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Professora de RO é afastada após divulgar conteúdo de Livro Infantil em rede social – VEJA O VÍDEO
Uma professora da Escola Francisco Jose Chiquilito Erse, em Buritis, foi afastada de seu cargo, após divulgar o conteúdo de um livro infantil em uma rede social.
Segundo Juliana, que leciona há 23 anos no município, após a escola receber mil exemplares do livro de literatura infantil “A Mamãe Vai Ter Um Bebê”, ela e outros servidores foram verificar o conteúdo do livro.
Ainda segundo a professora, ao ter conhecimento de que o conteúdo do livro infantil era inapropriado para crianças, ela compartilhou em um grupo de WhatsApp a capa e uma página do livro, onde vários pais se mostraram revoltados com o conteúdo infantil.
Após a divulgação do livro, ela foi penalizada, sendo afastada do cargo por 15 dias, e responderá um processo administrativo.
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Figurinhas falsas da Copa do Mundo infestam ruas de comércio popular
Figurinhas falsas da Copa do Mundo estão infestando as ruas de comércio popular de São Paulo e têm atraído clientes pelo preço praticado, abaixo do tabelado pela editora Panini. O Metrópoles encontrou na região central pacotinhos mais grosseiros e outros de “primeira linha”.
As figurinhas foram compradas na tarde da última sexta-feira (22/5) no Brás e na região da 25 de Março. Todas foram adquiridas por valor abaixo de tabela (R$ 7) entre camelôs que atuam nas ruas da capital paulista. Apenas uma, original, foi obtida em um estabelecimento comercial da Rua São Bento para servir como “referência de qualidade”.
O pacote com falsificação mais grosseira foi aquele comprado na Rua da Juta, no Brás. O repórter pechinchou e o ambulante vendeu o pacote com sete cromos por R$ 5. Na mão, foi possível sentir a textura de papel sulfite, a impressão “fuleira” e notar que o verso não se parecia em nada com o original. No interior do pacote, as figurinhas não tinham inscrição alguma atrás das imagens dos jogadores.
Combo de três pacotes por R$ 20
Perto dali, mais pirataria com requintes de “ousadia e alegria”. Um camelô vendia figurinhas falsas na Rua Barão de Ladário, no Brás, ao lado de um shopping popular que foi lacrado pela Receita Federal. A banquinha estava praticamente colada à faixa da fiscalização que isolava a calçada do centro de compras, diante do qual estavam estacionadas viaturas das autoridades.
Na banquinha vizinha ao alvo da Receita, a reportagem adquiriu o “combo” com três pacotes por R$ 20. Um era comum e outros dois “especiais”. Os “especiais” tinham embalagem diferenciada.
Uma dessas “especiais” tinha a inscrição de “figurinha rara”. Entretanto, de rara não tinha nada: era uma espécie de card, para jogar como se fosse um “trunfo”, tendo apenas quatro imagens. A outra “especial” veio com oito cromos, sendo dois pares de repetidas.
Na Rua Barão de Duprat, a criatividade ganhou asas e até jogadores do passado como Zico, Adriano Imperador e Ronaldinho Gaúcho foram representados em cromos falsificados, por preço “premium” de R$ 10 cada. Camelô também vendia uma folha com as 14 figurinhas que aparecem nos rótulos de Coca-Cola, acrescidas de Neymar e Cristiano Ronaldo
Subindo a Ladeira Porto Geral, também na região da 25 de Março, um camelô vendia figurinhas em uma bolsa. Depois de pechinchar, o repórter conseguiu pagar apenas R$ 5 por um pacote que gera dúvidas e até “engana bem”, uma aparente falsificação de “primeira linha”.
De forma geral, as figurinhas falsas têm variação de cor em relação às oficiais. Na amostragem usada pela reportagem, tinta mais apagada no verso foi indicativo de cromo verdadeiro.
