Geral
Professora de RO é afastada após divulgar conteúdo de Livro Infantil em rede social – VEJA O VÍDEO
Uma professora da Escola Francisco Jose Chiquilito Erse, em Buritis, foi afastada de seu cargo, após divulgar o conteúdo de um livro infantil em uma rede social.
Segundo Juliana, que leciona há 23 anos no município, após a escola receber mil exemplares do livro de literatura infantil “A Mamãe Vai Ter Um Bebê”, ela e outros servidores foram verificar o conteúdo do livro.
Ainda segundo a professora, ao ter conhecimento de que o conteúdo do livro infantil era inapropriado para crianças, ela compartilhou em um grupo de WhatsApp a capa e uma página do livro, onde vários pais se mostraram revoltados com o conteúdo infantil.
Após a divulgação do livro, ela foi penalizada, sendo afastada do cargo por 15 dias, e responderá um processo administrativo.
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“EU SOBREVIVI”: Mulheres relatam como escaparam de tentativas de feminicídio; VEJA VÍDEO
No Distrito Federal, 33 mulheres foram vítimas de feminicídio em 2025, segundo dados da Policia Civil. Este ano, já foram registradas oito ocorrências, sendo três consumadas e cinco tentadas. Os números ajudam a dimensionar a violência contra a mulher, mas dizem pouco sobre o que acontece depois que uma vítima sobrevive a uma tentativa de femicídio. Neste domingo, Dia Internacional da Mulher (8/3), veja como essas mulheres conseguiram seguir em frente.
A empresária e analista de TI Jéssica Cytrus, 35 anos, moradora do Vicente Pires (DF), é uma dessas sobreviventes. Mãe de dois filhos — hoje com 2 e 1 ano de idade —, ela sofreu uma tentativa de feminicídio dentro da própria casa em outubro de 2024, após pedir a separação do então companheiro, que, segundo ela, segue em liberdade.

Jéssica tinha 34 anos quando passou pelo episódio de violência. O então marido tinha 32, e o casal estava junto havia oito anos, sendo quatro de casamento. Segundo ela, no início, o relacionamento parecia perfeito. “No começo é maravilhoso. A pessoa é carinhosa, atenciosa, faz você acreditar que encontrou alguém especial”, lembra.
De acordo com Jéssica, o comportamento do companheiro começou a mudar depois do nascimento do primeiro filho, quando as discussões se tornaram mais frequentes. O primeiro episódio de agressão que a marcou ocorreu durante um churrasco de família, quando ele gritou com ela na frente de parentes. Veja o vídeo abaixo;
Em outra ocasião, ao pedir ajuda para cuidar do bebê, ela foi agarrada pelo pescoço. “Foi a primeira vez que ele me enforcou. Ali eu percebi que alguma coisa estava errada, mas ainda tentei acreditar que era só um momento de estresse. Nessa primeira vez só ficamos sem nos falar; na segunda, eu saí de casa e fiquei na casa da minha mãe”, contou.
Com o tempo, as agressões contra Jéssica se intensificaram até culminarem em uma tentativa de feminicídio. O episódio começou quando um dos filhos do casal ficou preso dentro do carro, sendo necessário quebrar o vidro para retirá-lo. Mais tarde, em casa, Jéssica pediu ajuda ao companheiro para resolver o problema, mas ele se recusou, afirmando que era responsabilidade dela. A situação se agravou quando ela decidiu encerrar o relacionamento e pediu que ele saísse de casa.
Nesse momento, o homem partiu para cima de Jéssica, enforcando-a. Ela conseguiu se soltar, mas o agressor ainda tentou atacá-la com um amolador de facas, ferindo sua mão. Mesmo com um dos filhos no colo, ele continuou desferindo socos e apertando seu pescoço. Jéssica conseguiu fugir para fora da casa e pedir ajuda aos vizinhos, escapando também da tentativa do agressor de avançar com o carro contra ela enquanto segurava o bebê.
Apesar das cicatrizes, diz que encontra força nos filhos e nas dezenas de mulheres que empodera no seu projeto “Brutas”, que incentiva mulheres à independência.“Fico triste porque meus filhos precisavam dessa representação masculina na vida deles. Mas acredito que, quando crescerem, vão entender a mãe forte que têm, eu sobrevivi, sou uma sobrevivente e quero que mais mulheres consigam também”, conclui.

