Polícia
“Buiu do PCC” é executado com mais de 10 tiros na zona leste de Porto Velho
Denício Lima de Souza, mais conhecido como “Buiu do PCC”, foi brutalmente executado com mais de 10 tiros na Rua Mestre Valentin, bairro Teixeirão, na zona leste de Porto Velho, Rondônia. O crime ocorreu quando Denício, que aguardava um moto aplicativo para ir ao trabalho, foi surpreendido por dois homens armados que chegaram atirando.
Testemunhas relataram que os suspeitos fugiram do local após o ataque. Denício, que havia saído recentemente do presídio e usava tornozeleira eletrônica, trabalhava no sistema de reeducação e não resistiu aos ferimentos, morrendo no local. A perícia criminal encontrou cápsulas de pistola calibre 380 ao lado do corpo.
A polícia está investigando o caso para identificar os autores e a motivação do crime.

Polícia
Policial militar é encontrado morto após encontro com a ex-companheira
A Polícia Civil de Pernambuco tenta esclarecer as circunstâncias da morte do cabo da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) José Maria Alexandre da Silva Junior (foto em destaque), de 40 anos, encontrado sem vida no apartamento da ex-companheira, no bairro de Boa Viagem, zona sul do Recife. O caso ocorreu na quinta-feira (11/6).
O episódio chamou a atenção dos investigadores por uma série de circunstâncias consideradas incomuns. A principal linha apurada neste momento é a possibilidade de envenenamento, embora a causa da morte ainda dependa dos resultados dos exames periciais.
Segundo as informações levantadas até agora, o policial foi até o imóvel da ex-companheira após deixar o serviço. A mulher, uma advogada de 48 anos, possuía medida protetiva em vigor contra ele.
Durante a madrugada e parte da manhã, os dois teriam permanecido no apartamento consumindo bebidas alcoólicas e energético. Em determinado momento, a mulher desconfiou que sua taça poderia ter sido trocada e decidiu substituí-la novamente.
Horas depois, o cabo começou a apresentar sinais de mal-estar. De acordo com os relatos colhidos pela investigação, ele apresentava os lábios arroxeados e espuma na boca antes de morrer.
Após o acionamento da Polícia Militar, equipes compareceram ao local e confirmaram o óbito. As taças utilizadas pelo casal e amostras das bebidas consumidas foram recolhidas para análise pericial.
A ex-companheira foi levada para prestar depoimento, mas acabou liberada após ser ouvida pelos investigadores.
O caso foi registrado inicialmente como morte a esclarecer e passou a ser investigado pela 3ª Delegacia de Homicídios. A expectativa é que os laudos periciais apontem se houve intoxicação e qual substância pode ter provocado a morte do policial.
Até o momento, a Polícia Civil não divulgou suspeitos nem confirmou a hipótese de crime.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Operação contra o tráfico termina com prisões e apreensão de quase R$ 8 mil
Uma ação integrada entre a Polícia Militar e a Polícia Penal resultou na prisão de dois suspeitos por envolvimento com o tráfico de drogas em Porto Velho. A operação foi realizada durante a Operação Força Total e contou com a participação de equipes do CRP-I, Força Tática do 5º BPM, Força Tática do 9º BPM e Polícia Penal.
Segundo informações levantadas pelos setores de inteligência, uma residência estaria sendo utilizada como ponto de venda de entorpecentes. Diante da denúncia, as equipes iniciaram monitoramento nas proximidades do imóvel para verificar a movimentação no local.
Durante a vigilância, os policiais observaram um fluxo constante de pessoas entrando e saindo da residência em curtos períodos de tempo. Em determinado momento, dois usuários foram abordados logo após deixarem o imóvel. Com eles foram encontradas porções de droga, e ambos informaram aos policiais que haviam adquirido o entorpecente na casa monitorada.
Com base nos elementos reunidos, as equipes realizaram a abordagem no imóvel e encontraram dois suspeitos apontados como responsáveis pela atividade criminosa.