São Paulo pode ter se tornado um “paiol” de cromos falsos. Na última semana, a polícia flagrou um carregamento com cerca de 200 mil figurinhas falsificadas em Nova Iguaçu. As apurações da polícia apontariam que o material teria partido de território paulista.
O Metrópoles procurou a Panini para comentar a venda de figurinhas falsificadas e orientar os consumidores a respeito, mas a empresa não se manifestou. O espaço está aberto.
Nas bancas
Presidente do Sindicato dos Vendedores de Jornais e Revistas de São Paulo (Sindjorsp), José Antônio Mantovani representa as bancas da capital paulista e diz que “na hora” já é possível notar as falsificações.
“Quando o cliente chega aqui e mostra que aconteceu alguma coisa no pacote, que só vieram duas, três ou quatro. Quando mostra o que comprou, a gente já detecta que é falsa. Não é uma perfeição, é uma falsificação grosseira, inclusive”, afirma.
As falsificações também afetam os vendedores oficiais. De forma geral, cada pacotinho sai por algo em torno de R$ 4,90 para os comerciantes. Entretanto, sobre esse valor, ainda recaem uma série de custos extras, como os juros de empréstimos necessários para se adquirir grande quantidade de figurinhas. Ou seja, a margem de lucro se estreita bastante e ainda há concorrência desleal.
Mantovani diz que o principal problema é que falsificadores vendem seus produtos por qualquer preço. “Elas pagam menos de R$ 1 pelo pacotinho e vendem por R$ 3, R$ 4, R$ 5 e [ainda assim] estão ganhando dinheiro”, afirma. “Os consumidores compram e acham que podem pagar esse preço também na banca. Mas, na banca, não dá para ser vendido por menos de R$ 7, o preço oficial”, diz.
Nem tudo que parece é, de fato, falsificação. Segundo Mantovani, a Panini produz no Brasil e exporta para a América Latina. Por isso, alguns pacotes têm a inscrição “cromos”, como são conhecidos por aqui, e outros “stickers”, da maneira como são chamados em outros países da região. Nesse caso, só por essa diferença não é possível apontar uma figurinha pirata.
O presidente do Sindjorsp diz que há muito folclore a respeito das inscrições “cromos” e “stickers”, como se os pacotes com a segunda forma contassem mais frequentemente com “figurinhas premiadas”, o que não seria verdade. “O processo de embaralhamento de figurinhas da Panini é monstruoso, bem complexo, para não ter vícios”, afirma.
Em meio a tantas variáveis, Mantovani faz um alerta: não há pacotinhos oficiais específicos com figurinhas raras, como aquele encontrado pelo Metrópoles no Brás.
Fonte: Metrópoles
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Capela de Santo Antônio prepara programação cultural e religiosa
A tradição e a fé já têm encontro marcado em Porto Velho. Nos dias 12 e 13 de junho, a Capela de Santo Antônio realizará uma programação especial em homenagem ao santo, reunindo moradores, visitantes e devotos em momentos de celebração, cultura e valorização da memória histórica da capital.
A programação terá início no dia 12 de junho com uma grande quermesse, marcada por comidas típicas, shows musicais, apresentações culturais e o tradicional clima junino. Já no dia 13 de junho, data dedicada a Santo Antônio, será realizada a missa especial em homenagem ao santo.
Mais do que um evento religioso, a programação também fortalece o turismo cultural e histórico de Porto Velho, mantendo viva uma das tradições mais simbólicas da cidade e valorizando espaços que fazem parte da identidade da população.
“Porto Velho tem uma história rica, construída pela fé, pela cultura e pelas tradições do nosso povo. Apoiar eventos como esse é valorizar nossa identidade, fortalecer o turismo e preservar aquilo que faz parte da memória afetiva da cidade”, destacou o prefeito Léo Moraes.
A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Turismo, Esporte e Lazer (Semtel), apoia a realização da festividade como forma de incentivar ações que preservem a cultura, a religiosidade e o patrimônio histórico da capital.
