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Polícia

Foragido da justiça é recapturado durante abordagem policial contra o tráfico

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Uma equipe de radiopatrulha da Polícia Militar em Ji-Paraná efetuou a prisão de um foragido da justiça no bairro Parque São Pedro. A ação ocorreu após a PM receber informações sobre a localização do suspeito, que foi encontrado na Rua Apucarana.

Durante a abordagem, os policiais confirmaram a identidade do indivíduo, constatando que havia contra ele dois mandados de prisão em aberto, determinando sua prisão em regime fechado.

Ao realizar uma revista na residência do suspeito, os agentes localizaram um pequeno tablet de uma substância aparentando ser maconha e um invólucro contendo cinco “pedras” de uma substância que parecia ser pasta base de cocaína, totalizando 70 gramas.

Diante dos fatos, o homem recebeu voz de prisão e foi conduzido à Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP) para os procedimentos legais cabíveis.

Com esta prisão, sobe para 11 o número de foragidos recapturados na área do 2º Batalhão de Polícia Militar durante o mês de agosto, demonstrando o empenho da corporação em garantir a ordem pública e assegurar que os infratores da lei cumpram suas penas.

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Motorista é baleado após reagir a roubo e atropelar assaltante no bairro Três Marias; VEJA VÍDEO

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Um homem foi baleado na tarde desta quarta-feira (4), ao tentar impedir a fuga de um assaltante na zona Leste de Porto Velho. O caso ocorreu no cruzamento das ruas Canaã e Santa Cruz, no bairro Três Marias, e terminou com a vítima atingida na perna após perseguir o suspeito.

Segundo apurado pela equipe do Noticias Urgentes, o criminoso havia acabado de praticar o roubo e fugia em uma motoneta Honda Biz azul. O motorista, que estava em um carro, decidiu seguir o suspeito e, ao tentar pará-lo, acabou atropelando-o. Com a batida, a motocicleta ficou presa sob o automóvel, impedindo que o veículo continuasse em movimento.

Mesmo após cair, o assaltante conseguiu se levantar, sacou uma arma de fogo e efetuou vários disparos contra o condutor. A vítima atingida na coxa direita da foi socorrida e encaminhada à UPA da Zona Leste.

Diligências são realizadas para prender o autor do crime, que é apenado monitorado e teria rompido a tornozeleira eletrônica.

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Polícia

Servidor público suspeito de estupro contra bebê e criança é solto após audiência

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A cidade de Cacoal, em Rondônia, vive dias de profunda consternação e revolta popular após a soltura de um servidor público da Câmara Municipal, suspeito de ter cometido abusos sexuais contra duas crianças de tenra idade. O caso, que envolve uma menina de aproximadamente 3 anos e um bebê de apenas 6 meses, chocou a comunidade local pela brutalidade dos relatos e pela rapidez com que o indivíduo retornou às ruas após a audiência de custódia.

O horror foi descoberto pela mãe das vítimas ao retornar para sua residência. Em um relato angustiante, a filha mais velha descreveu atos libidinosos praticados pelo homem, enquanto a gravidade da situação se confirmou de forma visual quando a mãe, ao dar banho no filho caçula, notou ferimentos severos na região genital do bebê. Diante do cenário desesperador, as crianças foram levadas imediatamente ao Hospital Materno Infantil, onde a equipe médica, após exames detalhados, teria confirmado os sinais de violência sexual, acionando prontamente as autoridades.

RELEMBRE O CASO:

A Polícia Militar efetuou a prisão do suspeito, que, segundo informações preliminares, já se encontrava afastado de suas funções no legislativo municipal sob a justificativa de problemas de saúde mental. No entanto, a indignação coletiva tomou conta das redes sociais e das ruas de Cacoal quando, em menos de 24 horas, a justiça concedeu ao homem o direito de responder ao processo em liberdade. A decisão gerou uma onda de protestos, com moradores e familiares questionando a segurança das vítimas e a eficácia do sistema judiciário em casos de extrema vulnerabilidade.

Atualmente, o caso permanece sob investigação rigorosa da Polícia Civil. Enquanto os laudos periciais e os depoimentos são consolidados, a sociedade rondoniense clama por uma resposta mais contundente das instituições competentes, manifestando o temor de que a impunidade prevaleça diante de um crime que interrompeu precocemente a inocência de duas crianças.

Fonte: Notícias Urgentes com informações do Rolnews

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Professoras de creche são presas por sedar e agredir crianças

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Duas professoras de uma creche foram presas de forma preventiva por sedar e agredir crianças de 2 a 5 anos, nesta terça-feira (3/3), no Rio Grande do Sul. A ação ocorreu a pedido do Ministério Público do Estado (MPRS), que determinou a medida de prisão preventiva contra as acusadas após a conclusão da investigação.

De acordo com o MPRS, a investigação teve início com uma denúncia de mães de alunos, que tomaram conhecimento do caso e acionaram as autoridades.

O inquérito policial mostrou que as professoras de uma creche do município de Alvorada davam medicamentos para dopar as crianças e deixá-las dormindo ou “mais calmas”.

Além de fornecer remédios sem prescrição médica ou autorização dos pais, as professoras determinavam castigos, negligenciavam higiene e alimentação, além de “utilizar condutas degradantes”.

Ainda segundo o órgão público, na medida requerida pela promotora de Justiça Karen Mallmann, da 3ª Promotoria de Justiça Criminal de Alvorada, havia provas comprobatórias sobre os crimes.

“No pedido de prisão, depoimentos e imagens mostram crianças sedadas, compartilhamento inadequado de utensílios e mensagens entre funcionárias sugerindo o aumento de doses de remédios”, detalhou o MPRS, em nota.

Após juntar os fatos na investigação, com materiais midiáticos comprovando a autoria das professoras, o MPRS determinou que havia risco à ordem pública e à instrução criminal, pois as suspeitas influenciavam testemunhas durante a investigação.

As professoras são investigadas pelos crimes de lesão corporal e tortura, além de outras irregularidades cometidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A Justiça acolheu a prisão preventiva requerida pela promotora Karen.

“A gravidade concreta do delito foi um dos principais elementos que tornou necessária a prisão das investigadas”, explicou a promotora.

Segundo ela, “os crimes foram cometidos contra crianças de tenra idade, cujos pais confiaram os seus cuidados e segurança, e as investigadas, para facilitar o seu trabalho no manejo com os alunos, ministravam-lhes medicamentos com efeito sedativo, além de negligenciar nos cuidados de higiene e agredi-los física e psicologicamente”.

A prisão expedida pelo MPRS recebeu o nome de Operação Dose de Silêncio e contou com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e com apoio da Brigada Militar. As professoras foram detidas em Canoas e Alvorada.

Denuncie

Para denúncias relacionadas a crianças, procure a Delegacia de Polícia, o Conselho Tutelar ou a Promotoria de Justiça mais perto ou disque 100. Em caso de urgência: disque 190, da Polícia Militar.

Fonte: Metrópoles

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