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Polícia

Adolescente morre após ataque de jacaré no Baixo Madeira

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Uma adolescente, identificada como Jaqueline Cruz, de 14 anos, morreu na última quinta-feira (13/6), no distrito de Calama, na região do Baixo Madeira, em Porto Velho (RO). 

De acordo com informações apuradas, Jaqueline estava limpando peixe às margens do Rio Machado quando decidiu tomar banho. Nesse momento, ela foi atacada por um jacaré.

Pessoas próximas ouviram os gritos da menina, correram para socorrê-la, conseguindo tirar a adolescente das águas. No entanto, Jaqueline não resistiu aos ferimentos e faleceu antes de chegar à unidade hospitalar. 

Polícia

Homem morre em grave acidente envolvendo duas motocicletas em Ariquemes

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Edinaldo Santos Silva, de 56 anos, morreu em um grave acidente de trânsito envolvendo duas motocicletas ocorrido nesta terça-feira na Avenida Hugo Frey, em Ariquemes (RO).

De acordo com informações de testemunhas, Edinaldo trafegava pela avenida quando foi atingido por outra motocicleta. Com a violência do impacto, o motociclista morreu na hora. Equipes de emergência chegaram rapidamente ao local, mas não puderam evitar o óbito da vítima.

A perícia técnica foi acionada para realizar os trabalhos necessários que possam esclarecer o que de fato causou o grave acidente. O outro motociclista envolvido ficou ferido e foi socorrido a uma unidade hospitalar.

O corpo de Edinaldo foi removido pela funerária de plantão e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML). Edinaldo Santos Silva era bastante conhecido em na região. Ele deixa esposa, filhos e netos.

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Polícia

Justiça mantém pena de 32 anos para homem condenado por assassinar mulher com golpes de marreta em RO

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Um homem condenado a pena de 32 anos de reclusão pelo Tribunal do Júri da Comarca de Buritis, sob acusação de ter matado a sua companheira com marretadas, assim como ocultado o corpo da vítima, não conseguiu, com recurso de apelação criminal, reduzir a sua pena. A decisão colegiada foi dos julgadores da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, que mantiveram, por unanimidade de votos, a sentença do juízo da causa. O réu confessou o crime.

Segundo o voto do relator, desembargador Álvaro Kalix, a vítima não queria mais conviver com o réu e pediu o divórcio. O réu, por não aceitar a separação, premeditou o crime. Consta que o réu confesso, há três dias de cometer o delito, fez uma cova. Após isso, com uma marreta, com cabo de madeira, matou a mulher, supostamente, na frente de duas crianças do casal; em seguida, levou o corpo da vítima dentro de uma carretinha de motocicleta e enterrou a uma distância, aproximadamente, de três quilômetros do local do crime.

Ainda segundo o voto, além de ocultar o cadáver, com objetivo de simular que a vítima teria fugido com um amante, o réu ateou fogo nas roupas e aparelho celular da mulher.

Na análise do relator sobre o pedido da defesa do réu, a pena base deve ser mantida porque as provas mostram que o crime foi premeditado: – “cova” preparada três 3 dias antes do homicídio, o que demonstra a intensidade do dolo (astúcia) do réu. Já com relação ao pedido de afastamento do motivo torpe, segundo voto, essa qualificadora não existe na condenação do réu.

Já no que diz respeito à qualificadora do feminicídio, o voto narra que “o apelante matou sua companheira por motivo de gênero, qual seja, porque ele não quis aceitar o pedido de divórcio feito por ela, como se fosse dono do direito à vida dela. Além disso, está comprovado nos autos que o delito foi praticado dentro do contexto de convivência familiar, sendo o bastante para reconhecer a qualificadora do feminicídio”, pontuou no voto. 

O fato criminoso aconteceu no mês de julho de 2019, na Rua Ianir de Paula Neto – Setor 06 – na cidade de Buritis/RO.

A Apelação Criminal (n. 0000616-59.2019.8.22.0021) foi julgada durante a sessão eletrônica, realizada entre os dias 15 e 19 de julho de 2024. E acompanharam o voto do relator, os desembargadores José Jorge Ribeiro da Luz e Francisco Borges.

Fonte: Assessoria de Comunicação Institucional

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Polícia

Justiça mantém condenação de homem que fez aglomeração durante a pandemia da Covid-19 em RO

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Os julgadores da 1ª Câmara Especial do Tribunal de Justiça de Rondônia mantiveram a sentença do juízo de primeiro grau que condenou um homem por desobediência das medidas legais de restrição durante a pandemia da Covid-19. O homem foi condenado a pena de um mês e dez dias de detenção, em regime inicial semiaberto.

Consta no voto do relator, desembargador Daniel Lagos, que no dia 6 de março de 2021, na Avenida Presidente Vargas, em São Miguel do Guaporé – RO, o réu, juntamente com outras pessoas, ingeriu bebida alcoólica, promoveu aglomerações e não fez uso de máscara, que era obrigatório.

Acompanharam o voto do relator, nas três decisões, o desembargador Glodner Pauletto e o juiz Adolfo Theodoro Naujorks Neto.

O caso foi julgado durante a sessão eletrônica realizada entre os dias 8 e 12 de julho de 2024.

Apelação Criminal n. 7001170-95.2021.8.22.0022.

Fonte: Assessoria de Comunicação Institucional

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