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Inscrições abertas até o dia 17 para cursos remotos em todos os municípios de Rondônia

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Estão abertas até o dia 17 de junho as inscrições para cursos remotos ofertados pelo Instituto Estadual de Desenvolvimento da Educação Profissional (Idep), em todos os municípios de Rondônia. As matrículas podem ser realizadas pelo link https://rondonia.ro.gov.br/publicacao/cursos-remotos-inscricoes-abertas-ate-17-6/
As aulas acontecem na plataforma Google Classroom e são híbridas, sendo duas horas na modalidade remota e duas horas com atividades na plataforma. Os participantes receberão certificados mediante a participação em todas as atividades.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, ressaltou a importância do ensino online na ampliação da oferta de mão de obra em todas as regiões do estado. “Com o avanço tecnológico, o governo do estado está levando ensino profissionalizante aos mais diversos locais, garantindo oportunidade de crescimento profissional a toda população rondoniense”, destacou.

Segundo a presidente do Idep, Adir Josefa de Oliveira, a consolidação do ensino online, que se expandiu na pandemia devido ao distanciamento social, está cada vez mais atraindo os estudantes. “Hoje, com a dinâmica da vida moderna, quando as múltiplas tarefas ocupam o tempo do cidadão, os cursos remotos se tornaram uma grande tendência para quem quer estudar com planejamento e comodidade”, destacou.

A estudante Karla Priscila Besserte Candido, de 16 anos, que mora em Espigão do Oeste, está tendo a chance de se preparar para o mercado de trabalho, fazendo o Curso Técnico em Agroecologia, no Centro Técnico Estadual de Educação Rural (Centec Abaitará), unidade do Idep localizada em Pimenta Bueno.

“Estou fazendo o curso por ser muito importante e atual, tendo em vista a grande necessidade, quando cada vez mais está sendo priorizada a preservação do meio ambiente. Precisamos produzir de forma sustentável”, pontuou a jovem, cuja família tem propriedade rural com cultura predominante do café.

Cursos remotos ofertados

Empreendedorismo;
Auxiliar Administrativo;
Automaquiagem; e
Inglês Instrumental.

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Vacina pneumo20 vai ser ofertada para quem tem mais de 85 anos

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O Ministério da Saúde começou a disponibilizar, pela primeira vez, a vacina pneumocócica 20-valente conjugada (pneumo 20) para pessoas com 85 anos ou mais. O imunizante já está disponível no SUS para o início da vacinação desse público, ampliando a proteção contra a doença pneumocócica e suas formas graves, como pneumonia e meningite. O objetivo é contribuir para reduzir o risco de complicações, hospitalizações e óbitos entre as pessoas mais idosas. A estimativa é de que mais de 2,3 milhões de pessoas façam parte do público-alvo em todo o país.

Com o avançar da idade, as infecções pneumocócicas tendem a apresentar maior gravidade, risco de complicações e taxas de mortalidade mais elevadas. Entre os fatores que aumentam essa vulnerabilidade, estão o processo natural de envelhecimento do sistema imunológico (imunossenescência), e a maior frequência de comorbidades. Essas condições aumentam o risco de evolução desfavorável das infecções respiratórias, hospitalização e necessidade de cuidados intensivos. Além das consequências respiratórias, podem ocorrer comprometimentos cardíacos, renais e do sistema nervoso central, entre outros.

Dados nacionais reforçam a importância da proteção desse público. Entre pessoas idosas com 80 anos ou mais, a taxa de hospitalização por pneumonia de todas as causas foi de 3.097,7 por 100 mil habitantes em 2024 e de 2.902,7 por 100 mil em 2025. Já entre pessoas com 85 anos ou mais, a taxa de mortalidade por pneumonia foi de 758,1 óbitos por 100 mil habitantes em 2024 e de 743,1 por 100 mil em 2025.

A nova vacina, a pneumo 20, incorporada no Calendário Nacional de Vacinação em junho deste ano para crianças menores de 5 anos, amplia a proteção contra 20 sorotipos de Streptococcus pneumoniae . A bactéria é apontada como a causa mais comum de infecções respiratórias em todas as faixas etárias. A vacinação é uma importante estratégia para prevenir a doença.

Distribuição das doses

A distribuição das doses destinadas ao novo público-alvo começou neste mês de setembro. Os próximos envios serão definidos considerando, entre outros critérios, a população elegível, a média mensal de doses aplicadas e os estoques disponíveis nos estados.

A meta é vacinar pelo menos 90% das 2.337.775 pessoas com 85 anos ou mais estimadas no país. Para receber o imunizante, é necessário apresentar documento que comprove a idade, sem necessidade de prescrição médica.