O secretário executivo de Turismo da Semtel, Aleks Palitot, destacou a importância da programação para o fortalecimento do turismo cultural e religioso no município.
“Eventos como esse ajudam a preservar nossas tradições, fortalecem a memória da cidade e também movimentam o turismo cultural e religioso em Porto Velho. A Prefeitura segue apoiando iniciativas que valorizem nossa história e aproximem a população desse patrimônio cultural”.
A expectativa é que a programação reúna famílias, turistas e fiéis em um ambiente marcado pela fé, cultura popular e confraternização, fortalecendo ainda mais as tradições juninas em Porto Velho.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
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Ações do CAPS AD reforçam acolhimento humanizado na capital
Ações educativas, rodas de conversa e atividades comunitárias marcaram a Semana da Luta Antimanicomial promovida pelo Centro de Atenção Psicossocial Álcool e outras Drogas (CAPS AD) de Porto Velho. A iniciativa reforçou a importância do cuidado humanizado em saúde mental, baseado no acolhimento, no respeito aos direitos humanos e no tratamento em liberdade.
A programação contou com exposição artística produzida pelos usuários do serviço, rodas de conversa sobre saúde mental e direitos humanos, oficinas temáticas, além de ações educativas em espaços públicos da capital.
A Semana da Luta Antimanicomial faz referência ao movimento nacional que defende a substituição de práticas excludentes e manicômios por uma rede de atenção psicossocial mais humanizada, comunitária e inclusiva. O objetivo é garantir cuidado em saúde mental sem isolamento social, fortalecendo vínculos familiares e comunitários.
Entre as atividades desenvolvidas pelo CAPS AD esteve a exposição “Arte em Liberdade”, que reuniu pinturas, desenhos e produções confeccionadas por usuários atendidos pelo serviço, valorizando a expressão artística como ferramenta terapêutica e de fortalecimento da autoestima.
Também foram promovidas rodas de conversa com usuários e familiares sobre preconceitos relacionados à saúde mental, álcool e outras drogas, além de debates sobre direitos e inclusão social. As ações buscaram ampliar o diálogo com a sociedade e combater estigmas ainda presentes sobre o tema.

A psicóloga Clícia Henriques de Souza destacou que a luta antimanicomial representa a defesa de um cuidado mais humano e próximo da realidade dos pacientes. “Falar sobre saúde mental é também combater preconceitos e fortalecer o cuidado em liberdade. Essas ações ajudam a aproximar a comunidade do CAPS AD e mostram que o acolhimento humanizado faz diferença na vida das pessoas”.
A programação incluiu ainda atividades educativas em locais públicos, como distribuição de materiais informativos e orientações sobre redução de danos, aproximando a população dos serviços ofertados pelo CAPS AD e ampliando o acesso à informação.
O prefeito Léo Moraes ressaltou a importância de fortalecer uma política pública de saúde mental baseada no acolhimento e na dignidade humana. “Cuidar da saúde mental é cuidar das pessoas com respeito, sensibilidade e humanidade. Nosso compromisso é fortalecer cada vez mais uma rede de apoio que acolha sem preconceito, garantindo atendimento digno e cuidado em liberdade para quem mais precisa”.
A secretária municipal de Saúde, Sandra Cardoso, ressaltou a importância de fortalecer políticas públicas voltadas à saúde mental no município. “Precisamos avançar cada vez mais em ações que promovam cuidado, dignidade e inclusão. O CAPS AD desenvolve um trabalho essencial no acolhimento e acompanhamento dos usuários, fortalecendo uma rede de atenção mais humana e acessível para a população”.
De acordo com o plano de ação desenvolvido pela equipe organizadora, a proposta da semana foi fortalecer práticas de cuidado humanizado e reafirmar a importância das políticas públicas voltadas à saúde mental e à atenção psicossocial.
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
