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Polícia

IDENTIFICADO: Homem é morto a facadas no residencial Cristal da Calama

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Francisco Gomes Ribeiro, de 25 anos, foi morto a facadas em frente a uma residência na Rua Aventurina, no residencial Cristal da Calama, zona leste da capital.

De acordo com relatos de testemunhas, moradores do local se depararam com o corpo do homem caído na calçada ao saírem de casa e imediatamente acionaram a Polícia e o Samu, que constatou o óbito.

A Polícia Militar isolou a área e solicitou a presença da perícia e do rabecão para os procedimentos de praxe.

O perito constatou que o homem foi atingido com golpes de faca no tórax. Após a perícia, o corpo foi removido ao Instituto Médico legal (IML).

Agentes da 2ª Delegacia de Homicídios já iniciaram as investigações para esclarecer o caso. A vítima, que tinha antecedentes criminais, trabalhava atualmente em um lava jato.

Polícia

Motorista avança preferencial e provoca acidente em cruzamento

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Um acidente de trânsito foi registrado na tarde desta quarta-feira em Porto Velho. A colisão ocorreu no cruzamento das ruas Jacir Paraná e Uruguai, ponto da capital conhecido pelo registro frequente de acidentes.

Segundo informações apuradas pela a equipe do Notícias Urgentes, o motorista de um Chevrolet Prisma seguia pela rua Jacir Paraná, que é a via preferencial. Ao chegar ao cruzamento, um Renault Kwid conduzido por uma mulher, que trafegava pela rua Uruguai no sentido da avenida Raimundo Cantuária, acabou avançando a preferencial.

Sem conseguir evitar a batida, o Kwid atingiu a lateral do Prisma que passava pelo cruzamento.

Com o impacto, a motorista do Renault Kwid passou a reclamar de fortes dores na região do peito. Já o condutor do Prisma sofreu apenas ferimentos leves.

Apesar do susto, o acidente resultou principalmente em danos materiais. A ocorrência chamou a atenção de pessoas que passavam pelo local e reacendeu a preocupação de moradores da região, já que o cruzamento tem histórico de diversas colisões.

Motoristas que utilizam o trecho com frequência pedem mais atenção dos condutores e também medidas que possam aumentar a segurança no local, a fim de evitar novos acidentes.

Fonte: Notícias Urgentes

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Polícia

MP diz que policial penal morto durante ação do BPTAR havia sido condenado por matar PM em Porto Velho

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Um policial penal foi condenado a 18 anos de prisão pelo homicídio de um policial militar e morreu após reagir à ordem de prisão nesta terça-feira (10/3). O julgamento ocorreu no Tribunal do Júri, em Porto Velho, com atuação do Ministério Público de Rondônia (MPRO). O réu, Fabrício Borges Mendes, de 43 anos, acompanhou a sessão de forma online, da cidade de Machadinho do Oeste. Após a leitura da sentença, ele foi alvo de ordem de prisão imediata. Ao resistir à abordagem da Polícia Militar, efetuou disparos contra a guarnição e acabou baleado.

O julgamento foi conduzido no Tribunal do Júri da capital. O Ministério Público foi representado pelo Promotor de Justiça Marcus Alexandre de Oliveira Rodrigues.

Os jurados analisaram o caso e reconheceram a responsabilidade do réu pelo homicídio do policial militar Francisco Garcia Galvão e acolheram as qualificadoras apresentadas pelo MPRO, de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima . O crime ocorreu em 2013, em Porto Velho. A vítima foi atingida por seis disparos de arma de fogo.

Com base na decisão do júri, a Justiça fixou a pena em 18 anos de prisão.

Acompanhamento remoto

O réu, Fabrício Borges Mendes, de 43 anos, não estava presente no tribunal. Ele acompanhou o julgamento por meio de videoconferência, da cidade de Machadinho do Oeste.

Após a leitura da sentença, a Promotoria de Justiça de Machadinho do Oeste acionou a Polícia Militar para cumprir a ordem de prisão.

Resistência à prisão

Durante a tentativa de cumprimento da ordem judicial, o policial penal teria reagido à abordagem policial. Segundo informações da ocorrência, ele efetuou disparos contra a guarnição da Polícia Militar.

Os policiais reagiram à agressão. O homem foi atingido e morreu no hospital local.

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MP/RO

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Polícia

Polícia faz operação contra suspeito de passar informação para facção

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O Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), deflagrou nesta quarta-feira (11/3) a “Operação Eco”, com o objetivo de cumprir ordens judiciais no município de Nova Mamoré/RO. A ação é um desdobramento da Operação Godos, deflagrada no dia 12/11/2025, e visa instruir investigação que apura a suposta prática do crime de obstrução de justiça, especificamente no que tange ao embaraço de investigações envolvendo organização criminosa armada.

As diligências foram deflagradas para o cumprimento de 2 (dois) mandados de busca e apreensão, expedidos pela 2ª Vara de Garantias de Porto Velho, sendo um em endereço residencial e outro em sede empresarial. Além das buscas, o Poder Judiciário determinou o afastamento do sigilo de dados telemáticos dos dispositivos apreendidos, bem como a imposição de medida cautelar de proibição de contato do investigado com outros 79 (setenta e nove) alvos vinculados a organização criminosa desmantelada com a deflagração da Operação “Godos”.

A investigação revelou que o alvo da operação, na condição de sócio-administrador de uma empresa provedora de internet, teria violado o dever de sigilo e confidencialidade ao alertar membros de um grupo criminoso sobre o início de uma incursão policial anterior (fase ostensiva da Operação Godos). O investigado usou de terminal telefônico para enviar mensagens e realizar ligações informando que a operação estava em curso, permitindo que os criminosos tentassem destruir vestígios e frustrar a persecução penal.

O nome atribuído à operação é uma referência direta à conduta de propagar indevidamente informações sigilosas. Assim como o fenômeno acústico, o investigado “ecoava” os passos das autoridades investigantes para o interior da organização criminosa, servindo como um sistema de alerta que visava garantir a impunidade do grupo, investigado por crimes graves como extorsão, homicídio e lavagem de capitais.

Fonte: MPRO

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