Geral
Na região Norte, mais de 50% dos endividados que apostaram em bets jogaram com a esperança de quitar suas dívidas, revela pesquisa da Serasa
- Preocupada com a febre dos jogos e o impacto na inadimplência do país, Serasa lança Guia Especial “Bets e Apostas Online”.
- 46% dos endividados do país já apostaram em bets, revela pesquisa realizada entre inadimplentes. No Norte, 46,1% dos consultados também já apostaram
- Entre os que apostam atualmente, 58% jogam há menos de dois anos. Já no Norte esse número sobe para 78,4%
- No país 56% dos apostadores têm receio de acabar viciado. No Norte, 56,3% dos entrevistados têm o mesmo receio.
- 52% admitem que perderam mais dinheiro do que ganharam. Na região Norte, 41,4% responderam que mais perderam dinheiro com as apostas
- 29% dos endividados começaram a apostar em busca de dinheiro rápido e 27% procuravam uma renda extra. No Norte, 31,2% responderam que buscavam renda extra e 27,1% queriam dinheiro rápido.
- 10% dos apostadores revelam que já solicitaram crédito para jogar. No Norte, foram 13%
- 13% afirmam ter deixado de “pagar outras contas” para fazer apostas. No Norte 17%
Novembro de 2024 – O fenômeno crescente das bets e apostas esportivas motivou a Serasa a avaliar um eventual impacto dos jogos entre os inadimplentes. Os resultados da pesquisa que ouviu 4.463 consumidores endividados são preocupantes, levando a empresa a produzir um manual de alerta: “Guia Serasa de Bets e Apostas Online: Como Evitar que o Entretenimento Afete a Saúde Financeira”.
Segundo a pesquisa “A Relação dos Inadimplentes com as Apostas”, realizada em parceria com o Instituto Opinion Box, 5 em cada 10 endividados já fizeram pelo menos uma aposta, e 34% deles continuam apostando atualmente. No Norte, 37,9% dos endividados informaram que apostam atualmente.
Entre as principais razões para começar a apostar, segundo os entrevistados de todo o país, destacam-se a tentativa de obter dinheiro rápido para pagar contas (29%) e a busca por uma renda extra (27%). Além disso, 44% dos endividados que já apostaram relatam ter jogado justamente com o objetivo de quitar uma dívida.
As razões para começar a apostar entre os moradores do Norte são parecidas. Ter renda extra (31,7%) e ganhar dinheiro de forma rápida (27,1%).
“Na tentativa desorganizada de pagar as dívidas, os brasileiros podem estar aumentando os seus débitos” alerta Patricia Camillo, gerente executiva da Serasa. “Apostador prudente é o que consegue definir limites, evitando que o entretenimento comprometa o orçamento e a saúde familiar”, finaliza Patrícia.
Guia Serasa de Bets
Para contribuir com a conscientização da população sobre o tema que está impactando a vida financeira dos brasileiros, a Serasa produziu um guia com orientações que estimulam uma relação menos prejudicial – ou mais saudável possível – com as apostas. “O Guia Serasa de Bets não tem o objetivo responsabilizar os apostadores, mas alertá-los sobre os riscos e cuidados com as finanças”, explica Patrícia Camillo.
Especialistas como Valéria Meirelles, conhecida como a Psicóloga do Dinheiro, e Thiago Godoy, o Papai Financeiro, participaram da criação do conteúdo. Disponível online e de forma gratuita, o manual é dividido em 10 capítulos, que trazem informações e recomendações:
- O crescimento e a regulamentação das bets
- Quais plataformas estão autorizadas a operar
- Preocupações e cuidados mentais
- Quem não está habilitado a jogar
- Impacto das dívidas de apostas na saúde financeira e emocional do apostador e de sua família
- O que fazer em caso de endividamento
- Quando buscar ajuda psicológica, são alguns dos tópicos do guia.
Como acessar o Guia Serasa Bets: https://www.serasa.com.br/blog/manual-bet/
Metodologia da pesquisa
Entre 10 e 18 de outubro, a pesquisa com 34 questões ouviu 4.463 consumidores inadimplentes, acima de 18 anos e de todas as regiões, sendo 52% mulheres e 48% homens. A margem de erro é de 1,4 pp e o intervalo de confiança é de 95%. O relatório completo produzido pelo Instituto Opinion Box pode ser acessado em: https://www.serasa.com.br/imprensa/serasa-comportamento/.
