Polícia
Dois homens são mortos e um baleado durante tiroteio em Alta Floresta
Dyone Leoncio Da Silva, 30 anos, e Adelson Biancardi Pereira, de 40, morreram durante uma troca de tiros na ultima quarta-feira (07), em um estabelecimento comercial localizado no Bairro Centro, no município de Alta Floresta (RO).
De acordo com informações de testemunhas, uma briga entre os envolvidos no passado teria sido o motivo. Os homens então, se encontraram novamente e decidiram “acertar as contas”.
Houve uma intensa troca de tiros no local. Dyones e Adelson foram baleados, além dos dois, uma terceira pessoa também chegou a ser atingida pelos disparos.
Várias equipes de resgate do Corpo de Bombeiros foram acionadas, mas quando chegaram, Dyones já estava sem vida. Adelson e a terceira vítima foram socorridas para um hospital da região. Mas devido a gravidade dos ferimentos, Adelson não resistiu e morreu ao dar entrada na unidade hospitalar.
A Polícia Militar foi chamada, isolou a áreas para que fosse feitos os trabalhos periciais. Agora o caso será investigado pela Polícia Civil.
Polícia
Servidor da Prefeitura morre após caminhão oficial tombar na BR-364
Um grave acidente ocorrido na noite desta quinta-feira (9) provocou a morte do servidor público Adilson Evangelista Pereira, de 43 anos, funcionário da Secretaria Municipal de Agricultura de Vilhena. O caminhão oficial em que ele viajava tombou na BR-364, no trecho de saída do município em direção a Porto Velho, nas proximidades do trevo de acesso a Colorado do Oeste.
De acordo com as informações preliminares, o veículo era conduzido por outro servidor da Prefeitura, vinculado à Secretaria Municipal de Educação, mas que estava cedido para atuar na Secretaria de Agricultura. O motorista, que exerce a função de tratorista, estaria participando de um treinamento para conduzir o caminhão quando, por motivos ainda desconhecidos, perdeu o controle da direção.
Após sair da pista, o veículo desceu uma ribanceira e capotou. Com o impacto, Adilson ficou preso às ferragens e não resistiu aos ferimentos, morrendo ainda no local antes da chegada das equipes de resgate.
Uma testemunha que chegou logo após o acidente afirmou ter ouvido o motorista, visivelmente abalado, gritar: “Matei meu irmão”, antes de seguir em direção a uma área de mata às margens da rodovia.
Pouco tempo depois, o servidor foi localizado pelas autoridades. Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre o depoimento prestado por ele nem sobre as circunstâncias que teriam provocado o tombamento do caminhão.
Segundo informações apuradas, a expressão “irmão” utilizada pelo motorista não fazia referência a um parentesco biológico, mas ao fato de ambos frequentarem a mesma igreja evangélica em Vilhena.
Equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da perícia técnica compareceram ao local para realizar os procedimentos de praxe e levantar informações que possam esclarecer as causas do acidente. O caso segue sob investigação.
Fonte: Notícias Urgentes com informações do Folha do Sul
Polícia
Polícia identifica autores de ataque que matou dois e deixou dois feridos
A Polícia Civil, por meio da 2ª Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (2ª DHPP), com o apoio da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO), informa que, na manhã desta sexta-feira (10), foi deflagrada a fase ostensiva da investigação que apura o duplo homicídio qualificado consumado das vítimas J. de L., e B.S. de S., bem como o duplo homicídio qualificado tentado em desfavor de A.F. R. e S. A de S.
Relembre:
- Ex-presidiário é morto e três pessoas ficam feridas em ataque a tiros no Cristal da Calama, em Porto Velho
- Morre no hospital segunda vítima de ataque a tiros no residencial Cristal da Calama
Os crimes ocorreram no dia 05 de julho de 2025, por volta das 22h07, em frente à residência situada na Rua Peridoto, nº 12065, Bairro Teixeirão (Cristal da Calama), em Porto Velho/RO.
Conforme apurado durante as investigações, as quatro vítimas encontravam-se reunidas em frente à residência quando foram surpreendidas pelos investigados RODRIGO SOARES SOUZA SILVA, conhecido pelos apelidos “TUBA” ou “PLAYBOY”, ÍCARO HENRIQUE SOUZA DE OLIVEIRA e IVAN GUILHERME DA SILVA DESMONI, que chegaram ao local portando armas de fogo e efetuaram diversos disparos contra todas as pessoas presentes.