A defesa do acusado nega as alegações de Jéssica e afirma que as acusações ainda estão sendo investigadas pelo Judiciário.
Violência na gravidez
Outra mulher que sobreviveu à violência doméstica, moradora de Aparecida de Goiânia, no Entorno do DF, prefere manter a identidade em sigilo. Hoje com 45 anos, ela optou pelo anonimato para preservar a própria saúde emocional e, principalmente, a da filha, que atualmente tem 13 anos, fruto do relacionamento com o agressor.
Segundo o relato, o relacionamento começou em 2005, quando ela tinha 24 anos. No início, o casamento parecia promissor e havia planos de construir uma família. No entanto, ainda no primeiro ano, surgiram sinais de controle, ciúmes excessivos, humilhações e agressões. Com o tempo, a violência evoluiu para episódios físicos graves dentro de casa e se prolongou por 17 anos.
Ela conta que sempre teve o sonho de ser mãe. Durante uma gestação, porém, sofreu agressões físicas severas do companheiro com socos e chutes e acabou perdendo o bebê aos três meses de gravidez. Mesmo devastada pela perda, decidiu continuar na relação naquele momento por ainda acreditar no sonho de formar uma família.
Naquela noite, após o time de futebol do companheiro perder uma partida, ele havia consumido álcool em excesso e a violência se intensificou. Ela se recusou a lhe trazer comida, pois estava cansada e em jejum para exames no dia seguinte. O agressor a arrastou pelos cabelos pelos corredores da casa, a chutou, cuspiu e a humilhou verbalmente. Ela relata ter sentido um medo intenso, dor física e sangramento. No dia seguinte, a ultrassonografia confirmou que o bebê que carregava havia morrido.
A decisão de sair da relação veio anos depois, quando a filha do casal tinha 4 anos e presenciou uma agressão. “Quando minha filha presenciou uma agressão, percebi que não podia mais continuar naquela situação. Foi por ela que decidi sair da relação, para que ela não crescesse achando que aquilo era normal ou acabasse se envolvendo com um parceiro agressivo também”, relatou. Após o episódio, a mulher procurou ajuda da família, registrou ocorrência e conseguiu medida protetiva, iniciando o processo de separação.
Como sair de um relacionamento abusivo
Tamyres Caetano, advogada especialista em direito das famílias e sucessões, compartilha orientações.
- Planejar a saída de forma estratégica e silenciosa, sem anunciar o término impulsivamente.
- Guardar provas da violência, como mensagens, áudios e prints.
- Buscar orientação jurídica antes de sair de casa, principalmente se houver filhos.
- Acionar familiares e serviços especializados, como o Ligue 180 e a Casa da Mulher Brasileira.
- Registrar ocorrência e solicitar medidas previstas na Lei Maria da Penha para aumentar a proteção.
Lei Maria da Penha

A Lei Maria da Penha é o principal instrumento legal de proteção contra a violência doméstica e familiar no Brasil. Criada em 2006, ela estabelece medidas protetivas de urgência, como o afastamento do agressor, a proibição de contato com a vítima e o acompanhamento policial, com o objetivo de prevenir situações de risco e salvar vidas.
Cristiane Britto, ex-ministra e advogada especializada em direito da mulher, reforça a importância da legislação. “Quando a escalada da violência pode levar a tentativas de feminicídio, a lei reconhece o chamado ciclo da violência, que começa com controle, humilhações e isolamento, evoluindo para agressões físicas ou psicológicas, seguidas por períodos de arrependimento do agressor e promessas de mudança”, declara.
“Conhecer e utilizar a Lei Maria da Penha é um passo decisivo para interromper o ciclo de violência. A separação é o momento mais perigoso, e ter acesso às medidas previstas na lei pode salvar vidas.”
Fonte: Metrópoles
Geral
Jovem com o rosto mais peludo do mundo vira influencer e revela as dificuldades do dia a dia
Com mais de 95% do rosto coberto, Lalit Patidar é reconhecido pelo Guinness Book como o recordista mundial de rosto mais peludo. Sua condição rara, chamada hipertricose ou “síndrome do lobisomem”, causa o crescimento anormal de pelos em seu rosto.