Sobre a Serasa
Com o propósito de revolucionar o acesso ao crédito no Brasil, a Serasa oferece um ecossistema completo voltado para a melhoria da saúde financeira da população por meio de produtos e serviços digitais. Mais informações em www.serasa.com.br e via redes sociais no @serasa.
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Porto Velho terá comedouros públicos para alimentar animais em situação de rua
A causa animal ganha mais uma iniciativa em Porto Velho, desta vez voltada à alimentação de animais em situação de rua. Por meio do projeto Merenda Pet, a Prefeitura pretende instalar comedouros em diferentes pontos da cidade, com o objetivo de garantir o acesso à alimentação para animais abandonados.
O projeto conta com o trabalho conjunto da Prefeitura de Porto Velho e de protetores de animais cadastrados pelo município, que auxiliarão na instalação e na manutenção dos comedouros distribuídos pela capital.
A Prefeitura será responsável pelo fornecimento da ração, enquanto os protetores contribuirão com a reposição dos alimentos e os cuidados com os pontos de alimentação. A iniciativa busca oferecer assistência aos animais enquanto aguardam a oportunidade de encontrar um novo lar.
Para o prefeito Léo Moraes, o Merenda Pet representa mais uma forma de incentivar a proteção animal e a participação da população nos cuidados com cães e gatos em situação de abandono.
“É um trabalho que une alimentação, saúde e oportunidades de adoção para quem também precisa da nossa atenção. Porque cuidar dos animais é um compromisso de todos nós! Cuide, castre, adote e nunca abandone”, declarou o prefeito.
O projeto se soma às ações municipais de proteção animal, que incluem serviços de castração, feiras de adoção e atendimento veterinário na Clínica de Bem-Estar Animal. Essas iniciativas buscam atender diferentes necessidades dos animais e incentivar a adoção responsável.
O secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Arthur Borin, destacou que os comedouros serão instalados gradualmente em diferentes regiões da capital.
“Agora damos mais um passo com o Merenda Pet! Serão dezenas de comedouros espalhados pela cidade para alimentar os animais em situação de rua, e a Sema seguirá diligente nas ações focadas na proteção animal”, disse o secretário.
A implantação será realizada de forma gradual, com a participação dos protetores cadastrados, responsáveis por auxiliar na reposição da ração e nos cuidados com os pontos de alimentação.
Os locais de instalação dos comedouros ainda não foram informados na matéria. A definição dos pontos será importante para que a população conheça a distribuição dos equipamentos e acompanhe a implantação do projeto.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
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Semusa esclarece dúvidas sobre a Pneumo 20 e as regras do Bolsa Família
A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), orienta pais e responsáveis sobre a chegada da vacina Pneumo 20 ao Sistema Único de Saúde (SUS). A medida busca esclarecer dúvidas, principalmente entre famílias beneficiárias do Bolsa Família, após o envio de mensagens do Governo Federal sobre a atualização da caderneta de vacinação.
A Semusa esclarece que a chegada do novo imunizante não significa que todas as crianças precisam receber uma nova dose. Quem já completou o esquema vacinal recomendado com a Pneumo 10 não precisa tomar a Pneumo 20 apenas por causa da mudança.
E quem recebe Bolsa Família?
As famílias beneficiárias devem manter a vacinação das crianças em dia, conforme as exigências de acompanhamento da saúde previstas no programa. No entanto, crianças que já completaram o esquema recomendado não precisam receber uma dose adicional da Pneumo 20 para comprovar a atualização vacinal.
Dessa forma, a ausência dessa dose adicional, quando não indicada pelo calendário de vacinação, não caracteriza descumprimento das exigências de vacinação do Bolsa Família e, por si só, não representa motivo para perda do benefício.
O que mudou na vacinação?
A Pneumo 20 amplia a proteção contra doenças causadas pela bactéria pneumococo, como pneumonia, meningite e infecções no ouvido.
Durante o período de transição entre as vacinas Pneumo 10 e Pneumo 20, o Ministério da Saúde estabeleceu o seguinte esquema:
- 2 meses: primeira dose com a Pneumo 20;
- 4 meses: segunda dose com a Pneumo 10;
- 12 meses: dose de reforço com a Pneumo 20.
