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Polícia

Carreta bitrem tomba na BR-364 e espalha grãos na pista

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O semirreboque de uma carreta bitrem, tombou na manhã desta terça-feira (09) na BR-364. O incidente aconteceu entre os municípios de Jaru, e Ouro Preto do Oeste, despejando grande quantidade de grãos na pista.

Segundo informações, o motorista do veículo havia carregado o Bitrem em Cerejeiras e seguia para descarregar em Porto Velho, quando próximo à entrada da RO-464, ao desviar de buracos na pista, o semirreboque acabou tombando e derramando parte da carga.

O Corpo de Bombeiros foi acionado para limpar o asfalto, mas devido à grande quantidade de grãos, uma pá-carregadeira da Prefeitura de Jaru teve que também ser acionado para remover a soja e posteriormente o tráfego de veículos, que ficou lento, ser normalizado.

A Polícia Rodoviária Federal também compareceu ao local para controlar o tráfego nas imediações, que ficou temporariamente interrompido até a limpeza da pista.

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Polícia

Irmão de “missionária” do crime morre em confronto; tinha 63 passagens policiais

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Um dos quatro bandidos mortos em confronto com policiais militares da Força Tática na madrugada de hoje (5), na BR-070, próximo ao Trevo do Lagarto, foi identificado como “Bundinha”, irmão da missionária evangélica Rhavenna Barcelos Cabeça de Almeida, presa por envolvimento com uma facção criminosa em Mato Grosso. Segundo a Polícia Militar, o bandido acumulava 63 passagens criminais.

O confronto ocorreu por volta de 1h45, quando uma equipe da Força Tática abordou uma Toyota Hilux SW4 que vinha da região de fronteira, no sentido Cáceres–Cuiabá. De acordo com a PM, os quatro ocupantes da caminhonete reagiram à abordagem e atiraram contra os militares.

Os disparos atingiram a lataria da viatura. Houve troca de tiros e os quatro bandidos morreram. Nenhum policial ficou ferido.

Durante a ocorrência, foram apreendidas quatro armas de fogo, sendo uma pistola e três revólveres. Um dos revólveres era banhado a ouro.

Ainda conforme a polícia, todos os envolvidos tinham antecedentes criminais. Entre eles, “Bundinha” se destacava pelo histórico de 63 passagens pela polícia.

Missionária de facção
Rhavenna Barcelos está presa preventivamente desde 16 de julho, quando foi alvo da Operação Fariseus, deflagrada pela Polícia Civil para investigar a atuação de uma família de missionários acusada de utilizar atividades religiosas para beneficiar integrantes de uma facção criminosa.

Filha dos pastores Nivaldo de Almeida e Orminda Carlos de Barcelos Almeida, Rhavenna se tornou ré pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro, juntamente com outros cinco envolvidos, entre eles a mãe, duas irmãs, um primo e Renildo da Silva Rios, conhecido como “Velhote”.

Segundo a investigação, o grupo utilizava o projeto religioso “Resgatando Vidas” para ter acesso à Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá, onde teria facilitado a comunicação com lideranças da facção, transmitido recados e prestado apoio aos criminosos.

Relatórios da Polícia Civil também apontaram que Rhavenna mantinha relacionamentos amorosos com dois líderes da organização criminosa: Renildo, apontado como um dos fundadores da facção em Mato Grosso, e Jonas Souza Gonçalves Júnior, conhecido como “Batman”.

As investigações revelaram ainda movimentações financeiras suspeitas, recebimento de presentes e benefícios materiais, além de suposta utilização de contas bancárias de familiares para movimentar dinheiro da organização.

Em outubro, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou um pedido de liminar apresentado pela defesa de Rhavenna e manteve sua prisão preventiva. A defesa da missionária já negou as acusações e afirmou que os fatos serão esclarecidos durante o processo.

Fonte: Repórter MT

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Policial civil é flagrado atirando contra ex-esposa em condomínio – VEJA O VÍDEO

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Imagens de uma câmera de segurança mostram o momento em que um homem de 38 anos, que se apresentou como policial civil recém-formado, sai de um dos blocos do Condomínio Chapada dos Colibris, no bairro Jardim Imperial, em Cuiabá, e dispara cinco tiros contra a ex-companheira.

O caso ocorreu na madrugada deste sábado (7), por volta de 1h04. Nas imagens, o suspeito aparece saindo do bloco e efetuando os disparos. Logo depois, ele se senta em um banco em frente ao prédio. Não há informações sobre feridos. Conforme o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada após moradores denunciarem que um homem bastante alterado estava efetuando disparos de arma de fogo nas dependências do condomínio.

Ao chegar ao local, os policiais foram recebidos pelo síndico, que confirmou os tiros e informou que o sistema de monitoramento havia registrado a ação. Ele também entregou cinco cápsulas deflagradas de calibre 9 mm, recolhidas após o ocorrido.

Com apoio de outras equipes, os militares foram até o apartamento do suspeito. Após baterem à porta diversas vezes, o homem saiu do imóvel e foi abordado. Durante a revista, os policiais encontraram uma pistola Glock calibre 9 mm em sua cintura, com nove munições intactas. Outro carregador, com 15 munições, também foi apreendido.

