Polícia
ASSUSTADOR: Mulher é presa após levar cadáver em agência bancária para sacar 17 mil
Uma mulher foi presa após levar um homem morto em uma cadeira de rodas para pedir um empréstimo em uma agência bancária em Bangu, na Zona Oeste do Rio. O episódio aconteceu na tarde desta terça-feira (16) na Avenida Cônego Vasconcelos.
Segundo a Polícia Militar, Erika de Souza Vieira Nunes alegou que era sobrinha de Paulo Roberto Braga e que ele queria realizar um empréstimo no valor de R$ 17 mil.
No entanto, no momento da assinatura as atendentes desconfiaram do estado de saúde de Paulo após ele não conseguir assinar o documento de liberação do benefício.
O momento foi flagrado em vídeo. Nas imagens, é possível ver que a mulher chega a pedir pro idoso que ela chama de tio assinar os documentos e tenta segurar a cabeça do cadáver. Também é possível ouvir funcionárias preocupadas com a condição da saúde do homem.
A Polícia Civil solicitou imagens das câmeras de segurança internas e externas do banco para entender a dinâmica dos fatos.
Polícia
Polícia investiga homem que chutou rosto da filha
Um homem foi flagrado por câmeras de segurança chutando o rosto da própria filha, de apenas 3 anos, em Francisco Beltrão, no sudoeste do Paraná. O suspeito compareceu à delegacia nesta quarta-feira (8) e afirmou que reagiu desta forma após se irritar com o choro da criança.
O caso reacendeu o debate sobre violência infantil: será que os pais podem ser presos por agredirem seus filhos?
A resposta é sim. Desde 1990, existe o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), uma legislação que assegura os direitos das crianças e adolescentes em todo o Brasil.
Dependendo da gravidade da agressão, conforme previsto no Estatuto, os responsáveis podem responder nas esferas criminal e civil.
Segundo a advogada criminalista Ana Krasovic, a agressão pode ser enquadrada como crime de maus-tratos pelo Código Penal (Art. 136) – com pena de reclusão de um a quatro anos -, ou pelo Estatuto (Art.232 do ECA) por submissão a vexame ou constrangimento – com pena de seis meses a dois anos de prisão.
“Além disso, a criança pode ser retirada do convívio familiar pelo Conselho Tutelar ou pela Justiça em situações de risco – o choro de uma criança deve o pai tratar com zelo e preocupação, jamais com agressão seja verbal e/ou fisica”, explica a advogada.
Investigações continuam
No caso do pai que chutou a própria filha, a Polícia Civil informou que a menina foi submetida a exame de lesão corporal, e o laudo pericial ainda é aguardado.
A corporação também continua ouvindo testemunhas e busca novas imagens de câmeras de videomonitoramento para reconstituir todo o trajeto percorrido pelo investigado e pelas crianças.
Assim que tomou conhecimento do vídeo, a Polícia Civil instaurou um inquérito para apurar o caso. A criança, a mãe e outros familiares já foram identificados e ouvidos.
A corporação também solicitou medidas protetivas de urgência em favor da menina, de seu irmão e da mãe. O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso.
Fonte: CNN Brasil
Polícia
Irmão de Virginia Fonseca é condenado por importunação sexual
William Pimenta Gusmão, irmão da influenciadora Virginia Fonseca, foi condenado por importunação sexual pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO). A decisão, tomada por unanimidade na última terça-feira (7), reformou parcialmente a sentença de primeira instância que havia absolvido o empresário por insuficiência de provas.
O caso teve início após um recurso apresentado pela vítima, Rauriceia Martins da Costa. Ao reavaliar o processo, os desembargadores concluíram que havia elementos suficientes para condenar William por um dos dois episódios de importunação sexual descritos na denúncia apresentada pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO). Em relação ao segundo fato, a absolvição foi mantida por falta de provas.
Segundo a denúncia, os fatos ocorreram durante a festa “Revoada”, realizada em abril de 2023, no município de Jussara (GO). No primeiro episódio, que resultou na condenação, Rauriceia afirmou que pediu uma foto com William e, durante o registro, ele teria colocado a mão por dentro de sua calça e tocado suas partes íntimas sem consentimento.
Ainda conforme o relato da vítima, ela ficou em estado de choque após o ocorrido e contou imediatamente o que havia acontecido à esposa e, posteriormente, a uma amiga que também estava no evento. O Tribunal entendeu que o conjunto de provas apresentado nos autos foi suficiente para comprovar esse episódio.
Já o segundo fato teria acontecido pouco tempo depois, em uma área de estacionamento da festa. A denúncia apontava que William teria voltado a tocar a vítima sem autorização. No entanto, os magistrados concluíram que não havia provas suficientes para confirmar essa segunda acusação, mantendo a absolvição nesse ponto.
O processo passou por diferentes fases desde o registro da ocorrência. Em fevereiro de 2025, William havia sido absolvido por falta de provas. Após a decisão, a vítima recorreu. Em um primeiro momento, a Justiça chegou a avaliar a possibilidade de oferecer ao empresário o benefício da suspensão condicional do processo, previsto em lei para determinados casos. A defesa recusou a proposta, e o recurso voltou a ser analisado pela 1ª Câmara Criminal.
No julgamento realizado nesta semana, os desembargadores decidiram reformar parcialmente a sentença e condenaram William pelo primeiro episódio de importunação sexual, previsto no artigo 215-A do Código Penal.
O caso ganhou repercussão nacional desde 2023 e passou por diversas reviravoltas durante a investigação. Inicialmente, a denunciante chegou a ser investigada por suposta falsa comunicação de crime. Posteriormente, o Ministério Público determinou novas diligências e concluiu haver elementos suficientes para denunciar William, que se tornou réu no fim daquele ano. Com a decisão da 1ª Câmara Criminal, a absolvição foi parcialmente revertida, resultando na condenação do empresário pelo primeiro fato narrado na denúncia.

Polícia
Motociclista de 73 anos morre após grave colisão com Jeep
Morreu nesta quinta-feira (9), no Hospital João Paulo II, o motociclista de 73 anos que havia ficado gravemente ferido em um acidente ocorrido na tarde de quarta-feira (8), no bairro Nova Porto Velho, na capital.
RELEMBRE O ACIDENTE: Motociclista é arrastado por 15 metros após violenta colisão com Jeep
De acordo com informações apuradas pela equipe do Notícias Urgentes, o acidente aconteceu no cruzamento da Avenida Alexandre Guimarães com a Rua Miguel Chakian e envolveu a motocicleta conduzida pela vítima e um Jeep Renegade que trafegava pela avenida preferencial.
Câmeras de segurança flagraram o momento da batida. As imagens deverão ser analisadas pela Polícia para ajudar a esclarecer como ocorreu o acidente e definir as responsabilidades.
Com a violência da colisão, o idoso foi lançado a vários metros de distância. Equipes do Samu prestaram atendimento de urgência e o encaminharam ao Hospital João Paulo II, onde permaneceu internado.
Devido à gravidade dos ferimentos, o motociclista não resistiu e morreu nesta quinta-feira (09/07).
A Polícia Civil dará continuidade às investigações para esclarecer todas as circunstâncias do acidente, enquanto os laudos periciais e as imagens de monitoramento deverão reforçar a apuração do caso.
