Polícia
ASSUSTADOR: Mulher é presa após levar cadáver em agência bancária para sacar 17 mil
Uma mulher foi presa após levar um homem morto em uma cadeira de rodas para pedir um empréstimo em uma agência bancária em Bangu, na Zona Oeste do Rio. O episódio aconteceu na tarde desta terça-feira (16) na Avenida Cônego Vasconcelos.
Segundo a Polícia Militar, Erika de Souza Vieira Nunes alegou que era sobrinha de Paulo Roberto Braga e que ele queria realizar um empréstimo no valor de R$ 17 mil.
No entanto, no momento da assinatura as atendentes desconfiaram do estado de saúde de Paulo após ele não conseguir assinar o documento de liberação do benefício.
O momento foi flagrado em vídeo. Nas imagens, é possível ver que a mulher chega a pedir pro idoso que ela chama de tio assinar os documentos e tenta segurar a cabeça do cadáver. Também é possível ouvir funcionárias preocupadas com a condição da saúde do homem.
A Polícia Civil solicitou imagens das câmeras de segurança internas e externas do banco para entender a dinâmica dos fatos.
Polícia
Mulher morre em cima de moto após sofrer mal súbito
A mulher que morreu na manhã desta quinta-feira (13) após sofrer um mal súbito enquanto transitava de motocicleta pela zona Leste de Porto Velho foi identificada como Marinete Moreira Ferreira, de 30 anos.
O caso ocorreu no cruzamento das ruas União e Francisco Barbosa, no bairro São Francisco. Segundo informações preliminares, Marinete passou mal enquanto pilotava e acabou parando a motocicleta.
O SAMU foi acionado e realizou tentativas de reanimação, mas a vítima não resistiu e morreu ainda no local. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde serão realizados os procedimentos para auxiliar na confirmação da causa da morte.
As circunstâncias do caso deverão ser apuradas pelas autoridades competentes.
Polícia
Polícia Federal faz operação contra lavagem de dinheiro de bets
A Polícia Federal (PF) faz, na manhã desta quinta-feira (13) a Operação Arena, para investigar um grupo empresarial suspeito de praticar lavagem de dinheiro procedente da exploração de bets. Participam da ação o Ministério Público Federal e a Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda.

A operação, que ocorre na Paraíba, em Sergipe, São Paulo, no Rio de Janeiro e Paraná, já quebrou o sigilo telemático e bancário dos investigados e sequestrou R$ 1,1 bilhão. São cumpridos 17 mandados de busca e apreensão.
De acordo com informações da Polícia Federal, os suspeitos poderão responder por crimes de evasão de divisas, lavagem de dinheiro e por crimes contra o sistema financeiro nacional.
Em nota, a defesa do advogado Nelson Wilians, um dos alvos da operação, disse que a relação entre o escritório e a PixBet é estritamente profissional e decorre da prestação de serviços de advocacia.
“A atuação do escritório em favor de seus clientes limita-se ao exercício regular da advocacia, não se confundindo com as atividades empresariais por eles desenvolvidas”.
Na nota, o escritório repudia qualquer tentativa de associar a atuação profissional de seus advogados às atividades ou condutas atribuídas a seus clientes.
“É preciso ter cautela para que o legítimo exercício da advocacia não seja indevidamente criminalizado em razão da natureza ou das atividades daqueles que o advogado representa“, acrescenta.
Fonte: Agência Brasil
Polícia
Operação desarticula esquema de tráfico e lavagem de dinheiro em RO
A Polícia Civil de Rondônia, por meio do Departamento de Narcóticos (DENARC), com apoio do Departamento de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (DECCO), deflagrou nesta quinta-feira (13) a fase ostensiva da Operação “Marco 155”. A ação tem como objetivo cumprir 20 medidas cautelares, incluindo mandados de busca e apreensão e determinações judiciais para quebra de sigilo bancário.
As investigações começaram após a prisão em flagrante de dois homens apontados como integrantes de uma organização criminosa. Na ocasião, equipes da 2ª Delegacia de Repressão a Narcóticos (2ª DRN) apreenderam aproximadamente 155 quilos de entorpecentes, entre cocaína e skunk, além de armas de fogo, munições e aparelhos celulares.
Com o avanço das apurações, outros suspeitos de integrar o grupo foram identificados. Segundo a Polícia Civil, a organização criminosa teria movimentado mais de R$ 2 milhões, em transações que estariam relacionadas à ocultação e à dissimulação de valores provenientes de atividades ilícitas, além do financiamento e da manutenção da estrutura criminosa.
A denominação “Marco 155” faz referência aos aproximadamente 155 quilos de drogas apreendidos na prisão que deu origem à investigação e que serviram como ponto de partida para o aprofundamento das diligências.
A operação busca atingir não apenas os integrantes envolvidos diretamente com o tráfico de drogas, mas também a estrutura financeira utilizada pelo grupo para movimentar e ocultar recursos de origem ilícita.
A Polícia Civil de Rondônia reforça que as ações de combate ao tráfico, à lavagem de dinheiro e às organizações criminosas têm como foco a identificação dos envolvidos e o enfraquecimento da estrutura financeira responsável pela manutenção dessas atividades.
Fonte: Polícia Civil
