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Inscrições abertas até o dia 17 para cursos remotos em todos os municípios de Rondônia
Estão abertas até o dia 17 de junho as inscrições para cursos remotos ofertados pelo Instituto Estadual de Desenvolvimento da Educação Profissional (Idep), em todos os municípios de Rondônia. As matrículas podem ser realizadas pelo link https://rondonia.ro.gov.br/publicacao/cursos-remotos-inscricoes-abertas-ate-17-6/
As aulas acontecem na plataforma Google Classroom e são híbridas, sendo duas horas na modalidade remota e duas horas com atividades na plataforma. Os participantes receberão certificados mediante a participação em todas as atividades.
O governador de Rondônia, Marcos Rocha, ressaltou a importância do ensino online na ampliação da oferta de mão de obra em todas as regiões do estado. “Com o avanço tecnológico, o governo do estado está levando ensino profissionalizante aos mais diversos locais, garantindo oportunidade de crescimento profissional a toda população rondoniense”, destacou.
Segundo a presidente do Idep, Adir Josefa de Oliveira, a consolidação do ensino online, que se expandiu na pandemia devido ao distanciamento social, está cada vez mais atraindo os estudantes. “Hoje, com a dinâmica da vida moderna, quando as múltiplas tarefas ocupam o tempo do cidadão, os cursos remotos se tornaram uma grande tendência para quem quer estudar com planejamento e comodidade”, destacou.
A estudante Karla Priscila Besserte Candido, de 16 anos, que mora em Espigão do Oeste, está tendo a chance de se preparar para o mercado de trabalho, fazendo o Curso Técnico em Agroecologia, no Centro Técnico Estadual de Educação Rural (Centec Abaitará), unidade do Idep localizada em Pimenta Bueno.
“Estou fazendo o curso por ser muito importante e atual, tendo em vista a grande necessidade, quando cada vez mais está sendo priorizada a preservação do meio ambiente. Precisamos produzir de forma sustentável”, pontuou a jovem, cuja família tem propriedade rural com cultura predominante do café.
Cursos remotos ofertados
Empreendedorismo;
Auxiliar Administrativo;
Automaquiagem; e
Inglês Instrumental.
Geral
Bancários rejeitam proposta da Caixa e mantêm greve nacional
Os empregados da Caixa Econômica Federal rejeitaram a proposta final apresentada pelo banco e decidiram manter a greve nacional, iniciada na quinta-feira (10). A paralisação segue por tempo indeterminado, enquanto as entidades sindicais buscam retomar as negociações.
Na base do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, 68% dos trabalhadores votaram contra a proposta em assembleia encerrada às 23h desta sexta-feira (11). 

O principal ponto de divergência é o Saúde Caixa, plano de assistência médica dos funcionários. A proposta apresentada pela instituição previa mudanças no modelo de custeio e nas regras de coparticipação.
Justiça
Antes da votação, a Caixa afirmou que a proposta era final e indicou que poderia recorrer à Justiça do Trabalho caso fosse rejeitada.
O banco deve avaliar o ingresso de um dissídio coletivo, instrumento utilizado para que a Justiça do Trabalho estabeleça condições para solucionar o impasse entre empregados e instituição.
Apesar da rejeição, a Caixa afirmou que mantém o diálogo aberto com as entidades representativas dos trabalhadores e que pretende buscar um entendimento.
Origem
A paralisação começou na quinta-feira (10), depois que os trabalhadores rejeitaram uma proposta anterior para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).
Segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), mais de 90% das bases sindicais haviam rejeitado o texto anterior apresentado pela Caixa.
Em São Paulo, Paraná e outras regiões, agências amanheceram fechadas no início da greve. Os caixas eletrônicos continuaram disponíveis.
Proposta rejeitada
Entre os principais pontos oferecidos pela Caixa estavam:
- prêmio de R$ 3 mil por empregado;
- pagamento, em 18 de setembro, do salário reajustado, da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), do Super Caixa e do prêmio;
- aumento de 6,5% para 8% do limite de participação da Caixa no custeio do Saúde Caixa;
- antecipação da parcela da Caixa referente à 13ª mensalidade de 2028, 2029 e 2030;
- pagamento de valores relativos ao PAMS a partir de 2027;
- R$ 236 milhões em ações de prevenção à saúde a partir de janeiro de 2027;
- criação de grupos de trabalho para discutir melhorias na eficiência do plano e novas fontes de financiamento.
A proposta tinha validade até ontem (11).
Saúde Caixa
As mudanças no plano de saúde concentraram a maior parte das divergências. Entre as regras propostas estavam:
- contribuição dos empregados de 2,3% a 4,1% sobre o salário-base, conforme a faixa etária;
- cobrança de R$ 480 a R$ 660 por dependente, de acordo com a idade;
- aumento do teto anual de coparticipação de R$ 3,6 mil para R$ 4,8 mil por grupo familiar;
- limite de 9% para o grupo familiar;
- criação de um piso de R$ 50 por beneficiário;
- cobrança de 13 mensalidades;
- aumento de R$ 75 para R$ 150 no valor da consulta em pronto-socorro, fora do teto;
- isenção de coparticipação em atendimentos por telemedicina;
- recadastramento anual obrigatório.
