Jaru, prestou apoio à Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher de Porto Velho e cumpriu, nesta terça-feira (23), um mandado de prisão preventiva no âmbito da Operação Mulher Segura – 2ª Edição.
A ordem judicial foi expedida pelo 2º Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Comarca de Porto Velho em desfavor de um investigado por crimes praticados no contexto de violência doméstica e familiar.
Durante as diligências, os policiais deslocaram-se inicialmente ao endereço residencial do investigado, porém ele não foi localizado. No decorrer das buscas, a equipe obteve informações de que o alvo estaria trabalhando em uma empresa localizada às margens da BR-364, no município de Jaru.
Diante das informações levantadas, os policiais realizaram novas diligências e localizaram o investigado no local indicado, efetuando o cumprimento da ordem judicial sem intercorrências.
Após os procedimentos legais e exame de corpo de delito, o preso foi encaminhado ao sistema prisional, onde permaneceu à disposição da Justiça.
A Operação Mulher Segura integra as ações permanentes da Polícia Civil de Rondônia voltadas ao enfrentamento da violência doméstica e familiar contra a mulher, reforçando o compromisso institucional com a proteção das vítimas e a responsabilização dos autores de crimes dessa natureza.
Fonte: Polícia Civil