Esquema de vacinação

A recomendação da Pneumo 20 considera o histórico de vacinação contra a doença e define diferentes condutas de acordo com as vacinas já recebidas. A orientação é a seguinte:

  • 85 anos ou mais, sem vacinação pneumocócica prévia: 1 dose única da Pneumo 20.
  • Recebeu apenas 1 dose de Pneumo 13 ou Pneumo 15: 1 dose da Pneumo 20, respeitando intervalo mínimo de 2 meses.
  • Recebeu apenas 1 dose de Pneumo 23: 1 dose da Pneumo 20, com intervalo mínimo de 1 ano.
  • Recebeu 2 doses de Pneumo 23: não há indicação de Pneumo 20 na estratégia.
  • Recebeu 1 dose de Pneumo 13 ou Pneumo 15 + 1 dose de Pneumo 23 : não há indicação de Pneumo 20 na estratégia.

A vacinação será ofertada nas unidades de saúde, por estratégias extramuros ou em domicílio. A orientação do Ministério da Saúde é realizar busca ativa das pessoas elegíveis sem registro das doses necessárias para conferir proteção ou com esquema incompleto, com prioridade para aquelas com dificuldade de acesso aos serviços, restrição de mobilidade, fragilidade, comorbidades, dependência funcional ou insuficiência de suporte familiar e social.

A pasta também recomenda aproveitar a oportunidade para atualizar as demais vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação do Idoso . Para pessoas de 60 a 84 anos acamadas ou institucionalizadas e com condições clínicas especiais, a pneumo 20 permanece disponível na estratégia especial já estabelecida pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). A ampliação da vacinação para outras faixas etárias está prevista de forma gradativa, de acordo com critérios de vulnerabilidade e risco.

Fonte: Agência Gov

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Chance de El Niño “muito forte” supera 90% e fenômeno pode durar até 2027

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O El Ninõ continua em processo de fortalecimento e apresenta mais de 90% de probabilidade de atingir a categoria de intensidade “muito forte” entre a primavera e o início do verão. Além da intensidade, monitoramentos oficiais indicam que a atuação do fenômeno climático deve se estender ao menos até o primeiro semestre de 2027.

Análises recentes da temperatura da superfície do mar no Pacífico equatorial mostram que o aquecimento é mais severo nos setores próximos à América do Sul, onde a temperatura chega a 2,8ºC e até 3,7ºC. 

De acordo com a NOOA (Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos), o comportamento atmosférico atual confirma o coplamento entre oceano e atmosfera por meio de alterações nos ventos e na convenção tropical. 

Para avaliar o evento, a NOOA usa o RONI (Índice Oceânico Relativo do Niño), que registrou 1,4 °C no trimestre de junho a agosto de 2026, o que indica trajetória contínua de elevação para os próximos meses. 

Grandes chances de superar episódios históricos

As projeções apontam um potencial histórico para o atual ciclo do fenômeno. A NOOA estima em 75% a chance do El Niño superar a intensidade dos eventos registrados desde 1950 durante o trimestre de outubro a dezembro de 2026.

Como comparação, o El Ninõ de 2015/16, um dos mais severos da atualidade, registrou valores acima de 2ºC por diversos trimestres, ao atingir o pico de 2,3ºC no RONI. 

Embora especialistas ressaltem que ainda não é possível confirmar o recorde absoluto, os dados indicam uma probabilidade elevada de o evento figurar entre os mais intensos da série histórica. 

Reflexos no Brasil

As estimativas de probabilidade indicam que o El Niño deve persistir pelo menos até o trimestre de março a maio de 2027. 

A transição para condições de neutralidade climática só se torna o cenário mais provável no trimestre de abril a junho de 2027, quando a chance atinge 55%. 

Assim, o fenômeno deve influenciar o clima durante toda a primavera, o verão e parte do outono no Hemisfério Sul.

No Brasil, a tendência associada a um El Niño dessa magnitude inclui chuvas acima da média na Região Sul, períodos mais secos em setores da Região Norte e maior frequência de episódios de calor intenso. 

No entanto, os meteorologistas ressaltam que a força do fenômeno não se traduz em eventos extremos em todas as regiões. 

Fonte: CNN Brasil

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Anvisa aprova 14 novas canetas para diabetes e obesidade em 2026

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A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) ampliou neste ano as opções de medicamentos injetáveis usados no tratamento do diabetes tipo 2 e da obesidade. Impulsionado pela queda da patente do Ozempic (semaglutida da Novo Nordisk) em março, o mercado recebeu novos registros de genéricos e similares da substância, além de novas opções à base de liraglutida.