A proposta também previa uma janela de 90 dias para adesão de titulares que atualmente estão fora do plano. Após o cancelamento, porém, não seria possível retornar ao Saúde Caixa.
Atendimento aos clientes
A Caixa orienta os clientes a priorizar os canais digitais e remotos durante a paralisação. Entre as opções estão:
- aplicativo Caixa;
- internet Banking;
- WhatsApp Caixa;
- Caixa Tem;
- aplicativos Cartões Caixa, Habitação Caixa, DPVAT e FGTS;
- caixas eletrônicos;
- rede Banco24Horas;
- lotéricas e correspondentes Caixa Aqui.
O atendimento telefônico também permanece disponível pelo Alô Caixa, nos números 4004-0104, para capitais e regiões metropolitanas, e 0800-104-0104, para as demais localidades.
Banco do Brasil
A situação é diferente no Banco do Brasil. Na maior parte dos sindicatos, a categoria aprovou uma proposta apresentada pela instituição e trabalhou normalmente na sexta-feira (11).
A paralisação, no entanto, permanece em 18 bases sindicais, onde os trabalhadores não encerraram o movimento.
Fonte: Agência Brasil
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Três casos de sarampo são confirmados na Região Norte; outros dois são investigados
Três casos de sarampo foram confirmados na cidade de Tabatinga (AM), na tríplice fronteira com a Colômbia e o Peru. Todos os infectados são procedentes da cidade peruana de Alto Monte, e não estavam vacinados contra a doença.
Trata-se de uma mulher de 24 anos e duas crianças, de 8 anos e 1 ano, que estiveram recentemente no país vizinho e chegaram a ser atendidas lá após apresentar sintomas.
A mulher relatou ter tido contato com um irmão, que também tinha sinais da doença. Os três permanecem isolados na cidade de Tabatinga.
De acordo com a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas, há ainda dois casos em investigação. Em Tabatinga, as autoridades avaliam o caso de um menino de dois anos, também de nacionalidade peruana, que viveu quase um ano no país, e retornou ao Brasil recentemente.
Além disso, em Caruari, uma menina de 1 ano também apresentou os sintomas típicos da doença. Ao contrário dos outros, ela não tem histórico de viagem para fora do Brasil, nem de contato com pessoas com suspeita da doença.
Além de isolar os pacientes confirmados ou suspeitos, a Fundação está monitorando o estado de saúde das pessoas que tiveram contato com eles, e realizou bloqueio vacinal, reforçando a imunização contra o sarampo na comunidade, para evitar que o vírus se espalhe.
Ações de vigilância
O Ministério da Saúde também informou que está intensificando as ações de vigilância contra o sarampo no estado e que enviará equipes aos municípios de Tabatinga e Carauari para apoiar os serviços de saúde locais.
A pasta reforçou que os casos “ocorrem em meio a surtos em outros países das Américas”, e que o Brasil continua certificado como área livre da doença.
Segundo a Organização Panamericana de Saúde, já foram confirmados mais de 47 mil casos no continente, incluindo 44 óbitos. O Peru é um dos países com a maior quantidade de registros, quase 2 mil, atrás da Guatemala, México e Estados Unidos.
O vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Renato Kfouri, reforçou, no entanto, que casos importados também podem ser o início de cadeias de transmissão dentro do nosso território:
“É fundamental a vigilância, o bloqueio desses casos confirmados, a vacinação de pessoas suscetíveis que tiveram contato. Com esses estados registrando casos, sempre há um risco de retorno da doença. Geralmente a porta de entrada são os locais de imigração”.
Por enquanto, o Brasil registrou 36 casos em 2026: 32 em São Paulo, 1 no Rio de Janeiro e 3 no Amazonas.
Kfouri também ressalta que o Brasil vem implementando as medidas necessárias para manter o país livre da transmissão sustentada do sarampo, como a aplicação da chamada “dose zero” da vacina em bebês entre 6 e 11 meses que vivem em áreas com registro da doença, e de doses de reforço em toda a população nos locais de maior risco.
A vacina contra o sarampo é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde. Dentro do Calendário Básico, ela deve ser tomada em duas doses, aos 12 meses e aos 15 meses.
Todas as pessoas com até 59 anos que não tenham comprovante de vacinação devem atualizar sua carteirinha.
Fonte: Agência Brasil
Geral
Rondônia terá sábado de chuva e trovoadas; veja a previsão para o estado
Rondônia deve ter um sábado (12) de céu nublado, com possibilidade de chuvas e trovoadas isoladas em diferentes regiões do estado. A previsão é do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam).
Os ventos devem permanecer fracos, enquanto as temperaturas podem variar entre 24°C e 32°C.
Em Porto Velho, os termômetros devem marcar mínima de 24°C e máxima de 32°C. Em Vilhena, a previsão indica temperaturas entre 21°C e 25°C. Já em Corumbiara, a mínima prevista é de 22°C, com máxima de 27°C.