O homem afirmou ser policial civil, mas não conseguiu apresentar a carteira funcional nem a identificação digital, alegando que não encontrava o celular. Por isso, os militares não conseguiram confirmar sua condição de policial naquele momento.

Ele foi preso e encaminhado à Central de Flagrantes, junto com a arma e as munições apreendidas. A Polícia Civil deverá apurar as circunstâncias dos disparos e a denúncia de que teriam sido direcionados à ex-companheira.

VEJA O VÍDEO:

Fonte: FolhaMax.com

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Laudo da bebê morta pelo padrasto mostra costela quebrada e coração rompido

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O laudo cadavérico emitido pelo Instituto Médico Legal (IML) do Distrito Federal revelou os detalhes escabrosos e brutais da via crúcis percorrida pela pequena Alice Fraga Delgado de Oliveira, de apenas 1 ano e 3 meses, morta de forma brutal em (25/10). Os exames periciais resgatam a dimensão do horror vivido pela criança submetida a uma rotina de violência sistemática e contínua.

Segundo os legistas, a bebê sofria espancamentos constantes: o corpo carregava marcas de agressões antigas e recentes, evidenciadas por fraturas em várias costelas que já apresentavam sinais claros de calcificação, a prova pericial de que os mesmos ossos haviam sido quebrados repetidas vezes ao longo de sua curta vida.

O ápice das agressões, ocorrido em 25 de outubro último, culminou em traumas internos devastadores. A violência dos impactos provocou um quadro severo de hemopneumotórax e a ruptura total do tecido cardíaco — no jargão pericial, o coração da criança foi literalmente “estourado” no peito diante da intensidade dos golpes aplicados contra o seu peitoral fragilizado por fraturas preexistentes. A certidão de óbito e a autópsia ratificaram as causas diretas da morte: hemorragia aguda, politraumatismo e ação contundente.

Juiz negou medida

A análise médica e as investigações da Polícia Civil  do Distrito Federal (PCDF) revelam que a tragédia não foi um episódio isolado, mas o desfecho fatal de um longo histórico de maus-tratos. Ao longo de seus 15 meses de vida, Alice deu entrada em unidades hospitalares por três vezes. Em uma das internações anteriores, a bebê já havia sido diagnosticada com traumatismo crânio-encefálico provocado por agressões físicas.

O desfecho trágico desenhou-se no final de semana de 24 e 25 de outubro. A mãe buscou a criança no sábado (24/10). Menos de 24 horas depois, no domingo (25/10), Alice foi levada desacordada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Samambaia.

Um detalhe chama a atenção: o juiz Alexandre Pamplona Tembra tomou uma decisão que seria fatal. Apenas três dias antes do homicídio, na quinta-feira (22/10) a Justiça do Distrito Federal negou um pedido de urgência protocolado pelo Conselho Tutelar de Samambaia para afastar a criança do convívio da mãe, do padrasto e da babá.

Morte anunciada

A solicitação do órgão protetivo havia sido formalizada após profissionais de saúde identificarem lesões graves no corpo da menina durante um atendimento ocorrido em 13 de outubro. Na ocasião, Alice deu entrada no Hospital Regional de Taguatinga (HRT) e foi posteriormente transferida para o Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib).

Mesmo com as evidências de violência física identificadas pelas equipes médicas, o pedido de acolhimento institucional e proteção à criança foi negado pela Justiça. Livre de intervenção judicial, a bebê foi entregue novamente à mãe no sábado e morta no domingo.

A brutalidade estampada no laudo do IML e a interrupção precoce da vida de Alice provocaram forte indignação e comoção em Samambaia e em diversas regiões do Distrito Federal. Diante da comoção, familiares, amigos e voluntários mobilizaram-se em uma rede de solidariedade para arcar com os custos do sepultamento.

“Foram pessoas que amam a nossa família, que se sensibilizaram e fizeram doações para que ela tivesse aquele velório”, desabafou um familiar sob condição de anonimato. O sentimento na comunidade é de choque, luto e profunda cobrança por justiça pela vida de uma criança que viveu sob a sombra da violência contínua.

Alice não resistiu

Já na terceira internação, em 25 de outubro, os profissionais de saúde constataram que a menina deu entrada em parada cardiorrespiratória e coberta por hematomas que apresentavam diferentes estágios de evolução e cicatrização. Apesar das tentativas de reanimação, a bebê não resistiu à gravidade dos ferimentos.

Nessa sexta-feira (6/11), exatamente 10 dias após a morte de Alice, agentes da 32ª Delegacia de Polícia (Samambaia) prenderam o padrasto da criança, João Carlos Pereira da Costa, de 23 anos. Ele é o principal suspeito de ter provocado as lesões corporais que resultaram na morte da menina.

A PCDF trabalha no cruzamento dos depoimentos com os achados periciais do IML para consubstanciar o inquérito policial e responsabilizar formalmente o suspeito pelos crimes cometidos contra a criança.

Fonte: Metrópoles

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