Nas buscas, foram apreendidas porções de maconha e cocaína já fracionadas para venda, além de um tablete de maconha pesando aproximadamente 387 gramas. Os policiais também localizaram duas balanças de precisão, embalagens utilizadas para acondicionar drogas, aparelhos celulares, máquinas de cartão, anotações relacionadas à comercialização dos entorpecentes e R$ 7.854,50 em dinheiro.
Além disso, foram encontrados um carregador de pistola e documentos relacionados a uma arma de fogo registrada.
De acordo com a polícia, os materiais apreendidos, os relatos dos usuários abordados e as informações obtidas durante a investigação reforçam os indícios de que o local funcionava como ponto de venda de drogas.
Os dois suspeitos receberam voz de prisão e foram encaminhados à Central de Flagrantes, juntamente com todo o material apreendido. O caso seguirá sob investigação das autoridades competentes.
Fonte: Polícia Militar
Polícia
Homem é preso após amputar o pé para receber seguro de R$ 1,5 milhão
Servidor contratou 4 seguros de vida, no valor de R$ 1,5 milhão. Ele alegou que ladrões cortaram seu pé, mas versão levantou suspeita
Um servidor público foi condenado por estelionato ao cortar o próprio pé para receber seguro de vida no valor de R$ 1,5 milhão. A Justiça rejeitou o recurso protocolado pela defesa e o homem passou a cumprir a pena de dois anos de prisão, em maio deste ano.
De acordo com o processo, Vanderley dos Santos, funcionário público de Amélia Rodrigues, no Recôncavo Baiano, contratou quatro seguros de vida e acidentes pessoais em junho e julho de 2019. Somadas, as apólices previam indenizações de até R$ 1,5 milhão para o caso de acidentes que causassem a invalidez do segurado. Um mês depois, ele amputou o próprio pé num assalto simulado.
Pelo total de apólices simultâneas, a manobra gerou desconfiança das seguradoras e da Polícia Civil. As investigações e os exames periciais apontaram que Vanderley havia inventado a história para dar o “golpe do seguro”.
Inconsistências na versão
Durante a investigação, a polícia e as seguradoras identificaram inconsistências na versão do servidor. Além da contratação simultânea de diversas apólices poucas semanas antes do episódio, chamou atenção das autoridades o fato de a suposta vítima ter protocolado rapidamente pedidos de indenização e de não existir qualquer motivação para um sequestro seguido de amputação sem exigência de resgate ou qualquer outra vantagem para os supostos criminosos.
Poucas semanas depois das contratações, surgiu a história de um assalto ocorrido na madrugada de 10 de julho de 2019, numa estrada vicinal do Povoado de Mercês, zona rural de São Gonçalo dos Campos, na Bahia. O crime foi registrado como um assalto seguido de extrema crueldade. Segundo o registro, além de roubar o servidor, os ladrões ainda teriam dado golpes de um instrumento semelhante a um facão até amputar-lhe o pé direito.
O membro foi guardado em uma mochila e encontrado junto com os pertences que ele dizia terem sido roubados. Vanderley foi socorrido, passou por atendimento e cirurgia. Dias depois, ele receberia os cerca de R$ 1,5 milhão, quando o volume de dinheiro e a quantidade de apólices acendeu o alerta do sistema de inteligência das seguradoras.
Técnica cirúrgica
Perícias médicas indicaram que a amputação do pé não poderia ter sido feita por golpes violentos num assalto. “Quem ajudou o Vando tinha conhecimento de técnicas cirúrgicas, o que invalidou a versão de violência e do assalto”, afirma Adriano Scattini, um dos representantes das seguradoras.
A sentença de primeira instância concluiu que Vanderley planejou a fraude ao contratar os seguros e posteriormente apresentar a história para receber as indenizações. O juiz destacou que a sequência de contratações, os valores incompatíveis com sua condição financeira e a proximidade temporal entre as apólices e a mutilação demonstravam a intenção deliberada de obter vantagem indevida.
Ao analisar o recurso da defesa, o Tribunal de Justiça da Bahia manteve a condenação por fraude para recebimento de indenização securitária. Os desembargadores consideraram o conjunto probatório formado por laudos periciais, documentos das seguradoras, relatórios médicos e depoimentos colhidos ao longo da investigação e do processo.
Fonte: Metrópoles