O indiano de 19 anos virou influencer após se tornar celebridade na web, o que ele chama de “emprego dos sonhos”. “Para mim, ser diferente faz parte da minha identidade. Isso me torna único. Mesmo em uma multidão de milhares ou milhões de pessoas, eu me destaco”, contou ao “Sun” Lalit, que teve que superar muitos episódios de bullying desde a infância.
Desde a Idade Média, apenas 50 pessoas foram diagnosticadas com hipertricose, o que torna Lalit uma das pessoas com aparência mais rara do mundo.
“Eu vejo isso como algo que me torna especial e se tornou parte de quem eu sou”, declarou o morador de Madhya Pradesh (Índia), que tem 268 mil seguidores no Instagram e 106 mil inscritos no seu canal no YouTube. Nas redes sociais, Lalit conta detalhes do seu dia a dia.
Para os padrões locais, a vida de influencer rende ao jovem uma “vida de luxo” e até convites para viagens ao exterior.
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O indiano corta o cabelo regularmente para lidar com o crescimento constante dos fios, mas como o cabelo é tão grosso no rosto quanto na cabeça, ele precisa usar tesoura em vez de lâmina. Atrás das orelhas, o queixo e a região ao redor do nariz são os locais onde o cabelo tende a crescer mais rapidamente. Seu pescoço, suas costas e suas pernas também apresentam crescimento de pelos em ritmo acelerado.
No ano passado, Lalit foi reconhecido como recordista mundial. “Foi a primeira vez que me sentei em um avião e senti que meu sonho de viajar pelo mundo estava começando a se tornar realidade. Foi um momento muito especial para mim e não consigo descrever completamente em palavras o que senti”, recordou.
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Mas o excesso de pelos também tem muitas desvatagens, com as quais Lalit vai tentando lidar da melhor forma possível. “Às vezes, o cabelo pode dificultar coisas simples. Por exemplo, pode afetar a alimentação, a visão e até mesmo a audição em alguns momentos. São pequenos desafios do dia a dia, mas aprendi a lidar com eles”, explicou o indiano.
Apesar de a síndrome o levar à fama, Lalit não descarta ser submetido a algum procedimento: “Às vezes, gostaria de fazer uma cirurgia para remover o excesso de cabelo, porque quero ser amigo de todos”, comentou ele, relembrando os tempos de escola quando outras crianças jogavam pedras nele por ser “diferente” delas.
Fonte: Extra Globo
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Licença-paternidade de até 20 dias é aprovada no Senado
O projeto de lei (5811/2025), que amplia a licença-paternidade para 20 dias foi aprovado nesta quarta-feira (4), no Senado, e agora depende da sanção presidencial. 

O tema é debatido no Congresso Nacional há 19 anos, depois de apresentado pela ex-senadora Patrícia Saboya, em 2007, e relatado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA).
O projeto cria ainda o salário-paternidade como benefício previdenciário. O objetivo é equiparar a proteção à paternidade às garantias já existentes para a maternidade. O texto também permite dividir o período da licença.
Segundo o texto aprovado, a licença começa a valer de forma gradual.
- 10 dias nos dois primeiros anos de vigência da lei.
- 15 dias no terceiro ano
- 20 dias a partir do quarto ano
Entre os argumentos para aprovação do projeto, está a possibilidade de maior participação dos pais nos cuidados com os filhos recém-nascidos ou adotados. Outro direito seria o de garantir estabilidade no emprego durante e após a licença.
No embasamento para a nova lei, a licença está descrita também como incentivo à igualdade de gênero no ambiente de trabalho, ao reconhecer a importância do papel paterno na criação dos filhos.
Quando foi aprovado na Câmara dos Deputados, em novembro do ano passado, o relator Pedro Campos (PSB-PE) afirmou que nenhum direito é mais fundamental do que o de nascer cercado de cuidado. O deputado lembrou que o tema era alvo de debates desde a Assembleia Nacional Constituinte, que elaborou a Constituição de 1988.
Fonte: Agência Brasil
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