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Política

Deputada Dra. Taíssa busca soluções para trecho crítico da BR-364

Parlamentar se reúne com representantes do DNIT para discutir prazos e soluções para trecho que se encontra sem pavimentação.

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A deputada estadual Dra. Taíssa (Podemos), em agenda na capital federal, reuniu-se com representantes do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) ao lado do senador Jaime Bagattoli (PL)  para tratar de melhorias em um trecho crítico da BR-364, que liga Porto Velho a Guajará-Mirim. A visita teve como foco obter informações detalhadas sobre os prazos de conclusão e intervenções previstas para a melhoria e pavimentação de um segmento da rodovia, próximo à conhecida lanchonete Castelinho, que atualmente se encontra em estado precário e apenas encascalhado, sem pavimentação asfáltica.

O trecho em questão apresenta problemas sérios de infraestrutura, gerando preocupações para os motoristas que o utilizam diariamente. A falta de pavimentação contribui para o aumento de acidentes e coloca em risco a segurança dos condutores, especialmente em períodos de chuva, quando o tráfego se torna ainda mais perigoso.

Durante a reunião, Dra. Taíssa reforçou a urgência das obras de melhoria e encascalhamento, solicitando medidas concretas para garantir a segurança dos usuários da rodovia. Ela destacou a importância da BR-364 para o transporte e escoamento de produtos na região e para a conexão entre os municípios, salientando que a infraestrutura inadequada impacta diretamente a economia local e a qualidade de vida dos moradores.

O senador Jaime Bagattoli, também empenhado na questão, apoiou as solicitações da deputada e ressaltou que a união de esforços entre os representantes de Rondônia no Congresso Nacional é fundamental para acelerar a execução das obras. Ambos reforçaram o compromisso com a segurança viária e a melhoria das condições de tráfego na BR-364, garantindo que continuarão acompanhando o progresso das intervenções junto ao DNIT.

Fonte: Assessoria parlamentar

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Política

AGU pede que STF reconheça validade do reajuste do Bolsa Família

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A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) o reconhecimento da legalidade do decreto que permite o reajuste para os benefícios do programa Bolsa Família.

O reajuste foi anunciado nesta quinta-feira (17) pelo governo federal. O benefício pago pelo programa Bolsa Família será reajustado em 15%, a partir de 1° de outubro.

O valor mínimo do benefício ficará em R$ 691. Já o valor médio pago chegará a R$ 777.

A atualização dos valores está prevista na legislação do Bolsa Família e busca preservar o poder de compra das famílias beneficiárias, de acordo com o governo.

Na petição enviada ao Supremo, a AGU sustenta que o reajuste também está de acordo com a legislação eleitoral e não representa benefício novo.

Para o órgão, a Lei nº 14.601/2023 prevê a atualização dos pagamentos por meio de correção monetária. 

“Trata-se, portanto, de providência inserida na execução ordinária e continuada de política pública já existente, em observância ao marco normativo reconhecido por essa Corte como apto a concretizar a ordem injuncional. O decreto representa ato de manutenção e atualização de programa social permanente, e não a criação de vantagem inédita ou excepcional”, argumenta a AGU. 

O caso será decidido pelo ministro Gilmar Mendes. 

Fonte: Agência Brasil

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Política

Aposentado ou pensionista que votar não precisará fazer Prova de Vida

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Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que comparecerem para votar nas eleições de outubro não precisarão fazer a verificação da Prova de Vida neste ano.

De acordo com o Ministério da Previdência Social, a verificação vai ocorrer de forma automática a partir do cruzamento das informações da Justiça Eleitoral com a base de dados do INSS. 

A Prova de Vida é um procedimento anual cujo objetivo é identificar se o titular do benefício previdenciário ou assistencial continua vivo para garantir a manutenção de pagamentos.

O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, disse que a medida facilita a vida dos pensionistas. 

“A Prova de Vida pode se dar por meio do comparecimento eleitoral. Então, se você for votar no dia das eleições, você já terá a prova de vida realizada. O INSS recebe esses dados e já computa como prova de vida”, explicou.

Segundo a pasta, o procedimento abrange atualmente cerca de 40 milhões de beneficiários ativos, entre aposentadorias, pensões e benefícios assistenciais.

Além disso, desde 2019, como forma de reduzir filas e custos para processo de Prova de Vida, o comparecimento presencial deixou de ser regra, estabelecendo que o INSS busque, de forma proativa, dados que confirmem a condição de vida do cidadão.

Fonte: Agência Brasil

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Política

STJ mantém condenação da ex-deputada Flordelis a 50 anos de prisão

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A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve, por unanimidade, a condenação da ex-deputada Flordelis a 50 anos de prisão pela morte do pastor Anderson do Carmo de Souza, em 2019, quando ele era seu marido.

A Corte concordou com decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que, em 2022, já havia mantido a condenação da ex-deputada a 50 anos de prisão.

Em 2022, Flordelis dos Santos de Souza foi condenada pelo Tribunal do Júri pelos crimes de homicídio triplamente qualificado consumado, homicídio duplamente qualificado tentado, associação criminosa armada e uso de documento falso. 

A ex-deputada foi considerada culpada por planejar o assassinato, ocorrido na casa da família em Niterói (RJ). A motivação, segundo a acusação do Ministério Público, foi o controle das finanças da família e a forma rígida como o pastor administrava os conflitos entre os integrantes.

Segunda instância

A defesa de Flordelis recorreu ao STJ, após a 2ª Câmara Criminal TJRJ negar, por unanimidade, recursos de apelação. 

À segunda instância, os advogados alegaram diversas nulidades processuais, entre as quais a não apresentação de alegações finais na fase de pronúncia e a falta de fundamentação das qualificadoras do crime.

A relatora do caso, desembargadora convocada Nilsoni de Freitas, contudo, entendeu não ter ficado demonstrado o prejuízo concreto para a defesa da ex-deputada. 

A Sexta Turma manteve também a decisão que anulou a absolvição de Rayane dos Santos, Marzy Teixeira e André Luiz de Oliveira – a neta biológica e os dois filhos adotivos da ex-deputada que são acusados de participar do crime. 

Fonte: Agência Brasil

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