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Polícia

IDENTIFICADO: Corpo de jovem que não tinha passagens pela Polícia é encontrado carbonizado na Capital

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O corpo de Lucas Eduardo Máximo Brandão de 27 anos, foi encontrado carbonizado na zona rural durante a manhã desta terça-feira (13/02). O caso aconteceu no Ramal 15 de Novembro, localizado na Estrada da Penal em Porto Velho (RO). 

De acordo com informações de testemunhas, populares passavam pela região e avistaram fumaça, ao se aproximarem, encontraram o corpo da vítima em chamas. Rapidamente acionaram a Polícia Militar.

A área foi isolada para os trabalhos da Perícia Técnico Científica, e depois, o corpo foi removido pelo rabecão para o Instituto Médico Legal (IML). 

Familiares fizeram o reconhecimento no IML. Segundo informações da Polícia, Lucas Eduardo não tinha passagens no sistema prisional. O caso será investigado pela Polícia Civil.

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Polícia

Em carta, secretário revela motivo de atirar em filhos e se matar

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O secretário de Governo do município de Itumbiara (GO), Thales Machado, deixou uma carta de despedida aos familiares antes atirar contra os filhos e tirar a própria vida. Thales Machado era genro do prefeito Dione Araújo (UB).

Na publicação, ele dizia estar passando por dificuldades no casamento e pediu desculpas à família e aos amigos. Thales disse ter sido traído pela esposa e falou com respeito sobre o sogro. Explicou ainda que agiu em um momento que considerou como “o limite do improvável”.

Ele também afirmou que sempre buscou manter a “melhor harmonia e respeito possível”.

“Partimos eu e meus meninos, que agora são anjos que, infelizmente, vieram comigo. Nunca pensei nisso, foi hoje. Todos sabem como sou intenso e verdadeiro e não iria conseguir viver mais com essas lembranças. A minha família, pai e mãe agradeço por tudo sempre”, diz um trecho do documento.

Ao fim do texto, Thales pediu perdão a todos e declarou que não imaginava cometer o ato criminoso. Leia a íntegra da carta:

Fonte: Metrópoles

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Polícia

Três proprietários são indiciados por homicídio após morte de professora em piscina

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Três proprietários da academia C4 Gym, localizada na zona leste de São Paulo, foram indiciados por homicídio por dolo enventual após a intoxicação de alunos na piscina do estabelecimento, que resultou na morte da professora, Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, e deixou outros seis alunos intoxicados.

O delegado titular do 42º Distrito Policial (Parque São Lucas), Alexandre Bento, informou que os três proprietários – Cesar Bertolo Cruz, Celso Bertolo Cruz e Cezar Miquelof Terração – compareceram de forma espontânea à delegacia, na quarta-feira (11/2), acompanhados de advogados, e prestaram depoimento ao delegado responsável pelo caso.

De acordo com o delegado, há indícios de que o manobrista Severino José da Silva, de 43 anos, recebia orientações diretas dos proprietários, por meio de mensagens via WhatsApp, sobre a aplicação de produtos químicos na piscina, mesmo sem possuir qualificação técnica para o procedimento.

Morte após aula de natação

  • No último sábado (7/2), uma aluna morreu e ao menos outras seis pessoas foram internadas em estado grave após nadarem na piscina da C4 Gym, no Parque São Lucas, na zona leste de São Paulo.
  • Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, sofreu uma parada cardíaca após a aula de natação.
  • Ela estava acompanhada do marido, Vinicius de Oliveira, de 31 anos, que também sentiu mal-estar na piscina.
  • Eles comunicaram o professor responsável e, depois da aula, foram, por conta própria, ao Hospital Santa Helena, de Santo André, no ABC paulista.
  • No hospital, Juliana não resistiu. O marido dela foi internado em estado grave.
  • O fato foi registrado em boletim de ocorrência no 6º Distrito Policial de Santo André.
  • Há ainda o registro de ao menos outra pessoa internada em estado grave no Hospital Vila Alpina, na zona leste de São Paulo.
  • O menor de idade foi levado pelo pai ao hospital e ele também nadou na piscina da academia, onde apresentou dificuldade de respirar.
  • Aluna de 29 anos foi internada na UTI após sentir náuseas, vômitos e diarreia.
  • Penas para homicídio
  • O Código Penal prevê pena de reclusão de 6 a 20 anos em caso de homicídio doloso simples, e de 12 a 30 anos em caso de qualificado.

Já para homicídio culposo, por imprudência, negligência ou imperícia (quando o autor não tem aptidão para a prática que levou à morte), a pena é de 1 a 3 anos de reclusão.

Se for constatada inobservância de regra técnica – isto é, quando o autor desrespeita as normas da profissão, agindo com negligência –, a pena para homicídio culposo pode ser aumentada em um terço.

E, no caso de homicídio com dolo eventual, quando o autor assume o risco de matar, a dosimetria da pena segue aquela estipulada para crimes dolosos contra a vida: 6 a 20 anos de prisão em caso de homicídio simples, e 12 a 30 anos em caso qualificado.

“Impossível de respirar”

Um dos alunos que estava na aula de natação relatou que aconteceu enquanto estavam na piscina. O advogado Eduardo Esteves Rossini, de 37 anos, disse que funcionários da academia C4 Gym fizeram uma mistura de cloro em um balde e deixaram ao lado da piscina.

“Jogaram alguma coisa que deu reação química. Sentimos queimar os olhos, nariz, garganta e pulmões. Ficou impossível de respirar”, afirmou.

Segundo Rossini, quem estava mais próximo ao balde sofreu mais — a mulher que morreu, o marido dela e o adolescente, que foram internados em estado grave. “Eles inalaram mais”, disse.

O advogado procurou atendimento médico na ocasião e precisou retornar ao hospital, nessa segunda-feira (9/2), devido a uma piora no quadro de saúde. “Acordei com a garganta muito inflamada e expelindo um pouco de sangue. Estou tomando algumas medicações e fazendo exames”, relatou.

Em nota, a direção da Academia C4 Gym destacou que “lamenta profundamente o ocorrido em sua unidade” e que “está colaborando integralmente com as autoridades competentes”.

Fonte: Metrópoles

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Polícia

Assessoria nega que prefeito infartou após genro atirar nos netos

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Circulou nas redes sociais que o prefeito de Itumbiara (GO), Dione Araújo, sofreu um infarto ao receber a notícia de que o genro Thales Machado, de 40 anos, atirou na cabeça dos netos, de 12 e 8 anos. A informação, porém, foi negada pela Prefeitura da cidade.

O chefe da Comunicação Social de Itumbiara, Erivaldo Maximino, disse à coluna Na Mira, no início dessa tarde, que o político nem sequer foi hospitalizado.

O velório de um dos meninos mortos, Miguel Araújo Machado, de 12 anos. acontece nesta quinta-feira (12/2), na casa do prefeito. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD-GO), e a primeira-dama, Gracinha, estiveram na cerimônia.

Thales Machado era secretário de Governo da cidade e, com mais de 14 mil seguidores, parecia ser o braço direito de Dione Araújo. No Instagram, os dois aparecem juntos em diversos eventos oficiais.

A Polícia Civil informou que instaurou procedimento para apurar o caso, e as investigações estão em andamento.

Fonte: Metrópoles

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