Polícia
ASSUSTADOR: Mulher é presa após levar cadáver em agência bancária para sacar 17 mil
Uma mulher foi presa após levar um homem morto em uma cadeira de rodas para pedir um empréstimo em uma agência bancária em Bangu, na Zona Oeste do Rio. O episódio aconteceu na tarde desta terça-feira (16) na Avenida Cônego Vasconcelos.
Segundo a Polícia Militar, Erika de Souza Vieira Nunes alegou que era sobrinha de Paulo Roberto Braga e que ele queria realizar um empréstimo no valor de R$ 17 mil.
No entanto, no momento da assinatura as atendentes desconfiaram do estado de saúde de Paulo após ele não conseguir assinar o documento de liberação do benefício.
O momento foi flagrado em vídeo. Nas imagens, é possível ver que a mulher chega a pedir pro idoso que ela chama de tio assinar os documentos e tenta segurar a cabeça do cadáver. Também é possível ouvir funcionárias preocupadas com a condição da saúde do homem.
A Polícia Civil solicitou imagens das câmeras de segurança internas e externas do banco para entender a dinâmica dos fatos.
Polícia
Foragido do presídio é localizado e preso em apartamento na zona Sul
Um homem identificado como Rodrigo L. M. foi preso no final da tarde desta quarta-feira (12), após ser localizado em um apartamento no Residencial Santa Bárbara, situado na Estrada do Santo Antônio, bairro Triângulo, em Porto Velho.
Rodrigo havia fugido horas antes do presídio Milton Soares de Carvalho (470), localizado na Estrada da Penal. Ele cumpria pena no regime semiaberto e era beneficiado pelo sistema conhecido como “cela livre”, que permite a saída da unidade para realização de atividades de trabalho.
Segundo as informações, durante uma dessas saídas, o detento teria aproveitado a oportunidade para fugir, correndo em direção a uma área de mata nas proximidades do presídio.
Após diligências, o foragido foi localizado e preso no residencial. Depois da captura, Rodrigo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os procedimentos de praxe e, posteriormente, conduzido novamente à unidade prisional, onde ficou à disposição do sistema penitenciário.
Polícia
Mulher morre em cima de moto após sofrer mal súbito
A mulher que morreu na manhã desta quinta-feira (13) após sofrer um mal súbito enquanto transitava de motocicleta pela zona Leste de Porto Velho foi identificada como Marinete Moreira Ferreira, de 30 anos.
O caso ocorreu no cruzamento das ruas União e Francisco Barbosa, no bairro São Francisco. Segundo informações preliminares, Marinete passou mal enquanto pilotava e acabou parando a motocicleta.
O SAMU foi acionado e realizou tentativas de reanimação, mas a vítima não resistiu e morreu ainda no local. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde serão realizados os procedimentos para auxiliar na confirmação da causa da morte.
As circunstâncias do caso deverão ser apuradas pelas autoridades competentes.
Polícia
Polícia Federal faz operação contra lavagem de dinheiro de bets
A Polícia Federal (PF) faz, na manhã desta quinta-feira (13) a Operação Arena, para investigar um grupo empresarial suspeito de praticar lavagem de dinheiro procedente da exploração de bets. Participam da ação o Ministério Público Federal e a Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda.

A operação, que ocorre na Paraíba, em Sergipe, São Paulo, no Rio de Janeiro e Paraná, já quebrou o sigilo telemático e bancário dos investigados e sequestrou R$ 1,1 bilhão. São cumpridos 17 mandados de busca e apreensão.
De acordo com informações da Polícia Federal, os suspeitos poderão responder por crimes de evasão de divisas, lavagem de dinheiro e por crimes contra o sistema financeiro nacional.
Em nota, a defesa do advogado Nelson Wilians, um dos alvos da operação, disse que a relação entre o escritório e a PixBet é estritamente profissional e decorre da prestação de serviços de advocacia.
“A atuação do escritório em favor de seus clientes limita-se ao exercício regular da advocacia, não se confundindo com as atividades empresariais por eles desenvolvidas”.
Na nota, o escritório repudia qualquer tentativa de associar a atuação profissional de seus advogados às atividades ou condutas atribuídas a seus clientes.
“É preciso ter cautela para que o legítimo exercício da advocacia não seja indevidamente criminalizado em razão da natureza ou das atividades daqueles que o advogado representa“, acrescenta.
Fonte: Agência Brasil
