Polícia
ASSUSTADOR: Mulher é presa após levar cadáver em agência bancária para sacar 17 mil
Uma mulher foi presa após levar um homem morto em uma cadeira de rodas para pedir um empréstimo em uma agência bancária em Bangu, na Zona Oeste do Rio. O episódio aconteceu na tarde desta terça-feira (16) na Avenida Cônego Vasconcelos.
Segundo a Polícia Militar, Erika de Souza Vieira Nunes alegou que era sobrinha de Paulo Roberto Braga e que ele queria realizar um empréstimo no valor de R$ 17 mil.
No entanto, no momento da assinatura as atendentes desconfiaram do estado de saúde de Paulo após ele não conseguir assinar o documento de liberação do benefício.
O momento foi flagrado em vídeo. Nas imagens, é possível ver que a mulher chega a pedir pro idoso que ela chama de tio assinar os documentos e tenta segurar a cabeça do cadáver. Também é possível ouvir funcionárias preocupadas com a condição da saúde do homem.
A Polícia Civil solicitou imagens das câmeras de segurança internas e externas do banco para entender a dinâmica dos fatos.
Polícia
MPRO processa médico acusado de cobrar R$ 5,2 mil de paciente do SUS
O Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO), por meio da 6ª Promotoria de Justiça de Porto Velho, ajuizou Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa contra um médico ortopedista, ex-servidor da rede estadual de saúde, acusado de se valer do cargo para obter suposta vantagem financeira indevida à custa de uma paciente do Sistema Único de Saúde (SUS).
Segundo a apuração, os fatos teriam ocorrido em 6 de novembro de 2023, durante plantão remunerado pelos cofres públicos em um hospital e pronto-socorro da capital.
De acordo com a investigação, o profissional teria abordado, dentro da unidade pública, o familiar responsável por uma paciente internada à espera de cirurgia ortopédica e oferecido a realização do mesmo procedimento, no mesmo dia, em hospital privado, mediante pagamento.
Conforme o Ministério Público relata na ação, a proposta teria sido aceita diante da demora do atendimento na rede pública — estimada em cerca de uma semana pelo próprio corpo clínico.
Registros hospitalares indicam que a paciente realizou duas transferências via pix diretamente à conta pessoal do médico. Segundo o MP, o valor teria sido exigido para realização de procedimento consistente em cirurgia simples de fixação, que foi realizada na mesma tarde em hospital particular, sem emissão de nota fiscal.
A inicial expõe que a conduta configura enriquecimento ilícito, pois a oportunidade de negócio teria nascido de dentro da função pública, com uso do acesso ao prontuário, ao exame de imagem e ao conhecimento privilegiado da fila de espera do serviço.
Processo disciplinar
O caso já foi examinado na esfera administrativa. Após processo disciplinar com contraditório e ampla defesa, a Corregedoria-Geral da Administração reconheceu a prática irregular e o servidor foi demitido por decreto publicado em 6 de abril de 2026. O MP ressalta que a sanção administrativa não esgota a resposta do ordenamento, razão da ação judicial.
Na ação, o Ministério Público requer, entre outros pedidos, a indisponibilidade de bens até o limite de R$ 5.200,00, o ressarcimento do valor obtido ilicitamente, o pagamento de multa civil, a suspensão de direitos políticos e a proibição de contratar com o Poder Público. Também pede a expedição de ofícios ao Conselho Regional de Medicina e ao fisco municipal para apuração das respectivas responsabilidades.
A ação tramita na Justiça e o investigado responde ao processo, sendo-lhe assegurados o contraditório e a ampla defesa. Até decisão judicial definitiva, prevalece a presunção de inocência.
Fonte: MPRO
Polícia
Rondoniense é encontrada morta ao lado do namorado e ex é preso em Mato Grosso
A rondoniense Lorrayne dos Reis Correia, de 28 anos, natural de Ariquemes, foi encontrada morta no domingo (13), em Aripuanã, no interior de Mato Grosso. O atual namorado dela, Marcos Willian Richieri Pereira, de 36 anos, também foi encontrado sem vida na residência onde o casal morava.
Lorrayne vivia no município mato-grossense havia cerca de quatro anos e trabalhava em uma serraria. Ela deixou três filhos, de 10, 8 e 7 anos, que moram em Ariquemes sob os cuidados da avó materna.
A descoberta ocorreu depois que um amigo foi até o endereço ao perceber que o veículo de Marcos permanecia na residência e não conseguir contato com o casal. Diante da situação, a Polícia Militar foi acionada.
Os policiais entraram no imóvel e encontraram os dois mortos em um dos quartos. Segundo as informações repassadas, havia sinais de disparos de arma de fogo.
A Polícia Civil de Mato Grosso investiga o caso como feminicídio. O ex-namorado de Lorrayne, de 39 anos, é apontado como principal suspeito e foi preso após ser localizado em outro imóvel.
Ainda conforme as informações apuradas pela polícia, Lorrayne e o suspeito teriam se envolvido em uma discussão durante uma festa na noite anterior. Na ocasião, ele teria feito ameaças contra a jovem. Depois do desentendimento, Lorrayne e Marcos foram para casa.
O suspeito foi localizado pelos policiais e conduzido à delegacia. A investigação continua sob responsabilidade da Polícia Civil de Mato Grosso.
O corpo de Lorrayne foi levado para Rondônia, onde aconteceu o sepultamento. Para ajudar nas despesas do traslado, familiares também realizaram uma campanha.
Polícia
Megaoperação apreende mais de 3,6 toneladas de drogas
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu cerca de 3.644,7 kg de drogas em Monte Negro (RO). em ação conjunta com a Polícia Federal (PF), o Batalhão de Polícia de Fronteira e Divisas (BPFRON/RO), o 7º e o 8º Batalhão da Polícia Militar/RO, o Grupo Especial de Fronteira do Acre (GEFRON/AC) e o 5º Batalhão da Polícia Militar/AC (BPMAC).
Ao realizarem buscas em um imóvel, os policiais encontraram fardos empilhados contendo 3.375,4 kg de skunk, 185,3 kg de cloridrato de cocaína e 84 kg de pasta-base de cocaína, totalizando 3.644,7 kg de materiais ilícitos.Além da droga, foram localizados e apreendidos 1 espingarda calibre 12 com 5 munições, 6 munições calibre .38, 3 veículos, diversos equipamentos eletrônicos e mais de R$ 40 mil reais em espécie.
Três pessoas foram detidas e a ocorrência foi encaminhada à Delegacia da Polícia Federal em Guajará-Mirim (RO) para as providências cabíveis.
Fonte: PRF/RO
