Polícia
ASSUSTADOR: Mulher é presa após levar cadáver em agência bancária para sacar 17 mil
Uma mulher foi presa após levar um homem morto em uma cadeira de rodas para pedir um empréstimo em uma agência bancária em Bangu, na Zona Oeste do Rio. O episódio aconteceu na tarde desta terça-feira (16) na Avenida Cônego Vasconcelos.
Segundo a Polícia Militar, Erika de Souza Vieira Nunes alegou que era sobrinha de Paulo Roberto Braga e que ele queria realizar um empréstimo no valor de R$ 17 mil.
No entanto, no momento da assinatura as atendentes desconfiaram do estado de saúde de Paulo após ele não conseguir assinar o documento de liberação do benefício.
O momento foi flagrado em vídeo. Nas imagens, é possível ver que a mulher chega a pedir pro idoso que ela chama de tio assinar os documentos e tenta segurar a cabeça do cadáver. Também é possível ouvir funcionárias preocupadas com a condição da saúde do homem.
A Polícia Civil solicitou imagens das câmeras de segurança internas e externas do banco para entender a dinâmica dos fatos.
Polícia
Criança morre após ficar com cabeça presa em grade de creche
Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que Abdoulaye Dieng, de 1 ano e 4 meses, ficou com a cabeça presa em uma grade dentro de uma creche na região central de São Paulo. A criança participava de uma atividade recreativa quando se deitou no chão e colocou a cabeça em um vão entre uma barra de ferro e um espelho.
O menino permaneceu preso por cerca de nove minutos, segundo a investigação da Polícia Civil. Durante esse período, duas professoras estavam na sala, mas não perceberam imediatamente o que havia acontecido.
A situação só foi notada depois que outra criança alertou as educadoras. As profissionais retiraram o menino do local e iniciaram os primeiros socorros, mas ele não resistiu.
Professora é indiciada
A Polícia Civil indiciou a professora Maria das Dores Vieira da Silva por homicídio culposo, quando não há intenção de matar. Segundo a investigação, houve negligência no atendimento à criança.
As imagens do circuito interno foram analisadas pelos investigadores e ajudaram a reconstruir os momentos que antecederam e sucederam o acidente.
Uma segunda professora que estava na sala também deverá ser ouvida pela polícia nos próximos dias.
O caso segue em investigação para esclarecer as circunstâncias da morte e eventual responsabilidade de outras pessoas.
Fonte: R7
Polícia
Foragido de Porto Velho é preso durante casamento coletivo no Acre
Um homem identificado como Mateus foi preso pela Polícia Civil na noite de sexta-feira (7), em Rio Branco, no Acre, após ser localizado por meio do sistema de videomonitoramento durante um casamento coletivo realizado na Expoacre, no Parque de Exposições Wildy Viana.
Contra ele havia um mandado de prisão expedido pela Justiça de Porto Velho, em Rondônia. As câmeras instaladas no parque identificaram o homem entre os participantes do evento e acionaram os policiais que estavam trabalhando no local.
Mateus havia acabado de participar da cerimônia e oficializar o casamento quando foi abordado. Após a consulta e confirmação da ordem judicial, ele recebeu voz de prisão e foi levado pela Equipe de Pronto Emprego da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) até a Delegacia de Flagrantes (Defla), onde ficou à disposição da Justiça.
Informações iniciais indicam que o homem teria permanecido em liberdade após a morte de seu advogado, situação que pode ter deixado o acusado temporariamente sem assistência jurídica. A circunstância ainda deverá ser esclarecida pelas autoridades.
Mateus permanece preso e deverá ser transferido para Porto Velho, onde ficará à disposição da Justiça responsável pelo mandado.
Polícia
PM recupera iPhone roubado e prende dois com armas e drogas
A Polícia Militar de Rondônia cumpriu, na tarde de sexta-feira, 7 de agosto de 2026, por meio de equipes do 6º Batalhão de Polícia Militar, um mandado de prisão definitiva contra um homem condenado pela Justiça, em Guajará-Mirim.
A ação foi realizada por uma equipe do Patrulhamento Tático Móvel (PATAMO), após a confirmação de que o indivíduo, que estava em uma instituição de acolhimento, possuía uma ordem judicial de prisão em aberto.
Durante a averiguação, os policiais realizaram a consulta aos sistemas oficiais e confirmaram a existência do mandado, decorrente de condenação com trânsito em julgado pelos crimes previstos nos artigos 217-A e 218 do Código Penal.
Após a confirmação da ordem judicial, foi dada voz de prisão ao condenado, que foi cientificado de seus direitos constitucionais. Em seguida, ele foi conduzido à Delegacia Regional de Polícia Civil, onde permaneceu à disposição das autoridades competentes para o cumprimento das determinações legais.

Fonte: Assessoria da PM/RO