Em decorrência da ação criminosa, uma das vítimas faleceu ainda no local dos fatos, outra morreu após ser socorrida ao hospital e duas sobreviveram aos ferimentos.
As investigações apontam que a motivação do crime está relacionada à disputa por território entre organizações criminosas atuantes na Capital.
Com o avanço das diligências investigativas, desenvolvidas pela 2ª DHPP com apoio fundamental da FICCO, foi possível identificar os três autores do crime, motivo pelo qual esta Autoridade Policial representou pela decretação de suas prisões temporárias, medida deferida pela 1ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Porto Velho/RO.
Na mesma decisão judicial, também foram expedidos mandados de busca e apreensão para endereços vinculados aos investigados.
Durante a operação realizada nesta data, foram cumpridos os mandados de busca domiciliar. Entretanto, RODRIGO SOARES SOUZA SILVA (“TUBA” ou “PLAYBOY”) e ÍCARO HENRIQUE SOUZA DE OLIVEIRA não foram localizados e permanecem foragidos da Justiça.
Quanto ao investigado IVAN GUILHERME DA SILVA DESMONI, este já se encontrava recolhido ao sistema prisional em razão de outros procedimentos criminais, ocasião em que foi dado cumprimento ao mandado de prisão temporária expedido nos presentes autos.
A Polícia Civil divulga as imagens dos investigados RODRIGO SOARES SOUZA SILVA (“TUBA” ou “PLAYBOY”) e ÍCARO HENRIQUE SOUZA DE OLIVEIRA, que permanecem foragidos, e solicita o apoio da população para sua localização e captura.
Informações poderão ser repassadas, de forma anônima, por meio dos canais oficiais da Polícia Civil, garantindo-se o absoluto sigilo da identidade do denunciante.
A Polícia Civil do Estado de Rondônia reafirma seu compromisso com a repressão qualificada aos crimes contra a vida, com o enfrentamento às organizações criminosas e com a responsabilização dos autores de delitos, atuando de forma técnica, integrada e permanente em defesa da sociedade rondoniense
Fonte: Polícia Civil
Polícia
Justiça condena sete integrantes de facção por ataques criminosos em Rondônia
O Ministério Público de Rondônia (MPRO), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), obteve a condenação de sete denunciados na operação Red Ignis, resultado de uma investigação estratégica realizada em conjunto com a Força-Tarefa de Combate ao Crime Organizado (Fticco/RO). O trabalho integrado permitiu desarticular a estrutura de uma facção criminosa que coordenava ataques contra a segurança pública e o patrimônio em diversos municípios do Estado.
A deflagração da operação contou com o apoio operacional da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec) e a mobilização de unidades especializadas das Polícias Civil e Militar, incluindo o Bope, Bptar, Bpchoque e batalhões de fronteira.
Essa cooperação entre os órgãos de inteligência e segurança foi fundamental para a coleta das provas telemáticas que fundamentaram a sentença proferida pela 4ª Vara Criminal de Porto Velho.
A ação penal é resultado das investigações que apuraram os ataques coordenados registrados em janeiro de 2025, período em que foram praticados incêndios contra ônibus, destruição de bens públicos e ameaças a agentes estatais.
Conforme demonstrado durante a instrução processual, os investigados utilizavam um grupo de mensagens instantâneas para compartilhar informações, transmitir ordens e fortalecer a atuação da organização criminosa.
Na decisão, o Juízo reconheceu a responsabilidade penal de sete acusados pelo crime de integração em organização criminosa, com incidência das causas de aumento previstas na Lei nº 12.850/2013.
As penas aplicadas aos condenados variaram de 5 anos e 4 meses a 8 anos, 3 meses e 16 dias de reclusão, conforme a situação individual de cada réu. Os regimes iniciais fixados foram semiaberto e fechado, sendo mantida a prisão dos condenados que já se encontravam custodiados, sem concessão do direito de recorrer em liberdade nos casos em que persistiram os fundamentos da prisão preventiva.
A sentença destacou que os relatórios técnicos, a extração de dados telemáticos autorizada judicialmente, os depoimentos das testemunhas e as demais provas produzidas em juízo demonstraram de forma consistente a integração dos condenados à organização criminosa e sua participação na estrutura utilizada para disseminar orientações relacionadas aos ataques ocorridos no Estado.
Com a decisão, o Ministério Público do Estado de Rondônia reafirma seu compromisso com o enfrentamento qualificado às organizações criminosas, a responsabilização dos envolvidos e a defesa da ordem pública e da segurança da sociedade.
Fonte: MPRO
