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Professora de RO é afastada após divulgar conteúdo de Livro Infantil em rede social – VEJA O VÍDEO

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Uma professora da Escola Francisco Jose Chiquilito Erse, em Buritis, foi afastada de seu cargo, após divulgar o conteúdo de um livro infantil em uma rede social.

Segundo Juliana, que leciona há 23 anos no município, após a escola receber mil exemplares do livro de literatura infantil “A Mamãe Vai Ter Um Bebê”, ela e outros servidores foram verificar o conteúdo do livro.

Ainda segundo a professora, ao ter conhecimento de que o conteúdo do livro infantil era inapropriado para crianças, ela compartilhou em um grupo de WhatsApp a capa e uma página do livro, onde vários pais se mostraram revoltados com o conteúdo infantil.

Após a divulgação do livro, ela foi penalizada, sendo afastada do cargo por 15 dias, e responderá um processo administrativo.

@moisesmito22

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Bandeira tarifária em junho permanece amarela

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) confirmou nesta sexta-feira (29) que a bandeira tarifária no mês de junho permanecerá amarela. Em consequência, os consumidores de energia elétrica terão custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos. O anúncio ocorre devido ao período seco no Brasil, o que leva a uma geração hidrelétrica menor e ao acionamento de usinas termelétricas, com custo mais elevado.

De janeiro a abril deste ano, a bandeira tarifária permaneceu verde, refletindo as condições favoráveis de geração. Em maio, foi acionada a bandeira amarela e essa situação permanece para o mês de junho.

Adotado pela ANEEL em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias é uma ferramenta essencial de transparência, permitindo que os consumidores acompanhem, mês a mês, as condições de geração de energia no País.

Com o acionamento da bandeira amarela, a ANEEL reforça que os consumidores devem cultivar bons hábitos de consumo para evitar desperdícios e contribuir para a sustentabilidade do setor elétrico.

Fonte: Governo Federal

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Termina domingo prazo para declaração anual do MEI. Confira regras

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A declaração anual do MEI é obrigatória para todos os empresários individuais que tenham sido optantes pelo SIMEI em qualquer período de 2025, mesmo que não tenham tido faturamento no ano. É o caso, por exemplo, de profissionais que deixam de prestar serviços como MEI para trabalhar com carteira assinada.

A declaração pode ser enviada pelo App MEI ou pelo Portal do Empreendedor. A Receita Federal orienta que os microempreendedores façam a entrega dentro do prazo para evitar encargos e manter a regularidade do CNPJ.

Como fazer a declaração

A DASN-SIMEI é realizada de maneira rápida no Portal do Empreendedor. O MEI deve informar o faturamento anual bruto de sua empresa, incluindo todas as vendas ou prestações de serviços realizadas em 2025.

Pelas regras, o MEI não pode ultrapassar o limite de R$ 81 mil de faturamento anual ou o proporcional mensal. Também é necessário informar se realizou a contratação de funcionário (no máximo um, de acordo com a legislação). O objetivo da DASN- Simei é comprovar que a empresa está operando dentro dessas regras do regime.

Multa

A entrega fora do prazo resulta em multa de 2% ao mês de atraso, limitada a 20% do valor total dos tributos declarados, ou ao valor mínimo de R$ 50. A multa é gerada automaticamente após a transmissão da declaração em atraso.

Fonte: Metrópoles

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Anvisa libera uso de produtos Ypê suspensos e retomada da fabricação

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a retomada da produção na fábrica da Ypê, localizada em Amparo, no interior de São Paulo, e a comercialização dos produtos suspensos no início do mês.

A decisão foi divulgada nesta sexta-feira (29/5) após avaliação das medidas corretivas implementadas pela empresa para atender às exigências sanitárias apontadas durante fiscalizações realizadas na unidade. Também foi autorizada a comercialização e o uso dos produtos Lava-Roupas Líquido, Lava-Louças Líquido e Desinfetantes identificados pelo final de lote “1” fabricados a partir de 1° de abril de 2026.

Segundo a Anvisa, a autorização ocorreu após a análise das ações adotadas pela fabricante, que apresentou um plano de adequação para corrigir falhas identificadas no processo produtivo. A vigilância sanitária avaliou as medidas e considerou que houve condições para a retomada das atividades na fábrica.

“Verificamos que esta fábrica da Ypê já reúne as condições necessárias para operar com segurança e disponibilizar produtos sem risco sanitário para a população brasileira”, afirmou Leandro Safatle, presidente da Anvisa, em visita às instalações da Química Amparo.

Os produtos Ypê com lotes de numeração final 1 e fabricados até 31 de março de 2026 – elencados na Resolução 1.834/2026 da Anvisa – continuam suspensos. “Os produtos devem permanecer armazenados em local seguro e não serem descartados. Sua liberação ocorrerá à medida em que a empresa apresentar laudos de laboratórios autorizados pela Anvisa”, diz a nota.

Fiscalizações motivaram suspensão

No início de maio, a agência havia determinado a suspensão da fabricação, comercialização, distribuição e uso de determinados produtos da marca com lotes de numeração final 1. A medida foi tomada após inspeções identificarem irregularidades em etapas consideradas críticas do processo de fabricação.

De acordo com a Anvisa, as fiscalizações apontaram falhas nos sistemas de garantia da qualidade, produção e controle de qualidade, além da detecção de contaminação microbiológica em produtos fabricados na unidade.

Após a suspensão, a Química Amparo, responsável pela marca Ypê, apresentou um plano de ações corretivas e informou que trabalharia para adequar os processos às exigências regulatórias. A empresa também manteve as linhas de produção paralisadas enquanto realizava as adequações solicitadas pelos órgãos de vigilância sanitária.

Com a conclusão da análise técnica, a Anvisa informou que a fábrica está autorizada a retomar a produção. A agência destacou que continuará acompanhando o cumprimento das medidas sanitárias e a execução das ações previstas pela empresa.

A decisão dos respeito à retomada das atividades produtivas da unidade de Amparo e ocorre após semanas de fiscalização, avaliações técnicas e apresentação de medidas para reforçar a segurança dos processos industriais.

Fonte: Metrópoles

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