Polícia
IDENTIFICADO: Homem é morto a facadas no residencial Cristal da Calama
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Francisco Gomes Ribeiro, de 25 anos, foi morto a facadas em frente a uma residência na Rua Aventurina, no residencial Cristal da Calama, zona leste da capital.
De acordo com relatos de testemunhas, moradores do local se depararam com o corpo do homem caído na calçada ao saírem de casa e imediatamente acionaram a Polícia e o Samu, que constatou o óbito.
A Polícia Militar isolou a área e solicitou a presença da perícia e do rabecão para os procedimentos de praxe.
O perito constatou que o homem foi atingido com golpes de faca no tórax. Após a perícia, o corpo foi removido ao Instituto Médico legal (IML).
Agentes da 2ª Delegacia de Homicídios já iniciaram as investigações para esclarecer o caso. A vítima, que tinha antecedentes criminais, trabalhava atualmente em um lava jato.



Polícia
Operação da PRF apreende ouro ilegal avaliado em R$ 14 milhões
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu na terça-feira (26), na BR-364, em Vilhena (RO), aproximadamente 2 kg de ouro transportados de forma ilegal. O material foi encontrado em uma peça utilizada em veículos pesados, transportada em uma caminhonete.
A ocorrência em Rondônia e outras duas apreensões, no Pará e no Amazonas, chegam a aproximadamente 19,5 kg de ouro transportados de forma ilícita em rodovias federais da Região Norte do país. Em Altamira (PA), na segunda-feira (25), aproximadamente 13,4 kg do mineral transportados de forma clandestina foram encontrados na BR-230, a maior apreensão do ano feita pela instituição. O outro flagrante foi na BR-174, em Manaus (AM), quando os policiais encontraram 4 kg de ouro escondidos no tênis do passageiro de um ônibus. O mineral apreendido nas três ocorrências é avaliado em aproximadamente R$ 14 milhões.
As apreensões nos estados que fazem parte da Amazônia Legal são resultado do esforço da PRF no Plano Amas (Amazônia: Segurança e Soberania), lançado em 2023. O plano direciona investimentos, equipamentos e efetivo de diversas instituições públicas para ações de prevenção e combate a atividades ilegais na Amazônia, como o tráfico de animais silvestres, garimpo e extração de madeira ilegais. Este ano, as ações têm reforço do Programa Brasil Contra o Crime Organizado, implementado em maio, e que busca a integração entre as forças de segurança para combater o crime na região.


Fonte: PRF
Polícia
Polícia Civil combate tráfico e venda de vapes em escolas
A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da 1ª Delegacia de Polícia de Jaru, com apoio da Polícia Militar, realizou nesta quarta-feira (27) uma ação focada no combate ao tráfico de drogas e à venda de cigarros eletrônicos (vapes) dentro e no entorno de escolas da região.
A ação aconteceu após denúncias e levantamentos apontarem que jovens em idade escolar estavam tendo acesso a substâncias entorpecentes e a dispositivos eletrônicos para fumar. A ação teve como objetivo principal barrar o avanço dessas práticas ilícitas e proteger a comunidade escolar.
Durante os trabalhos, os policiais civis realizaram buscas para recolher materiais e provas que ajudem a identificar todos os envolvidos no fornecimento desses produtos aos estudantes. Os trabalhos seguem em andamento para responsabilizar os autores.
A Polícia Civil de Rondônia destaca que essa ação reflete a atuação estratégica da instituição em sufocar a criminalidade e garantir a proteção de crianças e adolescentes. A instituição ressalta ainda que o suporte da Operação Protetor das Fronteiras tem sido uma grande ajuda para fortalecer essas ações e garantir maior segurança em todo o estado.
Fonte: Polícia Civil
Polícia
MPRO prende 20 foragidos condenados por violência sexual contra crianças
Operação coordenada pelo Ministério Público de Rondônia (MPRO) resultou, ao longo deste mês, na prisão de 20 pessoas condenadas por violência sexual contra crianças e adolescentes que, mesmo sentenciadas a penas elevadas, estavam foragidas da Justiça em Porto Velho. A ação, conduzida a partir de um intenso trabalho interinstitucional de inteligência investigativa, foi realizada como parte do calendário da Campanha Maio Laranja, mobilização de enfrentamento e combate a delitos dessa natureza.
A operação foi coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e contou com o apoio do Centro de Atividades Extrajudiciais (Caex); Secretaria de Estado da Justiça (Sejus); Polícias Civil (PC); Militar (PM); Rodoviária Federal (PRF) e Federal (PF).
De acordo com o coordenador do Gaeco, promotor de Justiça Anderson Batista de Oliveira, o trabalho consistiu num esforço interinstitucional para dar cumprimento a mandados de prisão que estavam em aberto contra réus sentenciados a penas a serem cumpridas em regime fechado.
“Em geral, tratava-se de pessoas que responderam aos processos em liberdade e se evadiram após o julgamento. Realizamos diversas diligências, identificamos acusados que já estavam mortos ou presos por outros delitos e montamos uma grande força-tarefa para localizar esses réus”, disse.
Investigação – A ação, conforme explicou o promotor de Justiça, apresentou caráter desafiador, por se tratar de operação de captura de foragidos, pessoas cuja localização é incerta, que têm como prática usar documentos falsos, morar em áreas afastadas e adotar todo tipo de medidas para evitar o cumprimento desses mandados.
Assim, foi realizado um trabalho minucioso de levantamento, comunicação de dados e pesquisa de instituições com atribuições afetas ao tema. “O número de prisões, aparentemente pequeno, ganha expressão se pensarmos na conduta delituosa desses indivíduos, que agora estão fora das ruas”, afirma o coordenador do Gaeco, que, ao avaliar o tempo dedicado aos trabalhos, contabilizou a média de uma prisão por dia.
Para o Ouvidor-Geral do MPRO, procurador de Justiça Carlos Grott, que idealizou o trabalho, a operação demonstra a capacidade de mobilização das instituições no enfrentamento da violência. “Foi uma ação valiosa, que terá impacto na sociedade e na infância de muitas crianças”, destacou.
A Operação Maio Laranja foi desenvolvida como parte de campanha homônima, coordenada pela Ouvidoria-Geral e contou com a parceria da Promotoria de Justiça da Infância.
Fonte: MPRO