Para crianças que já iniciaram a vacinação com a Pneumo 10, a continuidade do esquema depende das doses recebidas. Quem tomou apenas a primeira dose deverá receber a segunda com a Pneumo 20. Quem recebeu as duas primeiras doses deverá tomar o reforço com a Pneumo 20, conforme a idade e os intervalos recomendados.
Já as crianças que completaram as duas doses e o reforço com a Pneumo 10 não precisam receber uma dose adicional da Pneumo 20.
E quem está com a vacinação atrasada?
Crianças a partir de cinco meses que ainda não iniciaram ou completaram o esquema devem ter a situação avaliada pela equipe de vacinação.
Para aquelas com 12 meses ou mais, sem nenhuma dose anterior, a recomendação é de dose única da Pneumo 20, até os 4 anos, 11 meses e 29 dias.
A Semusa orienta que pais e responsáveis procurem a Unidade de Saúde da Família (USF) de referência, com a caderneta de vacinação da criança. Os profissionais irão verificar o histórico vacinal e orientar sobre a necessidade de novas doses.
A vacinação também está disponível no Espaço Saúde, localizado no 2º piso do Porto Velho Shopping. Conforme a programação informada pela Semusa, o atendimento ocorre de segunda a sábado, das 10h às 21h30, e aos domingos e feriados, das 13h às 21h.
ATENÇÃO
A Secretaria Municipal de Saúde reforça que a atualização da caderneta deve respeitar a idade e o histórico de vacinação de cada criança. Estar com a vacinação em dia não significa receber doses adicionais sem indicação.
Em caso de dúvida, pais e responsáveis devem apresentar a caderneta na unidade de saúde para verificar se o esquema está completo e receber as orientações necessárias.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
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Seca já atinge 85 comunidades e prefeitura atua com força-tarefa no Baixo Madeira
A estiagem já atinge 85 localidades rurais, ribeirinhas e indígenas de Porto Velho. Diante do avanço da seca, a Prefeitura mantém equipes em campo para avaliar os impactos e prestar assistência às famílias que vivem nas regiões afetadas pelo baixo nível do rio Madeira.
O levantamento é realizado continuamente e considera como atingida a comunidade que tenha pelo menos uma família afetada pela estiagem. Segundo a coordenação da operação S.O.S. Estiagem, os impactos variam de uma localidade para outra, o que exige acompanhamento permanente.
Coordenada pelo tenente-coronel Marcelo Duarte, a operação reúne diferentes secretarias municipais em forças-tarefas que atuam por vias terrestres e fluviais. As equipes iniciaram o atendimento às comunidades antes mesmo da publicação do decreto de situação de emergência, com o objetivo de reduzir os impactos da seca sobre a população.
Para o prefeito Léo Moraes, o trabalho integrado das equipes é fundamental para ampliar a assistência às famílias que enfrentam dificuldades durante o período de estiagem.
“É com inteligência, empatia com a dor do outro e muita dedicação que conseguimos nos antecipar e fazer a prefeitura presente nas áreas mais impactadas. Nossa meta é que 100% dessas localidades sejam atendidas. Estamos atentos e atuantes para apoiar a população ribeirinha”, declarou o prefeito.
A atuação das equipes envolve o acompanhamento das condições de cada comunidade e a distribuição de itens essenciais, conforme as necessidades identificadas. O planejamento considera as dificuldades de acesso e os impactos provocados pela redução do nível do rio.
De acordo com o coordenador Marcelo Duarte, as forças-tarefas foram organizadas para atender às comunidades por diferentes rotas e antecipar a assistência às famílias afetadas.
“Dividimos os trabalhos em forças-tarefas que atuam de maneira terrestre e fluvial. Todas as comunidades do Baixo Madeira, com exceção de Calama e São Carlos, receberam água potável e cestas básicas de maneira antecipada”, afirmou Marcelo Duarte.
A distribuição antecipada busca garantir o acesso das famílias à água potável e aos alimentos, especialmente nas localidades onde a estiagem dificulta o transporte e o abastecimento. As equipes continuam acompanhando as condições das comunidades para definir as próximas ações de assistência.
O município declarou situação de emergência por meio do Decreto nº 22.515/2026, que reconhece os impactos da estiagem e estabelece medidas de resposta às necessidades das famílias afetadas. A Prefeitura também informou que obteve o reconhecimento federal da situação de emergência, medida que pode facilitar a solicitação de recursos para a aquisição de água, alimentos e outros itens essenciais, conforme os procedimentos previstos pela Defesa Civil Nacional.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
