Polícia
Carreta bitrem tomba na BR-364 e espalha grãos na pista
O semirreboque de uma carreta bitrem, tombou na manhã desta terça-feira (09) na BR-364. O incidente aconteceu entre os municípios de Jaru, e Ouro Preto do Oeste, despejando grande quantidade de grãos na pista.
Segundo informações, o motorista do veículo havia carregado o Bitrem em Cerejeiras e seguia para descarregar em Porto Velho, quando próximo à entrada da RO-464, ao desviar de buracos na pista, o semirreboque acabou tombando e derramando parte da carga.
O Corpo de Bombeiros foi acionado para limpar o asfalto, mas devido à grande quantidade de grãos, uma pá-carregadeira da Prefeitura de Jaru teve que também ser acionado para remover a soja e posteriormente o tráfego de veículos, que ficou lento, ser normalizado.
A Polícia Rodoviária Federal também compareceu ao local para controlar o tráfego nas imediações, que ficou temporariamente interrompido até a limpeza da pista.


Polícia
Policial penal morre em confronto com a PM em Rondônia
A morte do policial penal Fabrício Borges Mendes, de 43 anos, ocorrida na tarde desta terça-feira (10) no município de Machadinho d’Oeste (RO), gerou repercussão e levantou questionamentos sobre a sequência dos fatos que antecederam o confronto com a Polícia Militar.
De acordo com informações, equipes do Batalhão de Patrulhamento Tático de Ação e Reação (BPTAR) foram até a residência do servidor para cumprir um mandado de prisão expedido pela Justiça. A ordem judicial teria sido determinada após a condenação do policial penal a 18 anos de prisão pela morte de um policial militar, crime ocorrido há cerca de 12 anos.
Conforme dados do processo, a sentença condenatória foi registrada às 17h10 desta terça-feira. Cerca de 37 minutos depois, por volta das 17h47, Fabrício Borges Mendes foi baleado durante a ação policial em sua residência.
Segundo informações preliminares, durante a tentativa de cumprimento do mandado de prisão, o policial penal teria reagido à abordagem, o que resultou em uma troca de tiros com os militares. Ele chegou a ser socorrido e levado para atendimento médico, mas não resistiu aos ferimentos.
Diante da situação, o Sindicato dos Policiais Penais e Agentes de Segurança Socioeducativos do Estado de Rondônia (SINGEPERON) divulgou nota cobrando esclarecimentos sobre as circunstâncias da ocorrência. A entidade afirmou que não defende impunidade, mas reforçou que casos que resultam em morte precisam ser investigados com transparência.
Outro fato que chama atenção é que a família já havia sido marcada por uma tragédia. Em 2018, o irmão de Fabrício, o policial penal André Borges Mendes, de 36 anos, foi morto a tiros no município de Vilhena (RO), enquanto estava no pátio de um posto de combustíveis.
A Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) também divulgou uma nota de pesar pela morte do servidor:
“A Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) manifesta profundo pesar pelo falecimento do policial penal Fabrício Borges Mendes, ocorrido nesta terça-feira (10). O servidor era lotado na unidade prisional de Machadinho do Oeste, onde desempenhava suas funções públicas regularmente.
Neste momento de dor, a Sejus se solidariza com familiares, amigos e colegas de trabalho, expressando sinceras condolências e desejando que encontrem conforto e força para enfrentar essa irreparável perda.”
As circunstâncias do confronto seguem sendo apuradas pelas autoridades.
Polícia
Goleiro Bruno é considerado foragido pela Justiça do Rio
A Justiça do Rio de Janeiro considera foragido o ex-goleiro Bruno Fernandes, condenado pelo homicídio de Eliza Samudio.
O mandado foi expedido em 5 de março após a Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro entender que o ex-jogador do Flamengo descumpriu uma das condições do livramento condicional
“O goleiro Bruno passou a ser considerado foragido, já que não se apresentou à Justiça, depois da revogação do livramento condicional e expedido o mandado de prisão, para o seu retorno ao regime semiaberto”, disse o Tribunal de Justiça, em nota.
De acordo com a decisão, no dia 15 de fevereiro — poucos dias depois de obter a condicional — Bruno teria viajado para o Acre sem autorização judicial. Pelas regras impostas pela Justiça, ele estava proibido de deixar o estado do Rio de Janeiro.
Diante disso, a Vara de Execuções Penais revogou o benefício e determinou o retorno do ex-atleta ao regime semiaberto.
Defesa contesta decisão
A defesa afirmou que orientou Bruno a não se apresentar neste momento e diz que vai recorrer da decisão judicial. Segundo a advogada Mariana Migliorini, a orientação é aguardar a análise do recurso antes de qualquer apresentação à Justiça.
“Se ele se apresentar agora, pode acabar ficando em regime fechado como se fosse semiaberto, o que entendemos ser uma medida irregular”, afirmou.
A defesa afirma que Bruno vinha cumprindo regularmente as condições impostas desde a concessão do benefício.
Segundo a advogada, durante cerca de três anos ele compareceu ao patronato sempre que solicitado, assinou regularmente, manteve o endereço atualizado e seguiu as exigências estabelecidas pela Justiça.
Fonte: G1
Polícia
Laudo do IML aponta lesões na face e pescoço de policial baleada em SP
Laudo necroscópico realizado pelo Instituto Médico Legal (IML) após exumação do corpo da policial militar Gisele Alves Santana apontou lesões contundentes na face e na região cervical da vítima.

Tais lesões são resultado de pressão digital e escoriação compatível com estigma ungueal, ou seja, causado por unha. O laudo tem data do último sábado (7), um dia depois da exumação do corpo da PM.
No laudo necroscópico do dia 19 de fevereiro, no dia seguinte à morte de Gisele, já havia menção a lesões na face e no pescoço, na lateral direita.
Na ocasião, o médico legista havia descrito “estigmas digitais”, ou seja, lesões equimóticas, formato arredondado e compatíveis com pressão digital. Já em relação ao “estigma ungueal”, causado por unha, a descrição indicava lesão superficial em formato meia-lua.
Ambos os laudos apontam que a morte decorreu de traumatismo cranioencefálico grave por disparo de projétil de arma de fogo.
A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que “a autoridade policial aguarda os laudos referentes à reconstituição e exumação do corpo da vítima”. A pasta acrescentou que detalhes serão preservados, devido ao sigilo judicial imposto.
A policial militar foi encontrada com um tiro na cabeça, em 18 de fevereiro, no apartamento em que morava com o marido, o tenente-coronel Geraldo Leite. Ele estava no local e reportou o caso às autoridades como suicídio.
Fonte: Agência Brasil
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