São 14 canetas emagrecedoras aprovadas em 2026 no Brasil: dez de semaglutida, três de liraglutida e uma nova versão de Mounjaro (tirzepatida). A multiplicação das marcas, porém, não significa que todos os medicamentos sejam intercambiáveis ou que a escolha deva ser feita apenas pelo preço, além de não eliminar a necessidade de uma avaliação médica.

Segundo a endocrinologista Bruna Marinho, coordenadora do Serviço de Endocrinologia e Metabologia do Hospital Felício Rocho, em Belo Horizonte (MG), a escolha entre os medicamentos deve considerar o diagnóstico, a necessidade de perda de peso, outras doenças do paciente, os estudos disponíveis para cada produto e a possibilidade de manter o tratamento por longos períodos.

Esse último ponto pode ser decisivo. Obesidade e diabetes são doenças crônicas e, segundo especialistas, o tratamento farmacológico frequentemente precisa ser mantido por meses ou anos. Por isso, um medicamento com maior potencial de perda de peso, como é o caso do Mounjaro (única tirzepatida aprovada pela Anvisa, da Eli Lilly), pode não ser a melhor opção se o paciente não conseguir arcar com seu custo continuamente.

Os possíveis efeitos colaterais também influenciam na definição do medicamento. As substâncias dessa classe atuam sobre o sistema gastrointestinal e podem causar sintomas como náusea, dor abdominal, refluxo, constipação e outras alterações do hábito intestinal.

A endocrinologista Alana Rocha, professora de endocrinologia da Afya Educação Médica Vitória, afirma que esse é um dos fatores avaliados quando se considera, por exemplo, a mudança de um tratamento para outro. Segundo ela, a decisão deve levar em conta tanto as doenças associadas do paciente quanto a tolerabilidade ao medicamento.

“A gente precisa avaliar várias coisas, principalmente as comorbidades que o paciente possui. Se é um paciente obeso e diabético, se é um paciente obeso com problemas no fígado ou com problemas cardíacos. Nem sempre a transição é possível”, diz Rocha.

SEMAGLUTIDA

A principal mudança no mercado brasileiro ocorreu com a semaglutida, substância que se tornou conhecida principalmente pelas marcas Ozempic e Wegovy, da farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk.

A semaglutida imita a ação do GLP-1, hormônio produzido naturalmente pelo organismo que participa do controle da glicose e da saciedade. Ao ativar os receptores de GLP-1, a substância ajuda a controlar a glicemia, reduz o apetite e aumenta a sensação de saciedade, podendo contribuir para a perda de peso

Até março deste ano, a fabricação de medicamentos com semaglutida no Brasil estava concentrada nos produtos da Novo Nordisk. A exclusividade terminou em 20 de março, abrindo caminho para a entrada de outras farmacêuticas.

Em 26 de maio, a Anvisa aprovou o Ozivy, da EMS, primeiro medicamento à base de semaglutida registrado após a queda da patente. O produto é indicado para adultos com diabetes tipo 2 insuficientemente controlado. Em 10 de julho, o Ozivy passou a integrar a Lista de Medicamentos de Referência da Anvisa.

Em 29 de julho, a agência aprovou cinco medicamentos à base de semaglutida: Owozy, da Ávita Care; Seemasun, da Sun Farmacêutica; Zempneo, da Brainfarma; Semavy, da Cosmed; e Orsema, da Ranbaxy. As indicações informadas para os produtos são para adultos com diabetes tipo 2 insuficientemente controlado.

Em 17 de agosto, a EMS também obteve o registro do primeiro medicamento genérico de semaglutida do país. O produto não terá nome comercial, como determina a legislação para genéricos. Na mesma data, também foi aprovado o Semaclique, da Germed, na categoria de medicamento similar.

Na semana seguinte, em 24 de agosto, a Anvisa aprovou o segundo genérico de semaglutida, da Germed. Os medicamentos similares são identificados pela marca ou nome comercial. E, ao contrário dos medicamentos genéricos, nem todo similar pode ser trocado pelo medicamento de referência.

Em 31 de agosto, foi aprovado o Yluméc, da EMS, registrado como medicamento similar, na modalidade clone.

Veja lista das 10 canetas de semaglutidas aprovadas em 2026:

Ozivy, da EMS (26 de maio)

Semavy, da Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos (29 de julho)

Owozy, da Ávita Care Importação e Distribuição de Produtos (29 de julho)

Zempneo, da Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica (29 de julho)

Seemasun, da Sun Farmacêutica do Brasil (29 de julho)

Orsema, da Ranbaxy Farmacêutica (29 de julho)

Semaglutida genérica da EMS (17 de agosto)

Semaclique, da Germed (17 de agosto)

Semaglutida genérica da Germed (24 de agosto)

Yluméc, da EMS (31 de agosto)

O Ozempic custa entre R$ 975, nas versões de 0,25 mg e 0,5 mg pelo programa Preço NovoDia no comércio eletrônico, e R$ 999 na apresentação de 1 mg. O Ozivy chegou às farmácias com preços anunciados entre R$ 452 e R$ 498 por caneta.

