Polícia
ASSUSTADOR: Mulher é presa após levar cadáver em agência bancária para sacar 17 mil
Uma mulher foi presa após levar um homem morto em uma cadeira de rodas para pedir um empréstimo em uma agência bancária em Bangu, na Zona Oeste do Rio. O episódio aconteceu na tarde desta terça-feira (16) na Avenida Cônego Vasconcelos.
Segundo a Polícia Militar, Erika de Souza Vieira Nunes alegou que era sobrinha de Paulo Roberto Braga e que ele queria realizar um empréstimo no valor de R$ 17 mil.
No entanto, no momento da assinatura as atendentes desconfiaram do estado de saúde de Paulo após ele não conseguir assinar o documento de liberação do benefício.
O momento foi flagrado em vídeo. Nas imagens, é possível ver que a mulher chega a pedir pro idoso que ela chama de tio assinar os documentos e tenta segurar a cabeça do cadáver. Também é possível ouvir funcionárias preocupadas com a condição da saúde do homem.
A Polícia Civil solicitou imagens das câmeras de segurança internas e externas do banco para entender a dinâmica dos fatos.
Polícia
Condenado por matar dois policiais rodoviários federais em RO é preso em Roraima
Um homem condenado pela morte de dois policiais rodoviários federais em Rondônia foi localizado e preso em Boa Vista (RR), após um trabalho de monitoramento realizado pelo Ministério Público Federal (MPF). A localização do foragido foi obtida por meio de dados de inteligência e repassada à Polícia Federal em Roraima, que acionou uma equipe da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco) para realizar a captura.
O homem havia sido condenado pelo Tribunal do Júri, em novembro de 2025, a 14 anos de prisão pelos homicídios. Após ser detido, ele foi encaminhado para a Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, em Boa Vista, onde permanece à disposição da Justiça.
O crime ocorreu em abril de 2010, na BR-421, em Rondônia. Na ocasião, os dois policiais rodoviários federais estavam em uma missão oficial de mapeamento quando foram surpreendidos por uma emboscada realizada por uma quadrilha armada.
Além da condenação pelos homicídios, o homem ainda responde a processos relacionados a outros crimes, incluindo homicídio qualificado, extorsão, associação criminosa, crimes ambientais e violência doméstica. As ações tramitam em diferentes comarcas de Rondônia, entre elas Nova Mamoré e Buritis.
A prisão foi realizada a partir das informações levantadas pelo MPF e representa mais um desdobramento do caso que envolve a morte dos dois policiais rodoviários federais.
Polícia
Dupla é presa após invadir casa e fazer moradores reféns
Dois homens foram presos pela Polícia Militar na noite desta quinta-feira (20), em Ji-Paraná, suspeitos de invadir uma residência, render os moradores e tentar realizar um roubo. O caso ocorreu na região do bairro Nova Brasília, no segundo distrito do município.
Segundo informações repassadas à polícia, os suspeitos teriam entrado no imóvel e amarrado o proprietário, além de ameaçar outros familiares que estavam na residência. Sob ameaças, a dupla teria exigido dinheiro e joias.
A ocorrência chegou à Central de Operações da Polícia Militar, por meio de uma denúncia anônima informando que o crime estaria acontecendo naquele momento. Equipes do 2º Batalhão foram deslocadas até o endereço.
Com a aproximação dos policiais, os suspeitos tentaram fugir. Durante a ação, um deles teria sacado uma arma de fogo calibre .32, que estava carregada com seis munições. O homem foi rapidamente contido pelos militares.
O segundo suspeito também acabou detido, enquanto as vítimas foram encontradas e libertadas das amarras.
Os dois homens foram conduzidos à Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp), onde ficaram à disposição da autoridade policial. Eles deverão responder, conforme a apuração, por suspeita de tentativa de roubo, porte ilegal de arma e munições, além de possível cárcere privado.
A Polícia Civil deverá investigar o caso para esclarecer a participação de cada suspeito e as circunstâncias da invasão.
Polícia
Mulher é assediada ao ser agarrada e mordida por instrutor em academia
Uma professora de filosofia, de 36 anos, denunciou um instrutor de academia por importunação sexual após, segundo o relato dela, ser alvo de comportamentos invasivos durante os treinos em um estabelecimento no bairro de Passarinho, na Zona Norte do Recife (PE). Câmeras de segurança registraram o momento em que a mulher é agarrada e mordida no local.
Aluna da academia há cerca de um ano, a mulher afirmou que o profissional costumava tocar suas costas e abraçá-la sem autorização. A situação se agravou em maio, quando o instrutor teria segurado a vítima pela cintura, simulado que iria colocá-la no chão, levantado a jovem e mordido seu ombro.
Após o episódio, ainda no mesmo dia, a professora comunicou o caso à proprietária da academia. Dois dias depois, a mulher prestou depoimento e registrou a ocorrência na Delegacia da Mulher do Recife.
A Polícia Civil de Pernambuco instaurou um inquérito para investigar o caso.
Profissional não foi desligado
Na terça-feira (19/8), cerca de três meses após o episódio, a professora reencontrou o instrutor trabalhando na academia. Ao questionar a proprietária sobre a presença dele, recebeu como justificativa que dois profissionais estavam afastados após acidentes e que havia necessidade de cobertura.
Em nota, a academia afirmou que tomou conhecimento do caso em maio e adotou as providências cabíveis, “inclusive com o desligamento do profissional envolvido”. O local também declarou que prestou assistência à aluna e disponibilizou às autoridades as imagens do circuito interno que registraram o episódio.
A academia, porém, apresentou uma ressalva sobre o retorno do instrutor. Segundo a instituição, ele não foi recontratado nem readmitido. O profissional teria sido chamado excepcionalmente para cobrir duas diárias, após o afastamento médico simultâneo de integrantes da equipe e diante de tentativas, sem sucesso, de encontrar substitutos.
Ainda conforme a academia, antes da cobertura temporária, o antigo funcionário informou à administração que não havia recebido notificação, intimação ou qualquer chamado de autoridade relacionado ao caso. A instituição afirmou também que, até aquele momento, não tinha conhecimento de novos desdobramentos formais da investigação.
Fonte: Metrópoles
