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Polícia

ATUALIZAÇÃO: Homem é encontrado morto após ser filmado furtando igreja na capital

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Jakson Lima da Silva, 29, foi encontrado morto a tiros na tarde de sexta-feira (07), na Estrada Tererê, entre os bairros Ulisses Guimarães e Jardim Santana, na zona leste de Porto Velho.

Conforme a PM, transeuntes notaram o corpo e chamaram a polícia. Uma equipe do Samu foi acionada e confirmou o óbito no local.

A perícia identificou quatro perfurações de bala no corpo: duas no pescoço, uma na cabeça e outra no tórax. Ao lado do corpo, foram encontradas quatro cápsulas de pistola.

Informações preliminares indicam que a vítima teria sido filmada furtando uma igreja no bairro Mariana. O caso está sob investigação pela Delegacia de Homicídios.

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Polícia

Motorista perde o controle e invade casa enquanto moradora dormia

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Um motorista perdeu o controle da direção e invadiu uma residência no Centro da cidade, causando danos à estrutura do imóvel.

Segundo o filho da proprietária, a mulher estava dormindo em um dos quartos quando foi surpreendida pelo forte impacto da colisão. Ela acordou assustada e ligou para o filho para informar o que havia acontecido.

Apesar do susto e dos prejuízos causados pelo veículo, a moradora não sofreu ferimentos.

As circunstâncias do acidente deverão ser apuradas pelas autoridades competentes.

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Polícia

Advogados são alvo de operação por fraude de R$ 3,8 bilhões no ICMS

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O Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira/SP) deflagrou, na manhã desta quarta-feira (15/7), operação contra suposto esquema bilionário de sonegação de impostos. Entre os alvos dos mandados de busca e apreensão estão advogados, incluindo o escritório de Nelson Wilians, investigado por envolvimento na Fraude do INSS, revelada pelo Metrópoles.

A advogada Mayara Fahur de Paula, cujo escritório é localizado em Londrina, no Paraná, é também apontada como integrante do núcleo principal do esquema, que seria liderado pelo “Grupo Econômico Nelson Wilians”, segundo as investigações.

Batizada de Distrato, a operação cumpre 38 mandados em São Paulo, Campinas, Jundiaí e Ribeirão Preto, além das cidades paranaenses de Londrina e Cambé.

Segundo as investigações, escritórios de advocacia e empresas de consultoria ofereciam a empresários paulistas a possibilidade de pagar menos Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) por meio da compra de supostos créditos tributários vendidos com desconto. Os intermediários afirmavam que esses créditos eram legais e haviam sido autorizados pela Secretaria da Fazenda, apresentando a operação como forma legítima de planejamento tributário.

Essa autorização da secretaria, no entanto, não existia. Após aderir ao esquema, a empresa deixava de pagar parte do ICMS devido ao Estado e repassava aos intermediários comissão que podia chegar a 70% do valor do imposto economizado. Assim, segundo a investigação, parte do dinheiro que deveria entrar nos cofres públicos acabava destinada aos integrantes do grupo. Foram identificadas infrações em 752 empresas, e o montante sonegado supera R$ 3,8 bilhões.

Ainda conforme a apuração, os créditos tributários negociados estavam ligados a empresas sem condições de operar, empresas falidas ou operações comerciais consideradas fictícias. Para fazer a aparência de legalidade, os investigados teriam utilizado contratos, procurações, apólices de seguro e até documentos falsos atribuídos à própria administração tributária.

Quem é Nelson Wilians

  • Alvo da operação desta quarta-feira, Nelson Wilians é formado em direito e fundou, em 1999, um escritório de advocacia tributária.
  • O escritório dele foi alvo, em setembro de 2025, de operação da Polícia Federal durante investigação sobre descontos indevidos contra aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
  • De acordo com as investigações da PF, Nelson Wilians movimentou R$ 4,3 bilhões em operações financeiras consideradas suspeitas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), entre 2019 e 2024.
  • Um relatório do Coaf já havia revelado pagamentos no valor de R$ 15,5 milhões feitos por Nelson Wilians a Maurício Camisotti, investigado como possível “beneficiário final” da farra dos descontos sobre aposentadoria.
  • Além das transações milionárias apontadas pelo Coaf, outro negócio envolvendo mansões em uma das regiões com o metro quadrado mais caro de São Paulo une Camisotti e Wilians. Em novembro de 2020, o empresário adquiriu, por R$ 22 milhões, uma mansão no Jardim Europa, bairro nobre paulistano, que depois se tornaria jardim da mansão de Nelson Wilians.
  • Na ocasião, a defesa do advogado afirmou que a relação com Camisotti — seu cliente na área jurídica — é “estritamente profissional e legal, o que será comprovado de forma cabal”. “Os valores por ele transferidos referem-se à aquisição de um terreno vizinho à sua residência, transação lícita e de fácil comprovação”, diz a nota.

O Cira é formado pela Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo (Sefaz-SP), o Ministério Público de São Paulo (MPSP) e a Procuradoria Geral do Estado (PGE/SP). A operação contou com apoio das polícias Civil e Militar. O objetivo é reunir novos elementos probatórios, identificar beneficiários econômicos e responsabilizar os envolvidos nas esferas administrativa, cível e penal.

Metrópoles procurou a defesa de Nelson Willians e aguarda retorno. O espaço segue aberto para manifestações.

Fonte: Metrópoles


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Polícia

Casa é destruída por incêndio; proprietário está desaparecido há dois meses

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Uma residência foi completamente destruída por um incêndio no início da noite desta terça-feira (14), no bairro Presidencial, no primeiro distrito de Ji-Paraná. As chamas se espalharam rapidamente e consumiram toda a estrutura do imóvel.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e conseguiu controlar o fogo, evitando que as chamas atingissem imóveis vizinhos. Apesar dos danos materiais, não houve registro de feridos, pois a casa estava desocupada no momento do incêndio.

As causas do fogo ainda são desconhecidas. A área deverá passar por perícia para identificar a origem do incêndio e esclarecer como o sinistro teve início.

Segundo moradores da região, o proprietário da residência, conhecido como Joãozinho, está desaparecido há cerca de dois meses. O caso já é investigado pela Polícia Civil, que busca esclarecer as circunstâncias do desaparecimento.

Ainda conforme relatos de vizinhos, nos últimos meses o imóvel era frequentemente utilizado por usuários de drogas, tornando-se um ponto de consumo de entorpecentes e alvo de constantes reclamações da comunidade devido à movimentação no local.

Até o momento, não há confirmação de que o incêndio tenha qualquer relação com o desaparecimento do proprietário. As investigações sobre ambos os casos seguem em andamento.

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