No caso dos medicamentos genéricos, a legislação determina que o preço seja, no mínimo, 35% inferior ao do medicamento de referência. Com base nos valores de lançamento do Ozivy, a estimativa para os genéricos ficaria entre R$ 293 e R$ 323.

Os outros medicamentos aprovados ainda precisam passar por outras etapas antes de chegar às farmácias. Entre elas está a definição do preço pela CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos).

Antes da entrada dos novos produtos aprovados em 2026, o mercado brasileiro já havia recebido outras opções de medicamentos à base de semaglutida por meio de uma parceria entre a Eurofarma e a Novo Nordisk.

Desde outubro de 2025, a Eurofarma comercializa o Extensior e o Poviztra. De acordo com a farmacêutica, os produtos são idênticos aos medicamentos de referência da Novo Nordisk: o Extensior ao Ozempic e o Poviztra ao Wegovy.

LIRAGLUTIDA

Outra substância que ganhou novos produtos neste ano foi a liraglutida, também pertencente à classe dos agonistas do receptor de GLP-1.

Em 1º de junho, a Anvisa aprovou a Liraclick, versão de semaglutida sintética da Germed.

Na última terça-feira (8), a Anvisa aprovou dois medicamentos genéricos de liraglutida produzidos pela EMS, destinados ao tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2.

Os produtos têm como matriz os medicamentos Olire e Lirux, da própria EMS, que começaram a chegar às farmácias no fim de 2025. O Olire é destinado ao tratamento da obesidade, enquanto o Lirux é indicado para diabetes tipo 2.

Tanto o Olire quanto o Lirux são comercializados na apresentação de 6 mg em canetas. Ambos são anunciados a partir de R$ 84 em grandes redes de farmácias na internet. Por lei, genéricos devem custar no mínimo 35% a menos que os medicamentos de referência.

Uma diferença prática da liraglutida em comparação à semaglutida e à tirzepatida é a frequência de aplicação. Enquanto estas são administradas, em geral, uma vez por semana, a liraglutida costuma exigir aplicação diária.

O endocrinologista Júlio Américo Batatinha, doutorando no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo), afirma que a frequência de uso é um dos fatores que reduziram o espaço da liraglutida em comparação com medicamentos mais recentes.

“A liraglutida tem um efeito intermediário na perda de peso e também tem um efeito bom no controle do diabetes. A principal desvantagem é que ela exige uso diário, então o paciente precisa fazer a aplicação todos os dias”, afirma Batinha.

Comparativamente, segundo ele, a semaglutida já tem um efeito mais interessante em relação à perda de peso e apresenta a vantagem de ser usada apenas uma vez por semana. Porém, comparando com a tirzepatida, a semaglutida pode ter um pouco mais de efeitos colaterais.

TIRZEPATIDA

A tirzepatida é o princípio ativo do Mounjaro, medicamento da farmacêutica Eli Lilly aprovado pela Anvisa e utilizado no tratamento do diabetes tipo 2 e da obesidade, conforme as indicações autorizadas.

Diferentemente da semaglutida, ela atua sobre dois hormônios envolvidos no controle metabólico, o GLP-1 e o GIP, sendo classificada como um agonista duplo.

A tirzepatida continua sob patente no Brasil. Por isso, o Mounjaro é a única opção aprovada pela Anvisa com esse princípio ativo.

Em 18 de março, a Anvisa aprovou o registro da versão multidose do Mounjaro. A nova apresentação, diferentemente das canetas descartáveis já disponíveis no mercado, utiliza uma versão reutilizável, que permite múltiplas aplicações a partir de um mesmo frasco.

DULAGLUTIDA

A dulaglutida é outra substância da família dos agonistas do receptor de GLP-1. No Brasil, seu principal medicamento de referência é o Trulicity, da Eli Lilly, aprovado para o tratamento do diabetes tipo 2. Até o momento, não há versões genéricas ou similares no país, já que o medicamento ainda está protegido por patente.

Segundo Batatinha, a dulaglutida apresenta menor potência para a redução do peso quando comparada à semaglutida e à tirzepatida. Por isso, seu uso para essa finalidade perdeu espaço com a chegada de medicamentos mais potentes.

Fonte: Notícias ao Minuto

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